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terça-feira, 30 de março de 2010

"ECONOMIA BRASILEIRA EM FOCO"

BANCOS BRASILEIROS - MAIS RENTÁVEIS DAS AMÉRICAS
- A alta lucratividade dos bancos, tanto privados como públicos é uma evidência nacional brasileira – somente esperamos que os mesmo bancos não retivessem como proprietários das grandes áreas de terras – imobilizando o capital e atividade a que elas são destinadas – mesmo porque a principal atividade dos bancos não é ser detentor das grandes glebas de terras (tomadas estas do agricultor, expulsando-os dos campos – aumentado o êxodo rural como já aconteceu nas décadas passadas), quando deveriam ser voltadas para serem explorados pela agricultura, não deixando grandes áreas que poderiam servir para "REFORMA AGRÁRIA" tão solicitada pelos que são próprios das técnicas e atividades do agronegócio e agricultura familiar.
- Em certa época... -  o Banco do Brasil era o maior proprietário de terras no Brasil!(Mª.M.Prybicz). 
- BB lidera, com rentabilidade sobre o patrimônio de 34,74%
- Os bancos brasileiros registraram a maior rentabilidade entre os 20 maiores em ativos da América Latina e dos Estados Unidos no ano passado, segundo levantamento da consultoria Economatica. No ranking, que considera a rentabilidade sobre patrimônio líquido (ROE), o Banco do Brasil aparece na primeira colocação, com ROE médio de 34,74%.
- As duas posições seguintes também são de bancos brasileiros: Itaú-Unibanco (24,19%) e Bradesco (23,82%). Os norte-americanos Goldman Sachs (19,82%) e American Express (16,23%) completam os cinco primeiros lugares.
Lucro
 Em lucratividade, no entanto, os bancos dos Estados Unidos lideram: no ano passado, o Goldman Sachs teve o melhor resultado neste item, com ganho líquido de US$ 13,38 bilhões, seguido pelo Wells Fargo (US$ 12,27 bilhões), JP Morgan Chase (US$ 11,72 bilhões) e Bank of America (US$ 6,27 bilhões).
- Os três maiores bancos brasileiros ocupam da 5ª à 7ª posições: Banco do Brasil (US$ 5,28 bilhões), Itaú-Unibanco (US$ 5,78 bilhões) e Bradesco (US$ 4,6 bilhões).
Fonte: GP On Line
Ctba, 30/mar/10
Prof.ª Mª M.Prybicz

domingo, 28 de março de 2010

“ECONOMIA PETROLÍFERA”

Destaques Internacionais - Gás natural no Brasil!
- O site BNAmericas informa que a Petrobras avalia a construção de duas novas estações de compressão de gás para o novo Gasene, o gasoduto nacional inteconectado. As informações são do gerente geral para implementação do projeto, Marcelo Restum.
-Petrobras avalia construção de novas estações de compressão de gás. - Segundo o BNAmericas, a diretora de Gás e Energia da Petrobras, - Maria das Graças Foster, afirma que a empresa quer ampliar a renovação do contrato de importação de gás natural da Bolívia para depois de 2020.
- Petrobras quer renovar contrato de importação de gas natural da Bolívia.
- De acordo com informação do BNAmericas, a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, revela que a empresa lançará as operações da plataforma Mexilhão (PMXL-1) no quarto trimestre de 2010. - Plataforma de Mexilhão vai começar a operar até o quarto trimestre de 2010.

O BNAmericas informa ainda que a distribuidora de gas natural Gasmig está procurando alternativas de fornecimento devido à alta demanda por gas em Minas Gerais. A empresa já conversou com a Petrobras por um adicional no fornecimento. - Gasmig busca alternativas de fornecimento para atender demanda.

- O site Chemical Business revela que a Petrobras planeja investir US$ 131 milhões para construir uma fábrica de fertilizantes em Sergipe, no nordeste brasileiro.
- Petrobras investirá US$ 131 milhões em fábrica de fertilizantes em Sergipe.

- A EFE Economia noticia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou o maior gasoduto interno do país, que liga as regiões Sudeste e Nordeste.
- Lula inaugura o maior gasoduto interno do Brasil.

