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domingo, 27 de dezembro de 2009

FÉRIAS...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

"A ECONOMIA SE CONSOLIDA"

INCENTIVOS JÁ CUSTARAM R$ 23 BILHÕES EM PERDA DE ARRECADAÇÃO
“MERCADO AQUECIDO”
- O resultado -, veremos em melhoria do bem estar da população, a renda estando nas mãos de quem vai girar! Através do consumo das famílias se matem o mercado aquecido, beneficiando e atingindo indiretamente a área governamental -, no que diz respeito à arrecadação -, pois os consumidores comprando mais e mais – estarão fazendo o giro do capital e conseguintemente pagarão mais impostos, tornando-se assim a roda giratória constante! Nos próximos meses veremos que haverá retorno financeiro, através dos impostos arrecadados. Quanto mais renda se injeta no mercado é como comparadamente com injeções intravenosas de sangue! (Mª M. Prybicz)
- As desonerações tributárias concedidas pelo governo para estimular a atividade econômica neste ano de crise tiveram um impacto sobre a arrecadação federal de R$ 23,265 bilhões no acumulado do ano. Em novembro, esse impacto foi de R$ 1,976 bilhão, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Receita Federal.
- A previsão do governo é de que todas as medidas de desoneração tomadas para estimular a atividade econômica gerem um impacto negativo na arrecadação de R$ 24,901 bilhões.
- Em novembro, a arrecadação de impostos e contribuições federais, que vinha com 11 meses em queda na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mostrou forte recuperação. Segundo o coordenador-geral de Estudos, Previsão e Análise da Receita Federal, Raimundo Eloi de Carvalho, com o fim das desonerações, os resultados da arrecadação tributária tendem a melhorar ainda mais.
Dezembro
- A arrecadação de impostos e contribuições federais do mês de dezembro deve contar com cerca de R$ 3 bilhões referentes ao Imposto de Renda relativo a rendimento de capital, segundo Carvalho, que explicou que a apuração deste tributo é semestral, com recolhimento em junho e dezembro, por isso, o resultado do próximo mês será impactado positivamente.
- Com relação à transferência de depósitos judiciais tributários da Caixa Econômica Federal para a Conta Única, Carvalho disse acreditar que essa transferência tenha se encerrado em novembro. Devem ingressar recursos relativos a depósitos judiciais não tributários, mas Carvalho não soube prever o volume.
- O coordenador da Receita destacou que as vendas do Natal terão reflexo mais forte na arrecadação de janeiro. Mas previu para dezembro a continuidade do movimento de recuperação da arrecadação tributária. "A recuperação da atividade econômica e as ações da Receita Federal contra a sonegação podem se refletir no fluxo da arrecadação", disse Carvalho, acrescentando que, a partir do primeiro trimestre de 2010, "seguramente teremos recuperação".
- No Brasil, o otimismo em relação à economia em 2010 foi corroborado pelo Relatório Trimestral de Inflação, divulgado esta manhã pelo Banco Central. O documento traça um cenário bem positivo para o próximo ano, com previsão de crescimento do PIB de 5,8%. O número é superior às projeções do mercado financeiro, que espera expansão de 5%, conforme a pesquisa Focus divulgada ontem.
Fonte: Agência Estado
Ctba, 22/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz





terça-feira, 22 de dezembro de 2009

“ECONOMIA EM ACELERAÇÃO”

ALTERAÇÃO NAS CLASSES ECONÔMICAS
- A renda “per capita” se altera no país, com isso todos tenderão a consumir mais, tendo como pano de fundo os diversos investimentos que foram efetuados nos últimos anos, inclusive na Educação, Saneamento, Habitação e infra-estrutura em geral. - Resta ainda que sejam consolidadas as reformas necessárias para se evitar excesso de gastos por parte dos governos, e também a tributação-, onde está o grande problema – extraindo e/ou tirando a renda que deve circular no mercado e/ou na economia -, fazendo a produção retrair-se e/ou contrair-se. (Mª M. Prybicz).
- O Brasil também atingiu o status de “grau de investimento” e chegou a ser alçado à condição de “bola da vez” para os investidores internacionais. A revista britânica “The Economist” – uma das mais influentes do mundo – publicou em dezembro um especial, mostrando que o País pode chegar ao posto de quinta maior economia do mundo na próxima década, ultrapassando Itália, Reino Unido e França. “É possível”, diz Armínio Fraga. No entanto, ele faz um alerta: “Se não houver cuidado com a infraestrutura, a educação e o gasto público, é possível que a taxa de crescimento caia abaixo dos 4,5%”.
- Para Marcio Pochmann, “dada a experiência histórica, só tem sentido sermos a quinta maior economia do mundo, se formos a quinta melhor sociedade”, afirma. “Ser a quinta economia com o grau de exclusão maior ou igual ao que temos atualmente é algo muito louvável somente para os que se beneficiaram do País.”
- A demanda crescente da China, as exportações de commodities elevaram o saldo da balança comercial e ajudaram o País a equilibrar as contas externas. As reservas internacionais ultrapassaram a casa dos US$ 200 bilhões. O País conseguiu quitar as dívidas com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que se arrastavam há mais de 50 anos e, pela primeira vez na história, tornou-se credor da instituição, com empréstimo de US$ 10 bilhões, em 2009.
Fonte/referência: Último Segundo On Line.
Ctba, 22/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz







segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

“ECONOMIA DOS ACIONISTAS”

INVESTIMENTOS EM AÇÕES
- Investimento na produção (ações) -, ainda é o melhor negócio, embora tenha tido uma pequena baixa na semana passada! Vamos nos mater otimistas e acreditar!
- No Brasil o Ibovespa encerrou a semana em 66.794 pontos, desvalorização de 3,6%, primeira queda em cinco semanas. O dólar acompanhou o desenvolvimento da bolsa pela semana e encerrou com ganho de 1,3%.
Fonte/referência: ADVFN Newsletter
Ctba, 21/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 20 de dezembro de 2009

“ECONOMIA LOGÍSTICA”

O TREM-BALA É REALIDADE! E O METRÔ DE CURITIBA, COMO SERÁ?
- O governo federal divulgou ontem a minuta do edital para construção e concessão do trem de alta velocidade (TAV) entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.Prevê que a tarifa da classe econômica não poderá ser superior a R$ 252 e a de primeira classe com teto de R$ 441. Os participantes da concorrência terão financiamento público de R$ 20.868.784.000,00. Mas vence quem oferecer menor tarifa e captação de financiamento público menor. O projeto todo é orçado em R$ 34,6 bilhões.
- A grande novidade é a previsão de uma estação na cidade de Aparecida. São três estações terminais: São Paulo (Campo de Marte), Campinas e Rio (Barão de Mauá), além de seis estações de passagem: Vale do Paraíba Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Aparecida, Aeroportos do Galeão, Guarulhos e Viracopos. Na chegada a São Paulo está previsto um túnel de 24 quilômetros de extensão entre Caieiras e Guarulhos. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) receberá contribuições até o dia 8 de janeiro. Nos dias 11, 13, 15 e 19 de janeiro serão realizadas audiências públicas em São Paulo, Rio, Campinas e Brasília.
Fonte/referência: Folha On Line (Blog da Metrópole)
Ctba, 19/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz





sábado, 19 de dezembro de 2009

“INTERFERÊNCIA DO CLIMA E DAS ENERGIAS NA ECONOMIA DOS PAÍSES”

- Ainda deve levar anos e anos, para mudar todos os sistemas de energia, para as que menos poluem! (Mª M. Prybicz).
CHINA SAI SATISFEITA COM ACORDO SOBRE O CLIMA
- COPENHAGUE (Reuters) - A China demonstrou sua crescente influência política ao firmar um acordo sobre o clima que protege sua soberania nacional, mas pouco contribui para a questão do aquecimento global ou para a imagem internacional do país.
- A recusa do governo chinês de atender às exigências das nações ricas por maior transparência e checagens em um país conhecido por não possuir estatísticas confiáveis foi citada por um após outro negociador como um fator-chave que bloqueava o entendimento para um acordo.
- As nações ricas dizem que esforços como a melhoria dos padrões dos carros, construção de turbinas eólicas e fechamento de indústrias energéticas poluidoras deveriam ser submetidas à verificação internacional para garantir que a China, maior emissor mundial de gases do efeito estufa, esteja de fato cortando o total que produz.
- A China diz que isso viola sua soberania e contraria normas da ONU que tratam países pobres e ricos de modo diferente.
- A China partiu "feliz", disse aos jornalistas o negociador-chefe Xie Zhenhua perto da meia-noite de sexta-feira, antes de deixar o edifício cercado por muitos de sua equipe, visivelmente contentes.
"Depois das negociações os dois lados conseguiram preservar seus pontos-limite; para os chineses, esses pontos eram a soberania e nosso interesse nacional", disse ele.
- Nem todos concordaram com essa visão. O Acordo de Copenhague deixa de fora muito das metas da China prévias à conferência, adia duras decisões para 2010 e coloca o planeta no caminho de não acertar o alvo na limitação do aquecimento.
- Os países africanos e as pequenas ilhas-Estado, deixados de lado depois do encontro noturno que resultou numa saída, se sentiram abandonados por seu aliado para enfrentar as devastadoras consequências das mudanças climáticas.
"Isto representa o pior desdobramento da história em negociações sobre a mudança do clima", disse Lumumba Stanislaus Di-aping, porta-voz do 'Grupo dos 77 e China'.
- Os europeus também foram deixados de fora do encontro crucial, depois de anos de liderança nos esforços na questão climática.
- Politicamente, o acerto foi um lembrete sobre a força chinesa e a crescente importância do relacionamento não oficial do "G2, entre Estados Unidos e China, mas é provável que alimente o sentimento anti-China em nações ocidentais.
- Oficialmente, o governo chinês teve o apoio de aliados como Índia e Brasil, mas eles admitiram, em particular, que isso foi principalmente uma batalha para a China, o maior emissor mundial.
- Mesmo o Brasil, que reivindicou um papel no entendimento para o acordo final, descreveu o resultado como "desapontador.
Fonte/referência: MSN - Notícias
Ctba, 19/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz




sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

"ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA"

