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segunda-feira, 23 de maio de 2011

YouTube - One Thing - Hillsong (Legendas em Português)

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Economistas preveem redução do déficit em transações correntes nos próximos anos - Economia - Gazeta do Povo

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#BlogProgRS - Ajude a divulgar o #BlogProgRS

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domingo, 22 de maio de 2011

Falta de investimento em pesquisa ameaça hegemonia brasileira em etanol da cana, dizem especialistas - Economia - Gazeta do Povo

Falta de investimento em pesquisa ameaça hegemonia brasileira em etanol da cana, dizem especialistas - Economia - Gazeta do Povo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Entrada de moeda estrangeira acelera e, no ano, já é o dobro do valor de 2010 inteiro, mostra BC - O Globo

Entrada de moeda estrangeira acelera e, no ano, já é o dobro do valor de 2010 inteiro, mostra BC - O Globo

Governo tem arrecadação recorde de R$ 85,1 bilhões em abril - O Globo

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YouTube - Carlos Hilsdorf - Motivação e Vendas

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Acordo não garante paz a brasiguaios - Economia - Gazeta do Povo

Acordo não garante paz a brasiguaios - Economia - Gazeta do Povo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

YouTube - Norah Jones - Don't Know Why Live 2007.

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Não precisamos de professores no Brasil. Nem de alunos.

Não precisamos de professores no Brasil. Nem de alunos.

"ECONOMIA NACIONAL"


CULTURA INFLACIONÁRIA BRASILEIRA

- A cultura inflacionária nacional está tão arraingada em nossa sociedade em razão de diversos fatores;
1. Indexação que projeta aumentos contínuos, tornando uma inércia vinculativa;
2. A cultura da popuplação prefere deixar os produtos estragarem n as gôndolas dos mercados e/ou jogarem no lixo do que abaixar os preços;
3. As mercadorias que quase passam de sua validade não é colocada como oferta relâmpago, para que o consumidor aproveite antes de ir para o lixo;
4. A ganância das empresas em colocar muitas vezes 100 a 150% em cima do preço original faz a inflação repassada numa continuidade sem par para novos produtos;
5. O cartel que feito pelos donos de postos de gasolina chega ser indecorosa e absurda;
6. A economia livre, sem interferência do Estado cada vez mais notadamente não funciona, "laissez faire nem pensar” l
7. A cidadania do brasileiro com mínimo tão mínimo chega a ser escandaloso em relação aos mais abonados da nossa sociedade.
8. Ou o Brasil avança em cultura e educação solidária ou veremos cada vez mais este País violento e violentado e com culpa de todos, simplesmente todos!
Ctba, 16/mai/11
Maria M.Prybicz 

Fatores a observar na compra de um imóvel | REPÓRTER ADVFN

Fatores a observar na compra de um imóvel | REPÓRTER ADVFN

domingo, 15 de maio de 2011

"ECONOMIA NACIONAL"