Fonte: Blog da Petrobras
Ctba, 28/mar/10
Prof.ª Mª M.Prybicz – prybiczmaria@ig.com.br

sexta-feira, 26 de março de 2010

“ECONOMIA NA BANDA LARGA E/OU INTERNET”

TELEBRÁS - APROVADA REATIVAÇÃO
- Existem projetos tão importantes para economia do país, os quais não podem ser abortados!(Mª M.Prybicz)
- O Ministério da Fazenda emitiu nota de esclarecimento em que afirma convictamente de que não é contra a reativação da Telebrás, ao contrário do que havia sido publicado em diversos meios de comunicação. Segundo o ministério o relatório tinha o objetivo exclusivo de avaliar os possíveis riscos do processo e permitir ao executivo tomar decisões acertadas.
- O presidente Lula já afirmou diversas vezes que deseja reativar a estatal para a implantação universal de um programa de banda larga de baixo custo no país. Tão importante quanto, a Ministra Chefe da Casa Civil e candidata oficial à Presidência da Republica, Dilma Rouseff, compartilha da visão do presidente e não está convencida do parecer do Tesouro Nacional e Ministério das Comunicações
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 26/mar/10
Prof.ª Mª M.Prybicz

quinta-feira, 25 de março de 2010

“ECONOMIA GLOBALIZADA”

A GLOBALIZAÇÃO UNE AS NAÇÕES E OS MERCADOS!
- A globalização não emancipa o homem – deixa-o submetido aos “modus operandi” dos mercados!(Mª M.Prybicz)
-A globalização é um fenômeno social que ocorre em escala global. Esse processo consiste em uma integração em caráter econômico, social, cultural e político entre diferentes países. É oriunda de evoluções ocorridas, principalmente, nos meios de transportes e nas telecomunicações, fazendo com que o mundo “encurtasse” as distâncias.
- No passado, para a realização de uma viagem entre dois continentes eram necessárias cerca de quatro semanas, hoje esse tempo diminuiu drasticamente. Um fato ocorrido na Europa chegava ao conhecimento dos brasileiros 60 dias depois, hoje a notícia é divulgada quase que em tempo real. - O processo de globalização surgiu para atender ao capitalismo, e principalmente os países desenvolvidos; de modo que os mesmos pudessem buscar novos mercados, tendo em vista que o consumo interno se encontrava saturado.
- A globalização é a fase mais avançada do capitalismo. Com o declínio do socialismo, o sistema capitalista se tornou predominante no mundo. A consolidação do capitalismo iniciou a era da globalização, principalmente, econômica e comercial.
- A integração mundial decorrente do processo de globalização ocorreu em razão de dois fatores: as inovações tecnológicas e o incremento no fluxo comercial mundial.
- As inovações tecnológicas, principalmente nas telecomunicações e na informática, promoveram o processo de globalização. A partir da rede de telecomunicação (telefonia fixa e móvel, internet, televisão, aparelho de fax, entre outros) foi possível a difusão de informações entre as empresas e instituições financeiras, ligando os mercados do mundo.
- O incremento no fluxo comercial mundial tem como principal fator a modernização dos transportes, especialmente o marítimo, pelo qual ocorre grande parte das transações comerciais (importação e exportação). O transporte marítimo possui uma elevada capacidade de carga, que permite também a mundialização das mercadorias, ou seja, um mesmo produto é encontrado em diferentes pontos do planeta.
- O processo de globalização estreitou as relações comerciais entre os países e as empresas. As multinacionais ou transnacionais contribuíram para a efetivação do processo de globalização, tendo em vista que essas empresas desenvolvem atividades em diferentes territórios.
- A formação de blocos econômicos – concentração acentuada da renda através destes, buscam se fortalecer o mercado que está cada vez mais competitivo. - Realmente é submissão do homem diante do gigantesco avassalador, capitalismo desenfreado!(Mª.M.Prybicz)
Fonte: Freitas, Eduardo de, - Equipe Brasil Escola – Google
Ctba, 25/mar/2010
Prof.ª Mª M. Prybicz





quarta-feira, 24 de março de 2010

“ECONOMIA PETROLÍFERA”

“ECONOMIA PETROLÍFERA - AÇÕES DA PETROBRAS"
- Ao contrário do Ibovespa, as ordens de compra prevaleceram sobre as ações da Petrobras. Petrobras PN (PETR4) subiu 0,75% a R$ 36,09. Ontem a noite, a estatal informou que os testes realizados na área de Tupi comprovaram " altíssima produtividade " dos reservatórios do pré-sal.
- Goés destaca ainda que os resultados financeiros apresentados pela empresa na última sexta-feira (19) foram positivos e o otimismo sobre os papéis foi alimentado por um conference call do presidente da petrolífera, Sérgio Gabrielli, com analistas do mercado.
- Gabrielli afirmou que a capitalização da companhia é essencial para cumprir o projeto de investimentos deste ano.
Fonte:uinstante
Ctba, 24/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

“ECONOMIA DO CAPITAL HUMANO”