BNDES PODE LIBERAR US$ 197 MILHÕES PARA AMPLIAÇÃO DE GASODUTO PERUANO

- Dentro do montante financiado está incluído o valor limite de US$ 169 milhões destinados à possível aquisição dos tubos a serem aplicados no projeto, os quais poderão ser exportados pela Confab.
- 18 de dezembro de 2009 - A Confab Industrial comunica que seu cliente, a Transportadora de Gás Del Peru (TGP), assinou contrato de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de US$ 197 milhões. O objetivo é a obtenção de recursos para a eventual aquisição de bens e serviços provenientes do Brasil e destinados à ampliação do gasoduto Camisea.
- De acordo com nota, dentro do montante financiado está incluído o valor limite de US$ 169 milhões destinados à possível aquisição dos tubos a serem aplicados no projeto, os quais poderão ser exportados pela Confab. (Redação - www.ultimoinstante.com.br)
Fonte/referência: últimoinstante: Notícias em Tempo Real.
Ctba, 18/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

"CONSOLIDAÇÃO DA ECONOMIA"

GOVERNO E EMPRESAS AJUDAM ELEVAR O DESENVOLVIMENTO ESTRUTURANTE

- A Economia de qualquer país pode ser consolidada com o conjunto: Governo - Atividade Empresarial Privada, atuando e complementado um a outro, implementado pelo Setor Financeiro (bancos)! Nem tanto céu, nem tanto a terra. Todos atuando de forma harmônica, sem ganância e corrupção -, podem parecer utopia? Não, se todos tiverem a devida consciência do compromisso que uma nação exige de seus líderes e/ou governantes! (Mª M. Prybicz).
-  As 68 empresas estatais federais dos setores produtivos e financeiros efetuaram o pagamento de R$ 53,6 bilhões em investimentos de janeiro a outubro deste ano, informou nesta sexta-feira (18) o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
- Segundo o ministério, este é o maior volume de recursos executados para o período desde que o Brasil passou a ter uma moeda estável, há 15 anos. Para todo ano de 2009, estão programados R$ 79,9 bilhões em investimentos pelas estatais.
Crescimento
"Chegamos ao olho do furacão, quando a crise estava atingindo a sua forma aguda. E conseguimos crescer, em média, 40% na execução, de bimestre a bimestre”, disse o economista Murilo Barella, diretor do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest), ligado ao Ministério do Planejamento.
Criação do PAC
- Barella disse ainda que, no primeiro mandato do governo Lula, havia estatais com perspectiva de privatização. "Pelo menos não tinham uma definição clara de que iriam continuar no sistema estatal. A Eletrobrás, por exemplo, não construía uma represa há quanto tempo? Com a criação do PAC, elas foram chamadas a cumprir um papel e deram sua resposta", afirmou ele.
Fonte/referência: G1 Economia e Negócios.
Ctba, 18/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz











terça-feira, 15 de dezembro de 2009

"ECONOMIA NA BOLSA DE VALORES"

OTIMISMO COM A BOLSA DE VALORES NO FINAL DO ANO

- Isso se traduz com a parte psicológica que todos estamos transmitindo e influenciando, é também o otimismo inerente aos povos latinos por excelência, que mesmo estando em dificuldades - não perdem o ânimo -, ou seja, vencer ou vencer!
- E no Brasil, um país tropical maravilhoso, o sol o ano todo brilhando com sua energia renovadora, recursos naturais abundantes – fauna, flora, um dos biomas mais diversos que a natureza nos mostra, com sua biodiversidade cuidadosamente localizada e equilibrada! Ecossistema extremamente versátil, funcionando de forma estável! Como não seremos otimistas? - É agradecendo a Deus por tudo e viver procurando trabalhar cada vez mais, a paz e o bem comum para todos! (Mª M. Prybicz).
- É o consenso entre os analistas: a Bolsa sobe até o final do ano. Para eles o fluxo de notícias positivas reforça o apetite dos investidores por ativos de renda variável. Mesmo o resultado do PIB brasileiro abaixo do esperado não desanimou. Existe a percepção de retomada de crescimento e isto é o que impulsiona as cotações. Os grandes influenciadores do mercado já estão de olho no próximo ano acreditando que os resultados corporativos no Brasil mostrarão nova evolução nos resultados. O Brasil e os demais países emergentes deverão rebocar a economia mundial de volta ao crescimento. Ontem o Ibovespa fechou com alta de 0,12%, em 69.349 pontos, nova máxima de 2009. O dólar comercial caiu 0,85%, fechando a R$ 1,742 na compra. Nos mercados norte-americanos os investidores estavam de bom humor com as notícias positivas vindas de Dubai e a aquisição da XTO Energy pela ExxonMobil. O índice Dow Jone subiu 0,28%, o S&P 500 subiu 0,70% e a bolsa Nasdaq fechou em alta de 0,99%.
Fonte/referência: ADVFN Newsletter, Sua pesquisa.com.
Ctba, 15/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sábado, 12 de dezembro de 2009

"ESTÍMULO AO DESENVOLVIMENTO"

“FOMENTAÇÃO ECONÔMICA”

- Impulso ao progresso – desenvolvimento estimulado, animado pela área governamental e/ou de particulares do país – fomento das políticas econômicas dirigidas ao desenvolvimento local. Desestimular os projetos megalômanos, onde menos é mais! Proibindo que surjam e/ou ressurjam (impulsionado às vezes por qualquer pessoa e/ou político desavisado onde o que se pretende não tem nada haver com a comunidade questionante) atentando para a veracidade do estímulo local de origem – pequena aldeia – “in loco” – onde realmente está o problema a ser resolvido - ajuda, auxílio, proteção da glocalidade, cuja comunidade não deve (através de debates e discussões), permitir que se aprovem leis absurdas, as quais com suas limitações irão atrapalhar o bom andamento do fluxo de decisões, no intuito de melhorar as condições gerais do local: ambientalmente e/ou – microeconomicamente e macroeconomicamente.- Fomentar, assessorar, ajudar o pequeno e médio empresário a solucionar seus problemas do dia a dia, são as finalidades básicas de uma Factoring.
FACTORING FORA DO BRASIL
- As operações de Factoring têm sua origem nos séculos XIV e XV, na Europa. O factor era um agente mercantil, que vendia mercadorias a terceiros contra o pagamento de uma comissão. Eram representantes de exportadores que conheciam muito bem as novas colônias, custodiando as mercadorias e prestando contas aos seus proprietários. Com o tempo, esses representantes passaram a antecipar o pagamento das mercadorias aos seus fornecedores, cobrando posteriormente dos compradores.
- Hoje, além dos Estados Unidos, o Factoring é muito praticado e difundido na Inglaterra, Suécia, Noruega, Holanda, Espanha, Itália, França e Bélgica.
- Entre os países da América Latina, fora o Brasil, o Factoring encontra expressão no México, Colômbia, Peru e Equador.
- Ação do governo visando a facilitar o desenvolvimento de um país, de uma região ou de um setor econômico, exemplificando o fomento agrícola – no interior a que tanta falta faz para os pequenos e médios produtores no agronegócio!
- Fomento é utilizado para caracterizar atividades centradas na promoção do desenvolvimento rural, tanto na área florestal como na agropecuária. Historicamente, tem contemplado os mais diversos segmentos da produção agrosilvipastoril. São projetos e programas de iniciativa pública, privada ou integrada de estímulo a cultivos diversos.
- Os resultados esperados com as atividades de fomento variam desde o abastecimento a pequenas e médias indústrias, com abrangência micro-regional, passando por programas voltados ao abastecimento estratégico de determinada matéria-prima para o setor agroindustrial, com abrangência nacional, até atingir escala global em temas como o seqüestro de C02, que certamente carreará recursos para as atividades rurais, fomentando cadeias produtivas de grande amplitude.
- Rentabilidade econômica, conhecimento de mercado e processos de comercialização são elementos básicos para o convencimento e a legitimação do ingresso do indivíduo na atividade fomentada. Esses aspectos imprimem segurança ao fomentado e ocupam espaço importante na composição da conjuntura compatível com a necessidade de investimento de contrapartida do fomentado.
- Quando falamos em processos de mudança, está implícita a necessidade da utilização de métodos de difusão de tecnologia em que processos de comunicação e marketing são ferramentas de grande valia. Deve-se avaliar, em especial, métodos de grupos e de massas de extensão rural bem como a participação do público alvo na elaboração de propostas, comprovação de tecnologias, monitoramento e avaliação de projetos.
Fomento Florestal Público
- O fomento florestal público é o mecanismo de desenvolvimento amplamente contemplado por diplomas legais que norteiam a atividade florestal no Brasil. A análise interpretativa do Código Florestal permite a correlação da reposição florestal obrigatória com a instituição de programas oficiais de fomento florestal. Além desse aspecto, destacam-se a seguir alguns pontos da legislação a serem considerados na formulação ou análise de projetos.
- Pequenos projetos viáveis seriam bem mais interessantes, onde o impacto ambiental fosse insignificante, no que se refere a grandes áreas alagadas e/ou subutilizadas (sustentabilidade)!
Fonte/referências: diversas; revistas; Google.
Ctba, 12/dez/09
Profª Mª M. Prybicz













sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

"ECONOMIA IMPULSIONADA"

ECONOMIA COM DOIS ITENS IMPULSIONADORES DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:
“AÇÕES E PETRÓLEO”.