Notícias Técnicas
11/05/2011
Lei do Bem será ampliada para beneficiar pequenas empresas
Uma das mudanças em estudo permitirá que companhias menores recebam redução de tributos para investir em inovação tecnológica.
Renata Veríssimo
O governo decidiu alterar a chamada Lei do Bem para permitir que mais empresas tenham direito aos incentivos fiscais previstos na legislação. Uma das mudanças em estudo permitirá que companhias menores recebam redução de tributos para investir em inovação tecnológica.
Outro ponto prevê a antecipação dos benefícios fiscais para empresas que iniciarem processo de registro de patentes no exterior. A revisão da Lei do Bem, em vigor há cinco anos, faz parte do conjunto de medidas que será anunciado com o lançamento da Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC), em substituição à Política de Desenvolvimento da Produção (PDP).
"A Lei do Bem já tem alguns anos de vida. Tanto o governo quanto as empresas já conseguiram ver os pontos onde há necessidade e possibilidade de fazer ajustes", afirmou a secretária do Desenvolvimento da Produção, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Heloisa Menezes.
A visão do governo é de que a Lei do Bem beneficia só as grandes companhias ao restringir a redução de tributos às empresas que declaram Imposto de Renda pelo lucro real. Para estimular os investimentos em inovação tecnológica pelas empresas de menor porte, o governo deve estender o benefício para as que também declaram IR por outro regime, como o do lucro presumido.
"Uma das principais demandas é ampliar o leque de empresas que podem se enquadrar na Lei do Bem", disse a secretária. O regime de tributação pelo lucro real representa cerca de 80% da arrecadação da Receita Federal, mas é utilizado somente por 10% das empresas brasileiras.
Patente. Heloisa antecipou que as empresas podem receber benefícios fiscais antes de concluir o processo de registro de uma patente no exterior. "Com o cumprimento de algumas etapas do processo de patenteamento, a empresa poderia usufruir dos incentivos fiscais. Não é só a etapa do pedido da patente", explicou. "São etapas onde o especialista do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) já consegue configurar o caráter inovador do produto".
Ela disse que a criação de um banco só para operar no comércio exterior, nos moldes de um Eximbank, não deve fazer parte do pacote inicial da PDC. Segundo a secretária, o BNDES está se ajustando para "dar conta" dessa atividade com maior força.
Há um ano, o governo anunciou a criação de um Eximbank como subsidiária do BNDES, mas não o colocou em prática. Heloísa disse que o atual governo está revisando propostas anunciadas na gestão anterior e ainda não viabilizadas, e também criando outras. "Vamos ver o que é possível no primeiro momento e o que não for vamos buscando o atendimento ao longo do tempo."
O impacto fiscal nas contas do governo é um dos critérios que estão sendo considerados. Ela disse que a PDC está praticamente pronta, dependendo apenas de alguns ajustes pequenos para ser anunciada. O Ministério do Desenvolvimento trabalhava com o dia 26 de maio para o anúncio, mas interlocutores do governo já não consideram essa data. Alguns pontos da nova política industrial e de comércio exterior estão emperrados porque dependem da análise do impacto fiscal para irem adiante.
Fonte: O Estado de S. Paulo
 Ctba, 14/mai/11
Maria Prybicz

YouTube - John Williams - J. Rodrigo - Adagio do Concierto de Aranjuez

YouTube - John Williams - J. Rodrigo - Adagio do Concierto de Aranjuez

sábado, 14 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

http://youtu.be/NptEBTRPc6k


"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br

"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br
http://youtu.be/sTN7wWCP6j8

"ECONOMIA NACIONAL - PETROLÍFERA"


Petrobras baixa preço da gasolina: Qual será o impacto no preço das ações?
Pressionada pelo governo, a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, decidiu reduzir o preço da gasolina (em 6%) e o do etanol (em 13%) fornecido aos postos de combustíveis com a marca da empresa. Com cerca sete mil postos de combustíveis no Brasil, cerca de 40% do mercado de derivados de petróleo no país, a intenção do governo é que a redução de preços na distribuidora seja repassada ao consumidor final auxiliando no combate à inflação. O governo também acredita que criará uma competição saudável com as outras distribuidoras de combustíveis no país, forçando uma redução geral nos preços. No momento somente os postos de combustíveis da Petrobras vão receber os descontos e não há garantias de que os menores custos serão repassados aos consumidores. Os analistas do mercado financeiro estão indecisos quanto ao impacto que a redução dos preços na BR Distribuidora terá nas ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) negociadas na Bolsa. Por um lado a medida alivia o peso no bolso dos consumidores o que poderia aumentar o volume de combustível comercializado. Outra visão é a de que as ações da empresa já estão bastante depreciadas na Bolsa, sendo que a medida teria pouco impacto em sua cotação. No entanto fica cada vez mais evidente o controle que o governo tem sobre a Petrobras, colocando um véu de incertezas e riscos políticos sobre a administração da companhia, o que pode afugentar alguns investidor
Fonte: ADVFN Newslwtter
Ctba, 12/mai/11
Maria Prybicz

sábado, 7 de maio de 2011

"ECONOMIA NACIONAL"