"CAPITAL HUMANO E/OU CAPITAL SOCIAL"
- Somos simplesmente, seres físicos, que transportam a alma e/ou espírito!
- Fundamentalmente e importantíssimo que mais entidades públicas e/ou privadas do nosso país, tivessem suas ações e decisões voltadas também para a equidade de gênero – nós as mulheres agradecemos os feitos!
Selo Pró-Equidade de Gênero
- A Petros participará, entre os dias 16 e 18 de março, da 1ª Oficina Técnico-Pedagógica da 3ª Edição do Programa Pró-Equidade de Gênero da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, do Governo Federal. A oficina acontece em Brasília e tem como objetivo socializar as experiências na promoção da equidade de gênero entre as organizações participantes do Programa, assim como, avaliar os Planos de Ação de cada uma delas para a concessão do Selo Pró-Equidade de Gênero. A Petros participou da 2ª edição do Programa, quando o Governo estendeu a adesão às empresas privadas, recebendo a premiação correspondente em março de 2009. A manutenção do Selo nesta 3ª edição confirma o compromisso da Petros com ações de Responsabilidade Social voltadas para a equidade de gênero no ambiente de trabalho.Em, (15/03/2010).
Fonte: PETROS – Sistema Petrobras
Ctba, 24/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 23 de março de 2010

“ECONOMIA PORTUÁRIA”

INVESTIMENTO - VERBA PARA NOVO TERMINAL PORTUÁRIO, VEM DO PAC
- Iniciativas como estas - não precisaria demorar tanto, principalmente aqui em nosso Estado. Que absurdo para nossa economia – passageiro ter que desembarcar em outros portos, para daí transportar-se para a nossa Capital! Inconcebível.(Mª.M.Prybicz).
- A construção do Terminal de Passageiros no Porto de Paranaguá está garantida pelos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O investimento será de R$ 38 milhões, de acordo com o diretor da Appa, Luiz Alberto César. As obras, que permitirão tanto a recepção quanto o embarque de passageiros, darão novo fôlego ao turismo da região. As autoridades locais, porém, reclamam que é preciso investir mais na infraestrutura das cidades litorâneas. “Precisamos cutucar as autoridades federais para que nos dêem mais suporte e financiamento, além da bancada paranaense no Congresso e empresários. E precisamos de um Plano Diretor eficiente, que deixe as cidades atraentes”, opina César
- O diretor do Conselho de Comércio Exterior da Associação Comercial do Paraná (ACP), Sinval Lobato Machado, concorda. “O governo precisa permitir que a iniciativa privada ajude o porto a se modernizar, além de investir mais.
- E o empresariado precisa ter mais iniciativa. Veja um exemplo: a agência de viagens que cuidou da visita dos turistas nem é paranaense. É de Santa Catarina”, critica.
Ctba, 23/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

quarta-feira, 17 de março de 2010

“ECONOMIA ROBÓTICA”

