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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O que você pode fazer para ajudar o seu coração?

É importante saber quais alimentos comer e quais alimentos evitar. Uma dieta saudável para o coração pode salvar sua vida.

1. Controle o tamanho da porção de sua comida:

A quantidade de alimentos ingeridos é tão importante quanto a identidade dos mesmos.
Preste atenção nas medidas de sua comida. Conseguir medir a quantidade de comida é muito importante (use copos, colheres  e escala).

2. Coma mais vegetais e frutas:

Vegetais e frutas são ótimas fontes de vitaminas e minerais. São também ricos em fibras e possuem poucas calorias.
Frutas e vegetais possuem substâncias também encontradas em plantas que previnem doenças cardiovasculares.
Adicionar esses elementos na sua dieta pode ser fácil. Mantenha os vegetais limpos e cortados na sua geladeira para comer quando sentir fome e tenha uma tigela de frutas cortadas na sua cozinha.

3. Escolha grãos integrais:

Os grãos integrais são excelentes fontes de fibras e outros nutrientes que regulam a pressão sanguínea e a saúde do coração.
É possível aumentar a quantidade de grãos integrais ingeridos simplesmente substituindo pelos grãos refinados consumidos diariamente.
Procurar e experimentar grão integrais como a quinoa pode ser divertido e gostoso.

4. Evite certos tipos de gorduras:

Limitar a quantidade de gordura trans e saturada ingerida reduz o colesterol no sangue e diminui o risco de doenças coronárias.
Evite gorduras sólidas como a manteiga e margarina no preparo da comida. Escolha carnes menos gordurosas.
Gorduras monoinsaturadas como o azeite de oliva são recomendadas.
Estudos mostram que a semente de linhaça diminui o colesterol em algumas pessoas. A adição desse produto na dieta pode apresentar grandes melhoras na saúde do paciente.

5. Escolha proteínas com baixo teor de gorduras:

Carne magra, peixe e ovos são as melhores fontes de proteína.
Feijão, ervilhas e lentilhas são ótimas fontes de proteína e se ingeridas ao invés de proteínas animais diminui a quantidade de colesterol e gordura absorvidas.

6. Reduza o sódio na comida:

Reduzir a quantidade de sal que colocamos em nossos alimento é um primeiro passo importante, porém a maior parte do sal que ingerimos vem de comidas processadas e enlatadas.
Comidas frescas reduzem a quantidade de sódio ingerido.
Preste atenção nas embalagens dos produtos e tente escolher alimentos e condimentos com sódio reduzido.

7. Crie e planeje menus diários:

Crie menus diários com as estratégias listadas acima.
Vegetais, frutas e grãos integrais devem ser consumidos. escolha fontes de proteínas magras, gorduras saudáveis, pouco sal e preste atenção no tamanho da porção de seus alimentos.

8. Se permita sair da dieta ocasionalmente:

Uma barra de doce ou um biscoito não vão estragar sua dieta, contanto que eles sejam uma exceção.
É importante que os alimentos ingeridos sejam saudáveis a maior parte das vezes.
Incorpore essas 8 dicas na sua vida e veja como sua saúde melhorará.
Com planejamento e pequenas substituições você poderá comer bem e aproveitar.

Para mais informações procure o seu médico.

Fonte: Mayo Clinic.
Ctba, 22/dez/16
Maria Prybicz

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O russo Joseph Brodsky, Nobel de literatura, tem também um verso natalino denso e metafórico que espero possa ser profético para este amado Brasil de hoje:
“A escuridão restaura,
o que a luz não pode reparar”.
Ctba, 20/dez/16
Maria Prybicz

sábado, 17 de dezembro de 2016

Nossa, nós parecemos crianças. diante deles! Escutamos e ficamos esperando a próxima atitude escandalosa politicamente falando!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO TIMÓTEO!
A ação é batizada de "Operação Timóteo", em referência à passagem do livro Timóteo, da Bíblia: "Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição".
Fonte: JB
Maria Prybicz