Notícias Técnicas
06/05/2011
Devolução de crédito tributário será acelerada...
Medida consta de projeto de Reforma Tributária do governo para ampliar competitividade
Simone Cavalcanti
O governo federal quer acelerar a devolução dos créditos tributários gerados nas exportações e nos investimentos. O objetivo é elevar a competitividade das empresas brasileiras, que entraram em sinal de alerta dada a conjuntura cambial.
O assunto está sendo tratado no âmbito da Reforma Tributária e faz parte de um dos quatro itens que a equipe econômica se propôs a resolver durante o mandato da presidente Dilma Rousseff, ou seja, até 2014.
No plano dos investimentos, a ideia é reduzir gradualmente o prazo atual de 12 meses para que o empresário tenha de volta o que pagou pelo Programa de Integração Social (PIS) e pela Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) nas máquinas e equipamentos compradas para incrementar a produção.
"O objetivo é ir até o ponto onde a devolução é imediata. Estamos começando a discutir agora e esperamos chegar nisso até 2014", disse ao Brasil Econômico o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.
A velocidade com que a diminuição do tempo de recebimento ocorrerá, entretanto, depende do espaço nas contas públicas. Quanto mais rápida a melhora no lado fiscal, maiores as chances, uma vez que o impacto da medida, segundo o secretário, "é significativo".
Isso - aliado à redução das alíquotas interestaduais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), já em discussão no Senado - pode abrir caminho para que, na esfera estadual, também haja maior velocidade na devolução dos tributos retidos.
"A redução desse prazo pelo governo federal vai criando um estímulo para que o setor privado pressione os estados a fazer o mesmo. A diferença é grande, mas tudo isso esbarra nessa questão da alíquota interestadual".
Atualmente, os empresários recebem o crédito devido do ICMS na compra de bens de capital só depois de 48 meses. E não necessariamente o valor equivale à totalidade da alíquota. Por conta das diferenças nas transações e dos ajustes interestaduais, o governo de origem (onde foi produzido o bem) não vê obrigação de restituir integralmente o contribuinte, até porque ficou com toda a arrecadação paga. Geralmente, há devolução total quando a mercadoria é produzida e consumida no mesmo estado.
Exportações
A rapidez na devolução do PIS e da Cofins também deve beneficiar os exportadores. Nesse caso, as conversas estão mais adiantadas, pois foi criado, no ano passado, um regime especial para o ressarcimento do valor devido pela União e que ainda não tenha sido compensado com desconto em outro tributo federal.
"Nossa ideia também é chegar a uma devolução quase imediata no caso das retenções das exportações", reforçou o secretário. "É uma questão de regulação, de dar mais acesso".
No entanto, os planos são resolver apenas o fluxo desses pedidos. O estoque de tributos retidos, cujas estimativas de mercado apontam para algo em torno de R$ 10 bilhões, será resolvido apenas ao longo do tempo, de uma forma paralela ao desembolso corrente.
"Vamos encaminhar a resolução do problema como um todo, mas para sanar o estoque será preciso aguardar", diz Barbosa.
Como andamento das ações, já está sendo implantado um sistema de escrituração digital de PIS e Cofins. Está prevista para julho a homologação das primeiras escrituras que vão especificar tipo de documento, de insumo e de matéria-prima.
"Isso vai facilitar, principalmente, a restituição de valores aos exportadores", afirmou o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, para quem essa medida pode acelerar o processo de devolução dos recursos devidos pelo Fisco aos exportadores
Fonte: Brasil Econômico
Ctba, 07/mai/11
Maria Prybicz 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"HOMENAGEM ÀS MÃES DESTE PAÍS"


MÃE, em voce eu vejo os olhos que me olham sempre com carinho,
as mãos que me acariciam com calor,
o coração que derrama em mim calma e amor.
Em voce, MÃE, eu tenho sempre a terra, o céu, o mar, a ternura sem fim.
Eu tenho em voce, Mãe, a beleza mais querida.
E em minhas mãos pequeninas, por voce eu tenho o mundo.
Porque em voce, Mãe, eu tenho tudo.

