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domingo, 28 de fevereiro de 2010

“ECONOMIA E LOGÍSTICA”

SETOR DE EQUIPAMENTO RODOVIÁRIO
- Escoamento da produção está sendo seriamente prejudicada, quase um colápso!(Mª M.Prybicz)
- A redução das taxas de juros nas linhas de crédito para aquisição de bens de capital, promovida pelo Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI) do governo federal, já provoca filas nos bancos e atrasos na liberação dos recursos para financiamento para o transporte rodoviário de cargas (carrocerias sobre chassis, reboques e semirreboques). Sem crédito para escoar a produção, e já com os pátios lotados, as empresas do setor começam a reduzir o ritmo e já falam em férias coletivas para os trabalhadores.
- De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Rafael Wolf Campos, as empresas normalmente trabalham com apenas quatro ou cinco dias de estoque, já que a produção é sob encomenda. Além disso, 90% das vendas dependem de linhas de financiamento do Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
- Os produtos foram vendidos, mas não foram ainda faturados por causa da morosidade dos agentes repassadores de recursos já aprovados do Finame. "As empresas cortaram as horas extras e estão reduzindo o segundo turno de trabalho, mas, se a situação não se normalizar, serão obrigadas a colocar os funcionários em férias coletivas", diz o empresário.
Fonte: GP on Line.
Ctba, 28/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

"ECONOMIA PETROLÍFERA"

DESCOBERTA DO PRÉ-SAL, - IMPULSIONA MAIS INVESTIMENTOS

- O esvaziamento econômico sofrido pelo estado do Rio de Janeiro ficou para trás. Mas não são as antigas companhias que foram buscar sucesso em outras regiões as responsáveis pelo incremento. A descoberta do pré-sal no litoral trouxe novas perspectivas para a região, que deve se desenvolver pelos setores de petróleo e gás, construção, entretenimento e serviços, segundo especialistas.
- Segundo a pesquisa Panorama Empresarial, da Deloitte, quase 100% das companhias fluminenses pretendem investir na região em 2010. O estudo ouviu 48 empresas, com receita bruta total de R$ 186 bilhões, que corresponde a 56% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Porém, mais da metade acredita que a qualidade dos serviços públicos e de urbanização são entraves para o desenvolvimento econômico na região. Estas empresas geravam 149.000 empregos diretos ao final de 2009.
- Apesar da crise financeira, que impactou a economia global no ano passado, o estado fluminense já estava em processo de retomada financeira. Quase dois terços das empresas pesquisadas mencionaram aumento dos investimentos e crescimento em 2009.
- O professor de administração do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec-RJ), Gilberto Braga, explica que a característica da região é de menor dependência das exportações. Desta forma, não foi diretamente atingida pela crise.
– Além disso, a manutenção do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a construção do pólo petroquímico e a confirmação das Olimpíadas impulsionaram o desenvolvimento – concluiu Braga. O acesso ao crédito facilitado também contribuiu para os resultados.
- Com a aproximação dos Jogos no Rio, que ganha a atenção do resto do mundo, as empresas locais temem que os projetos urbanos de melhoria não sejam concluídos a tempo. O diretor de análise macroeconômica da Mercatto, Paulo Veiga, destaca que os pontos críticos do Rio de Janeiro giram em torno do transporte público e saneamento básico.
- Tudo leva a crer que os problemas na estrutura rodoviária, ferroviária e metroviária, e as questões que envolvem o esgoto, não serão resolvidas antes do evento – disse Veiga.
- Segundo o gerente de Infraestrutura e Novos Investimos do Sistema da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Cristiano Prado, o Rio não é alvo apenas dos investimentos internos. A atenção internacional está voltada para o estado.
– O maior investimento privado do Brasil, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) e a Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), estimado em R$ 8 bilhões, estão na região – acrescentou Prado.
- A grande maioria das empresas acredita que haverá uma substancial entrada de capital no estado. “As empresas terão desafios como redirecionar os planos e as estratégias de negócios, além de elevar o nível de governança corporativa”, analisa Ronaldo Fragoso, sócio da Deloitte. Contudo, os entrevistados não enxergam melhoras em relação à carga tributária, ao nível de burocracia e à desregulamentação.
- Passado o período turbulento, dois terços das companhias fluminenses ouvidas disseram que vão priorizar a inovação. Braga afirma que a recuperação salarial do setor público favorece a obtenção de talentos universitários.
– Projetos de incubadoras de pequenas empresas e outras formas de estímulo ao empreendedorismo estão ganhando espaço – completou Braga.
Indústria confiante
- O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 1,9% em fevereiro deste ano, ao passar de 113,6 pontos em janeiro, para 115,8 pontos, segundo divulgou sexta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Este é o maior nível desde dezembro de 2007 e representa a 13º alta consecutiva.
Inadimplência
- A inadimplência das empresas no mês de janeiro recuou 14,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado, que representa a maior queda nesta base de comparação desde março de 2008, está associado à melhora nas finanças das empresas, que no ano passado amargaram grandes perdas com a crise financeira mundial.
Fonte: JB on Line, por Nogueira, Marta.
Ctba, 27/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





