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quarta-feira, 10 de maio de 2017

REDISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL, CONTROLANDO A DESIGUALDADE!

O sonho de todos os pais é que os filhos tenham uma vida melhor do que a deles. Essa ideia de superação é também a base fundamental: se alguém o busca e trabalha duro, acabará triunfando. No entanto, os dados revelam agora que desde os anos sessenta do século passado é cada vez menor o número de trabalhadores do Brasil e do mundo que acaba ganhando mais que seus pais. Os autores do estudo afirmam que somente uma redistribuição da riqueza poderia fazer reviver o american dream, sonho este que influencia outras nações, como o Brasil.

Os economistas chamam isso de absolute income mobility (algo como mobilidade absoluta por meio da renda) e se referem assim à proporção de filhos que acabam ganhando mais que os pais na mesma idade deles. É uma das formas mais confiáveis de medir a mobilidade social para cima e o quanto é real a igualdade de oportunidades. Embora faça parte da identidade e da crença da sociedade norte-americana, poucas vezes houve ocasião de medir quanto há de verdade e de mito nisso. É o que fez agora um grupo de sociólogos e economistas de três das universidades mais prestigiadas dos EUA: Harvard, Berkeley e Stanford.

"O que vemos é que por volta de 90% das crianças nascidas nos EUA em meados do século passado acabaram ganhando mais do que os pais, o que acreditamos seja um elemento importante do sonho americano”, diz o sociólogo da Universidade Harvard e coautor do estudo Robert Manduca. No entanto, este porcentual diminuiu a cerca de apenas 50% entre os nascidos mais recentemente”, acrescenta este pesquisador especializado em renda.

"Houve duas grandes mudanças na economia nos últimos 40 anos que provavelmente influenciaram nesse declínio”, comenta Manduca. “Primeiro, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mais lento do que vinha sendo, o que significa que o bolo da economia não cresce tão rápido como antes. Segundo, há muito mais desigualdade na renda do que havia em meados do século XX, o que significa que os ricos levam para casa uma parte muito maior da renda total do que antes”, explica.

Para confirmar seus argumentos, os pesquisadores simularam o que teria acontecido com os nascidos em 1980 em dois cenários: por um lado, em um entorno econômico dinâmico, com um crescimento do PIB anual de 2,5% desde então. De outro, uma simulação com o crescimento real do PIB (1,5% anualizado nas três últimas décadas), mas com o bolo distribuído como estava em 1940. Sua conclusão é que seria preciso haver um aumento do PIB de 6,4% ao ano para chegar a 80% de filhos que ganhassem mais que seus pais. Mas se a riqueza nacional fosse repartida na mesma proporção em que estava nos anos quarenta, mesmo com o ritmo de crescimento do PIB atual o número de filhos que ganhariam mais que os pais se aproximaria de 90%.

Fonte:El País
Ctba, 10/mai/17
Maria Prybicz

terça-feira, 2 de maio de 2017

PASSANDO FERIADOS NA PRAIA PARA EVITAR O FRIO DE CURITIBA!

É, analisando todo o acontecido e o nervosismo que passei com R... custou um pouco mais de stress...

Ele fala que é como amigo que me considera!

Aceito, porque espero que passe esse amor que às vezes acho que não combina comigo!

Pois bem, veremos com o tempo o que pode acontecer!

Tenho vontade de romper tudo, inclusive a amizade!

Ctba, 02/mai/17

Maria Prybicz

quarta-feira, 26 de abril de 2017

ECONOMIA EM DISCUSSÃO E INTEGRAÇÃO COM EMPRESAS DE CONTEÚDO LOCAL!

Isto nos leva a uma digressão teórica, recolhendo ensinamentos de um dos mais lúcidos e criativos  estudiosos do Brasil, o economista maranhense Ignácio Rangel, que no artigo "A conceituação de empresa nacional" (FSP 23/04/1988) nos explica que o caráter nacional de uma empresa não é definido pela "cidadania dos seus proprietários", mas sim, verificando-se se em que "medida a empresa integra a economia nacional, por trás e para diante, isto é, através dos seus insumos e dos seus produtos". 

Com sua admirável acuidade, das mais fecundas do Brasil, Ignácio Rangel observa que "é essencialmente a moeda que marca os limites da economia nacional", por isso que, "em primeiro lugar, trata-se de saber em que moeda a empresa incorre em seus custos e aufere sua receita", terminando por asseverar que "pode haver, assim, empresas pertencentes a brasileiros que não sejam empresas nacionais; e empresas pertencentes a estrangeiros que de tal modo se integrem em nosso universo econômico nacional que não se justifique trata-Ias senão como empresas nacionais". E Ignácio Rangel era marxista.

Observa-se que nem todos pensam em aderir com os conteúdos locais! Em benefícios das nossas indústrias se faz muito necessário!