- Naturalmente não somente estes dois itens -, existem diversos complementares, mas a princípio esses puxam os demais, enraizando-se e fortalecendo a sustentabilidade pelos meandros da nossa Economia!
AÇÕES NA IBOVESPA
- IBOV sobe 1,05% aos 68.728 pontos, nova máxima em 18 meses. O giro financeiro marcou R$ 6,99 bilhões. Segundo o economista da Gradual Investimentos André Perfeito, “a alta só não foi maior, porque o petróleo estressou no mercado externo e impactou nos papeis da Petrobras”. - Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro), Petrobras PN (PETR4) subiu 0,45% a R$ 37,76; Vale PNA (VALE5) avançou 1,57% a R$ 42,15; Itaú Unibanco PN (ITUB4) valorizou 0,5%, a R$ 40,04; BM&FBOVESPA ON (BVMF3) ganhou 0,17% a R$ 11,99 e Bradesco PN (BBDC4) teve alta 1,14% a R$ 38,21.
- As ações da Eletrobrás, mais uma vez, despontam entre as maiores altas do dia. Os papeis ainda repercutem o compromisso da empresa em pagar bilhões de reais em dividendos atrasados já anunciado dia (9). Eletrobrás ON (ELET3) e PNB (ELET6) subiram: 7,34% e 4,63%, respectivamente. - Na outra ponta, as operadoras de telefonia móvel dão peso às maiores perdas da sessão. TIM PN (TCLS4) caiu 1,86% a R$ 4,75 e Vivo PN (VIVO4) recuou 2,57% a R$ 52,03.
- Ontem o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou uma nota “tranquila” anunciando, a já esperada, manutenção da taxa básica de juros (Selic), em 8,75% ao ano. Por outro lado, na manhã desta quinta-feira, o resultado do desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre mostrou que hiato do produto pode fechar somente no quarto trimestre do próximo ano. “Os dois fatos conspiram para que a taxa de juros ainda se mantenha reduzida por algum tempo. Esse movimento impulsiona uma migração do mercado de renda fixa para o de renda variável”, avalia Perfeito.
- O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 1,3% entre julho e setembro em relação ao segundo trimestre deste ano. Já na comparação com o mesmo período de 2008, a economia brasileira teve retração de 1,2%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Petróleo
- As cotações de petróleo voltaram a fechar em queda nesta quinta-feira (10), atingindo o menor patamar em dois meses, conforme o mercado ainda digeria os dados sobre os estoques norte-americanos da commodity divulgados na última sessão. Contudo, os preços do gás natural registraram forte valorização durante o dia.
- A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 71,98 na sessão, queda de 1,74% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em janeiro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 70,17 por barril, configurando desvalorização de 0,70% frente ao fechamento anterior.
Fonte/referência: ADVFN Newsletter
Ctba, 11/dez/09
Prof. Mª M. Prybicz

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

"ECONOMIA NA IBOVESPA"

MUITAS SURPRESAS NA IBOVESPA NO FINAL DO ANO

- A quantia de investimentos estrangeiros no nosso país, faz com que sintamo-nos ainda mais otimistas e confiantes em nossa economia, ficaremos observando para que todos ganhem com as estimativas destes progressos!
- Brasil agora é membro integrante do Comitê sobre o Sistema Financeiro Global do Banco de Compensações Internacionais, o BIS...
- O governo brasileiro aprovou uma linha de crédito de R$ 80 bilhões ao BNDES para o financiamento de investimentos em infra-estrutura, bens de capital, exportações e desenvolvimento tecnológico...
- Segundo analistas, o Ibovespa tem margem para crescer até o final do ano e chegar até os 80.000 pontos, superando o topo histórico de 73.920 pontos alcançados em 2008 antes do estouro da bolha imobiliária norte-americana. A maioria esta otimista em relação ao desenvolvimento da economia brasileira. Isso se reflete na entrada de divisas ao país, que em novembro ficou com saldo positivo de US$ 3,9 bilhões. No acumulado do ano somente o fluxo financeiro já soma mais de US$ 16 bilhões. No cenário norte-americano, Bob Doll presidente da BlackRock, firma de investimentos global, acredita que estamos em um "bull market" (mercado em ascensão) desde março e permaneceremos assim por um bom tempo. Sua posição parece ser confirmada pelas projeções dos analistas macroeconômicos. A crescente confiança e lucros dos setores industriais e varejo em de 2010, assim como os de construção, projetam um crescimento em torno de 3,5% no PIB norte-americano para os próximos trimestres.
Fonte/referência: ADVFN Newsletter
Ctba, 10/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

"ECONOMIA PETROLEIRA"

- A Petrobras anunciou após a conclusão dos testes no poço de Iara, que será possível extrair um volume de 3 a 4 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural...
Fonte/referência: ADVFN Newsletter
Prof.ª Mª M. Prybicz

"ECONOMIA PARANAENSE"

PARANÁ PASSIVO DIANTE DO PRÉ-SAL? ACORDA PARANÁ! O TEMPO URGE!

- O setor de pesquisas para o Pré-Sal necessita de mais agilidade. Diante da urgência que o tema demanda – ramos da engenharia civil e mecânica, projetistas e outros da área, poderão ofertar e angariar muitos recursos para suas empresas, inclusive mão-de-obra especializada, a exemplo da antiga Techint que construiu infraestrutura de base de plataformas para a Petrobras, como bem lembro um irmão meu trabalhou naquela ocasião – no estaleiro de Pontal do Sul, agora denominado: Pontal do Paraná – não se entende o porquê da desativação de projetos importantes como esse no passado – será que coincidiu com a construção de Itaipu na época. Tem fundamento!(Mª M. Prybicz).
- Os empresários e as universidades do Paraná foram alvo ontem de uma crítica dura, mas construtiva. Na opinião do diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, eles estariam “dormindo” enquanto empresas e instituições de ensino de outros estados correm para fornecer equipamentos e fazer pesquisas em parceria com a estatal no projeto de exploração do petróleo do pré-sal.
- “As universidades do Paraná precisam mostrar o que querem desenvolver com a gente, mas não fazem isso. Onde estão os empresários que querem mostrar os seus projetos?”, questionou o executivo durante o evento Papo de Mercado, promovido pela editoria de Economia da Gazeta do Povo. Ele ressaltou que o pré-sal é uma reserva imensa, e já demanda equipamentos e serviços que fazem parte de um plano de investimentos de US$ 174 bilhões no período 2009-2013 e que tem como meta elevar a participação do conteúdo nacional. “Vamos precisar de 153 equipamentos de grande porte até 2013. Mas não é algo que vamos discutir daqui a três anos. É para hoje, precisamos desenvolver os navios agora. Parece que os empresários do Paraná estão dormindo.”
- Outra área que poderia ser aproveitada pelo Paraná, segundo o executivo, é a construção de maquinaria pesada. Ele estima que o país precise construir mais cinco estaleiros para atender à demanda da Petrobras na próxima década. O plano de negócios da empresa prevê a compra de 296 equipamentos até 2020 – são 49 navios de grande porte, 195 barcos de apoio e 45 plataformas de produção, entre outros. “E isso é com base só nos três campos do pré-sal que conhecemos. Temos mais cinco em fase de estudos”, completou Costa. “Por que não fazemos um estaleiro em Pontal do Paraná? Ali já foram construídos módulos de plataformas no passado”, lembrou.
FIEP
- Para o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), Rodrigo da Rocha Loures, não existe falta de interesse do empresariado do estado com relação ao pré-sal.
Litoral alimenta esperança por novos projetos
- O estaleiro de Pontal do Paraná, mencionado pelo diretor de abastecimento da Petrobras, está desativado desde dezembro de 2006. Na ocasião, a multinacional italiana Techint entregou à Petrobras uma “jaqueta” (estrutura de sustentação de plataformas) de 6,3 mil toneladas, cuja produção durou dois anos, consumiu R$ 276 milhões e chegou a empregar 1,2 mil pessoas.
Universidades do estado têm parcerias
- Embora não liderem o ranking das instituições beneficiadas por recursos da Petrobras, algumas universidades do Paraná tocam um número razoável de projetos ligados ao setor de petróleo. A UTFPR (antigo Cefet), por exemplo, participa de quatro redes temáticas patrocinadas pela estatal, para as quais já recebeu cerca de R$ 13 milhões.
- Isso não significa que as universidades paranaenses estão fora do circuito do petróleo. A UFPR e a UTFPR fazem parte do programa PRH, mantido pela Agência Nacional do Petróleo, e que financia projetos de capacitação de profissionais do setor. Alguns departamentos também já se qualificaram para receber recursos da estatal – é o caso do Departamento de Engenharia Florestal, que faz parte da Rede Temática de Mudanças Climáticas e montou em parceria com a Petrobras pesquisas sobre a fixação do carbono na biomassa. O que falta, na opinião do executivo, é aumentar o volume de projetos.
Fonte/referência: GP On Line.
Ctba, 09/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz





segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

“ECONOMIA BRASILEIRA EM FRANCA EXPANSÃO”

AÍ ESTÁ O RESULTADO!
ÂNIMO TOMA CONTA DO MERCADO NACIONAL
- A opinião geral do mercado é que a Bolsa de Valores suba até o final deste ano com tranqüilidade, apesar de que hoje (07/12) o índice futuro do Ibovespa amanheceu em queda. Vários fatores ajudam a previsão otimista: a maior movimentação na economia por causa das festas de final do ano. - O auxílio do décimo terceiro salário impulsiona as vendas do comércio e da indústria. E parece que os investidores já perceberam isso. Investidores pessoa física já são os maiores negociadores no volume da BM&F Bovespa. Superaram, inclusive, o movimento dos investidores estrangeiros. As negociações por Home Broker bateram novos recordes em novembro. A movimentação total na BOVESPA ficou próxima de R$ 123 bilhões, em novembro.
- Para os integrantes do mercado a atual fase de bonança na bolsa se deve aos indícios de recuperação da economia brasileira em relação às outras economias mundiais que ainda sofrem com os efeitos da crise.
Ctba, 07/dez/09
Fonte/referência: ADVFN Newsletter
Prof.ª Mª M. Prybicz