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ALVOROÇO NO PARLAMENTO E A ECONOMIA FICA CARENTE DE DECISÕES IMPORTANTES!
Paulo Pimenta destaca que, além da perda de apoio na base parlamentar, o governo se vê "mergulhado" em denúncias de corrupção, e ainda não consegue oferecer "uma resposta satisfatória do ponto de vista da política econômica". 
"A prescrição [por exemplo] existe para que o Judiciário cumpra prazos", aponta o deputado. "O Parlamento vota contra, e os golden boys se insurgem contra, em uma demonstração autoritária", completa Paulo Pimenta, se referindo aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato.
"É natural que, quando você avança no sentido de vencer privilégios, de vencer situações que de alguma forma garantem para determinadas categorias e funções prerrogativas que outras não têm, elas reagem. O Ministério Público vem sendo questionado por várias coisas. 

A questão do teto salarial, por exemplo, enquanto há todo um esforço de ajuste fiscal no país", comenta o parlamentar, destacando a polêmica gerada em torno do salário recebido por juízes e promotores, denúncias de juízes que vendem sentenças milionárias e das chamadas "filhas solteiras casadas" que continuam recebendo pensão.


O deputado reforça que o projeto aprovado na Câmara tem medidas importantes, transforma o caixa dois em crime, aumenta as penas e mecanismos do combate à corrupção e responsabiliza agentes públicos. "Considero que a aprovação das medidas permite que juízes e promotores possam responder por eventuais abusos. É uma medida correta, inspira a sociedade a ter um sentimento republicano de que todos são iguais perante a lei, e avança para que a gente consiga vencer privilégios que ainda permanecem no país, de um período que tem que ser superado." 
Fonte:JB
Ctba, 05/dez/16
Maria Prybicz

domingo, 4 de dezembro de 2016

FÉRIAS?

ATUALMENTE, ELAS SÃO POUCAS E BOAS!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O pior cego é aquele que não quer ver!
A atual política brasileira!
O pior cego é aquele que não quer ver!
A atual política brasileira!

sábado, 12 de novembro de 2016

ECONOMIA TUPINIQUIM!

Janot descartou ainda que a Lava Jato possa estar prejudicando a economia do país. “Nós temos empresas que são objeto de investigação e essas empresas têm sofrido consequências dos atos que elas mesmas têm praticado. 
Qual era o quadro da economia por trás dessas empresas, era uma economia de mercado, de competição? Não. Era uma economia que se assentava em cartelização, um capitalismo tupiniquim, de pagamento de suborno”, disse Janot. “Não é essa a economia que queremos resguardar”, completou.(JB).
Era um grupo de empresas que tinham o privilégio de estar sempre com os melhores contratos!
E não importava em qual setor elas atuavam!
Mantinham sempre por, baixo dos panos, a sua contabilidade, inclusive para sonegar! 
Mandavam para o exterior todo capital lavado, no intuito de esconder do fisco!

Fonte:JB
Ctba, 1nov/16
Maria Prybicz 

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PAÍS INJUSTO SOCIALMENTE!

Tributando justamente o consumo e a produção, inviabiliza novos investimentos para retomada do crescimento econômico do País!

Já se falou tranto que a desigualdade é realmente o maior problema social mas, parece que poucos se importam com isso. Depois reclamam que a violência nas cidades está aumentando! Mas, não fazem nada para melhorar a distribuição, pífia que existe, da renda nacional!