sábado, 27 de fevereiro de 2010

“ECONOMIA PARANAENSE”

Paraná Coleção e Negócios
- Muita criatividade e inovação! Continuem...
- Foram cinco dias de desfiles, com 12 grifes de estilos distintos, que apresentaram a coleção de inverno 2010 na passarela. A moda paranaense foi representada com originalidade na quarta edição do 4.º Paraná Business Collection, que aconteceu entre os dias 22 e 26 de fevereiro no Cietep, em Curitiba.
- Anônimos, fashionistas e celebridades passaram pelos corredores do evento.
Fonte: GP on Line
Ctba, 27/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

ELEGÂNCIA, COM ORIGINALIDADE RETRO E SUSTENTABILIDADE, FOI IDENTIFICADO NO
“PARANÁ – COLEÇÃO PARA NEGÓCIOS”
- Negócios e praticidade - importante frisar que os empregos gerados pela moda são significativos socialmente – abrange uma grande gama de atividades correlacionadas e/ou terceirizadas! (Mª M. Prybicz)
- Uma grife com alfaiataria só para eles e belas roupas ecologicamente responsáveis para elas. Com os desfiles da grife masculina Raffer e as estreantes Chita Brasil e Joyful, o penúltimo dia de desfiles do Paraná Business Collection, nesta quinta-feira (25), foi marcado por boas surpresas.
- Além do agito dos desfiles, os bastidores do evento estavam movimentados com a presença das globais Adriana Birolli e Carolina Oliveira. As duas vieram ao evento para prestigiar a grife Joyful. Enquanto Adriana ficou na plateia, Carol abriu o desfile da marca curitibana.
- A Raffer grife masculina de Francisco Beltrão, apresentou uma coleção clássica com toques contemporâneos, para homens que gostam de se vestir com elegância e sobriedade. Os trajes monocromáticos ou em tom sobre tom tinham uma paleta de cores em que predominavam os pretos, marrons, cinzas, beges, cremes e até brancos.
- Costumes, paletós e coletes aparecem em lã ou veludo. E não há receio em misturar tecidos e padrões. O desfile termina em um ritmo frenético de grande cidade, com os modelos enfileirados empunhando grandes guarda-chuvas.
- Um arco-íris feito de pau-brasil, nogueira, açafrão, alfafa e anileira. Tudo isso serviu como corante natural, para dar vida às roupas de algodão orgânico da Joyful. A grife curitibana estreou no Paraná Business Collection levantando a bandeira da sustentabilidade.
- Com looks em tricô liso ou trançado, vestidos e blusas representavam um glamour cool. Para diferenciar algumas peças, detalhes em couro de peixe, tratado com a mesma coloração, eram incorporados a roupas, tornando-as mais rústicas. Com um mix de simplicidade e capricho em pequenos detalhes, a grife conquistou a plateia que assistiu ao desfile.
Fonte: GP on Line
Ctba, 26/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA E MODA"