“A ERA ROBÓTICA TRANSFERIDA PARA O SER HUMANO”
“A escola profissional não deve se tornar uma incubadora de pequenos monstros, (meros robôs – todos precisam humanizar-se, diante de que os valores que estão invertidos com relação à essência humana transcendental – não chegaremos à conclusão prática na essência exigindo dos homens e/ou mulheres no sentido genérico, mais e mais horário de trabalho dedicado à produção contínua alienável, fazendo do operário um simples robô-mecânico sem emoções, transformando-o em máquina propriamente dita, isento de emoções, tirando-lhe todo humanismo inerente, conseqüência das atuais aberrações que diariamente nos deparamos em nossa sociedade – como falta de ética e caráter nas ações cotidianas e simples da vida em comum – deveremos entender que necessitamos do bem-estar comum da sociedade em suas relações homem versus mulher; pais versus filhos; mães versus filhos e irmãos versus irmãos dentro e fora da família no sentido amplo da nossa sociedade capitalista e/ou socialista tanto faz, desde que não percamos a qualidade da evolução humana conseguida com grandes esforços até aqui, não armando nossos corações para guerras internas e externas entre todos os humanos, não extraindo o bom senso, com excesso de obrigações e trabalho produtivo, tambem os princípios da boa convivência social civilizatória em tempos modernos – notadamente no que diz respeito à falta de lazer e ócio criativo – precisamos ser livres antes de tudo para pensarmos e sermos: criativos – inovadores - construtores das boas relações humanas acima de tudo, dentro e fora da Escola Profissionalizante, e escola não precisa ser àquela que castra e corta os sentimentos humanos – revoltantes ao ver dos nossos alunos).(Mª M.Prybicz), aridamente instruídos para um ofício, sem idéias gerais, sem cultura geral, sem alma, mas só com o olho certeiro e a mão firme. Mesmo através da cultura profissional é possível fazer com que surja da criança o homem, contanto que se trate de cultura educativa e não só informática, ou não só prática manual.”
“... para os industriais mesquinhamente burgueses, pode ser mais útil ter operários máquinas em vez de operários-homens. Mas o sacrifício a que o conjunto da coletividade se sujeita voluntariamente, com o objetivo de melhorar a si mesma e fazer brotar do seu seio os melhores e mais perfeitos homens, que a elevem ainda mais, devem espalhar-se positivamente pelo conjunto da coletividade não limitar-se apenas a uma categoria ou a uma classe.
- É um problema de direito e de força. “E o proletariado deve estar atento para não sofrer um novo abuso, além dos tantos que já sofre.”
- A educação, a cultura, a ampla organização do saber e da experiência significam a independência das massas em face dos intelectuais. A fase mais inteligente da luta contra o despotismo dos intelectuais de profissão e contra as competências por direito divino está constituída precisamente pelo empenho do sentido de intensificar a cultura, de aprofundar a consciência. E esse empenho não pode ser adiado para amanhã, para quando formos politicamente livres. Esse empenho é ele mesmo liberdade, estímulo para a ação. A consciência do próprio despreparo, o temor de fracassar diante do desafio da reconstrução, não será o mais férreo dos entraves à ação?”
- Antes de tudo é preciso considerar o fato de que nem o trabalho nem os conhecimentos constituem fins em si mesmos. Não se trata somente nem da ciência em si mesma, nem do trabalho em si mesmo, mas de algo mais geral, de exterior à ciência e ao trabalho, de algo que define claramente o lugar da ciência e do trabalho no sistema geral da educação.
(...) O principal é que o trabalho e os conhecimentos científicos tenham o mesmo objetivo, que a prática seja generalizada e sistematizada pela teoria, que a prática, afinal de contas, se baseie em leis teóricas.
(...) Não estabelecermos a relação necessária entre o trabalho e a ciência perdendo-nos nas sutilezas a respeito do ensino manual, ou considerando em si mesmas as condições teóricas dos trabalhos práticos. “Esta relação é a síntese natural entre a teoria e a prática: esta síntese é, de fato, facilmente acessível à inteligência das crianças, devendo-se basear em trabalhos que tenham uma precisa razão de ser e um claro caráter de utilidade social.”
“O objetivo fundamental da escola é, portanto, estudar a realidade atual, penetrá-la, viver nela. Isto não quer dizer, certamente, que a escola deva estudar as ruínas do passado: não, deve estudá-las e assim será feito, mas com a compreensão de que são apenas ruínas do passado e de que seu estudo deve ser iluminado à luz da realidade atual no sentido já indicado acima, à luz da luta travada contra o passado e da transformação da vida que deve levar à sua liquidação.
- Não basta estudar a realidade atual; o leitor dirá que toda e qualquer escola faz isto: a escola deve educar as crianças de acordo com as concepções, o espírito da realidade atual; esta deve invadir a escola, mas invadi-a de uma forma organizada; a escola deve viver no seio da realidade atual, adaptando-se a ela e reorganizando-a ativamente – isto nos permite formular certas deduções a respeito do caráter do ensino compreendido como um estudo da realidade atual”.
“Não é a aquisição de capacidades de direção, não é a tendência a formar homens superiores que dá a marca social de um tipo de escola. A marca social é dada pelo fato de que cada grupo social tem um tipo de escola próprio, destinado a perpetuar nestes estratos uma determinada função tradicional, dirigente ou instrumental. Se quer destruir esta trama, portanto, deve-se não multiplicar e hierarquizar os tipos de escola profissional, mas criar um tipo único de escola preparatória (primário-média) que conduza o jovem até os umbrais da escolha profissional, formando-o, durante este meio tempo, como pessoa capaz de pensar, de estudar, de dirigir ou de controlar quem dirige.”
Fonte: (GRAMSCI, A. Homens ou máquinas? Escritos Políticos, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004. p. 76)
(PISTRAK, M. Fundamentos da Escola do Trabalho. São Paulo: Expressão Popular, 2000. p. 114 – 115).
Ctba, 17/mar/2010
Professora Maria Madalena Prybicz









segunda-feira, 15 de março de 2010

“ECONOMIA E O CUSTO BRASIL”

"CUSTO BRASIL”

- O Custo Brasil é a expressão da omissão do governo e dos legisladores, que adiam reformas, ampliam ao invés de reduzir a carga tributária e são indiferentes às aberrações da burocracia. - Para desfrutar da recuperação da economia e continuar almejando posição mais privilegiada no contexto mundial, o país não pode desdenhar as conclusões incontestáveis de estudos como o realizado pela Abimaq.
- É incompreensível que, num momento em que as empresas vêm se destacando pelo dinamismo, o setor público e os legislativos, em todos os níveis, continuem em descompasso com empreendedores que investem em gestão, na qualidade de seus produtos e na complexa prospecção de novos mercados, para enfrentar competidores cada vez mais fortes.
- Principalmente quando sabemos que a China está chegando muito forte no mercado, em relação ao que diz respeito aos manufaturados (baixo e alto valor agregado), tirando todos competidores da reta – eliminando-os inexoravelmente – somente nos restando a América Latina para vendermos a nossas manufaturas – o mercado se restringe e/ou fecha, em vez de ser ao contrário: abrir para nossas exportações – não há como competir com tamanha desigualdade de condições. E se por uma razão ou outra os nossos vizinhos forem mal com suas economias, então, aí é imprescindível a atuação dos nossos líderes na execução de medidas econômicas e até políticas a fim de ampliar os mercados para outras regiões, evitando maiores dissabores no país.(Mª M.Prybiz).
Fonte: Zero Hora, Porto Alegre, RS - 09 03 2010
Ctba, 15/mar/10
Prof.ª Mª M.Prybicz

