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terça-feira, 20 de junho de 2017

  1. Tive o conhecimento que alguém deve fazer alguma coisa para salvar os oceanos sobretudo, o nosso planeta que está doente e precisa de cuidados não somente materiais mas, também espirituais e éticos, a filosofia do momento é querer ter e não ser!
Estou certa em que não vamos consertar o mundo mas, podemos melhorar e muito! 
              
Ctba,20/jun/17
Maria Prybicz


quinta-feira, 8 de junho de 2017

SETE PECADOS SOCIAIS:

"Política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade e culto sem sacrifício."
Mahatma Gandhi
"Na sua busca por acelerar a riqueza, as pessoas dispõem-se a fazer o que não é ético, o que é imoral ou ilegal para adquirir mais" (Steven K. Scott)

sábado, 27 de maio de 2017

Eddie Vedder & Beyoncé - Redemption Song (Legendado)

É, redenção é o que precisamos efetivamente!



quarta-feira, 10 de maio de 2017

REDISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL, CONTROLANDO A DESIGUALDADE!

O sonho de todos os pais é que os filhos tenham uma vida melhor do que a deles. Essa ideia de superação é também a base fundamental: se alguém o busca e trabalha duro, acabará triunfando. No entanto, os dados revelam agora que desde os anos sessenta do século passado é cada vez menor o número de trabalhadores do Brasil e do mundo que acaba ganhando mais que seus pais. Os autores do estudo afirmam que somente uma redistribuição da riqueza poderia fazer reviver o american dream, sonho este que influencia outras nações, como o Brasil.

Os economistas chamam isso de absolute income mobility (algo como mobilidade absoluta por meio da renda) e se referem assim à proporção de filhos que acabam ganhando mais que os pais na mesma idade deles. É uma das formas mais confiáveis de medir a mobilidade social para cima e o quanto é real a igualdade de oportunidades. Embora faça parte da identidade e da crença da sociedade norte-americana, poucas vezes houve ocasião de medir quanto há de verdade e de mito nisso. É o que fez agora um grupo de sociólogos e economistas de três das universidades mais prestigiadas dos EUA: Harvard, Berkeley e Stanford.

"O que vemos é que por volta de 90% das crianças nascidas nos EUA em meados do século passado acabaram ganhando mais do que os pais, o que acreditamos seja um elemento importante do sonho americano”, diz o sociólogo da Universidade Harvard e coautor do estudo Robert Manduca. No entanto, este porcentual diminuiu a cerca de apenas 50% entre os nascidos mais recentemente”, acrescenta este pesquisador especializado em renda.

"Houve duas grandes mudanças na economia nos últimos 40 anos que provavelmente influenciaram nesse declínio”, comenta Manduca. “Primeiro, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mais lento do que vinha sendo, o que significa que o bolo da economia não cresce tão rápido como antes. Segundo, há muito mais desigualdade na renda do que havia em meados do século XX, o que significa que os ricos levam para casa uma parte muito maior da renda total do que antes”, explica.

Para confirmar seus argumentos, os pesquisadores simularam o que teria acontecido com os nascidos em 1980 em dois cenários: por um lado, em um entorno econômico dinâmico, com um crescimento do PIB anual de 2,5% desde então. De outro, uma simulação com o crescimento real do PIB (1,5% anualizado nas três últimas décadas), mas com o bolo distribuído como estava em 1940. Sua conclusão é que seria preciso haver um aumento do PIB de 6,4% ao ano para chegar a 80% de filhos que ganhassem mais que seus pais. Mas se a riqueza nacional fosse repartida na mesma proporção em que estava nos anos quarenta, mesmo com o ritmo de crescimento do PIB atual o número de filhos que ganhariam mais que os pais se aproximaria de 90%.

Fonte:El País
Ctba, 10/mai/17
Maria Prybicz

terça-feira, 2 de maio de 2017

PASSANDO FERIADOS NA PRAIA PARA EVITAR O FRIO DE CURITIBA!

É, analisando todo o acontecido e o nervosismo que passei com R... custou um pouco mais de stress...

Ele fala que é como amigo que me considera!

Aceito, porque espero que passe esse amor que às vezes acho que não combina comigo!

Pois bem, veremos com o tempo o que pode acontecer!

Tenho vontade de romper tudo, inclusive a amizade!

Ctba, 02/mai/17

Maria Prybicz

quarta-feira, 26 de abril de 2017

ECONOMIA EM DISCUSSÃO E INTEGRAÇÃO COM EMPRESAS DE CONTEÚDO LOCAL!

Isto nos leva a uma digressão teórica, recolhendo ensinamentos de um dos mais lúcidos e criativos  estudiosos do Brasil, o economista maranhense Ignácio Rangel, que no artigo "A conceituação de empresa nacional" (FSP 23/04/1988) nos explica que o caráter nacional de uma empresa não é definido pela "cidadania dos seus proprietários", mas sim, verificando-se se em que "medida a empresa integra a economia nacional, por trás e para diante, isto é, através dos seus insumos e dos seus produtos". 

Com sua admirável acuidade, das mais fecundas do Brasil, Ignácio Rangel observa que "é essencialmente a moeda que marca os limites da economia nacional", por isso que, "em primeiro lugar, trata-se de saber em que moeda a empresa incorre em seus custos e aufere sua receita", terminando por asseverar que "pode haver, assim, empresas pertencentes a brasileiros que não sejam empresas nacionais; e empresas pertencentes a estrangeiros que de tal modo se integrem em nosso universo econômico nacional que não se justifique trata-Ias senão como empresas nacionais". E Ignácio Rangel era marxista.

Observa-se que nem todos pensam em aderir com os conteúdos locais! Em benefícios das nossas indústrias se faz muito necessário!

Na audiência referida, viu-se isto: algumas empresas, de capital originalmente  estrangeiro, batalhando pelo conteúdo local, para favorecer a indústria nacional; e a nossa Petrobras, no contexto da nova política em vigor, liderando a corrente contrária.  

Mas, as dificuldades na aplicação da política de conteúdo local (PCL) não são de agora. Em 2014, a Petrobras foi responsável por 42% das multas por não cumpri-la. Dificilmente pode-se  desenvolver um setor chave da economia, constrangendo permanentemente as grandes empresas da área, as petroleiras, a Petrobras em primeiro lugar. Há que se encontrar um meio de integrá-las no empreendimento.

Observadas as condições de conteúdo local, muitas empresas serão beneficiadas e muito empregos aqui no Brasil serão gerados!

Fonte:JB

Ctba,26/abr/17
Maria Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.