"ECONOMIA BRASILEIRA"

ECONOMIA BRASILEIRA COM EXPLOSÃO NO CONSUMO

- Se avizinha neste natal as compras exageradas (muitas vezes, até sem a real necessidade do bem) – bens supérfluos está cada vez mais nas listas de compras, o que vai ocasionar uma diminuição na poupança popular das classes de menor poder aquisitivo – principalmente quando se compra a prazo e compromete os outros doze meses do próximo ano (médio e longo prazo)! É importante o consumo para que a indústria dê vazão aos seus estoques, mas nem por isso justifica-se a explosão do consumo, mesmo porque a indústria não tem como atender “o consumo explosivo” em períodos muito curtos. - Que mantenha-se o "ponto de equilíbrio" - é importante. (Mª M. Prybicz).
- Varejistas preveem aumento nas vendas!
- A maioria dos varejistas espera aumento nas vendas no Natal deste ano. Segundo pesquisa da Serasa Experian com 1.000 empresários, 53% preveem alta no comparativo com o mesmo período em 2008, outros 31%, estabilidade e 16%, queda.
- O crescimento médio esperado para o faturamento é de 17% e a queda, de 18,5%. No ano passado, devido aos efeitos da crise internacional, 39% dos entrevistados aguardava elevação do faturamento, 32%, estabilidade e 29%, recuo.
- As grandes empresas do segmento são as mais otimistas, com 84% dos varejistas prevendo aumento. Entre as médias, são 63% e, nas pequenas, a expectativa é mais cautelosa (48%). De acordo com os analistas da Serasa, a demora na normalização do crédito para esse segmento é a principal razão para o menor nível de otimismo.
- Na análise por região, o Centro-Oeste apresenta a melhor expectativa para este Natal, já que 68% dos varejistas esperam um faturamento maior nessa data comemorativa. A recuperação dos preços das commodities locais aponta os técnicos, está estimulando o comércio. Em seguida aparecem o Nordeste e o Norte (57% cada um), o Sudeste (55%) e o Sul (40%)
- Os presentes que serão mais oferecidos neste Natal, de acordo com os varejistas, são celulares (27%), roupas, calçados e acessórios (26%), eletrônicos (12%) e eletrodomésticos (9%).
- A pesquisa aponta ainda que 52% das compras devem ser à vista e 48%, a prazo. Os consumidores devem evitar o parcelamento devido ao maior endividamento da população e a preocupação com o pagamento de IPVA, IPTU e despesas escolares a partir de janeiro, dizem os analistas da Serasa.
Ctba, 07/dez/09
Fonte: Folha Online
Prof.ª Mª M. Prybicz



sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

"ECONOMIA COM METAS PARA 2010"

ECONOMIA BRASILEIRA? VAI BEM OBRIGADA!

    “A economia brasileira engrenou, está havendo recuperação do emprego e a rentabilidade das empresas tende a melhorar e voltar ao nível pré-crise”, afirma José Góes, economista da Alpes Corretora, para justificar sua expectativa. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 são fatores que devem atrair investimentos e beneficiar as áreas ligadas à infraestrutura.
-  É consenso entre os economistas que o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 5% em 2010, marca revelada pelo Boletim Focus, que capta a temperatura do mercado, divulgado pelo Banco Central no início da semana passada. Ainda de acordo com o BC, os analistas estimam que o Investimento Estrangeiro Direto (IED), aqueles voltados à produção, deve somar US$ 32 bilhões no próximo ano.
-  As análises de Góes se voltam para as companhias que dependem mais do mercado interno, já que a economia mundial deve mostrar algum crescimento, mas sem sustentação. Nesse cenário, suas apostas voltam-se para ações dos setores de construção civil, concessionárias de serviços públicos, como teles e empresas de energia elétrica, e aquelas ligadas à infraestrutura, além de siderurgia, que recebe reflexos do investimento interno.
-  De acordo com Brisac, da Itaú, a bolsa está chegando em um nível em que é necessário selecionar os melhores papéis, como das indústrias de bens de capital e de produtos de consumo. “Teremos a volta do investimento no Brasil e não só os gastos”, diz ele. “As empresas irão investir e isso beneficia o setor de bens de capital.” Além disso, o estrategista aponta a retomada do crédito, o que dá impulso às ações dos bancos médios e também dos itens de consumo que dependem desse financiamento.
-  Bandeira, da Ágora, espera o fortalecimento do mercado com base na recuperação da economia mundial, o que trará maior rentabilidade para os resultados das empresas. “Isso se soma à liquidez internacional, que está forte e os investidores devem trazer recursos para o Brasil, que sofreu ou está sofrendo menos com a crise”, acrescenta o economista-chefe da corretora Ágora, do Banco Bradesco.
-  As estimativas do banco Geração Futuro para o ano que vem são de alta média de 25% para o desempenho do mercado acionário. Wagner Salaverry, sócio-diretor, ressalva que seus cálculos levam em conta uma carteira selecionada composta por papéis de dez empresas, entre bancos, consumo, siderurgia e mineração, petróleo e papel e celulose.
Celulose e ferro
-  Para ele, esse grupo de empresas terá aumento de 25% a 30% no Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês), indicador da geração operacional de caixa, em 2010. “Trabalhamos com a perspectiva de recuperação dos preços da celulose e do minério de ferro, por conta da demanda da China, que deverá se manter, e dos Estados Unidos e Europa, que devem apresentar alguma retomada, mas não franca recuperação”, afirma Salaverry.
-  Góes, da Alpes, discorda. Para ele, por depender mais da economia internacional, as “blue chips” não tenderão a superar os setores voltados para o mercado local.
  “Se o dólar continuar desvalorizando, o investidor continuar sem opções de investimentos e se não houver qualquer novidade ruim no cenário mundial, podemos consideram um Ibovespa com alta de 25%”, avalia Ricardo Martins, gerente de pesquisa da Planner Corretora. Ele destaca, no entanto, que uma alta inesperada de alguns preços, como das commodyties, pode levar o mercado acionário a uma “bolha”, o que traria maiores riscos.
-  Martins também vê potencial de crescimento para as companhias ligadas à infraestrutura, como portos, administração de rodovias, ferrovias e aviação comercial. Segundo ele, as empresas de concessões rodoviárias crescem, historicamente, 1,2 vez o desempenho do PIB. “Se o PIB subir 4,5% ou 5%, esse setor será muito beneficiado.”
Fonte/referência: (Portal Financeiro) - ADVFN Newsletter
Ctba, 04/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"CONJUNTURA ECONÔMICA BRASILEIRA"

MERCADOS ESTÃO QUERENDO BRASIL COMO SUPERPOTÊNCIA! É JUSTO?

- Deveremos sempre permanecer otimistas, mas dentro da realidade econômica conjuntural brasileira, cuja economia, tem suas determinadas características inerentes e carece de muitas e muitas modificações – poder público interferindo agressivamente nos mercados, no intuito condicionante de melhorar bastante ainda, tendo muito que aprender no presente e no futuro! (M.ª M. Prybicz).
- Paul Krugman diz que excesso de confiança pode prejudicar o país. Para ele, é preciso combater euforia e dizer: "Não amem tanto a gente"
- O Brasil se saiu melhor que o resto do mundo na crise, mas a euforia com a economia nacional, que vem atraindo o capital estrangeiro, pode prejudicar o país, segundo o ganhador do prêmio Nobel de economia de 2008, Paul Krugman, em entrevista nesta quarta-feira (2), em São Paulo.
   “Está na hora de dizer: ‘Estamos melhores do que estávamos, mas não tão bem assim. Não amem tanto a gente’”, disse ele. De acordo com o vencedor do Nobel de Economia, a taxação dos investimentos externos não surtiu o efeito esperado, e o país deve buscar alternativas para estancar o fluxo de investimentos.
- Segundo Krugman, o Brasil está indo bem e tem uma boa história. “Mas não é [o suficiente para] dizer que vai se tornar uma superpotência no próximo ano. E os mercados estão agindo como se fosse”, diz o colunista do "The New York Times".
Perigos da 'euforia' e/ou entusiasmos! 
- Para o economista, a euforia dos investidores externos com o Brasil não é saudável e pode gerar reflexos negativos. Ele lembrou os casos da Argentina, que em 1993 era a “grande revelação” da economia, entrando em crise pouco depois, e os casos do sudeste asiático e da Europa oriental, que passaram por problemas semelhantes.
  “Nós já vimos esse filme vezes o suficiente. Vocês não querem ver isso acontecer com vocês”, afirmou. “Os mercados estão perdendo o contato com a realidade”, afirmou. “O real me parece muito valorizado, a um nível que é difícil justificar. É difícil dizer que faz sentido [a atual cotação da moeda frente ao dólar]", frisou.
- De qualquer forma, ele afirma que a economia brasileira se saiu bem diante dos problemas enfrentados pelo mundo todo: "O Brasil é uma história feliz."
Fonte: GP”On Line“
Ctba, 03/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz





quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

“ECONOMIA INTENACIONALIZADA”