domingo, 14 de março de 2010

“ECONOMIA E ESTRATÉGIA FINANCEIRA“

BOLSA EM NOVA YORK,  QUER MAIS EMPRESAS BRASILEIRAS
- Excedentes financeiros impulsionam mais investimentos estrangeiros nas empresas brasileiras, conseqüência essa que leva ao surgimento de mais empresas abrindo seu capital e lançando à venda ações no mercado - oportunidade que não deve ser perdida! (Mª M. Prybicz)
- A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), a maior do mundo, tem concentrado esforços para atrair empresas brasileiras. Em menos de um ano, esta é a terceira vez que o vice-presidente da NYSE, Scott Cutler, vem ao Brasil para estreitar os laços com executivos, banqueiros, advogados e consultorias nacionais. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele diz estar mais confiante em relação à economia brasileira do que com a situação norte-americana para 2010. “Estou otimista com o Brasil e neutro com os EUA em termos de respostas à crise.”
- As visitas ao País são parte de uma estratégia de longo prazo da bolsa norte-americana, já que o mercado brasileiro tornou-se uma vedete aos olhos dos investidores internacionais. “Para os próximos dez ou 20 anos, enxergamos oportunidades de promover o acesso das empresas brasileiras ao mercado de capital norte-americano.”
- No ranking de países com o maior número de companhias listadas na NYSE, o Brasil está em terceiro lugar, atrás do Canadá, em primeiro, e da China. Mas as 28 companhias nacionais que negociam ações no mercado dos EUA movimentam mais do que as canadenses e do que as chinesas.
QUANTIA MÉDIA
- A quantia média diária de negociações das empresas brasileiras na NYSE é equivalente ao valor total movimentado diariamente por todas as companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). No ano passado, as empresas brasileiras capitalizaram cerca de US$ 830 bilhões no mercado norte-americano, entre elas o banco Santander, que fez uma oferta inicial de ações (IPO) simultânea no Brasil e nos EUA.
- A investida da NYSE no Brasil ocorre num momento em que as entidades financeiras e a Bovespa fazem planos de tornar São Paulo um centro financeiro na América Latina, como já são Nova York, Hong Kong e Londres. Mesmo assim, diplomático, Cutler diz não considerar a bolsa brasileira uma concorrente. “É uma parceria complementar”, diz.
Fonte: GP On Line
Ctba, 14/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

sábado, 13 de março de 2010

"ECONOMIA EDUCAÇÃO E TRABALHO"

"ANTES DE TUDO PRECISAMOS SER LIVRES"
- “ A educação, a cultura, a ampla organização do saber e da experiência significam a independência das massas em face dos intelectuais. A fase mais inteligente da luta contra o despotismo dos intelectuais de profissão e contra as competências por direito divino está constituída precisamente pelo empenho do sentido de intensificar a cultura, de aprofundar a consciência - humanizar. E esse empenho não pode ser adiado para amanhã, para quando formos politicamente livres. Esse empenho é ele mesmo liberdade, estímulo para a ação. A consciência do próprio despreparo, o temor de fracassar diante do desafio da reconstrução, não será o mais férreo dos entraves à ação?”
- “ Antes de tudo é preciso considerar o fato de que nem o trabalho nem os conhecimentos constituem fins em si mesmos. Não se trata somente nem da ciência em si mesma, nem do trabalho em si mesmo, mas de algo mais geral, de exterior à ciência e ao trabalho, de algo que define claramente o lugar da ciência e do trabalho no sistema geral da educação.

Fonte: (GRAMSCI, A. Antes de tudo, precisamos ser livres. Escritos Políticos, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004. p. 212)
Ctba, 13/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 12 de março de 2010

“ECONOMIA EMPRESARIAL”