“O Brasil persiste como um dos países de maior desigualdade social e o principal mecanismo da concentração da renda e da riqueza é nosso modelo tributário, altamente regressivo, economicamente irracional e socialmente injusto. Nós tributamos o consumo e a produção. Economicamente, isso é irracional. Os países, no mundo inteiro, tributam a renda e a riqueza e, aí, passa a ser socialmente justo. Nós adotamos um caminho inverso”, afirmou Miragaya.
Para o economista, em vez de debater a reforma tributária, o governo traça um falso diagnóstico para a crise, identificando “uma suposta e inexistente gastança do setor público, responsabilizando despesas com saúde, educação, previdência e assistência social pelo aumento do déficit”.
“Dessa forma, omite as efetivas razões, que são os gastos com juros da dívida pública, responsáveis por 80% do déficit nominal – no último ano, porque anteriormente era mais ainda, até porque tínhamos superávit primário –, as excessivas renúncias fiscais, o baixo nível de combate à sonegação fiscal, a frustração da receita”, destacou o presidente do Cofecon.
“Para buscar o reequilíbrio das contas públicas, o governo Temer propõe um conjunto de ações cujos efeitos negativos recairão sobre a população mais vulnerável, sendo a PEC 55 uma das principais”.
Ctba, 04/nov/16
Maria Prybicz

terça-feira, 1 de novembro de 2016

TEMPOS MODERNOS!



Está todo mundo maravilhado com esse maravilhoso mundo de máquininhas brilhantes e pulsantes, mas elas envolvem uma transformação social muito grande e ninguém está pensando nisso...
Ctba, 01/nov/16
Maria Prybicz

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

OPINIÃO NOSSA! PEC 241 - CONGELAMENTO POR 20 ANOS!
Absurdo o entendimento dos nossos congressistas com tal modificação da Constituição Federal!
Como todos sabem e principalmente aqueles que lidam diariamente com orçamentos, sabem de cor e salteado, que orçamento não se congela nunca, pois, matematicamente é sempre bastante variável! Conta simples de somar, diminuir, multiplicar ou até mesmo dividir!
Será que não consultaram alguém familiarizado com contas orçamentárias? Ou só se ativeram em formados em direito e não na área de exatas, para daí sim tomar tal decisão estapafúrdia, muito sem lógica e coerência!
Temos que entender que não somos uma republiqueta qualquer. 
Que nos cabe a responsabilidade de ocupar - sem jogar pela janela - o posto de quinto maior país do mundo em território e população, que nos foi legado, à custa de suor e de sangue, pelos nossos antepassados.
Se formos atacados por nações estrangeiras - que não estarão à mercê de semelhantes e estúpidas amarras - se formos insultados e ameaçados em nossa soberania, o que vamos fazer quando precisarmos, por meio de endividamento - como fazem os Estados Unidos a todo momento - aumentar a produção de material bélico e armar as nossas forças contra eventuais inimigos externos?
Esperar 20 anos, para que se extinga a validade dessa lei absurda que estamos votando agora?
Ou gritar, para os soldados estrangeiros, quando estiverem desembarcando em nossas praias, o índice de inflação do ano anterior, e, como o filho do mafioso siciliano, informar que horas são quando eles estiverem nos chamando de imbecis, agredindo nossos filhos e estuprando nossas mulheres?
Ctba, 27/out/15
Maria Prybicz

domingo, 23 de outubro de 2016

BRASIL HOJE!

É, o Brasil é uma novela dramática!
Quanta coisa já aconteceu em menos de um ano.
Impedimento de Dilma Rousseff, e agora a prisão de seu algoz para tirá~la da presidência!
Isto é política? Isto é democracia? Não se sabe direito do jeito como são deveras realizadas!
Onde todos envolvidos politicamente, são e/ou estão sendo investigados pela Polícia Federal e pontuam aqui e ali todos os defeitos desta pragmática democracia brasileira!
Curitiba, 22 de outubro de 2016
Maria Madalena Prybicz

