prybiczmaria@gmail.comFollow by Email tyle>.ig-b- { display: inline-block; } .ig-b- img { visibilit

quinta-feira, 30 de abril de 2015

PARTSMIX.COM.BR 

 LITERALMENTE FORNECENDO LUZ! 

Com LÂMPADAS LED:

(iluminam há mais ou menos 100 metros a frente do carro)

Entregamos para todo Brasil pelo Mercado Livre.

Empresa extremamente moderna  (loja virtual)!

CEO da empresa é Mauricio Fábio Prybicz Nascimento.



Postado por AUTONOMIA EM CONSULTORIA!

Ctba, 30 abr/15
Maria Prybicz 





IMPORTADOR E EXPORTADOR EM GRANDE ESCALA!

Cingapura, contudo, aponta Biasoto, de fato, apresenta lições para o Brasil. Primeiro, o fato de que eles se preocuparam desde sempre com a indústria. A participação da indústria de Cingapura dentro do PIB é de 26%, mais que o dobro da brasileira, "não deveria ser assim, afinal de contas, não há nem espaço para ter indústria". 

Outro aspecto é em relação à educação, para o professor,dá para ver em toda a trajetória do líder Lee que sempre houve uma preocupação com mérito e com educação. 


Adriano Gianturco, professor dos cursos de Economia e Relações Internacionais do Ibmec, destaca que, basicamente, o que aconteceu em Cingapura é que a cidade-estado adotou um dos modelos mais abertos de mercado, com liberdade econômica para importações e exportações. "Cingapura tem 400% de importação em cima do PIB, algo incrível. O Brasil, que tem políticas muito protecionistas, tem 12,6% de importações e exportações, somadas, em cima do PIB. Cingapura tem 200% só de importações. Então, importa muito, e exatamente por isso é um país muito rico."
Para o professor, no Brasil, existe esse mito de que importar é muito ruim. O protecionismo, então, gera uma exclusão comercial, com produtos caros e de baixa qualidade, com tendência a oligopólios e monopólios. "O Brasil é uma economia de monopólios, de preços altíssimos e qualidade péssima em qualquer produto. O Brasil, sendo tão grande, pode se dar o luxo de se fechar e postergar essa necessidade de se abrir, que é uma necessidade, em todo o caso."

"Cingapura tem um parque de logística de transportes, que é absurdo, dos mais movimentados do mundo. Uma coisa que foi muito importante para eles foi a questão financeira, como eles abriram para ser um centro de finanças, e houve uma espécie de revoada de controles financeiros de outros países para se instalarem em Cingapura, eles ganharam densidade nisso, e uma coisa atraiu a outra", destaca Biasoto.
Fonte: JB
Ctba, 30 abr 15
Maria Prybicz

segunda-feira, 27 de abril de 2015

CORRUPÇÃO NÃO É NEM UM POUCO NOVA - SEMPRE EXISTIU!

Outro grande país emergente que de uma esperança passou a ser visto como um mau exemplo é o Brasil. O legado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (muito crédito, muito consumo, muitos benefícios e pouco investimento), combinado com as desastrosas políticas econômicas de Dilma Rousseff em seu primeiro mandato, chegou ao resultado inevitável: um doloroso ajuste econômico que será pago desproporcionalmente pelos mais pobres.
Uma das surpresas é a importância macroeconômica — e global — adquirida pela corrupção. Obviamente, a corrupção não é nenhum pouco nova. Mas, sim, sua magnitude, maior visibilidade e consequências globais, da China ao Chile.
Na China, a luta contra a corrupção é — juntamente com a desaceleração da economia — um tema central. O presidente Xi Jinping lidera uma limpeza de funcionários, políticos e empresários acusados de corrupção. Já existem mais de 80.000 processados e outros 100.000 estão sendo investigados. No Brasil, um gigantesco desvio de dinheiro público também está sacudindo o Governo. Aécio Neves, o rival de Dilma Rousseff nas recentes eleições presidenciais, atreveu-se a declarar que a presidenta ganhou a reeleição graças ao crime organizado e que sua legenda, o Partido dos Trabalhadores, usou dinheiro roubado na campanha.
Fonte: El País
Ctba, 27/abr/15
Maria Prybicz

quinta-feira, 23 de abril de 2015

COMPRAS INÚTEIS!