“MODA COMO VETOR ECONÔMICO”
Que linda moda o Paraná está fazendo – parabéns! (Mª M. Prybicz)
- Surpresa boa na quarta noite do Paraná Bussines Collection. A Chita Brasil, de Mandaguari (Norte do Estado), entrou com pé direito no evento num adorável desfile com balanço de bossa nova. A marca, que existe há três anos e já é sucesso comercial em lojas multimarcas do Sul e do Sudeste brasileiros, mostrou que seu samba não tem uma nota só.
- Sua marca registrada, o estilo vintage, ganhou novos ares numa coleção cheia de frescor. Para quem? “Costumamos brincar que fazemos moda para uma mulher que tem alma de menina e uma menina que já é mulher”, diz a artista plástica Cristina Agostinho, mentora da marca e quem assina as estampas das roupas.
- Para o inverno, a inspiração veio dos fragmentos, da memória, explosões de vitrais que se traduzem na mistura de tons harmônicos e nas estampas abstratas. As roupas têm silhueta descolada do corpo, os vestidos tulipa na altura dos joelhos ganham cinturas levemente marcadas. Não há espaço para exageros, como se vê nos microvolumes das manguinhas fofas e no casaco quimono, que, com All Star pode ir da faculdade para o boteco. Há macacões versáteis e despojados. Mas a beleza da coleção mora nos pequenos detalhes: pespontos, botões coloridos, pequenas pregas, a mistura esperta de estampas.
- A coleção da Chita Brasil é 100% usável com suas peças displicentes e seus tecidos naturais. Além do algodão e do linho, há malha de garrafas PET, uma das tendências atuais da indústria têxtil e que oferece muito conforto para quem veste.
Fonte: GP On Line
Ctba, 25/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA E MODA"

“MODA COMO VETOR ECONÔMICO”
- A moda paranaense acertou como sempre! Desta vez uniram o cinema com a moda, dois itens que faz muito bem ao meu gosto. Adoro moda e cinema. Muita criatividade na confecção de figurinos inovados, baseados nos desenhos antigos, o qual modificado vai muito bem em nossa época atual – gostei muito de tudo!(Mª M.Prybicz).
- Deusas gregas e as poderosas mulheres do cinema inspiraram as estilistas Monica Alencar e Tatiana Nakayma, da Lucia Figueredo, a criarem a coleção de inverno da marca de Cianorte. Vestidos marcantes, com perfume dos anos 80, dominaram a passarela.
- Caudas, plumas, paetês e grandes golas formavam boa parte dos looks. A coleção premium de vestidos de festa teve boas surpresas, com casacos de paetês fluidos e vestidos curtos.

Fonte: GP On Line
Ctba, 26/FEV/10
Prof.ª Maria M. Prybicz

sábado, 20 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO"

TELEBRÁS SERÁ REATIVADA PARA ACESSO À BANDA LARGA

- Notícias desta ordem não se pode deixar passar em branco. O preço que se paga hoje pelo acesso à Internet, e que não é banda larga, está acima da capacidade de pagamento da grande maioria! As empresas tendo lucros absurdos, sem falar na tal assinatura que é paga, cujo serviço não é utilizado!
  (Mª M.Prybicz)
- Presidente não deu detalhes sobre o papel da estatal na oferta de acessos. Governo retoma em março discussão do Plano Nacional de Banda Larga
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (19) que o governo vai recuperar a Telebrás para usar a antiga estatal de telecomunicações para ampliar a oferta de acesso à rede de internet de banda larga no país. A afirmação foi feita durante visita a uma fábrica de papel e celulose do Grupo Votarantim em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.
- A declaração foi em resposta a uma pergunta sobre a valorização das ações da companhia, que teria sofrido um aumento de 35.000% desde o início do governo Lula devido aos boatos de reutilização da infraestrutura da empresa para a ampliação do serviço de banda larga, segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal "Folha de S. Paulo".
- Ações da Telebrás disparam após declaração de Lula
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (19), em evento no Mato Grosso do Sul, que o governo vai recuperar a Telebrás para usar a antiga estatal de telecomunicações para ampliar a oferta de acesso à rede de internet de banda larga. A declaração fez disparar a cotação das ações da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo.
- “Se ela cresceu 35.000% é novidade. Agora que ela vai crescer vai, porque nós vamos recuperar a Telebrás, disse Lula. “Vamos utilizar [a empresa] para fazer banda larga nesse país.” Ele não deu mais detalhes de como a empresa vai ser utilizada para aumentar a oferta de acessos.
- No início do mês, reunião ministerial para definir as bases do Plano Nacional de Banda Larga, de universalização do acesso à internet rápida no país, terminou sem decisões tomadas. Uma nova reunião foi marcada para o começo de março.
- Na última reunião, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse que a reativação da Telebrás, que teve suas funções reduzidas após a privatização do setor de telecomunicações, não estava definida. “Isso só será possível definir após a reunião de março também”, disse.
- Costa havia revelado que um dos pontos debatidos na reunião de fevereiro foi a desoneração tributária dos aparelhos de modem. “É muita informação e muita coisa sendo apresentada e precisa de um detalhe de cada ministério. Por exemplo, no caso da desoneração, que começa pelo modem e que é fundamental no processo de implantação da banda larga, temos a Fazenda que tem que avaliar cada detalhe”, afirmou Costa.
Fonte: GP On Line.
Ctba, 20/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