EMPRESA MELHOR ADMINISTRADA - RECURSO NACIONAL
-A Petrobras foi a vencedora, pelo segundo ano consecutivo, do ranking de Empresa Mais Bem Gerenciada da América Latina, realizado pela revista Euromoney, de Londres. A Companhia também foi reconhecida a melhor nas categorias Website Mais Útil e Informativo e Empresa Mais Bem Gerenciada do Setor de Petróleo e Gás. A revista Euromoney cobre mercados de capitais internacionais há mais de 40 anos e é uma das principais publicações do setor. - Mercedora!
- Publicado na edição de março de 2010 da revista, o ranking anual das Empresas Mais Bem Gerenciadas da América Latina é um dos reconhecimentos de maior destaque dados pela publicação para empresas do continente. A pesquisa premia as companhias com as mais convincentes e coerentes estratégias de negócios por região, país e indústria, e destaca aquelas que demonstram boas práticas de governança corporativa.
- Para realizar o estudo, a Euromoney ouviu analistas de mercado de grandes bancos, empresas de consultoria e institutos de pesquisa que concentram suas atividades na América Latina, considerando fatores como força de mercado, lucratividade, potencial de crescimento, qualidade de gestão e lucros. Segundo a publicação, as crises financeiras globais e regionais deram aos executivos de empresas latino-americanas evidências mais fortes dos benefícios trazidos pela boa governança corporativa.
Fonte: Petrobras – Fatos e Dados.
Ctba, 11/mar/10
Prof.ª Mª M.Prybicz

quinta-feira, 11 de março de 2010

“ECONOMIA NAS CIDADES”

AS CIDADES SOBRESAEM-SE
- As prefeituras das grandes cidades tomaram grandes proporções, poderia criar-se “mini-prefeituras”, a fim de atender melhor o cidadão no mais longínquo rincão onde o mesmo vive e trabalha – evitando-se grandes locomoções para que sua reivindicação seja atendida!(Mª M. Prybicz).
- São as cidades que têm o poder de mudar o mundo – mudar as políticas econômicas em seu benefício. E por isso elas precisam ganhar mais poder (++ recursos financeiros) do que têm hoje. Essa é a conclusão dos especialistas que participaram da primeira mesa de debates promovida pela Conferência Internacional das Cidades Inovadoras, iniciada ontem em Curitiba. O debate, que reuniu especialistas de três países, abordou o reflorescimento das cidades e o papel delas como protagonistas das transformações globais.
- Segundo o escritor e especialista em redes sociais Augusto de Franco, a tendência é que as cidades “roubem” poder dos governos nacionais. Isso acontecerá depois que elas criarem uma sociedade em rede de múltiplas comunidades. E a responsabilidade por essa revolução quase invisível, segundo ele, é a internet.
- Qualidade de vida - Para a norte-americana expert em urbanismo Carol Coletta, presidente da entidade CEOs For Cities – rede de líderes urbanos dedicada à criação de uma nova geração de cidades –, “a população em geral não está interessada em inovação. Está interessada em viver melhor. A inovação, por sua vez, está a serviço da qualidade de vida”. – “Qualidade de vida no sentido mais humano da palavra – cujos valores estão invertidos”
- Uma das análises lançadas pelo CEO for Cities e que já tem sido colocada em prática por algumas cidades norte-americanas, entre elas Chicago, é o Dividendos das Cidades, que estima um ganho total de US$166 bilhões por ano se todas as regiões metropolitanas dos Estados Unidos se engajarem a realizar três metas: aumentar em 1% por ano a presença de seus habitantes nas universidades; diminuir em 1% ao ano o número de pessoas na faixa de pobreza; e diminuir em uma milha (1,6 quilômetro) por dia o deslocamento de cada carro.
- A exemplo de Londres, na Inglaterra, é um dos principais exemplos do movimento de reflorescimento das cidades, segundo seu vice-prefeito, Richard Barnes. “Pensou-se que Londres estaria morrendo, pois enfrentava uma grave crise econômica e, consequentemente, altos índices de desemprego e criminalidade. Hoje, contamos com uma economia maior que a de países como Irlanda e Portugal”, diz.
- Um dos segredos do sucesso da capital inglesa está na sua diversidade. Londres é composta por cerca de 50 comunidades étnicas diferentes e a sua população fala mais de 320 línguas diferentes. De cada 5 profissionais empregados na cidade, 2 nasceram em outros países.
- O diálogo e a troca de experiências foi fundamental para incorporar realidades tão diferentes em um único lugar. Para que todos possam ser ouvidos e atendidos, a cidade é dividida em 32 distritos onde vivem cerca de 250 mil pessoas. Esses distritos contam com administrações locais responsáveis por prestar serviços à população. “O prefeito é uma espécie de embaixador”, explica Barnes.
Fonte: GP On Line
Ctba,11/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





quarta-feira, 10 de março de 2010

“ECONOMIA NA INTERNET - BANDA LARGA”