“ECONOMIA BRASIL - UCRÂNIA INTENACIONALIZADA”
- O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará na Ucrânia no dia 2 de Dezembro de 2009, data em que será realizado o Fórum Econômico Brasil-Ucrânia. No encontro serão assinados vários acordos de cooperação entre os dois países, com especial destaque para os convênios nas áreas de Cultura e Educação. O estado do Paraná tem uma grande comunidade ucraniana, fruto das imigrações ocorridas no final do século 19 e receberá em breve, pela primeira vez, a visita do ministro da Cultura daquele país. Recentemente, em abril de 2009, por iniciativa do deputado Angelo Vanhoni, o ministro Juca Ferreira esteve em Mallet para a inauguração das obras de restauro da Igreja São Miguel Arcanjo, passando também por Irati e Prudentópolis. O Brasil tem diversos projetos em parceria com o governo ucraniano, dentre elas a binacional Alcantara Space, que desenvolve tecnologia para o lançamento de satélites. O Blog Vanhoni entrevistou Vitório Sorotiuk, presidente da Representação Central Ucraniano Brasileira, que também estará na Ucrânia neste período. Confira o que ele fala sobre a importância deste encontro.
“O Brasil tem expandido suas relações no plano internacional e está abrindo negociações de trabalho e de mudanças na área comercial, cultural e política com o mundo todo. No caso específico desta visita do presidente Lula a Ucrânia, o Brasil está levando propostas em que os dois países podem se complementar em áreas de interesse estratégico para ambos. Uma delas é a Alcantara Cyclone Space, que já existe há algum tempo e é a segunda empresa binacional do Brasil, além da Itaipu. Hoje temos cooperação científica e tecnológica com diversos países, mas, com a Ucrânia, temos este projeto específico que abre o espaço não só para o Brasil, mas, para toda a América Latina e traz a possibilidade de lançarmos satélites a custos mais baixos utilizando lançadores em outros países.
- Existem também muitas perspectivas de comércio, vou citar alguns exemplos: a Ucrânia é um grande produtor de fertilizantes e o Brasil um grande importador. Aí se abre um possível caminho de negociação, não só para baixar os custos dos fertilizantes no Brasil, que já é interessante para a nossa agricultura, mas também para vender os nossos produtos lá. A Ucrânia é um grande produtor de aço e me parece que Embraer trabalha com a idéia de construir aviões de carga, aviões de grande porte. Então vemos aí outra possibilidade de barateamento de matéria prima através da cooperação comercial e tecnológica.
Referência/fonte: Blog de Vanhoni, Ângelo.
Ctba, 02/dez/09
Mª M. Prybicz



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

“ECONOMIA NA IBOVESPA”

RENDIMENTO DA IBOVESPA
- Ações! Investimento de riscos? Nem sempre.
- O mês de novembro fechou bem positivo, confirmando a estatística (já que é o terceiro melhor rendimento entre os 12 meses).
   Outra constatação relevante é que a bolsa costuma subir bem mais no período de novembro a abril, enquanto que o período de maio a outubro não costuma ser tão bom para os comprados. A diferença é consideravelmente alta. Rendimento médio mensal de novembro a abril fica em 4,19% contra 0,52% entre maio e outubro.
   Além disso, observamos dentro do período estudado que o mês de dezembro (segunda melhor média de rendimento) é o que obteve mais fechamentos positivos (14 contra apenas 3 negativos), enquanto que os meses de outubro e junho (coincidentemente os dois de pior rendimento médio mensal) foram os mais negativos (10 negativos contra 8 positivos).
- No total, entre os 215 últimos meses (período referente a este estudo) obtivemos um total de 132 meses de alta contra 83 de baixa. A razão meses de alta/meses de baixa fica em 1,5904 (bem próxima de Phi: 1,618).
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 01/dez/09
Prof.ª Mª M. Prybicz





segunda-feira, 30 de novembro de 2009

"ECONOMIA ESTOCADA"

“A HORA É AGORA - DESOVAR ESTOQUES”

- Bem, o próprio nome já diz bem o que se quer que se faça! Mexer em todos os estoques acumulados com a crise e sem a crise! Fazer promoções, estimular as vendas, baixar preços, girar mais e mais as mercadorias – é dessa maneira que a economia sofre uma tremenda alavancagem, não existe fórmulas mágicas – há velocidade nos giros! Nada fica mofando, muito menos o dinheiro (em espécie) mofará!
-  O contentamento da população nem se fala, todos ficarão felizes! Comprarão o que nunca pensaram em ter como sonho de consumo! É impulsionador – desloca a renda elasticamente para cima, aumenta o crédito – muitos ficarão otimistas e irão às compras! Que bom!
- Será um ótimo Natal!
Ctba, 30/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 29 de novembro de 2009

"ECONOMIA GLOBALIZADA"

DUBAI PARA A ECONOMIA GLOBALIZADA

- Neste exemplo que o Brasil tem que fazer a lição de casa! Não há necessidade de fazer obras faraônicas (elefantes brancos) com os dólares advindos do petróleo do Pré-Sal! E sim pensarmos de como melhorar cada vez mais o bem-estar comum da população brasileira com obras úteis e que vão ter baixo impacto nos custos de construção de boa qualidade, uso e manutenção das mesmas.(Mª M. Prybicz)  
- DUBAI - Até poucas horas atrás, a palavra Dubai parecia evocar um milagre econômico. A mais conhecida das sete monarquias que formaram os Emirados Árabes Unidos no início dos anos 1970, Dubai parecia congregar o melhor de vários mundos.
  Um país pequeno (83 mil quilômetros quadrados), com pouca gente (4,7 milhões de pessoas) e com um subsolo riquíssimo em petróleo, Dubai parecia fadado a ser mais uma das ditaduras árabes em que uma minoria usufrui dos petrodólares e a massa da população vive na miséria das tendas. Esse script, porém, não valeu.
Fonte: Estadão On Line
Ctba, 29/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

“EXPANSÃO DA ECONOMIA”

“CICLO ECONÔMICO”

- Essa é à hora brasileira de viver um “Ciclo Econômico“ próspero e sustentavelmente pleno, porque depois dessa alavancagem que está infiltrada e vai enraizar todo o sistema, não haverá volta -, ou seja, não tem como retornar a estaca anterior – é um negócio que fica e permanece principalmente com as novas tecnologias que vieram e virão com certeza, modificando todos os alicerces conjunturais, dando aquela guinada ótima e otimista com todos absorvendo o que está sendo implantado, planejado e organizado. Que benza Deus este momento do Brasil, os petrodólares farão abundância geral em todos os setores da atividade produtiva de bens e serviços. Quando estávamos inseridos num contexto de instabilidade econômica, e ninguém mais acreditava que saísse dessa fase, eu sempre fiquei extremamente otimista – e hoje o contexto é completamente outro muito, muito promissor – a visão é magnífica do ponto de vista econômico - abrangendo todas as classes da nossa pirâmide social – cujo desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, promete elevá-lo ao mais alto galardão do “Ciclo”
- Não dá para deixar de sonhar com um país mais justo socialmente, é crescimento operacional impulsionando e funcionando, a toque de caixa, colocando em prática juntamente com o social-econômico aquilo que a população almeja há muitos e muitos anos! Não se deve deter nenhuma atividade da ramificação dessa rede de progresso estimulante, que vem agressivamente, trazer benefícios e que todos poderão e deverão aproveitar numa distribuição equitativa -, advinda do poder público -, com suas políticas complementares modificativas -, especificando que o mercado “não se auto regula” se não houver interferência governamental. - É bem a época das “vacas gordas” gostaria de ver que ninguém vai ficar sem usufruir dos efeitos benéficos. - Sou extremamente otimista na essência, inerente ao ser humano!

Referência: Revista de Pré-Sal e Marco Regulatório.
Ctba, 27/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"EFEITO DOMINÓ" NOVAMENTE NA ECONOMIA.

- O “Efeito Dominó” ainda persiste! - Vem por aí, +  concordatas?
DÓLAR FECHA A R$ 1,75, NO PICO DO MÊS, E BOVESPA CAI 2,23% COM "EFEITO DUBAI"

- A cotação da moeda americana teve a sua maior disparada do mês, em meio ao nervosismo global com a notícia de uma possível moratória em Dubai (Emirados Árabes Unidos). O giro de negócios também foi afetado pelo feriado nos EUA (Dia de Ação de Graças).
  Dessa forma, o dólar comercial foi negociado por R$ 1,750, alta de 1,39%, nas últimas operações desta quinta-feira. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,756 e R$ 1,731. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 1,860, um aumento de 1,63%.
  No mercado internacional, o euro chegou a ser cotado acima de US$ 1,51, mas recuou para US$ 1,50 no encerramento dos negócios na praça londrina.
  "O giro foi muito baixo tanto no dólar quanto na Bolsa. A alta de hoje foi principalmente por conta de Dubai, com o medo do tamanho dos rombos de lá. Pessoalmente, acho que essa taxa de R$ 1,75 não se sustenta amanhã, mesmo porque a proporção de entrada de dólares está muito acima das saídas. Os nossos juros ainda estão muito bons [para o investidor externo]. Agora, tudo vai depender de como os americanos vão refletir essa notícia, quando os mercados reabrirem amanhã", sintetiza Paulo Prestes, da mesa de operações da corretora Exim.
  O mercado global repercute o pedido de Dubai para renegociar uma dívida de bilhões de dólares, com o temor de que os problemas do pequeno país árabe aumentem a aversão a risco dos investidores.
  "A Dubai World [estatal] tem a intenção de pedir aos que estão entre os seis credores e aos credores da Najeel que esperem ao menos até 30 de maio de 2010 para o pagamento de dívidas vencidas", afirmou em um comunicado o Fundo de Apoio Financeiro de Dubai, que vigia os efeitos da crise na economia do emirado.
  O episódio provocou a derrubada generalizada das Bolsas, desde o mercado asiático (queda de 0,62% em Tóquio) passando pelas Bolsas europeias, onde o estrago foi maior: em Londres, o índice FTSE derreteu 3,18%; em Frankfurt, o Dax cedeu 3,25%, e em Paris, o Cac teve queda de 3,41%.
  A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) não foge do script e amarga perdas de 2,27%, aos 66.374 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,96 bilhões. Não há negócios nos EUA, devido ao feriado local.
  Juros futuros
  O mercado de juros futuros, que sinaliza o custo do dinheiro nos bancos, ajustou para cima as taxas projetadas nos contratos de mais longo prazo.
  Entre as principais notícias do dia, a inflação medida pelo IPCA-15 foi de alta de 0,44% em novembro, pouco acima das apostas em 0,37% e bem acima da variação medida em outubro (0,18%). No acumulado do ano, o índice registra alta de 3,79%, acima dos 3,34% observados de janeiro a outubro de 2008.
  No contrato que aponta os juros para outubro de 2010, a taxa prevista passou de 9,69% ao ano para 9,75%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada avançou de 10,20% para 10,28%. Essas taxas são preliminares e podem sofrer ajustes.
Fonte: Folha Online
Ctba, 26/Nov/9
Mª M. Prybicz

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

"A economia não lida com coisas e objetos materiais tangíveis, trata dos homens, suas ações e propósitos."