"LAÇOS ECONÔMICOS IMPORTANTES"

- A união de esforços é importante economicamente para todos países!(Mª M. Prybicz)
- Mercosul junto com Argentina, Brasil e Paraguai, com Bolívia e Chile como associados, e a Venezuela em processo de incorporação.
- O presidente eleito do Uruguai, José Mujica, pretende visitar alguns países da região depois de assumir o cargo, enquanto seu governo tentará estreitar as relações políticas com vizinhos para favorecer os vínculos comerciais, disse o futuro chanceler, Luis Almagro.
- Mujica comentou nesta quinta-feira que possivelmente irá acompanhar o atual mandatário, Tabaré Vázquez, à cúpula do Grupo do Rio, no México, se sua agenda lhe permitir.
- Segundo Amagro, depois de assumir a Presidência no dia 1º de março, Mujica visitará Brasil, Argentina e Bolívia, e assistiria a tomada de posse de Sebastián Piñera como presidente do Chile.
- O Uruguai integra o bloco comercial do Mercosul junto com Argentina, Brasil e Paraguai, com Bolívia e Chile como associados, e a Venezuela em processo de incorporação.
- "Devemos trabalhar agora um pouco mais a parte política, e a reconciliação política, isso é sempre o que resolve os receios", disse Almagro a jornalistas estrangeiros.
- É necessário "seguir aprofundando a relação com o Brasil, é um sócio indispensável e essencial para o Uruguai, (e) fazer crescer nossa relação com a Argentina. Neste momento estamos exportando à Argentina metade do que eu estimo que deveríamos exportar", comentou o diplomático.
- Segundo os últimos dados de exportações, as vendas uruguaias ao Brasil aumentaram 10,5 por cento entre janeiro e novembro de 2009 a 997 milhões de dólares. Os envios à Argentina caíram 35 por cento a 312 milhões de dólares.
Fonte: GP On Line
Ctba, 19/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

CICI 2010 TEM OUTRAS ATUALIZAÇÕES! ACESSEM PARA VERIFICAR AS MUDANÇAS!

Mª M. Prybicz

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CI-CI 2010

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA NO TRABALHO"