TELEBRÁS É CONDICIONADA A GERIR O PLANO (REATIVAÇÃO) - DIZ MINISTRO
- Somente a direção da Telebrás não pode esquecer os antigos credores – os quais são os acionistas, por exemplo, da TELEPAR privatizada!(Mª M. Prybicz). 
- O assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, que coordena o grupo responsável pela elaboração do plano de expansão da internet rápida, também afirmou que os "estudos mais aprofundados dizem que o melhor é a Telebrás"
- O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, reforçou nesta terça-feira (9) a tese defendida no governo de que a Telebrás é a empresa mais indicada para ser a gestora do Plano Nacional de Banda Larga e para administrar as redes de fibras óticas das estatais de energia e da Petrobras.
- "O mais fácil e o melhor (caminho) é a Telebrás", afirmou o ministro, durante a audiência pública no Senado. Em entrevista depois do debate, Martins explicou que este assunto ainda não está definido no governo. "O que está certo é que o governo vai pegar suas fibras óticas, parte das quais ganhou direito ao uso na Justiça, e vai utilizar isso como fator de regulação e competição", acrescentou.
- O assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, que coordena o grupo responsável pela elaboração do plano de expansão da internet rápida, também afirmou que os "estudos mais aprofundados dizem que o melhor é a Telebrás". Alvarez voltou a dizer que o governo não tem interesse de prestar serviços da banda larga ao consumidor final, mas tem a obrigação de levar a internet rápida a locais onde às grandes empresas não atuam. "Não pretendemos substituir o mercado, mas não podemos dizer que nunca iremos aonde o mercado não quiser ir. Temos a obrigação de garantir esse serviço a todo e qualquer cidadão brasileiro", afirmou Alvarez na mesma audiência.
Fonte: GP On Line
Ctba, 10/mar/2010
Prof.ª Mª M. Prybicz

"ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

“ÁREAS CHAVES - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL”

* Sociedade
- A compreensão das instituições sociais e seu papel na mudança e no desenvolvimento, bem como sistemas democráticos e participativos que dão oportunidade de expressão de opiniões, a seleção de governos, a formação de consensos e a resolução de diferenças.
* Meio ambiente
- A consciência de recursos e da fragilidade do físico e os efeitos causados pelas atividades e decisões humanas, com o compromisso de incluir preocupações ambientais no desenvolvimento de políticas econômicas e sociais.
* Economia
- A sensibilidade aos limites potenciais do crescimento econômico e seu impacto na sociedade e no meio ambiente, com o compromisso de avaliar níveis de consumo individuais e da sociedade com um todo, no contexto das outras esferas do desenvolvimento sustentável (para que com as ações não se destrua o meio ambiente onde existe a aldeia produtiva) e consequentemente todo meio ambiente e sociedade (para que não ocorra o “efeito dominó” – destruindo-se uma por uma até o desaparecimento – como ocorre e/ou ocorreu com a flora e a fauna extinta), aliás, diga-se de passagem, somos parte da fauna!(Mª M.Prybicz).
Fonte:Loures, Rodrigo C. da Rocha – Educar e Inovar sob uma nova consciência – Editora Gente – 2009.
Ctba, 10/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

ECONOMIA PETROLÍFERA"

AÇÕES EM ALTA DA PETROBRAS - VOLUME IMPRESSIONANTE

- Após anunciar investimentos em produção, exploração e abastecimento no total de R$ 79 bilhões para 2010, as ações preferenciais da Petrobras tiveram uma alta impressionante ontem de 2,24%. Mais interessante ainda foi o volume total negociado atingindo quase R$ 2,5 bilhões no dia. Para comparação esse volume foi superior a 50% do volume de todas as negociações das ações do índice Ibovespa no pregão do início desta semana. Agora os investidores aguardam os últimos resultados de 2009, que tiveram a data de divulgação prorrogada e ainda não foi definida pela empresa para apresentação.
- O Brasil  com sua Petrobras vai muito além da Economia!
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 10/mar/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 9 de março de 2010

“ECONOMIA DAS AMÉRICAS - SUL, CENTRAL E NORTE”

"A DILAPIDAÇÃO E/OU ESPÓLIO DAS AMÉRICAS" 
REPASSANDO.

DISCURSO DO EMBAIXADOR MEXICANO
• Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.
• A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, MERCOSUL e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exacto.
• "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
- Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

• Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

• Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

• Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indenização por perdas e danos.
• Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
• Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.
• Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
• Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.
• No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
• Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
• Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluímos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
• Muito peso em ouro e prata... quanto pesaria se calculados em sangue?
• Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
• Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."
- Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
Saudações Socialistas
Mauri Chaves
41 8438 50 97
"COMPLEMENTANDO O DISCURSO"
- Importante a sua contribuição com relação à divulgação deste "Discurso" que entendendo um pouco de Direito Internacional, chego a conclusão que ele está com toda razão, como que ninguem pensou nisso antes! Glória a Deus que este "índio" não pejorativamente como eles o tratam, fará revolucionar toda economia europeia! Que Deus o abençôe!
- E o que dizer do Brasil então, quanto ouro e prata foram construir seus palácios europeus, toda madeira que foi tirada daqui para seus móveis e imóveis - madeiras nobres que hoje estão extintas devido a esses saques do passado.
- Espero que o Brasil se una a esse discurso eloquente e apoie no sentido de que se resgate a dívida nem que seja sem juros! Por favor vamos apoiar sim!
Cordiais saundações capitalista e/ou socialistas!
Ctba, 09/mar/2010
Maria Madalena Prybicz
Economista e Professora.

