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domingo, 22 de abril de 2018

REVOLUÇÃO DIGITAL QUE VIVEMOS!
A internet revolucionou o nosso "status quo" ou seja, o estado das coisas atuais, são impressionantes no que se refere a revolução antropológica da humanidade. Não temos noção de onde iremos parar! Mas, uma coisa deve ser observada: a desigualdade intensamente acelerada com a indiferença dos governantes em geral, não importando os partidos a que pertencem.
“O crescimento demográfico constante, que ainda está fora de controle, provocou concentrações humanas, tensões sociais, guerras, desigualdades crescentes”, escreve o arqueólogo francês Jean-Paul Demoule, professor emérito da Universidade de Paris I-Sorbonne em seu recente ensaio Les Dix Millénaires Oubliés Qui Ont Fait l’Histoire. Quand On Inventa l’Agriculture, la Guerre et les Chefs (Fayard, 2017) [Os Dez Milênios Esquecidos Que Fizeram a História. Quando Inventamos a Agricultura, a Guerra e os Chefes]. “Acredito que é a única verdadeira revolução na história da humanidade”, explica Demoule por telefone. “A revolução digital que estamos vivendo atualmente não é mais do que uma consequência de longo prazo daquela. Mas, curiosamente, é a menos ensinada na escola. Começamos com as grandes civilizações, como se fossem óbvias, mas é muito importante perguntar por que chegamos até aqui, por que temos governantes, exércitos, burocracia. Acho que no nosso inconsciente não queremos fazer essas perguntas.”
Ctba, 22/abril/18
Maria Prybicz