                                                                    Ludwig von Mises.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

BRASIL DEFINE EXPORTAÇÕES P/US$ 168 BI, EM 2010

- A propósito, o nível da carga tributária agregada, ônus importante, para um país de nível de renda médio como o Brasil – carga tributária brasileira, diga-se de passagem, é expressivamente superior aos dos outros países da América Latina. Também muito dependente de impostos sobre a produção e circulação de bens e serviços. Cuja base de incidência é verificada em todos os países da AL. Já nos países ditos desenvolvidos (em que pese -, que temos mudar muitos desses conceitos) essa incidência é menor, portanto falta direcionar, buscando novas bases de incidências. À administração fazendária compete, fornecer os meios para aumentar a arrecadação de impostos, mas permitindo uma redução de outros impostos que são prejudiciais à eficiência do sistema econômico, tirando a grande parcela de participação dos tributos sobre bens e serviços da arrecadação.

- Além da falta de equidade e carga tributária elevada, eleva a competição entre produtos do país, incidente sobre o valor adicionado. - Quanto à tributação do fluxo de bens, tanto o IPI como o ICMS, foram tendo características incompatíveis com uma tributação do valor adicionado de boa qualidade. É importantíssima a desoneração dos bens de capital e das exportações, ainda sujeitas à tributação, a fim de estimular os investimentos e aumentar a competitividade do produto nacional. (Mª M. Prybicz)
- O Ministério do Desenvolvimento anunciou nesta segunda-feira que a meta de exportações para 2010 é de US$ 168 bilhões. Segundo o ministério, o valor é 10% maior do que o exportado nos últimos 12 meses, de US$ 154 bilhões.
- Neste ano, de janeiro até a terceira semana de novembro, o Brasil exportou US$ 134,6 bilhões, total 24,4% menor que o do mesmo período do ano passado, quando foram vendidos US$ 181,2 bilhões ao exterior. Para este ano, a previsão do governo é que as exportações fiquem entre US$ 155 bilhões e US$ 160 bilhões.
- "O Brasil começou 2009 com efeitos muito severos da crise financeira mundial, mas teve relativa recuperação ao longo do ano, o que nos faz acreditar na recuperação das exportações brasileiras em 2010", afirmou o secretário de Comércio Exterior do ministério, Welber Barral, que apresentou a meta durante o 29º Encontro Nacional de Comércio Exterior.
-  Segundo Barral, a meta é compatível com a previsão do FMI (Fundo Monetário Internacional) para as exportações no próximo ano.
- Para alcançar a meta de 2010, o secretário destacou a necessidade de o Brasil continuar investindo na diversificação da pauta exportadora e dos mercados de destino.
- "Precisamos recuperar espaço nos mercados dos Estados Unidos e da Europa, mas, segundo o FMI, a recuperação dos mercados será maior nos países em desenvolvimento, sobretudo na Ásia", afirmou.
Fonte: Folha On Line;
Referência: Giambiagi, Fabio, Além, Ana Cláudia - Finanças Públicas – Ed. Campus – 2000.
Ctba, 24/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

"PUJANÇA NA ECONOMIA PARANAENSE"

PIB DO PARANÁ CRESCEU MAIS QUE A MÉDIA NACIONAL EM 2007

- Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná chegou à marca dos R$ 161,58 bilhões em 2007, registrando um índice de crescimento de 6,76%, 0,7 pontos porcentuais acima do crescimento médio nacional. A conclusão consta do levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a economia brasileira naquele ano divulgado nesta quarta-feira (18).
- Ainda de acordo com o estudo, a participação do Paraná no PIB brasileiro subiu de 5,77% em 2006 para 6,07% no ano seguinte, quando o estado passou a ser a quinta unidade da federação que mais contribuíram com o indicador nacional. O PIB do país foi de R$ 2,66 trilhões.
- Segundo o IBGE, o Paraná ficou atrás apenas de São Paulo (33,9%), Rio de Janeiro (11,2%), Minas Gerais (9,1%) e Rio Grande do Sul (6,6%) na participação no PIB brasileiro. Os cinco estados mais a Bahia (4,12%), Santa Catarina (3,93%) e o Distrito Federal (3,76%) concentravam quase 80% da economia nacional em 2007.
- Em entrevista à Agência Estadual de Notícias (AEN), órgão oficial do governo do estado, o chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, disse que o crescimento do PIB paranaense acima da média brasileira apenas seguiu uma tendência anterior. “Com a consolidação dos arranjos produtivos locais (APLs), somadas outras atividades, desde a década de 1990 o Paraná vem apresentando resultados bem acima da média nacional”, afirmou.
- Para o coordenador de conjuntura econômica do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki, a atividade agrícola foi a grande responsável pelo crescimento paranaense no período abrangido pelo estudo. “Embora a agropecuária represente 8,56% na composição do PIB paranaense, ela possui grande efeito multiplicador, principalmente nos municípios do interior, cuja renda agrícola reflete em maior poder de compra no comércio varejista, na aquisição de máquinas agrícolas e de insumos e fertilizantes, atingindo assim a indústria”, explicou Suzuki, à AEN.
- Em 2007, o PIB per capita do Paraná (PIB dividido pelo número de habitantes) foi de R$ 15.711,20, o sétimo maior do país. O resultado era maior que a média nacional, calculada pelo IBGE em R$ 14.464,73.
Na ocasião, o Distrito Federal se manteve na liderança do PIB per capita, com R$ 40,696 mil, seguido de São Paulo, que registrou R$ 22,667 mil e Rio de Janeiro (R$ 19,245 mil).
- O PIB per capita piauiense era o menor, precedido pelo do Maranhão (R$ 5,165) e o de Alagoas (R$ 5,859). - Em relação à agricultura, o maior aumento ficou com a produção de soja, que teve salto de 9,36 milhões de toneladas em 2006 para 11,88 milhões de toneladas em 2007 (26,85%). Também registraram crescimento a produção de trigo, cana-de-açúcar e milho, que cresceram, respectivamente, 55,89%, 35,29% e 26,85%. A colheita de feijão, por outro lado, apresentou queda de 6,26%.
- Na indústria de transformação as contribuições mais representativas no crescimento da economia vieram dos ramos de veículos automotores (com crescimento de 30,46%) e máquinas e equipamentos (21,39%). Em contrapartida, as indústrias madeireiras e de edição e impressão apresentaram decréscimos de, respectivamente, 5,40% e 14,16% na produção. - No setor terciário, o comércio varejista registrou alta na ordem de 7,11% no volume de vendas em 2007, sendo mais significativas as taxas geradas pelos segmentos de equipamentos de escritório, informática e comunicação (28,41%), móveis e eletrodomésticos (12,43%) e hipermercados e supermercados (6,62%).
Referências: GP On Line, SEBRAE
Ctba, 23/Nov/09
Mª M. Prybicz



sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"ECONOMIA DESCENTRALIZADA DESENVOLVIMENTISTA"

DESCENTRALIZAÇÃO NA ECONOMIA

- À medida que a descentralização é realizada de baixo para cima, relativamente do local para o funcional, abrangendo as necessidades de uma população local, cujo foco se posiciona na agilidade no atendimento – evitando a burocracia na passagem pelos vários órgãos antes de serem aprovadas as decisões, que possa beneficiar de imediato uma comunidade e/ou cidadãos que muitas vezes se encontra, por diversas circunstâncias, isolada, incompreendida e/ou sentindo-se falando no vazio, sem perspectivas de serem atendidas as reivindicações. Agilidade: quando o processo decisorial é levado para o nível local, a organização responde mais rapidamente aos cidadãos nas condições locais. Independência: a descentralização estimula a criatividade e independência nas pessoas dos níveis mais baixos, ajuda a construir um espírito de equipe e a preparar os demais componentes a agirem em benefícios de todos. - A tecnologia da informação pode e deve ser melhorada a partir da pequena aldeia para as maiores aldeias, permitindo maiores descentralizações no poder das lideranças e/ou autoridades.
- Notamos o desânimo das pessoas quando falamos de política, pois sabem que ou vai demorar muito - ou nunca vão acontecer que as suas solicitações sejam atendidas e não é falta de recursos – obviamente, é falta de vontade mesmo. Portanto, dizem que os políticos somente são ágeis na hora de pedir o voto para serem eleitos.
- Sabemos que se existisse um impulsionador, sempre cobrando o que certa localidade e/ou várias localidades, se posicionando na indicação das necessidades por estas solicitadas – exigindo a contrapartida efetiva no comando das decisões, no intuito de melhor e pronto atendimento das questões auferidas pela população local e/ou regional, colocando o desenvolvimento do local a prioridade principal com relação à educação, saúde, habitação digna e/ou melhorada, trabalho justo para todos – não ficando somente com o subemprego, relacionado com a coleta de material reciclado – “Onde fica a responsabilidade solidária que as empresas multinacionais deveriam ter e que são os que mais poluem o nosso país, com os resíduos deixados no meio ambiente e que não assumem nenhum empregado reciclador em sua empresa. Tomem-se como exemplo todas as que usam as garrafas “pet” e outras de celular, pilhas, etc.-, o que vem acontecendo nas últimas décadas. - O poder público vai ter que usar os impostos e a previdência social para amparar todo o contingente? - Será que é somente o lucro: ganhar, ganhar, ganhar que importa? A tendência é prejuízo a longo e médio prazo, voltar-se contra todos do planeta, ambientalmente falando – insustentavelmente verificamos a realidade poluidora em geral!
Ctba, 20/Nov/09
Referência: Nova Era – Gestão de Emp. e Negócios.
Prof.ª Mª M. Prybicz








quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"ECONOMIA PETROLÍFERA"