sexta-feira, 5 de março de 2010

“ECONOMIA E MERCADOS”

MERCADOS VOLÁTEIS
- Em um dia de volatilidade as bolsas brasileiras e norte-americanas fecharam em alta. No Brasil a leve apreciação se deveu principalmente a valorização das blue chips como Vale, Petrobras e Usiminas. Nos EUA o índice Dow Jones teve alta de 0,46%. Na Europa os investidores amargaram prejuízos na sessão. O Banco Central Europeu irá gradativamente retirar o auxílio emergencial às instituições do país. A situação da Grécia também não ajudou, com a indefinição sobre a situação do país no bloco europeu. A União Européia tem feito pressão para que o país resolva sozinho seu problema, com a redução do déficit fiscal, enquanto o governo grego ameaça solicitar um empréstimo ao FMI.
- Acrescentando o nosso problema, com relação à Telebrás,(investimento na banda larga/Internet), com suas ações valorizadas, cujos acionistas antigos e os seus direitos reativados de antes da privatização! (Mª M. Prybicz).
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 05/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 2 de março de 2010

“A ECONOMIA E ADAM SMTH”

OS PRINCÍPIOS SIMPLES DA ECONOMIA, SEGUNDO ADAM SMITH - O PAI DA ECONOMIA
- Sem dúvida alguma A riqueza das nações é um livro que mudou o mundo. Para isso, contudo, levou tempo. Passados 231 anos de sua publicação original, as verdades práticas de Adam Smith mal começam a ser completamente assimiladas. E, onde elas são mais importantes — conselhos da União Européia, Organização Mundial do Comércio, Fundo Monetário Internacional, Parlamento britânico e Congresso norte-americano —, muitas vezes as lições de Adam Smith acabam por se perder ou por serem compreendidas. OS PRINCÍPIOS SIMPLES DE ADAM SMITH. Smith iluminou todo o mistério da economia com apenas um lampejo: “O consumo é o objetivo e o desígnio único de qual quer produção.”- Não há mistério nisso. Ele só tirou a meta da física. A economia é nosso meio de vida, nada mais. A riqueza das nações discute três princípios básicos, e, por meio do simples pensamento e de numerosos exemplos, fornece sua prova. Normalmente, nem os intelectuais encontram dificuldades para compreender as idéias de Smith. O progresso econômico depende deste trio de prerrogativas individuais: a busca do interesse próprio, a divisão do trabalho (há divisão de trabalho desde que a humanidade existe) e a liberdade de comércio.
- A atuação de indivíduos que, movidos apenas pelo seu próprio interesse (self-interest), promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica.
- Naquele verdadeiro canil que era a existência antiga e medieval, o ascetismo nos fazia sentir menos semelhantes aos cachorros.
- Existe analogia como que vivemos hoje?
- Muitos livros mudaram os pensamentos da humanidade, o livro de Smith foi um deles! (Mª M. Prybicz).
Fonte: Diversas e Smith, Adam, A Riqueza das Nações. Editora Zahar – Rio de Janeiro.
Ctba, 02/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

segunda-feira, 1 de março de 2010

“ECONOMIA PARTICIPATIVA”

FALANDO FRANCAMENTE SOBRE TEXTOS
- Normalmente sempre que procuro escrever um texto qualquer, acho que todos já observaram que os mesmos mesclam em a iniciativa privada e a pública, tentando analisar de forma equilibrada os momentos políticos econômicos do nosso país. E tentando ajudar na solução de alguns problemas apontando-os. Posso até não ajudar muito, mas faço lembrá-los que precisam urgentemente de soluções.
- Sempre com a intenção de melhorar, no fundo o social tão carente de medidas sócio-econômicas e políticas de desenvolvimento de determinadas regiões, as quais, não apenas paliativas como vem acontecendo nos últimos tempos, segundo as minhas observações.
- Adoro o meu país e se cada um fizesse um pouco mais, todos estariam em melhores condições ambientais, sócio-econômicas e políticas.
- Às vezes uma provocação é benéfica!
- Em 1763,(Adam Smith)  - o pai da Economia - durante viagem à França e à Suíça, entra em contato com os fisiocratas. Volta para a Escócia e publica sua principal obra, Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações. Nela, define os pré-requisitos para o “liberalismo Econômico” e a prosperidade das nações, como o combate aos monopólios, públicos ou privados; a não-intervenção do Estado na economia e sua limitação às funções públicas de manutenção da ordem, da propriedade privada e da justiça; a liberdade na negociação do contrato de trabalho entre patrões e empregados; e o livre comércio entre os povos
Ctba, 01/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.