Na audiência referida, viu-se isto: algumas empresas, de capital originalmente  estrangeiro, batalhando pelo conteúdo local, para favorecer a indústria nacional; e a nossa Petrobras, no contexto da nova política em vigor, liderando a corrente contrária.  

Mas, as dificuldades na aplicação da política de conteúdo local (PCL) não são de agora. Em 2014, a Petrobras foi responsável por 42% das multas por não cumpri-la. Dificilmente pode-se  desenvolver um setor chave da economia, constrangendo permanentemente as grandes empresas da área, as petroleiras, a Petrobras em primeiro lugar. Há que se encontrar um meio de integrá-las no empreendimento.

Observadas as condições de conteúdo local, muitas empresas serão beneficiadas e muito empregos aqui no Brasil serão gerados!

Fonte:JB

Ctba,26/abr/17
Maria Prybicz

quarta-feira, 12 de abril de 2017

ENGANANDO O CÉREBRO!

É, quis enganar o meu cérebro e não deu certo!

Coisa boa não se substitui com coisa similar, por mais, que meu cérebro tente, e eu faça uma força maior que posso, o cérebro não aceita a substituição!

Portanto, partimos novamente da estaca zero, um novo recomeço, coisa que talvez aceitemos novo relacionamento!

Bye, bye, R...

Ctba, 12/abr/17 

terça-feira, 28 de março de 2017

Ah! Viagem a Matinhos e Guaratuba!

Foi boa, encontramos pessoas legais, solidárias e hospitaleiras!

O baile que fomos tinha de um tudo! Se bem que, o poder aquisitivo era do médio para alto! A música muito boa, vanerão e outras!

A volta foi tranquila apesar de alguma discussões com Roberto! Ele tem um gênio muito forte, foi treinado como sargento e isto não dele de jeito nenhum! Agora, eu como uma profissão interfere nos relacionamentos, "puxa vida"!

É, ele é amável quando quer, ou seja, quando está bem de saúde como ele mesmo diz! Paciência, paciência que teremos que ter (infinita).

Ctba, 28/mar/16

Maria Prybicz






quinta-feira, 23 de março de 2017

ECONOMIA E BRASIL EM XEQUE! LAMENTAVELMENTE!


Lamentável o que ocorre com a nossa economia! Alguns irresponsáveis, bem como, o congresso, os políticos, os senhores congressistas em geral para num "piscar de olhos" fazer estragos deste tamanho, já que não mediram o extensão das palavras! 

As palavras tem força, que ingênuos esses da Polícia Federal em pensar que não haveria consequência, ou se foi de caso pensado que para estragar ainda mais os problemas que já são muitos na economia e na política como um todo! Pasmem senhores, os estragos que fizeram, irremediavelmente sem recuperação em curto espaço de tempo!    

Todas essas ações têm nome. E o nome disso é política. É o que fazem os procuradores quando dão coletivas em off; é o que faz Moro quando apela diretamente à população; é o que faz a Polícia Federal quando, com impressionante irresponsabilidade, desfaçatez, ligeireza, falta de elementos e estupidez técnica, demoniza a carne brasileira, cuja excelência é reconhecida mundo afora.
Todos querem fazer história
Há uma evidente sede de protagonismo dessas forças. Não se contentam com o seu papel institucional, que, obviamente, pode, sim, dar conta do recado, combater a corrupção, prender os corruptos. A propósito: a única força no Brasil que hoje promove a impunidade é a Lava Jato, dadas as penas ridículas que aplicam aos delatores. Notórios bandidos estão sendo, de fato, literalmente premiados. Os abusos sem contenção nem punição da Lava Jato conduzem a outros tantos.
Não senhores! O espetáculo grotesco da Polícia Federal na sexta não surgiu do nada. Sob o pretexto de combater bandidos, só pode fazer aquela patuscada quem aposta na impunidade. A mesma impunidade que protege os procuradores-vazadores. Todos esses entes, incluindo setores do Judiciário, estão convencidos de que o país não precisa de políticos e da política.
Querem saber? Entreguemos o Brasil aos porras-loucas do MPF, da PF e do Judiciário, e, em dez anos, seremos um Haiti de dimensões continentais. (Reinaldo de Azevedo).
Ctba, 23/mar/17
Maria Prybicz

terça-feira, 21 de março de 2017

Morara na praia!

Considerando que o clima é melhor, ou seja, menos frio, poderia morar em Guaratuba por um tempo!

Desde que tenha internet para poder se comunicar com os todos amigos e amigas, inclusive os parentes: irmã e irmão; filho e nora!

Gostaria de pegar outros ares, fazer novas amizades!

Espero que dê certo com o Roberto, my friend!

Ctba, 21/mar/17

Maria Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.