PEDIR TAREFAS "INÚTEIS" E HUMILHAR COLEGAS SÃO SINAIS DE ASSÉDIO MORAL.
-  O chefe que sobrecarrega o empregado com tarefas inúteis para apressar sua dispensa ou forçar uma demissão está cometendo assédio moral. Expor o funcionário a situações humilhantes e a torturas psicológicas constantes também são fatores que caracterizam esse abuso, como explica Fernando Marques Jr., especialista em direito processual do trabalho, no livro "Assédio Moral no Ambiente de Trabalho" (LTr).
- O autor conta que o assédio moral pode ocorrer nas relações entre pais e filhos, maridos e mulheres ou no ambiente escolar, mas que é muito mais comum dentro das empresas. "Ele acontece nos locais onde há competitividade entre agressor e vítima ou existam relações de hierarquia, em que o superior fiscaliza, controla, regula, analisa ou coordena os seus subordinados", diz um trecho do livro.
- O especialista também fala sobre como juntar provas para pedir, na justiça, a indenização prevista para estes casos, além de deixar claro os danos, muitas vezes irreversíveis, para as vítimas, que em muitas ocasiões chegam a cometer suicídio por causa da pressão intensa e falta de perspectiva.
- Abaixo, leia um trecho do livro que fala sobre alguns dos fatores que levam os profissionais das empresas a cometerem assédio moral.
Caracterização do Assédio Moral
- O assédio moral ocorre, principalmente, em decorrência de uma situação conflitiva mal resolvida, que ocasiona a prática de uma conduta abusiva, por parte do agressor, contra a vítima. Como exemplo, pode-se citar uma disputa entre colegas de trabalho, por uma promoção. Após a formalização do ato que determina a ascensão profissional de um deles, o colega promovido pode perseguir o seu subordinado ou vice-versa.
- Desse modo, o mobbing no ambiente de trabalho ocorre nas empresas que possuem um sistema organizacional atrasado, centradas no poder de mando dos dirigentes, na hierarquia e na subordinação dos empregados.
- É nessas empresas que o assédio moral aparece com mais frequência, pois há uma exigência, muitas vezes, exagerada do empregador no que tange à produção, à subordinação e aos horários, e ainda porque esse tipo de organização empresarial incentiva a competitividade entre os empregados.
- O assédio moral no ambiente de trabalho constitui a pior forma de estresse social. Tal situação é agravada pela majoração dos índices de desemprego ou de subemprego. O empregado que se revoltar contra essas práticas e pedir demissão ficará um tempo cada vez maior esperando sua recolocação no mercado de trabalho ou, se conseguir um novo emprego logo em seguida, fatalmente seu salário será inferior àquele recebido até então.
- Existe também outra situação bastante comum em que o assédio moral é praticado pelo empregador, contra o empregado. Impedido de demitir esse empregado, o empregador, muitas vezes, o afasta de suas funções e o confina em uma sala, compelindo-o a uma ociosidade constrangedora.

Fonte: IG On Line; Iniciação ao Direito do Trabalho. Nascimento, Amauri -Editora FDT - 2007.
Ctba, 12/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA DAS GRIFES"

ECONOMIA DAS GRIFES - SATISFAZENDO EGOS!
- Como a economia sempre é baseada nas emoções humanas, fica caracterizada que as marcas e padrões influem no comportamento das pessoas e nos produtos que consomem, para satisfazer os seus egos!(Mª M.Prybicz). 
“Gosto de usar sapatos poderosos nas reuniões, principalmente se for com colegas que tenho de confrontar”, confidenciou uma amiga. Executiva bem sucedida, ela faz muitas viagens internacionais. Na volta, a bagagem sempre está maior, graças a visitas a lojas famosas.
- Ela não é a primeira nem única a apreciar grifes. Todos temos fetiches. O que chama a atenção é assumir que se calça nos sapatos “poderosos”, cujo fascínio se traduz em modelo e em marca.
- Perguntei à psicanalista Vera Rita de Melo Ferreira, pesquisadora e professora de psicologia econômica, por que sentimos fascínio por marcas famosas, mesmo nos casos em que verificamos que a qualidade do produto não justifica o preço.
“Somos emocionalmente frágeis, precários e limitados. E vulneráveis à consciência desta condição. Mas, se essa percepção se torna muito aguda, passa a atrapalhar a pessoa em diversas situações, como falar em público”, explicou a professora. Daí, as marcas famosas viram muletas. “O poder da grife está na sensação de que, ao comprar o produto, adquirimos também os atributos que ela busca projetar – sofisticação, sensualidade ou esportividade, por exemplo.”
- Perfumes, bolsas, roupas, maquiagem e produtos de cuidado pessoal fazem brilhar os olhos das consumidoras. Os homens costumam se agitar mais com carros e itens tecnológicos. “O marketing atinge o calcanhar-de-aquiles de cada um, pois todos enfrentamos pressões sociais”, diz Vera Rita. “E quanto mais confortável a pessoa está na própria pele, menos precisa de grifes.”
- Por isso, ela recomenda a grifemaníacos que reflitam sobre o papel que os itens de marca famosa estão desempenhando em sua vida. “Cobrir-se de etiquetas famosas é como fantasiar-se. Fica patético.”
- Mas não é preciso abdicar totalmente de objetos de desejo. “Se você pensa num produto como algo para se tornar especial, que tal deixar isso para ocasiões especiais? A gente pode se manter na realidade no dia-a-dia. E, às vezes, optar por algo que dá esse tipo de prazer.”