quinta-feira, 15 de março de 2018

EMPRESA MODERNA!
- Empresa moderna forte é aquela que se distingue das demais pelos seguintes fatores:
- concepção e valores;
- capital humano e desempenho;
- planejamento e seus resultados;
- liderança e lucratividade.
O investimento em inovação fará parte do planejamento das pequenas e médias empresas. “Hoje, as empresas americanas e alemãs estão em um patamar mais avançado, pois se preocupam com processos e produtos inovadores”, explica Dariane Castanheira, professora e consultora do Programa de Capacitação de Empresas em Desenvolvimento (PROCED/FIA).
 Ela acredita que estes negócios continuarão sendo o motor da economia brasileira, contribuindo para o PIB do país. Investir em capacitação empresarial, melhorando a rentabilidade do negócio e planejando mais, vai ajudar a focar em inovação cada vez mais.
1. Clientes mais exigentes
Os níveis de exigência dos próprios clientes e consumidores farão com que o mercado das pequenas e médias empresas evolua ciclicamente e constantemente. “Imagino que estejamos caminhando, embora lenta e tardiamente, para que na próxima década haja um processo de amadurecimento e profissionalização das PMEs”, afirma Maximiliano Tozzini Bavaresco, consultor da SONNE Branding.
Para ele, o acesso à informação e ao conhecimento por parte dos empreendedores que estão adquirindo cultura tanto acadêmica quanto empresarial e o acesso a mercados fornecedores e compradores internacionais que demandam das pequenas os mesmos padrões de controle e garantias das multinacionais são alguns fatores que impulsionarão a evolução dos negócios. “Se o empreendedor não evoluir, a organização não evoluirá”, diz Bavaresco.
Além disso, ele acredita em um ambiente cada vez mais inóspito para o improviso, a informalidade e a falta de planejamento e estruturação.
2. Mais foco no negócio
No futuro, as pequenas e médias empresas se ocuparão mais com seu core business e provavelmente a grande maioria não terá áreas contábil e administrativa, afirma Edison Kalaf, professor de inovação e empreendedorismo da Business School São Paulo (BSP). O professor explica que esse movimento já existe atualmente, mas o custo da terceirização de alguns serviços ainda é alto. Ele prevê que os empreendimentos terão mais acesso à tecnologia e contarão com uma mão de obra mais qualificada também.
3. Planejamento na veia
Inovação, gestão e planejamento serão as palavras da vez, segundo Bruno Caetano, diretor do SEBRAE/SP. “A pequena empresa do futuro está absolutamente conectada com a inovação e será acostumada a fazer planejamento com ciclos mais curtos”, diz.
O planejamento passa a ganhar mais espaço no dia a dia do empresário, com métricas e ferramentas que ajudam a medir o desempenho do negócio. “Ele vai ter comando da gestão, saber o grau de inovação, o que está acontecendo, onde melhorar e onde buscar ajuda, e cada vez mais conectado à internet, que vai ajudar a conquistar mercados maiores”, explica.
4. Mais colaboradores, menos funcionários
A mudança principal, para Marcio Santos Filho, associado da Inseed Investimentos, está nas relações entre empregador e empregados. “O conceito de funcionário não vai mais existir. Vai passar a ser colaborador. Empregado vem, trabalha e vai embora. O colaborador tem um ‘que’ de dono. É tendência os colaboradores se sentirem cada vez mais donos”, diz. Além disso, a mobilidade deve evoluir para cada vez mais gente trabalhar de casa.
Nas últimas décadas as estruturas empresarias foram totalmente modificadas pela globalização da economia e mais ainda pela competitividade entre as organizações, gerando novas relações entre consumidores e empresas. Consequentemente, as empresas modernas não podem mais suportar rígidas estruturas organizacionais com hierarquia e organograma inflexíveis.
Tudo isso fez surgir uma forte mudança no conceito da “chefia”, onde o superior imediato atual se tornou um líder; ou seja, um motivador, um incentivador de ideias, de pessoas e de criatividade. Por outro lado, a fim de poder concorrer em condições de igualdade, a organização atual necessita ser ágil e “enxuta”. Ela terá que contar com o comprometimento dos funcionários, sem acenar com os mitos de outrora como estabilidade no emprego e condições de conforto exagerado.
Dessa forma, os colaboradores têm que ser motivados através de estratégias profissionais, trazendo resultados para a organização e para isso eles têm que estar bem informados em temas como administração e metas da própria empresa.
As organizações brasileiras passaram por três fases distintas, onde a primeira foi superada no início dos anos oitenta com a reestruturação e pesados cortes de funcionários. A segunda – anos 90 – é a “arrumação da casa”, onde a organização motivava os “sobreviventes” ao downsizing, à terceirização e aos cortes gerais.
A terceira fase – que estamos vivenciando – é a do aumento da qualidade de vida no trabalho e para tal o líder deve estar preparada para novas posturas, tais como:
Características Pessoais: o novo Líder deve saber lidar com as pessoas a fim de dar andamento aos projetos e buscar novas soluções a antigos problemas. Ele deverá saber compartilhar suas decisões, buscando o comprometimento de todos os colaboradores. Além disso, o novo Líder deve ser um generalista a fim de dominar o maior leque possível de temas administrativos.
Postura Pessoal: manter-se como parte integrante da sua equipe, conhecendo seu pessoal em profundidade, seu potencial e suas limitações. Deve saber cobrar resultados dentro das metas pré-estabelecidas, tornando-se um patrocinador de ideias e multiplicando conhecimentos.
Seleção de Novos Colaboradores: analisar currículos considerando os resultados obtidos em empresas anteriores.
Informação: saber que vivemos a “era do conhecimento” e quanto mais informado (e culto) ele for, mais ele poderá contribuir para o desenvolvimento da organização. Compartilhar informações com superiores e subordinados.
Qualidade: buscar sempre o que está errado e não quem está errado.
Motivação: saber elogiar e valorizar seus colaboradores a fim de que eles produzam mais e melhor. Acreditar que a permanente reciclagem motiva a equipe e aumenta a produtividade.
Participação: utilizar métodos modernos de avaliação do desempenho, aplicando a administração participativa e incentivando ideias de seus colaboradores.
JULIO CESAR S. SANTOS
Professor, Consultor, Palestrante e Co-Autor do Livro: “Trabalho e Vida Pessoal – 50 Contos Selecionados”. Elaborou o curso de “Gestão Empresarial” e atualmente ministra Palestras e Treinamentos Sobre Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente, Secretariado e Recursos Humanos. Contatos: jcss_sc@click21.com.br (21) 2233-1762 / (21) 9423-9433 / www.profigestao.blogspot.com
Curitiba, 14/mar/18
Maria M. Prybicz
Autonomia em Consultoria, Professora SEED, Trabalhou desde empresa privada a pública, atualmente trabalha em empresa particular- www.partsmix.com.br.
- "O saber evidencia-se pela demonstração do fazer correto".