A moça comprou um cachorro bem grande que só roncava e não deixava ela dormir, e os ladrões podiam levar tudo da casa, que o mesmo não se importava;

O senhor muito abusado, comprou um helicóptero no Paraguai, por US$ 80 mil (dólares) que subiu, subiu e despencou-se, despedaçando tudo!

Moral da estória, veja lá o que compra! Isto é fato para os consumistas!

Ctba, 23/abr/15
Maria Prybicz

terça-feira, 21 de abril de 2015

É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!

Fernando Pessoa

domingo, 19 de abril de 2015

Ana Carolina - Rosas

Ana Carolina - Rosas

Ana Carolina - Rosas

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A preocupação com o mercado!

A preocupação com o mercado, com a inflação - cujo desempenho não deve ser desdenhado e nem abandonado - só pode existir se existir também um povo que tenha saneamento básico, educação e saúde. O problema social vem muito à frente das prioridades de resolução de um governo.

Fonte: JB
Ctba, 16/abr/15
Maria prybicz
Mas entraves a qual desenvolvimento e ao desenvolvimento para quem? E o que seria essa categoria, “um índio de verdade”?
Os índios, esses estrangeiros nativos
MUITA TERRA PRA POUCOS ÍNDIOS!
A conversão do público para o privado, em benefício dos grandes interesses particulares de exploração da terra e dos recursos naturais do Brasil, é o que está na mesa nesse jogo de gente bem grande. Cabe à população brasileira se informar e participar do debate, se concluir que este não é o projeto de país que deseja. Por causa dos povos indígenas, dos quilombolas, dos ribeirinhos? Me parece que seria motivo mais do que suficiente. Sobre os índios, em especial, aqueles que têm grandes interesses nas riquezas das terras que ocupam, costumam espalhar preconceitos como o de que seriam “entraves ao desenvolvimento” e o de que não seriam índios “de verdade”. Mas entraves a qual desenvolvimento e ao desenvolvimento para quem? E o que seria essa categoria, “um índio de verdade”?
Vale a pena examinar os preconceitos de perto, para perceber que eles não param em pé depois de um confronto mínimo com a realidade. Para começar, não existe “o” índio, mas uma enorme diversidade na forma como cada um dos 242 povos indígenas listados pelo Instituto Socioambiental dá sentidos ao que chamamos de mundo e se vê dentro do mundo – ou dos mundos. O Brasil lidera o ranking dos 17 países mais megadiversos, em grande parte por causa dos povos indígenas. Por países megadiversos compreende-se aqueles que concentram a maior parte da biodiversidade do mundo e, portanto, da sua preservação depende o planeta inteiro. Essa é maior riqueza do Brasil, mas a ganância de poucos e a ignorância de muitos a ameaça e destrói, colocando em risco a vida de todos.
No atual Congresso não há nenhum representante indígena
Os povos indígenas, guardiões da biodiversidade, são silenciados também pela simplificação, às vezes apenas burra, em geral mal intencionada, de fazê-los parecerem um só, chapados como “entraves ao desenvolvimento”. Estima-se que havia mais de mil povos indígenas quando os europeus desembarcaram no Brasil. Hoje, parte dos parlamentares do atual Congresso não mede esforços para completar o genocídio iniciado 500 anos atrás.
Quando a Constituição assegurou os direitos dos povos indígenas, em 1988, não criou direitos novos, apenas reconheceu direitos pré-existentes, já que eles estavam aqui antes de qualquer europeu. Legalmente, não se trata de “dar” terra aos povos indígenas, mas apenas de demarcar a terra que sempre foi deles. Nesse processo, de responsabilidade do Executivo, é preciso indenizar aqueles fazendeiros e agricultores que possuem títulos legais de propriedade (e o “legais” aqui deve ser bem sublinhado), dados pelos governos nos tantos projetos de ocupação, gente que não têm a menor culpa de ter sido despachada com suas famílias para território indígena. Pela Constituição, o Estado tinha um prazo de cinco anos para demarcar as terras indígenas. Como sabemos, passaram-se mais de 25 anos e dezenas delas ainda não foram demarcadas.