Fonte:BM&F BOVESPA/Mulheres em Ação –  Por: Garçon, Juliana.
Ctba, 10/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA BRASILEIRA VERSUS CHINESA"

CHINA É O MAIOR EXPORTADOR DO MUNDO
-  O país multiplicou por 20 suas exportações nos últimos 20 anos. Diferença entre Brasil e China também se ampliou.
- A China superou a Alemanha e os Estados Unidos e já é o país maior exportador do mundo. Em 20 anos, o país multiplicou por 20 suas exportações e sobrepujou tradicionais potências europeias e os americanos.
- Os dados sobre o comércio mundial foram confirmados na terça-feira (9) diante da constatação das autoridades alemãs de que as exportações do país sofreram em 2009 a maior queda desde os anos 50. Segundo o departamento de estatísticas da Alemanha, as vendas chinesas atingiram US$ 1,201 trilhão em 2009. Já as exportações alemãs foram de US$ 1,121 trilhão no ano passado. A China também caminha para ultrapassar os japoneses e ocupar a posição de segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Recessão mundial impulsionou
- Parte da posição de número um da China é resultado da recessão que atingiu o mundo entre 2008 e 2009. Nos últimos anos, a expansão das exportações alemãs tem sido o pilar da economia do país. Mas a recessão gerou uma reviravolta no modelo de crescimento defendido pela chanceler Angela Merkel. Em 2009, os alemães - que lideravam o ranking mundial de vendas externas desde o início da década - registraram uma queda de 18,4% em suas exportações. Já as importações recuaram 17,2%.
- O ano passado ainda marcou a recessão mais intensa na economia alemã desde a 2ª Guerra, com uma contração de 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2009, 62% das vendas dos alemães foram para outros países europeus. Isso ainda garantiu um superávit de 136,1 bilhão para as contas do país. Mas o saldo positivo é 40 bilhões abaixo dos níveis de 2008. A maior economia da Europa ainda teve uma alta de 3,4% nas exportações em dezembro de 2009, o primeiro sinal positivo desde outubro de 2008.
- Já a China era apenas o sétimo maior exportador do mundo há dez anos, com US$ 250 bilhões em vendas e 4% do mercado mundial. Em 1990, a China exportou apenas US$ 62 bilhões, 20 vezes menos que os níveis de 2009.
Relação Brasil/China
- A China é a principal parceira comercial do Brasil e já substituiu os americanos como o principal fornecedor de mercadorias para a Europa. A distância entre Brasil e China também se ampliou. Em 1990, o Brasil exportava um terço do valor vendido pela China. Em 2009, Pequim exportou oito vezes mais que as empresas brasileiras.
- No mês de janeiro, as importações da China saltaram e as exportações cresceram fortemente na comparação com igual período do ano passado, quando uma queda no comércio decorrente da crise mundial foi ampliada pelo feriado de Ano Novo Lunar.
- Assim, o efeito calendário pode mascarar os dados, já que em janeiro deste ano houve uma semana útil a mais. A alta das importações foi de 85,5% sobre janeiro de 2009 e a das exportações, de 21%. O superávit comercial de janeiro ficou em US$ 14,2 bilhões.
- Em relação a dezembro, as importações caíram 15,1% e as vendas externas recuaram 16,3%.
- O que será que faltou para o Brasil? Estímulos ou incentivos financeiros, mediante juros e outros!
Fonte: GP On Line.
Ctba, 10/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 7 de fevereiro de 2010

“ECONOMIA AMAZÔNICA”