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

PEQUENO NO BRASIL..., SOMENTE OS BIQUINIS!
E, assim continuamos com nosso imenso País, continental...
O Brasil é um gigante em suas dimensões geográficas. Só o estado de São Paulo equivale à Espanha em número de habitantes. É enorme a sua floresta, sua biodiversidade, sua quantidade de água doce (cerca de 20% do total mundial) e suas abundantes colheitas. Tudo aqui cresce rápido. Deixem um terreno baldio e, em pouco tempo, terá se transformado em bosque. É enorme o número de sindicatos (17.000) e de pessoas com foro privilegiado (33.000), de templos evangélicos (220.000) e de denominações religiosas (20.000). Existe até a Igreja Evangélica Pentecostal do Cuspe de Cristo.
São volumosas suas carências sociais. Falta moradia para oito milhões de famílias que se amontoam nas favelas. Treze milhões de pessoas estão sem trabalho. Cerca de 60% da população adulta é analfabeta funcional, e 30% dos jovens que entram na universidade têm dificuldade para entender um texto. Todo ano, um milhão de crianças abandonam a escola. Ao mesmo tempo, o Brasil possui uma robusta e moderna tecnologia. Exporta até aviões.
É grande também a força da criatividade dos jovens brasileiros. É imensa a dor de milhões de cidadãos e quase infinito o seu desejo de felicidade, assim como a sua extraordinária e invejável capacidade de fazer frente às dificuldades da vida. E são assim, sem limite, sua simpatia e seu amor pela festa.
Pequenos, no Brasil, só encontrei os biquínis e a falta de generosidade desses poucos que acumulam a maior parte da riqueza do país. O Brasil, com todas as suas contradições e corrupções, é essa enormidade que se deixa amar facilmente e que acaba nos conquistando.
Fonte: Juan Arias
Ctba, 01/fev/18
Maria Prybicz

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

ELEIÇÕES COMPROMETIDAS PARA ESTE ANO DE 2018
País profundamente dividido e sem expectativas de que essa divisão seja superada no curto prazo!
Os militantes do PT não estavam sozinhos em Porto Alegre, onde grandes medidas de segurança foram adotadas. 
Em outras partes da cidade, membros de grupos que se opõem a Lula também se manifestaram para pedir sua condenação. 
Os defensores e delatores voltarão às ruas da cidade nesta quarta-feira, enquanto os protestos de ambos os lados se repetirão em outros pontos do país. 
Em São Paulo é até possível que os dois lados se encontrem na Avenida Paulista. Outro dos vários simbolismos que encerra esse julgamento, que é muito mais do que um julgamento: o de um país profundamente dividido e sem expectativas de que essa divisão seja superada no curto prazo.