Como também sabemos, a ilegalidade faz mal ao país: os conflitos de terra que se espalham pelo Brasil, semeando cadáveres, são resultado da demora em cumprir a Constituição, sobre a qual a bancada ruralista tenta agora dar um golpe. Vale lembrar ainda que os direitos fundamentais são colocados na Constituição também para que a maioria de ocasião não possa ameaçá-los em nome de seus interesses. A importância dessa proteção fica mais clara se prestarmos atenção à atual composição do Congresso: há dezenas de ruralistas e nenhum indígena.
No capítulo “mentiras & manipulações” sobre os povos indígenas há pelo menos três linhas de não pensamento bastante populares no Congresso e fora dele. Há os “atrasadistas”, gente que estudou e que coleciona diplomas, mas prefere ignorar a Antropologia e pensadores da estatura de Claude Lévi-Strauss, para considerar que os índios são “atrasados”. Para estes, existe uma cadeia evolutiva única e inescapável entre a pedra lascada e o Ipad. Não conseguem – ou não querem – ter a amplidão mínima de pensamento para compreender a multiplicidade de escolhas e de caminhos possíveis para a trajetória de um povo. Tampouco alcançam perceber que são essas as diferenças que formam a riqueza da experiência humana. E, claro, preferem se “esquecer” do que o tipo de “progresso” que defendem causou ao planeta.
O ápice da evolução: de “índio falso” a “pobre legítimo”
A segunda linha de não pensamento é a dos “fiscais de autenticidade”. Quando a classificação dos índios como “atrasados” e “entraves ao desenvolvimento” falha, trata-se então de dizer que, sim, os índios têm direitos, mas só os “de verdade”. Haveria então os não legítimos, aqueles que falam português, usam celular e gostam de assistir à TV ou andar de carro. Nessa lógica abaixo da linha da estupidez, os brasileiros que falam inglês, vão à Disney, preferem rock ao samba e ultimamente andam gostando de torcer por times europeus de futebol, também poderiam ser considerados falsos brasileiros e perder todos os seus direitos. Nessa altura da história humana e com tanto conhecimento produzido era de se esperar um pouco mais de sofisticação na compreensão daquilo que faz de alguém o que é.
Quando as duas mentiras anteriores são desmascaradas, aparecem os “bons samaritanos” para salvar a Pátria – deles. Estes acham que quem gosta de mato é antropólogo e ambientalista e que o sonho dos indígenas, o sonho mesmo, no “íntimo do seu intrínseco”, é viver em nossas maravilhosas favelas e periferias, com esgoto serpenteando na porta e polícia dando tiro nas escadarias, à custa de Bolsa Família e cesta básica. Este seria o ápice da evolução: de “índio falso” a “pobre brasileiro legítimo”. Quem, afinal, poderia resistir a tal progresso na vida?
Um golpe na Constituição aqui e acolá e estes bons samaritanos chegam ao ponto ótimo: ajudam os índios que não conseguiram matar a virar pobres e, pronto, para que terra para índio, se já não existe índio? A ignorância só perde para a má fé. Mas é com preconceitos como estes, espertamente disseminados e manipulados, que se tenta transformar os indígenas numa espécie de estrangeiros nativos, como se os “de fora” fossem aqueles que sempre estiveram dentro. Essa xenofobia invertida seria apenas nonsense, não fosse totalmente perversa, a serviço de objetivos bem determinados.

Aderir ou pensar?