Maria Madalena Prybicz

terça-feira, 11 de outubro de 2016

CONGELAMENTO DA ECONOMIA!
“Congelar a economia condena o país ao subdesenvolvimento”, disse Ana Urraca, para quem a proposta apenas favorece interesses econômicos. “O que a PEC sinaliza para o mercado é uma ação para impedir a ação do estado. Em um país como o Brasil, o estado deve ser ativo. É obrigação do estado oferecer direitos. O governo está buscando um artifício constitucional para restringir o acesso a esses direitos. O país vai sofrer muito com isso”, finalizou a professora da UFF.
A proposta incita ainda uma questão importante não explicitada pelo governo: em caso de recuperação da arrecadação, com possível retorno de aumentos reais da receita, qual deverá ser o destino do superávit? Seria utilizado na amortização da dívida pública ou na redução de impostos?
Fonte;JB
Ctba, 11/out/16
Maria Prybicz

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

PRAGMATISMO E/OU CORRUPÇÃO!

Um princípio de virtude em Maquiavel é o da autonomia da personalidade. Mas não é difícil ver na política contemporânea, os seus agentes corromperem sua independência da personalidade e acabarem representando os interesses para os quais foram eleitos. Chamam isso de pragmatismo. Maquiavel chamaria de corrupção, pois não atende ao bem público.
"Fornazieri"
Ctba, 30/set/16
Maria Prybicz

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Hoje em Curitiba, 23 de setembro, muito sol e calor!
Às vezes é raro o calor aqui, principalmente depois do inverno!
Como é primavera, temos flores desabrochando! Viva a natureza!





sexta-feira, 16 de setembro de 2016

VISITANDO SÃO PAULO!

A capital que não pára! Esta é a devida tradução da cidade populosa que acorda de madrugada sem medo de ser feliz!
O clima é semelhante ao de Curitiba mas, com menos frio e chuva!
Estadia de uma semana entre outras vezes, permaneci no endereço da Avenida nove de julho, intenso trânsito, num corredor de ônibus sentido centro/bairro e vice-versa, semelhante à nossa Avenida República Argentina aqui em Curitiba! 
Teve um dia que fomos almoçar com minha amiga, Rita, que mora e trabalha lá!   Restaurante italiano na Rua Pamplona, por sinal bastante caro, servido a la carte, serviço de chefe! Foi bom, gostei! 
A poluição sentimos na pele, tendo de colocar colírio nos olhos todos os dias! É e o progresso paga-se com certos desconfortos! Talvez ninguém ainda se deparou para reivindicar projetos para efetivação no controle e sustentabilidade do local, ou seja, de toda a cidade.
Cidade em obras, apesar da crise, como não poderia ser, em todos lugares existem construções de prédios, condomínios e shoppings, aliás, vai ser inaugurado um grande shopping na Av. Nove de Julho, com uma unidade do "Carrefour " nos Jardins, próximo da Igreja São Paulo!
Na ida, foi sofrimento no avião em eu estava voando, o mesmo segundo o comandante da aeronave teve que ficar sobrevoando durante meia hora a grande São Paulo, devido a muita chuva na hora do pouso! Que paúra, Virgem Santa, como se não bastasse o medo que tenho de avião! 
A volta foi tranquila, em menos de uma hora o avião pousou no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais!
Ctba, 16/set/16
Maria Prybicz

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

CLIMA TEMPERADO EM CURITIBA!

Hoje, aqui em Curitiba amanheceu frio gelado com vento vindo do sul da Argentina!

A altitude da cidade contribui para este clima que às vezes estranhamos muito mas, há de se conviver com ele pois, apesar das mudanças sentimos que somos privilegiados em consequência da dispersão da poluição ocasionada pelos fortes ventos!

Nascida e criada aqui, conseguimos bons resultados nos exames laboratoriais com relação `a saúde física!

Fazemos de tudo para melhorar nossa convivência: no inverno vinho pra esquentar e no verão sorvetes de todos os sabores possíveis para amenizar o calor!

Ctba, 15/set/2016
Maria Prybicz

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

MULHERES NA POLÍTICA!

Mulher na política, muda a mulher!

Mulheres na política, muda a política!

Sim, verdade, mudam as políticas econômicas e sociais!