O PRÉ-SAL NO PAÍS CAPACITA E DESENVOLVE A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E OUTRAS RAMIFICAÇÕES.
   RIO - Com perspectiva de dobrar as reservas de petróleo no Brasil – com investimentos de mais de US$ 200 bilhões somente da Petrobras até 2020, o pré-sal é a menina dos olhos do governo e atual motivo de disputa política entre os estados produtores, não-produtores e a União, mas o país não pode perder o foco no desenvolvimento da indústria nacional – não só a petrolífera – e gerar emprego e renda. Essa foi a tônica do seminário As novas profissões do petróleo, promovido terça-feira na Escola Superior de Guerra, na Urca, pela Casa Brasil, Jornal do Brasil e Centro de Integração Empresa Escola (CIEE).
- Se antigamente, um país poderia ser classificado como de primeiro ou terceiro mundo, hoje, as nações se dividem entre aquelas que investem em inteligência técnica e as que não investem. Além da engenharia, serão extremamente demandados as áreas de direito e outras ramificações, ligadas à gestão, como economia e administração – disse Kardec.
– No Ceará e Maranhão não há indústria petroquímica, então temos que capacitar. A ANP fornece recursos para isso, formamos 113 mil profissionais nos últimos anos – afirmou o engenheiro.
- Radicado em Nova York, Hallake já vê um movimento de grandes empresas de advocacia estrangeiras procurando ter presença no Brasil. Ele considera que os advogados brasileiros “perderam a timidez” e estão cada vez mais, atuantes no setor: Com esse crescimento do país, as empresas estão seguindo os bancos de investimentos e vindo para o Brasil, principalmente para o Rio.
- Novas profissões, principalmente em áreas de tecnologia, que surgiram nos últimos 15 anos, antes do pré-sal. E com as novas descobertas, as oportunidades irão além das áreas técnicas, chegando até setores ligados a ciências humanas (podendo estender-se à econometria, antropologia e antropometria).
  Os dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostram que, dos 60% previstos de investimentos no país até 2012, cerca de 46% serão para infraestrutura do setor de petróleo e gás. Para Eloi Fernández y Fernández, diretor-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), as verbas destinadas ao pré-sal vão beneficiar também empresas de outros segmentos da economia.
– A Petrobras deve ser a maior consumidora de café no Brasil, talvez também quem mais vai demandar recursos na produção de calçados especiais para suas instalações, bem como, uniformes de proteção e segurança. São exemplos que geram desafios para que pequenos empresários se coloquem à frente dessas oportunidades – Há que considerar positiva a grandeza dos investimentos da estatal de petróleo, mas devemos ter em mente a melhor distribuição dos recursos complementando com “as terceirizações e/ou quarteirizações” assim beneficiando também as micro, pequenas e médias empresas, fazendo as devidas ramificações acontecerem efetivamente. Temos que evitar ao máximo “investimentos concentrados” numa só grande empresa do país, inclusive com esta atitude o conhecimento (know how) também acaba atingindo um contingente maior da população.(Mª M.Prybicz). – Dos oito navios que a Petrobras está encomendando, somente os cascos serão produzidos no Brasil. O miolo todo é de fora. Precisamos ultrapassar o patamar de fornecedor de equipamento "de baixo valor agregado", pois assim deixamos o filé mignon para a indústria estrangeira. A discussão técnica, a partir da educação, também foi tema do acadêmico Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidente do Conselho de Administração do CIEE:
– Há um lamentável desprezo pelo ensino técnico no nosso país. Aqui no Rio temos 25 mil estagiários recebendo bolsa auxílio e 1.800 aprendizes, de 14 a 24 anos, com treinamento específico de carreiras ligadas à carreira de petróleo. São números crescentes.
Fonte: JB On Line
Ctba,18/nov/09
Prof.ª Mª. M. Prybicz





terça-feira, 17 de novembro de 2009

"ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA"

RETORNO DE CAPITAL
- Intransigência das autoridades monetárias na manutenção dos juros primários em níveis elevados, as principais instituições financeiras internacionais triplicam o “retorno do capital” aplicado no Brasil. Indicadores fazem com que entendamos a compressão do volume de crédito concedido pelos bancos e da poupança financeira do nosso país.
- Existe o efeito e causa, das pressões ocorridas no mercado cambial que resulta na desvalorização do real frente ao dólar.
  Está havendo expressivos acréscimos dos saques realizados pelas empresas para compra de divisas estrangeiras, para pagamento de dívidas e/ou importações diversas – causando desconforto para empresas produtoras nacionais, com produtos similares existentes competindo e/ou perdendo competitividade – remessas feitas via a conta CC – 5(Carta Circular) do Banco Central que registra a saída de recursos de pessoas físicas e jurídicas poderão ser consultadas, no intuito de verificação e constatação do expressivo montante ali catalogado. As estatísticas são claras e os números deixam evidentes as evasões propriamente ditas.
- Será grande o desafio macroeconômico da administração financeira do nosso Presidente, articular de forma consistente as reformas monetaristas e heterodoxas, ora existentes em nossa economia.     
- Monetariamente, necessita-se da elevação de uma poupança interna, complementando com a estabilidade já existente da moeda e ajuste fiscal atrelado à queda estrutural dos juros – este dependendo principalmente das reformas estruturais (fiscal, tributária, previdenciária e trabalhista no que diz respeito, à flexibilização dos contratos de trabalho e/ou CLT, os quais, de acordo com a modernidade agressivamente impactante nas empresas, não se pode esperar mais – em detrimento de ver prejuízos onerosos para os próprios trabalhadores.
- Os mecanismos elaborados para arrecadar mais e mais, da Receita Federal, especialmente as categorias de incidência do Imposto de Renda (pessoa física), nos faz entender que a classe média trabalhadora, está sendo sempre pagando a conta. A frase de Celso Amorim retrata bem este pensamento: “o papel do governo é governar e não ficar adulando o mercado financeiro”, ou seja, contribuir para que a especulação se fortaleça – sem a crucial modificação soberana de prioridades, a fim de proteger a economia nacional – conseqüência essa que pode comprometer, por extensão, a inclusão social, tão almejada pela população – considerando o crescimento um objetivo e não um subproduto de planos econômicos. Os chamados “fundamentos econômicos” do país somente estarão fortalecidos com suas bases sólidas se a comunidade globalizada entender que o grande escopo a ser perseguido é o gradativo pagamento da dívida social acumulada em épocas passadas, com relação aos direitos sociais como à saúde, educação, moradias, etc. -, e bem-estar comum de todos, respaldados pela distribuição da renda de forma equânime e/ou isonômica.
Referência: Lourenço, Gilmar Mendes - Economia Brasileira – da Construção de Indústria à inserção na globalização.
Ctba, 17/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"ECONOMIA E/OU ANTROPOLOGIA"

HOMEM PÚBLICO EM ECONOMIA E/OU ANTROPOLOGIA
- Pensamentos modernos de nosso Presidente elevam a sua qualidade de homem público – podendo ser comparado a um “antropólogo em sua essência” – sensibilidade para entender o ser humano – melhor ativo de uma sociedade! Não se pode separar nunca o homem da antropologia e economia, sendo este impulsionador, quase um átomo condicionante do progresso e desenvolvimento econômico (Mª M. Prybicz).
- A antropologia conquistou seu lugar entre as ciências. Primeiramente, foi considerada como a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no espaço e no tempo. Essa concepção vem satisfazer o significado literal da palavra, ou seja, restringe o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura marcou e limitou os estudos antropológicos por largo tempo, privilegiando a antropometria, ciência que faz as mensurações do homem fóssil e do homem vivo.
- Para Lula, apenas 60% dos brasileiros desfrutavam o sistema econômico do país, enquanto o restante da população era "deixado à própria sorte". As declarações foram feitas na abertura do encontro diante dos chefes de estado de aproximadamente 60 nações, sobretudo africanas - continente que mais enfrenta problemas de subnutrição. Para Lula, os brasileiros antes vistos como "estorvo" são, hoje, o "maior ativo" do país. O presidente voltou a criticar os que acusam os programas assistenciais de seu governo de "populistas" e "assistencialistas".
Referência: GP On Line.
Ctba, 16/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



sábado, 14 de novembro de 2009

"ECONOMIA PETROLÍFERA"