Há muita terra para pouco índio? Não. Como costuma dizer o socioambientalista Márcio Santilli, “há muita terra para pouco fazendeiro”. Segundo o Censo de 2010 do IBGE, há 517 mil índios aldeados em menos de 107  milhões de hectares de terras indígenas, o equivalente a 12,5% do território brasileiro. E onde estão essas terras? Mais de 98% delas estão na Amazônia Legal – e menos de 2% fora de lá. Já os 46 mil maiores proprietários de terras, segundo o Censo Agropecuário do IBGE, exploram uma área maior do que essa: mais de 144 milhões de hectares.
Sobre a realidade da concentração fundiária no país, que continua a crescer, o Cadastro de Imóveis Rurais do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) mostra que as 130 mil grandes propriedades rurais particulares concentram quase 50% de toda a área privada cadastrada no Incra. Já os quase quatro milhões de minifúndios equivalem, somados, a um quinto disso: 10% da área total registrada. Em entrevista ao jornal O Globo, o pesquisador Ariovaldo Umbelino de Oliveira, coordenador do Atlas da Terra, afirmou que quase 176 milhões de hectares são improdutivos no Brasil. Prestar atenção nos números já é um começo para pensar, em vez de simplesmente aderir.
Muita terra para pouco índio? Não. Muita terra para pouco fazendeiro
Falta espaço para a produção de alimentos no país? Tudo indica que não. Num país com essa quantidade de terras destinada à agropecuária e com essa concentração de terras na mão de poucos, afirmar que o problema do desenvolvimento são os povos indígenas só não é mais ridículo do que Kátia Abreu, a latifundiária que diz não existir mais latifúndio no Brasil e hoje ministra da Agricultura, afirmar que “o problema é que os índios saíram da floresta e passaram a descer na área de produção”. Os índios, esses invasores do mundo alheio. Mas é assim que a história vai sendo distorcida ao ser contada para a população.
Então, sim, respeitar os direitos dos povos indígenas já seria um motivo suficiente para lutar contra a PEC 215. Mas a PEC 215 não ameaça apenas os povos indígenas e as populações tradicionais. Ela ameaça a vida de todos os brasileiros. E por quê? Porque se temos floresta em pé é por causa dos povos indígenas e das populações tradicionais, são eles a pedra no caminho de um tipo de exploração que, depois de consumada, lucros privatizados na mão de poucos, deixa para nós todos o custo da devastação. E agora, nos estados da região sudeste, nós finalmente compreendemos, com o colapso da água, qual é o custo da devastação. Nós finalmente começamos a compreender o quanto corroemos a nossa vida cotidiana ao destruir as florestas e ao contaminar os rios. Não é mais algo subjetivo, uma abstração, mas algo bem concreto. Não é mais um futuro distante, é aqui e é agora. Não são mais os nossos netos, mas os nossos filhos que sofrerão e já sofrem com esse planeta mastigado. Assim como nós mesmos. E só está começando.
Lutar democraticamente para barrar a PEC 215 não é uma atitude altruísta, não é um esforço para respeitar os direitos indígenas, não é algo que fazemos porque somos pessoas bacanas, gente do bem. Barrar a PEC 215 é atender ao nosso instinto de sobrevivência num mundo em que as mudanças climáticas são possivelmente o maior desafio da história humana nesse planeta, que é o único que temos e que destruímos. Se o golpe à Constituição for consumado, o meio ambiente no Brasil perderá boa parte das barreiras que ainda impedem a devastação, reunindo condições e abrindo espaço para a aceleração da corrosão da vida.
Há muita atenção da imprensa e da população sobre os protestos nas ruas do Brasil. O curioso é que, quando são os índios que ocupam o espaço público, apesar de todo o seu colorido, de sua fascinante diversidade, eles correm o risco de tornar-se automaticamente invisíveis. Sua dor, sua morte e sua palavra parecem não existir – ou existir apenas no diminutivo. O olhar dos não índios os atravessa. Desta vez, ainda que por instinto de sobrevivência, seria conveniente enxergá-los. Mas, claro, sempre podemos concluir que o melhor para todos nós é viver cercado de cimento, fumaça e rios de cocô. 
Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficçãoColuna Prestes - o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da Rua, A Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Site:descontecimentos.com Email: elianebrum.coluna@gmail.com Twitter:@brumelianebrum
Fonte: El País
Ctba, 16/abr/15
Maria Prybicz

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A SOBRECARGA DE TRABALHO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA!
A Organização Mundial de Saúde estima que cerca de três mil pessoas se suicidam diariamente, muitas delas por causa da abusiva pressão do trabalho. O Le Monde Diplomatique de novembro de 2011 denunciou que entre os motivos das greves de outubro na França, se achava também o protesto contra o acelerado ritmo de trabalho imposto pelas fábricas causando nervosismo, irritabilidade e ansiedade. Relançou-se a frase de 1968 que rezava: “metrô, trabalho, cama”, atualizando-a agora como “metrô, trabalho, túmulo”. Quer dizer, doenças letais ou o suicídio como efeito da super exploração do processo produtivo no modo ultra acelerado norte-americano.