A mulher com sensibilidade genial com relação a todos problemas sociais que vive o País no momento, bem como, no passado já vivemos momentos difíceis para toda população, não somente para os pobres mas, também para elite brasileira que não se cansa de manifestar um País mais justo!

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Impeachment - Sessão Extraordinária - 29/08/2016

GOSTEI DAS EXPLICAÇÕES DA ´RESIDENTE!






Impeachment - Sessão Extraordinária - 29/08/2016

GOSTEI DAS EXPLICAÇÕES DA ´RESIDENTE!






quinta-feira, 25 de agosto de 2016

SAÚDE EMOCIONAL INDIVIDUAL - (SEI)!

Todos somos indivíduos com dois setores bem definidos entre si! 

O físico (laboratório ambulante).

Emocional (espiritual), o qual se confunde em  muitas ocasiões com o religioso em que esta parte do religioso é um outro departamento em questão mas, não para entender a parte espiritual precisamente! 

Dotados de alma e/ou aura como alguns assim falam, temos a sensibilidade para antever certos acontecimentos, os quais muitas vezes fogem do nosso controle emocional! 

Sabemos desta importância e quase sempre sofremos porque não sabermos interpretá-los, como explica a parapsicologia!

Seríamos todos paranormais? Eis a questão! 

Deciframos ou levará anos e anos para controlar as emoções tão presente em nosso cotidiano!

Esperanças existem ao redor do tema (SEI), ou seja, individualmente em conjunto com os demais seres humanos poderíamos fazer uma corrente enorme em torno de determinado acontecimento prevendo para o bem!

Observação, isto tudo não é política! Não se pode confundir a parte espiritual do ser humano!

Ctba, 25/ago/16
Maria Prybicz

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A CONFERÊNCIA DE ZWEIG!

Para Bobbio, “a política divide, a cultura une”, pois “a cultura é, por sua própria natureza, universal”.
A conferência de Zweig é um grande exemplo de pacifismo de fins. Ela mostra que se no desenvolvimento da humanidade existem terríveis retrocessos e recaídas, nunca se rompe totalmente o fio da ascensão humana. Cabe “aos donos da palavra”, os intelectuais, não duvidar da força da razão, mesmo em época em que ela se vê combalida. Não são, como ele diz no fecho da conferência, “as línguas e as montanhas e os mares que separam as pessoas, mas seus preconceitos e sua desconfiança”.
As névoas tóxicas da desconfiança, da intolerância dos fundamentalismos e da violência permeiam, com suas sombras, o mundo contemporâneo. Daí a atualidade da conferência. Com efeito, como Bobbio observou, estamos num momento em que “a violência talvez tenha deixado definitivamente de ser a parteira da história e está se tornando cada vez mais o seu coveiro”. Nesse contexto, na voz de Bobbio evocando Herzen, a inteligência “pressiona terrivelmente” a tomada de posição. A conferência de Zweig responde, com talento e firmeza moral, a essa válida pressão da inteligência.
Foram os sofrimentos da Guerra da Crimeia que levaram, com o relato de Henri Dunant e por sua ação, à criação, em 1863, da Cruz Vermelha. A percepção dos males da guerra incentivou, no plano jurídico, a realização das Conferências Internacionais da Paz em 1899 e 1907, em Haia. E impulsionou sua visualização nas artes plásticas.
*Professor emérito do Instituto de Relações Internacionais da USP
Fonte: *Professor emérito do Instituto de Relações Internacionais da USP
Ctba, 22/ago/16
Maria Prybicz

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O SER HUMANO ESPIRITUAL!