Anônimo...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

"MEANDROS ESTUDADOS MACROECONOMICAMENTE"


BREVE  RELATO CONCLUSIVO DE ANTONIO DELFIM NETO
Conclusão
Três coisas são certas: 1º) não devemos acreditar piamente que o crescimento de 7,5% em 2010 representou uma dramática divergência entre a demanda e a oferta globais. Ela foi produto de um “artefato” estatístico. O Brasil nunca cresceu mais do que 5% ao ano nos últimos anos; 2º) o governo tem mesmo que reduzir a taxa de crescimento das suas despesas correntes e das transferências abaixo do crescimento do PIB e aumentar a sua eficiência, levando a sério o seu programa de “fazer um pouco mais com um pouco menos” e 3º) é hora de enfrentar, de uma vez por todas, a eliminação completa do resíduo de indexação que sobrou do Plano Real, esclarecendo a sociedade sobre os seus enormes malefícios, a despeito da aparente proteção que dá a alguns setores privilegiados. Isso ajudaria a reduzir rapidamente a expectativa inflacionária.
Ao contrário, portanto, da ideia que as políticas macroprudenciais são uma volta ao passado, elas simplesmente indicam nossa perplexidade com a tragédia a que levou a sofisticação financeira. Não há dúvida sobre a potência da manobra da taxa de juros e sobre seus custos. O momento não é de afirmações apodícticas, apoiadas numa ciência mais do que duvidosa, mas sim de avaliação cuidadosa no curto e no longo prazo da relação custo/benefício das medidas que estamos tomando, algumas em legítima defesa.
Finalmente, é bom repetir que 2011 e 2012… não estão dados. Serão o que formos capazes de fazer deles. Os fatos parecem justificar a ação cuidadosa e parcimoniosa que está sendo feita pelo governo. As novas políticas fiscal, monetária e cambial (com alguns problemas) e a maior coordenação entre elas merecem um voto de confiança dos agentes econômicos diante das enormes incertezas que ainda cercam nossa economia e a mundial.
Fonte: Corecon PR -Por Antonio Delfim Neto é professor emérito FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento.
Ctba, 05/mai/11
Maria Prybicz

As Empresas e as Redes Sociais

As Empresas e as Redes Sociais

segunda-feira, 2 de maio de 2011

MOVIMENTO NÓS PODEMOS PARANÁ: Nós Podemos São Mateus do Sul oferece oficina de c...

MOVIMENTO NÓS PODEMOS PARANÁ: Nós Podemos São Mateus do Sul oferece oficina de c...: "O Movimento Nós Podemos São Mateus do Sul promoveu, na última terça-feira (26), uma oficina sobre elaboração de projetos para captação de r..."

ECONOMIA MUNDIAL EM ALERTA...


ECONOMIA MUNDIAL EM ALERTA...

EUA matam Osama Bin Laden: Veja a conseqüência nas Bolsas mundiais
Foi anunciado agora pela manhã que os Estados Unidos conseguiram localizar e matar o procurado terrorista Osama Bin Laden no Paquistão. As principais bolsas mundiais e futuros das bolsas dos EUA abrem em alta, trazendo a euforia das ruas norte-americanas com a notícia aos mercados. Investidores posicionados em Petrobras (PETR3 e PETR4), OGX Petróleo (OGXP3) e HRT (HRTP3) devem ficar atentos ao preço do petróleo no mercado internacional. A sensação de diminuição de riscos derrubou os preços da commodity em quase 3% hoje pela manhã. A Petrobras está em vantagem hoje por ter anunciado na sexta-feira uma forte redução no orçamento para gastos com a exploração do petróleo das camadas pré-sal. Mineradoras como Vale (VALE3 e VALE5) e MMX (MMXM3) e podem sofrer um pouco hoje também por conta de uma retração geral nos preços de commodities metálicas no mundo. No entanto, os analistas afirmam que o movimento possa ser pontual. O Dólar também subiu contra diversas moedas internacionais, movimento que poderá ser visto também no mercado nacional hoje acreditam os analistas. De qualquer forma, a tendência de queda da moeda norte-americana continua no médio prazo. Os especialistas em segurança agora acreditam que os EUA devam ficar em alerta máximo contra ataques terroristas. A morte de Osama Bin Laden é muito simbólica na luta do país contra o terrorismo islâmico e ataques aos EUA em retaliação são quase certos de que ocorram ao redor do mundo.
Fonte: Advfn
Ctba, 02/mai/11
Maria Prybicz

domingo, 1 de maio de 2011

Quem sou eu

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.