Por causa da crise, as empresas e seus gestores levam a competitividade até a um limite extremo, estipulam metas quase inalcançáveis, infundindo nos trabalhadores, angústias, medo e, não raro, síndrome de pânico. Cobra-se tudo deles: entrega incondicional e plena disponibilidade, dilacerando sua subjetividade e destruindo as relações familiares. Estima-se que no Brasil cerca de 15 milhões de pessoas sofram este tipo de depressão, ligada às sobrecargas do trabalho.
Estimo que, no fundo de tudo, estamos face à aterradoras dimensões niilistas de nossa cultura. O termo, niilismo,surgiu em 1793 durante a Revolução Francesa por Anacharsis Cloots, um alemão-francês e foi divulgado pelos anarquistas russos a partir de 1830 que diziam: “tudo está errado, por isso tudo tem que ser destruído e temos que recomeçar do zero”. Depois Nietzsche retoma o tema do niilismo, aplicando-o ao cristianismo que, segundo ele, se opõe ao mundo da vida. No após guerra, em seu seminário sobre Nietzsche, Heidegger vai mais longe ao afirmar, creio que de forma exagerada, que todo o Ocidente é niilista porque esqueceu o Ser em favor doente. O ente, sempre finito, não pode preencher a busca de sentido do ser humano.  Alexandre Marques Cabral dedicou dois volumes ao tema: “Niilismo e Hirofania: Nietzsche e Heidegger”(2015) e Clodovis Boff três volumes O livro do Sentido (2014), onde o tema central é o niilismo na história. Em setores da pós-modernidade, o niilismo se transformou na doença difusa de nosso tempo, quer dizer, tudo é relativo e, no fundo, nada vale a pena; a vida é absurda, as grandes narrativas de sentido perderam  seu valor, as relações sociais se liquidificaram e vigora  um assustador vazio existencial.
Fonte: JB por Leonardo Boff
Ctba, 13/abr/15
Maria Prybicz


sábado, 4 de abril de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

O EMPREENDEDORISMO LATENTE BRASILEIRO!
Ao contrário do que afirmam, na internet o Brasil não está cada vez mais “comunistas, a cada ano que passa, ainda mais “capitalista”.

Não bastasse a força do capital tupiniquim, que se traduz em alguns dos maiores bancos e algumas das maiores empresas alimentícias e de infraestrutura do mundo - estas últimas sob ameaça de quebra devido às consequências não judiciais da operação  Lava a Jato - o país marca nova posição no âmbito da livre iniciativa, provando que o ambiente de negócios não anda tão mal quanto parece. 
A mais nova pesquisa do GEM - Global Entrepreneurship Monitor - coloca nosso país naprimeira posição do ranking mundial de empreendedorismo, à frente tanto de parceiros do BRICS, como de nações do chamado “primeiro mundo”.
Três em cada 10 cidadãos entre 18 e 64 anos de idade já são donos, no Brasil, do seu próprio negócio, ou estão envolvidos, atualmente, com a constituição de uma empresa.
Na última década, que os adversários do governo poderiam chamar de “vermelha”, a taxa de empreendedorismo cresceu de 23% para 34,5%.
Com isso, nosso país saltou, nesse aspecto, para a primeira posição do mundo, deixando para trás a China (26,7%), a Índia (10,2%), a África do  Sul (9,6%) e a Rússia (8,65) e países “desenvolvidos”, como os EUA (20%), a Inglaterra (17%), o Japão (10,5%) a Itália (8,6%) e a França (8,15).O barateamento e a expansão do crédito e do consumo; um aumento de mais de 400%, do PIB, em dólares, desde 2002;  a multiplicação do salário mínimo e da renda per capita; a determinação e a coragem do empreendedor brasileiro e o trabalho de instituições - como o Sebrae e o BNDES - voltadas para o fortalecimento de micro e pequenas empresas. 
Fonte: JB
Ctba, 02/abr/15
Maria Prybicz

No domingo os ucranianos se saúdam dizendo: Hrystos Voskres (Христос Воскрес: Cristo Ressuscitou) e respondem Voyistynu Voskres ! ( De fato. Ele está ressuscitado ! ).
Ctba, 02/abr/15
Maria Prybicz

Quem sou eu

Minha foto
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.