Fonte: El País
CTba, 24/jan/18
Maria Prybicz 

sábado, 2 de dezembro de 2017

1 TEMA: PARA O EQUILÍBRIO DAS FINANÇAS PESSOAIS
2 OBJETIVOS
2.1 Geral
Como na nossa comunidade as pessoas têm famílias média e vivem com um salário mais ou menos de um salário de médio a bom, é de suma importância saber como aplicar esse valor, assim precisam saber mais sobre a economia financeira, que vai além de apenas se priva de comprar alguns objetos, mas também primar pelo mais importante para nossas vidas! Saber poupar, como aplicar o dinheiro e se possível sempre comprar à vista e em muitos casos fazer financiamento com melhores taxas de juros, o que resulta em sobrar muito mais para futuras aplicações, ou seja, da melhor maneira de investir.
2.2 Específicos
Saber a melhor maneira de aplicar o dinheiro.
Outra maneira de obter alguma renda extra é aplicar alguns recursos no mercado de capitais. Aí também o risco pode ser grande se não houver experiência da pessoa a ser ovos numa mesma cesta, isto é, diversificar os investimentos em variados fundos e/ou empreendimentos. Pode-se aplicar também em tesouro direto para aqueles que tem uma reserva financeira, uma aplicação em títulos do governo, seu rendimento é superior ao da poupança, rende de 12% a 25% ao ano com liquidez diária e em caso de emergência a liquidez é imediata com os rendimentos. Também temos RDC - Recibo de Depósito Cooperativo, tem liquidez diária e tem lastros nos papéis/fundos de renda fixa. Tem rendimento acima da poupança, porem quanto o maior prazo aplicado o IR e IOF é menor. Existe tembem LCI (letras de crédito imobiliário) e LCA (letras de credito do agronegócio), porem o mínimo a ser aplicado tem que ser 30 e 50 mil respectivamente!
A melhor forma de investi-lo.
Expandir o conhecimento sobre o assunto com leituras que existem no mercado financeiro e também:.
- Faça um orçamento mensal e relacione uma lista de receitas e despesas;
- Determine um percentual de renda a ser poupado e investido;
- Pesquise antes de comprar, veja os melhores preços e ser for financiar verifique se esta alternativa é viável com relação aos juros, senão procure comprar à vista porque com os juros que irá pagar pelo financiamento daria para comprar 2 produtos dos quais você tem interesse;
- Negocie descontos nos preços para pagamento à vista, cuidado com cheques pré-datados e cartões de crédito;
- Só assuma compromissos que possa pagar em dia, evite prazos, juros e multas.
ENDIVIDAMENTO
Pesquisas revelam que existem longevos de 60+ com dívidas principalmente nos consignados, e estão em situação de inadimplência. Nestes casos a melhor maneira é renegociar a divida. Buscar juros menores e rever os orçamentos individuais. Buscar créditos de baixo custo.
CONSUMO CONSCIENTE RESPONSÁVEL
Também é um desperdício de nossos recursos, são recursos finitos, portanto consumidor compulsivo, o que compra pelo apelo da mídia acaba sendo sem utilidade alguma e acaba indo parar no lixo!
3 JUSTIFICATIVA
Esse projeto é uma exigência do Curso 60+ , que está sendo realizado no SESI pelo Coordenador Rafael Sanches Neto, Marília e Mariam. Para termos mais conhecimento sobre como administrar nosso próprio dinheiro, o que no futuro possa nos ajudar ,
4 PLANO DE AÇÃO
4.1 Duração: Até fevereiro de 2018.
4.2 Metas e Ações
Meta: Promover a inclusão social a atividades práticas do Grupo 60 + .
Ação: Viagens de estudo, integração entre os longevos 60 +.
Meta: Ter conhecimento do estilo de vida da comunidade a que estão inseridos os
longevos 60 +.
Ação: Enquetes e questionários.
Meta: Divulgação das atividades realizadas pelo grupo.
Ação: através do blog do projeto, whatsapp, email e outros.
4.2.2 Metodologia:
Encontros do grupo uma vez por semana para discussão de ideias, aplicação de enquetes, tabulação dados, criação do blog para a divulgação do conteúdo, viagens de estudo e atividades práticas.A partir dos meios tecnológicos disponíveis no SESI, será feito a organização do trabalho desenvolvido pelo grupo de finanças.
5 RECURSOS
Quadro branco, caderno, material impresso, computadores, data show, celular.
6 CRONOGRAMA
Data
Fevereiro
Primeira reunião para definir as estratégias a  realizar:
Criação do blog, pesquisas e publicação.
Pesquisa on- line e atualização do blog.
Enquete, os dados já
Foram tabelados.
Pesquisa.
7 REFERÊNCIA
DESLANDES, Sueis Ferreira. Pesquisa social teoria , método e criatividade.petrópolis,R1:vozes.1994.
PARTICIPANTES DO CURSO 60+:
Maria Madalena Prybicz
Jose Francisco da Silva
Terezinha Soares da Costa
Jose Humberto Damigo

Ctba, 02/dez/17
Maria Prybicz




segunda-feira, 27 de novembro de 2017


"EDUCAR É DESENSINAR COM O PROPÓSITO DE ELIMINAR PRECONCEITOS E INTOLERÂNCIA."
- FRANK H. KNIGHT

- Improvável que a riqueza causada pelos dispêndios governamentais sejam completamente compensados pela riqueza destruída pelos impostos lançados para pagar tais dispêndios! 
- Como se tudo que estivesse envolvido fosse uma simples transação contábil! Onde A é olhado e B esquecido, resumindo-se nas classes econômicas de uma nação!
Fonte: Henry Hazlitt




segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PRAXEOLOGIA (TEORIA DA AÇÃO)

SAY escreveu: 

"Um tratado sobre economia política estará... confinado a enunciação de uns poucos princípios, que sequer precisam ser sustentados por provas ou ilustrações; pois eles não serão nada além da expressão daquilo que todo mundo conhecerá, organizado de uma forma conveniente para compreendê-los, assim como em seu escopo integral e suas relações". "E a economia política... sempre que os princípios que o constituem suas bases forem as reduções rigorosas de fatos comuns inegáveis, estará baseada sobre uma fundação imóvel".

O incontestável axioma da ação! Conclui-se que determinado sujeito quando toma uma decisão é irreversível e pode gerar lucro e/ou prejuízo mas, pela matemática fazemos a análise do resultado para que não ocorra aquele que não queremos, ou seja, se não queremos prejuízo, faremos cálculos para evitá-lo!

Ctba, 16/out/17
Maria Prybicz

Quem sou eu

Minha foto
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.