INVESTIMENTO DA PETROBRAS ESTE ANO JÁ SUPERA O DE 2008
- Os investimentos da Petrobras este ano até setembro, de R$ 50,7 bilhões, representam praticamente o mesmo valor que a companhia investiu durante o ano passado inteiro e é bem maior que o valor investido em 2008 até setembro, que foi de R$ 34,1 bilhões, comentou o diretor financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Almir Barbassa.
"Para complementar o investimento, temos um ano muito bem-sucedido em captação", afirmou referindo-se ao valor de US$ 34,8 bilhões já captados este ano, incluindo emissões de US$ 4 bilhões feitas em outubro no mercado internacional para 2020 e 2040.
- Do total de US$ 34,8 bilhões, US$ 6,75 bilhões são referentes à emissão de títulos no mercado internacional, que substituíram o empréstimo-ponte de US$ 6,5 bilhões feito pela estatal no início do ano. Outros US$ 28,05 bilhões vieram de outros empréstimos de bancos, como do BNDES, do China Development Bank e do Eximbank dos Estados Unidos, entre outros. De acordo com Barbassa, "no início deste ano, ninguém poderia imaginar" que a Petrobras captaria tanto.
- Empréstimos financeiros fazem com que a “economia petrolífera” ganhe cada vez mais impulso, fato nunca visto antes. É endividamento crônico? Veremos... -, o tempo fará a sua parte! Outras gerações, certamente, identificarão os erros contemporâneos.
Referência: GP On Line.
Ctba, 14/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

"CIÊNCIAS ECONÔMICAS"

“FORMATURA NO CURSO DE ECONOMIA”

- Todo curso que fazemos, no decorrer de nossa vida e durante o tempo do mesmo, sempre teremos expectativas de trabalhando na profissão, iremos fazer tudo aquilo que estivemos aprendendo nos quatro ou cinco anos de curso. Exemplo: Curso de Ciências Econômicas- Economia – o foco é também a distribuição de renda para toda população que tem um baixo rendimento mensal, ou seja, vivem na completa pobreza e miserabilidade. O que decepcionou e decepciona muitos estudantes é a impotência diante da política econômica brasileira com estímulos à concentração da renda na mão de poucos, deixando o mercado agir da maneira cada vez mais, excludente, injusto, hipócrita, indigno e extremamente selvagem.
- Conhecendo todos os direitos sociais de um povo, que são a educação, habitação, segurança, saúde, lazer, previdência social – poderemos incluir o bolsa-família (ou dê um nome qualquer) que seja ou se torne também como mais um direito social, isto é – um mínimo de subsistência familiar – evitando assim um problema social mais grave se for deixado de lado, fazendo vistas grossas e descaso, finalizando em completa desagregação familiar e social de nossa sociedade – ocasionando também a violência sistêmica – principalmente em relação à mulher e/ou seus filhos – e que não falem os hipócritas que o bolsa-família seja uma esmola, e que vai acostumar o sujeito que recebe em mais um pedinte, sem darmos todas as condições para que saia daquela condição humilhante-oportunizando-completamente, como se não fosse também brasileiro, e digno de todos os direitos sociais inerentes ao ser humano e que deve fazer parte da repartição do bolo da “renda nacional brasileira“.
-  Isso tudo se torna investimento no ser humano, claro, acompanhado do devido incentivo à educação, no sentido de profissionalizar o indivíduo, a fim de que saia da situação em que se encontra - tornando-se a mesma renda repassada para o indivíduo, investimento com retorno de capital através dos impostos que este mesmo irá gerar com sua ação, no momento de comprar e/ou consumir, pagar impostos, etc -, fazendo com que o ciclo se complete, retornando à economia, ao comércio, às indústrias para fabricação de mais produtos a serem comercializados e/ou consumidos.
- Conselho efetivo: parar de fazer investimentos em armas para estancar a violência, sem antes atacar a causa principal que é a fome, desnutrição, falta de recursos em geral, que vários contingentes da população sofrem em determinados países emergentes ou não globalmente falando - reestruturação humanista – focar no humano, pois é o melhor ativo de uma nação – é patriótico.
- Não precisamos de mais armamentos, mesmo porque, os mesmos são insignificantes para quem não tem o necessário para sustentar a si e a sua prole.

Referência: Pesquisas e observações pessoais diversas, Marcha Mundial pela Paz.
Ctba, 13/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

"SISTEMA ECONÔMICO"

INFLUÊNCIA DAS “FORÇAS OCULTAS” NO SITEMA ECONÔMICO EM GERAL

- Muitas forças estão trabalhando - de forma invisível – para dissolver a família nuclear e resgatar o bando em nossa própria sociedade da Simulação pós-Espetacular. Rupturas na estrutura do trabalho refletem a "estabilidade" estilhaçada da unidade-lar e da unidade- família. Hoje em dia, o "bando" de alguém inclui amigos, ex-esposos e amantes, pessoas conhecidas em diferentes empregos e encontros, grupos de afinidade, redes de pessoas com interesses específicos, listas de discussão etc. Cada vez mais fica evidente que a família nuclear se torna uma armadilha, um ralo cultural, uma secreta implosão neurótica de átomos rompidos.
- E a contra-estratégia óbvia emerge de forma espontânea na quase inconsciente redescoberta da possibilidade - mais arcaica e, no entanto, mais pós-industrial - do bando.
- O quadro que ora se apresenta em nossa sociedade!
Referência: Autor: Hakim Bey, Psicologia da Vida Cotidiana.
Ctba, 13/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

"ECONOMIA NA BOVESPA"

BOVESPA DESCONSIDERA APAGÃO ELÉTRICO NO BRASIL E OTIMISMO POR CHINA PREVALECE
- Ibovespa encerrou a 66.431 pontos, emendando a terceira alta consecutiva e elevando o ganho no mês para 8 por cento. O giro financeiro da sessão foi de 6,91 bilhões de reais
  Os investidores deram de ombros para o blecaute que atingiu a maior parte do país e o otimismo sobre a China prevaleceu com leve margem na bolsa paulista nesta quarta-feira (11), que fechou no azul ao final de uma sessão volátil.
  Com alta de 0,19 por cento, o Ibovespa encerrou a 66.431 pontos, emendando a terceira alta consecutiva e elevando o ganho no mês para 8 por cento. O giro financeiro da sessão foi de 6,91 bilhões de reais.
- A China vem com tudo!

Fonte: GP On line.
Ctba, 12/Nov/09
Porf.ª Mª M. Prybicz


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

“ECONOMIA REGIONAL”

DESCARACTERIZAÇÃO PARANISTA
- A perda de identidade empresarial regional – importantes grupos de origem local estão sendo incorporados por grandes grupos nacionais e/ou internacionais, ou seja, a globalização está avançando cada vez mais em nossa Cidade e Estado, causas estas tem relação com ausência de políticas econômicas para que adaptação seja feita pelas empresas diante deste cenário globalizante na economia – se é bom? Talvez seja! O fato é que juros altos e câmbio valorizado prevalecendo em dia atuais impulsionam rapidamente o fenômeno.
  Aspectos modernos avançam implícitos no modelo reestruturante das empresas já implantado há décadas – novos parâmetros de competitividade fazem da liberação comercial uma realidade abrangente – a diminuição das barreiras alfandegárias e desregulamentação mercadológica se reproduzem rapidamente no Paraná e também no País como um todo.
   Introdução de novas tecnologias, readaptação e/ou readequação das linhas de produção, melhorias dos processos, programas de qualidade e métodos modernos de investimentos em retorno de capital e gestão, no entanto, com restrições e limitações macro e microeconômicas em relação à rápida inclusão dos fatores de mudança na base econômica estadual, propiciam uma desregulamentação e fragilização, cujos fatores levam as empresas a ser incorporada pelos grandes conglomerados econômicos, perdendo assim a identificação nacional, esta por sua vez na incipiente administração familiar – representando empecilho ao rápido cumprimento dos requisitos gerados pela integrante globalização.
   Faltou à criação de regras capazes de abrandar as dificuldades de adaptação das empresas regionais ao panorama de liberalização e estabilização econômica, principalmente com referência às linhas de crédito para capital de giro, investimento e modernização, financiados pelo BNDES, como exemplificaram nas atitudes do: Rio Grande do Sul e São Paulo, os quais conseguiram para o setor industrial calçadista melhores resultados.
- O governo estadual não propiciou tratamento equânime entre empresas novas e para as já existentes, um fundo de aval que providenciasse assegurar complemento para operacionalização de investimentos novos.
  Fatos bastante significativos ocorreram, quando da aquisição do Banco Bamerindus pelo conglomerado inglês HSBC, do Banco do Estado (Banestado) pelo Itaú e das redes de supermercados Demeterco (Mecadorama) e Coletão pelo grupo português Sonae e finalmente vários outros como: hipermercado Big -, adquirirdos pela norte-americana Wal-Mart em 2006 a mais recentemente o Muffato, Leão Junior, etc.
- Em tempos de globalização, a preservação e/ou ampliação das frações de mercados por parte das grandes corporações exigem o instrumentos intensamente agressivos e radicalização dos ganhos tecnológicos, a manutenção do poder de determinação dos preços, inclusive dos salários do colaboradores – muitas vezes exploratórios (baixa remuneração), canais privilegiados com clientes (diferenciação de produtos), geração de capacidade ociosas intencional, otimização das escalas técnicas e financeiras com a minimização dos custos de produção e transação. Estratégias competitivas com processos decisórios específicos, enfatizando a concorrência na sua área de atuação. Desmantelando qualquer iniciativa, que por via das dúvidas, pudessem ocorrer nas demais empresas não incorporada.
- E vem aí! A China com bilhões de dólares para investimentos no Brasil e no Paraná, querendo arrebatar grande parte da nossa economia regional – com escalas globalizadas, a fim de intensificar o processo moderno de tecnologias e internacionalização dos mercados.
Referência: Lourenço, Gilmar Mendes – Economia Paranaense – Fatores de Mudanças e Entraves ao Desenvolvimento. 2007 – Apoio FENECON e SINDECON.
Ctba, 11/Nov/09
Profª Mª M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.