O ser humano é um corpo animado pelo Espírito divino.  E esse conjunto harmonioso e transcendente criado por Deus deve exercitar-se sob pena de esclerosar-se e fracassar nas metas mais importantes de sua vida. 
Igualmente, em tempos de Olimpíada, quando os olhos do mundo inteiro se voltam para a Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro, vemos que o que esta secular competição nos traz não é apenas uma mensagem centrada no desempenho corporal, na eugenia e na estética dos corpos desvinculados de subjetividade e interioridade. 
Pelo contrário, ao contemplar a maravilha dos atletas que se prepararam durante meses e anos para enfrentar as provas, podemos ver igualmente atletas do espírito, que renunciaram a muitos prazeres e alegrias, legítimas ou não tanto, para poder dedicar-se inteiramente àquilo a que se propõem.  E alguns deles e delas integram o mesmo amor e dedicação exercitando o corpo e o espírito, estejam ou não vinculados a alguma religião ou igreja.
Fonte:JB
Ctba, 18/ago/16
Maria Prybicz

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

NOVÍSSIMA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL!



Assistimos a uma nova revolução industrial. Os avanços tecnológicos e científicos se sucedem a uma velocidade vertiginosa. Seu impacto não se limita a melhorar os produtos e serviços existentes; o processo inovador atual tem um caráter disruptivo, ou seja, está alterando as regras de jogo em múltiplos âmbitos. A robotização em grande escala, o big data, os smartphones, as finanças cibernéticas, a Internet das coisas, o sequenciamento do genoma humano, o bitcoin, as energias limpas, as plataformas digitais de trocas entre particulares... Em menos de uma década, o mundo assistiu a tamanha enxurrada de novidades que o resultado é uma transformação radical de muitos setores com a entrada de novos concorrentes.
“Ao longo da história houve muitos momentos disruptivos graças aos avanços técnicos. A diferença do momento atual é a velocidade com que as mudanças se sucedem, num ritmo jamais visto”, diz João Saint-Aubyn, especialista da consultoria Roland Berger, que participou recentemente de uma série de jornadas organizadas pelo programa de fomento empresarial Cre100do, da Espanha. A primeira Revolução Industrial trouxe inovações mecânicas como a máquina a vapor e a ferrovia; a segunda abrangeu a produção em massa através da eletrificação; a terceira popularizou os computadores e a Internet. “Agora estamos às portas da quarta Revolução Industrial, que seria caracterizada pela conectividade dos aparelhos, as comunicações móveis, as redes sociais e a inteligência artificial. Trata-se de uma época em que as barreiras entre o mundo físico e o digital são mais confusas, e o consumidor está sempre conectado”, descreve Guillermo Padilla! Um dos traços característicos do momento disruptivo atual é que se trata de uma revolução principalmente no âmbito da informação. Os dados são o ingrediente essencial das empresas e da economia. “Essa é a diferença: não é um projeto, processo ou inovação tecnológica simples. Na verdade, está sendo gerado há anos, primeiro com a informatização de processos, e depois com a Internet. Agora o que acontece é que todos esses avanços tecnológicos se democratizaram, e isso os torna globais, poderosos e, em muitos aspectos, ainda incertos sobre quem ganhará em cada setor, com quais tecnologias e com quais avanços”, diz Santiago Carbó, catedrático de Economia da Universidade Bangor (Reino Unido) e pesquisador do think tank espanhol Funcas. Uma das consequências econômicas de tanta inovação disruptiva é que o eixo do sistema se desloca da oferta para a demanda. Os consumidores assumiram o controle nas relações comerciais. Além disso, há uma mudança sociológica, quase cultural, pela qual está sendo abandonada a ideia burguesa de que a melhor forma de demonstrar um determinado status é com a posse de objetos materiais. Esses dois fatores, junto com desenvolvimento tecnológico de plataformas digitais que colocam consumidores em contato uns com os outros, estão por trás do fenômeno da economia colaborativa. Os especialistas da PwC preveem que os ganhos da chamada economia compartilhada saltarão dos atuais 15 bilhões de dólares (48 bilhões de reais) para 335 bilhões (1 trilhão) em 2025.
O intercâmbio de bens e serviços entre particulares está colocando contra as cordas as empresas tradicionais de setores como turismo, transporte, entretenimento, finanças e música. O Airbnb, por exemplo, oferece três vezes mais leitos do que o maior dos grupos hoteleiros, e a Uber, em apenas cinco anos de vida, se tornou a maior rede de transportes do mundo. 