“PESQUISANDO A AMAZÔNIA”
- A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo. Possui grande quantidade de humo (solo húmico e o solo típico de florestas). Mas, o solo que fica abaixo do humo, na Amazônia, é muito pobre. Não possui os minerais em quantidade suficiente para manter sucessivas plantações. Então, o que acontecerá se retirarmos a cobertura vegetal de uma área na Amazônia para plantação de arroz, milho, soja ou outras culturas? Em poucos anos, a camada de humo se acabará. As primeiras colheitas são ótimas, depois o solo esgotado, exaurido e pobre não vai mais ser viável para mais plantações, ocorrerá como conseqüência, vir a se tornar-se um deserto.
-  Alexandre Von Humboldt (1769-1859) foi um naturalista alemão.
   Ficou famoso pelas viagens de pesquisa que realizou. A sua principal obra foi feita durante cinco anos na Amazônia.
  Humboldt percorreu 60.000 quilômetros e coletou perto de 6.000 amostras de seres vivos.
  Foi o primeiro estudioso com respeito à Amazônia. Muito do que Humboldt descobriu tornou-se público. Sua obra escrita, depois da viagem, tem trinta volumes.
- Nesta obra estão as bases da oceanografia, geografia física, da metereologia e da fitogeografia, os estudos da distribuição das plantas na Terra.
  Humboldt conhecia bem grego e latim, matemática e economia, física e biologia.
- Infelizmente o governo português não permitiu que Humboldt estudasse o lado brasileiro da Amazônia. Ele trabalhou apenas na parte amazônica do Peru, Colômbia, Equador e Venezuela.
- É o paraíso? Não, definitivamente não é!
Fonte: Gowdak, Demétrio e Martins, Eduardo – Ciências Novo Pensar – Editora FTD – 2002.
Ctba, 07/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

CARGA TRIBUTÁRIA BRASILEIRA DE 2009 TEM LEVE QUEDA PARA 35,02% DO PIB.
- A carga tributária fechou o ano de 2009 correspondendo a 35,02% do PIB (Produto Interno Bruto), de acordo com dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). A queda, em relação a 2008, foi de 0,14 ponto percentual. Segundo o instituto, o último recuo havia sido registrado em 2003.
- Segundo o IBPT, os tributos federais cresceram 2,73% (R$ 20,19 bilhões), os estaduais 4,67% (R$ 12,61 bilhões) e os municipais 6,84% (R$ 3,21 bilhões), totalizando uma arrecadação de tributos em 2009 de R$ 1,09 trilhão), contra R$ 1,05 trilhão em 2008, em valores nominais.
- A entidade apontou crescimento nominal da arrecadação tributária de R$ 36,01 bilhões, correspondendo a 3,41% de aumento. Segundo balanço da Receita Federal, a arrecadação de 2009 apresentou queda de 2,96%, na análise deflacionada.
- O IBPT apontou ainda que os tributos federais representaram 69,54% do total arrecadado (R$ 759,88 bilhões), enquanto que os tributos estaduais representam 25,88% (R$ 282,73 bilhões) e os municipais 4,58% (R$ 50,05 bilhões).
Cada brasileiro pagou R$ 5.706,36 de tributos em 2009, contra R$ 5.572,66 do ano anterior, segundo o IBPT. A carga tributária per capita do período cresceu 2,40% (nominal).
- O estudo apontou ainda que a região sudeste responde por 64,13% do total da arrecadação tributária brasileira, seguida pela região sul, com 13,47%, da região centro-oeste, com 10,06%, da região nordeste, com 9,09%, e da região norte, com 3,26% do total.
- Pode parecer pouco o que o brasileiro paga de impostos! Mas, na relaidade não é, em razão do nível de renda "per capita" relativa no Brasil.
Fonte: Folha Online
Ctba, 03/02/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

"RETORNO TAMBEM ECONÔMICO"

“EDUCAÇÃO ATRAVÉS DAS ARTES”

- E a Educação nas escolas públicas através das aulas de artes e música? Não vai sair do papel?

Existe uma Lei 11769/2008 que autoriza o ensino de música nas escolas!

- Talvez fosse bom pensarmos em planejar um jeito de incluir no currículo escolar, juntamente com as aulas de artes/comunicação/músicas.

- Os pais irão agradecer e os professores também devido à mudança de comportamento da moçada!
Ctba, 02/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

"ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

“ECONOMIA DOS CONGLOMERADOS”
- A Braskem anunciou nesta segunda-feira a aquisição de 100 por cento da norte-americana Sunoco Chemicals por 350 milhões de dólares em dinheiro.
- A aquisição permitirá à empresa, que anunciou recentemente a compra da rival brasileira Quattor, ter uma posição relevante na América do Norte, afirmou a Braskem em comunicado ao mercado.
- A Sunoco tem uma capacidade anual de 950 mil toneladas de polipropileno, o que representa 13 por cento da capacidade norte-americana, informa a Braskem.
Fonte: GP On Line.
Ctba, 02/fev/10
Mª M. Prybicz

Quem sou eu

Minha foto
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.