Apoio milionário

Os especialistas acreditam que a força da economia colaborativa acabará se refletindo em outros setores, como material esportivo, joalheria, têxteis e calçados. “As empresas da economia compartilhada recebem mais financiamento do capital de risco do que qualquer outra atividade, superando as redes sociais nos últimos anos. Desde 2009 elas captaram 23 bilhões de dólares (73,4 bilhões de reais) em financiamentos. Esse respaldo econômico cria uma força disruptiva em numerosos setores”, observa Solange Le Jeune, analista da gestora de fundos Schroders.
As empresas tradicionais não conseguem acompanhar o ritmo, porque os gostos dos seus clientes mudaram, e os novos competidores não são os tradicionais, e sim recém-chegados com DNA 100% digital. Um evidente campo de batalha dessa agitação transformadora é o setor financeiro. O crescimento docrowdfunding –o Banco Mundial estima que as vaquinhas digitais movimentarão 90 bilhões de dólares (287 bilhões de reais) em 2020– e o desenvolvimento do setor fintech(empresas tecnológicas que prestam serviços financeiros) geram uma pressão sobre os bancos tradicionais. “A disrupção é algo traumático porque acarreta uma transformação profunda. No setor financeiro, a combinação de diferentes fatores está gerando uma ruptura na cadeia de valor”, admite Álvaro Martín, chefe de regulação digital do BBVA Research, durante sua palestra no evento do Cre100do. “É preciso escutar os millennials, inclusive copiar o que outras empresas fizeram com sucesso. São necessários uma mudança de cultura e um pouco de humildade, porque uma mudança tão profunda você não consegue fazer sozinho”, acrescenta o executivo bancário.
O investimento em novas tecnologias relacionadas ao setor financeiro cresceu de maneira exponencial nos últimos anos, passando de 1,8 bilhão de dólares em 2010 para 19 bilhões em 2015 (de 5,7 para 60,6 bilhões de reais, pelo câmbio atual). A maior parte desse dinheiro se concentra por enquanto na área de pagamentos. Apesar de tanto investimento e da contínua especulação sobre a extinção dos bancos, até agora apenas 1% dos lucros dos bancos de varejo migrou para modelos digitais. “Embora as companhias de fintech tenham vantagem em tudo o que é relativo à inovação, os bancos tradicionais ainda têm a sua escala a seu favor. Não chegamos ao ponto de inflexão da disrupção digital. Entretanto, dado o crescimento do investimento em fintech, esta situação não vai continuar por muito tempo”, alertou Kathleen Boyle, analista do Citi, em um relatório.
indústria automobilística é outro setor exposto a uma profunda transformação graças aos avanços tecnológicos. O Barclays calcula que a demanda por carros poderia cair até 40% em médio prazo. “Muitos jovens não precisam carro. Um veículo compartilhado pode substituir oito carros individuais. O conceito de mobilidade sob demanda, o uso do veículo entre várias pessoas e a condução automática já estão colocando o setor à prova, ao romper a cadeia de valor”, salienta Saint-Aubyn.

Mortalidade empresarial

A disrupção tecnológica teve um primeiro impacto visível: a longevidade média das empresas caiu em dois terços nos últimos 50 anos. Além disso, é cada vez mais efêmera a liderança de uma companhia na classificação global de lucros ou faturamento, devido ao encurtamento dos ciclos de inovação. “Uma empresa que não assumir sua transformação profunda e permanente como ferramenta fundamental para assegurar a competitividade perante a globalização dos mercados não poderá manter sua posição de liderança”, observam os autores do estudo intitulado Setores da Nova Economia, publicado pela Universidade Politécnica de Madri.
As companhias tradicionais costumam ter dois tipos de reação quando ameaçados por novos competidores digitais. A primeira é pressionar os Governos para que imponham barreiras de entrada. Os especialistas consultados, entretanto, acreditam que é impossível instalar porteiras no mercado. “Enganam-se aqueles que querem reagir à inovação com mais regulação. As normas nunca solucionaram nada em momentos de mudança, exceto aquelas que serviram para garantir a saúde e as condições de vida dos trabalhadores”, recorda Josep Valor, professor de Sistemas da Informação da escola de administração IESE, em Madri.
A outra reação das empresas da velha economia tem sido aplicar o axioma que recomenda se unir ao inimigo quando não for capaz de derrotá-lo. Em outras palavras, sacar o talão de cheques e comprar (a preço de ouro) start-ups que possam futuramente lhes fazer sombra. “Haverá fusões, aquisições, joint ventures... Mas atenção, comprar uma empresa por si só não vale nada, o que traz a disrupção é tudo o que vem depois. O importante é modificar a cultura e gerar um ambiente onde o talento possa emergir”, avisa Carlos Emilio Gómez, diretor do Waze Europe, uma empresa do Google.
A inovação disruptiva que estamos observando afeta não só as empresas como também numerosas variáveis econômicas, da produtividade ao déficit público, passando pelo nível de emprego e os índices de crescimento. “A transformação digital que vivemos poderia ser comparada à transição de uma sociedade agrária para uma sociedade industrial”, dizem os especialistas num relatório titulado Investir em um Mundo Disruptivo.
Funcionários dessa gestora de recursos recordam que a economia mundial atravessa um momento onde a maior parte dos países sofre um excesso de endividamento. Uma possível solução para reduzir essa pesada carga seria aumentar o ritmo de crescimento e, assim, reduzir o montante da dívida em relação ao PIB. Outra saída seria gerar inflação. No entanto, muitas das inovações que estão sendo implantadas são altamente desinflacionárias. “Os objetivos de preços se popularizaram nos anos setenta, depois da crise petroleira, para dar aos agentes econômicos alguma certeza. Muitos bancos centrais têm como meta situar a inflação em menos de 2%, mas devemos nos expor se essas finalidades continuam a ser relevantes”, explicam fontes da Piooner.
Aqueles que sustentam a tese de que, depois da crise financeira, a economia mundial entrou em uma fase de estancamento secular - caracterizada pelos baixos níveis de crescimento e de incremento dos preços-, defendem, também, que as inovações que estão sendo desenvolvidas não têm o mesmo poder de gerar crescimento que os anteriores avanços tecnológicos, como a máquina à vapor ou a automação. “O paradoxo dessa grande transformação é que não parece que, de momento, haverá mudanças suficientes para falar de uma revolução econômica clássica, com o aumento de ofertas de emprego e grandes expansões. É, melhor dizendo, uma enorme mudança qualitativa que afetará cada indústria conforme a tecnologia seja imposta ou adotada. Ao mesmo tempo, nas economias avançadas, muitos cidadãos enfrentam uma perda de qualidade em seus empregos e maiores desigualdades. O ajuste não vai ser singelo e muito menos cômodo”, admite Santiago Carbó.
O emprego é, sem dúvidas, uma das variáveis mais colocadas à prova com a concatenação dos avanços tecnológicos. É verdade que a inovação gerará uma demanda de profissionais em novos campos, mas desenvolvimentos como a robotização e a inteligência artificial têm um impacto evidente nas indústrias mais intensivas no que diz respeito ao uso de mão de obra. “A tecnologia deve ser entendida como um motor de crescimento. Em termos de postos de trabalho, por exemplo, a inovação não pode ser concebida como uma ameaça. De fato, em determinadas áreas, as novas ferramentas digitais podem substituir funções mais mecânicas, mas essa transformação resultará na necessidade de novos perfis profissionais, com outras qualificações”, conclui Guillermo Padilla, da KPMG.
Fonte: El País
CTba, 15/ago/16
Maria Prybicz

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