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sexta-feira, 30 de abril de 2010

"FINANÇAS PÚBLICAS - DÉFICIT PÚBLICO BRASILEIRO"

- DE DÉFICIT EM DÉFICIT - A GALINHA ENCHE O PAPO!

BC: CONTAS PÚBLICAS TÊM PIOR MARÇO DA SÉRIE HISTÓRICA
   No trimestre, os resultados também foram os piores. Entre janeiro e março, o superávit primário somou R$ 16,827 bilhões
   As contas públicas brasileiras amargaram os piores resultados da série histórica para os meses de março e para um primeiro trimestre em 2010. A informação foi dada pelo chefe do departamento econômico do Banco Central, Altamir Lopes, nesta sexta-feira (30). Segundo ele, o déficit primário de US$ 216 milhões, o pagamento de juros nominais de R$ 16,857 bilhões e o déficit nominal de R$ 17,073 bilhões no mês passado foram, todos, os piores da série iniciada em dezembro de 2001.
   No trimestre, os resultados também foram os piores. Entre janeiro e março, o superávit primário somou R$ 16,827 bilhões, o pagamento de juros atingiu R$ 44,979 bilhões e o déficit nominal somou R$ 28,151 bilhões. Em todos esses casos, foram os três piores resultados da série iniciada em dezembro de 2001.
   O setor público consolidado acumulou déficit nominal de R$ 17 073 bilhões em março, segundo dados divulgados hoje pelo Banco Central (BC). O resultado negativo foi muito superior ao observado em março de 2009, quando as contas públicas amargaram déficit nominal de R$ 6,743 bilhões. O déficit nominal ocorre quando o esforço para o pagamento dos juros da dívida, o chamado superávit primário, é insuficiente para quitar as despesas.
  Segundo o BC, o maior responsável pelo déficit nominal de março deste ano foi o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social), que respondeu por R$ 14,611 bilhões. Nos governos regionais, o mês teve déficit nominal de R$ 2,992 bilhões. Já as empresas estatais reduziram parcialmente esse rombo ao apresentarem superávit nominal de R$ 530 milhões, sendo que as companhias federais acumularam superávit nominal de R$ 577 milhões.
   Nos primeiros três meses do ano, o setor público contabilizou déficit nominal de R$ 28,151 bilhões, o equivalente a 3,53% do Produto Interno Bruto (PIB). Em igual período de 2009, o déficit correspondia a 2,95% do PIB. No trimestre, o governo central respondeu pela maior fatia do rombo, com déficit nominal de R$ 21,682 bilhões (2,72% do PIB). No acumulado em 12 meses até março de 2010, o déficit nominal do setor público soma R$ 111 635 bilhões, ou 3,46% do PIB. A fatia relativa ao governo central somou R$ 105,156 bilhões, ou 3,26% do PIB.
Dívida
    A dívida líquida do setor público voltou a subir e fechou em março em 42,4% do Produto Interno Bruto (R$ 1,366 trilhão). Em fevereiro, a dívida líquida estava em 42,1% e em janeiro, 41,6% do PIB. Já as despesas com pagamento de juros nominais somaram R$ 16,857 bilhões em março, de acordo com números divulgados hoje pelo Banco Central. O valor é superior ao registrado há um ano, quando o pagamento somou R$ 14,672 bilhões.
    Segundo o BC, a maior parte dessa despesa paga no mês passado foi realizada pelo governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), que respondeu por R$ 10,699 bilhões. A segunda maior parcela foi a paga pelos governos regionais, que responderam por R$ 6,335 bilhões. Por fim, as empresas estatais obtiveram receita de R$ 176 milhões com juros, sendo que as federais registraram R$ 395 milhões, o que indica que estatais municipais e estaduais gastaram R$ 218 milhões. No primeiro trimestre de 2010, o pagamento de juros nominais somou R$ 44,979 bilhões, o equivalente a 5,64% do PIB. Em igual período de 2009, o pagamento correspondeu a 5,57% do PIB. No acumulado de janeiro a março deste ano, o maior pagamento de juros foi realizado pelo governo central, que respondeu por R$ 30,607 bilhões (3,84% do PIB). No acumulado de 12 meses até março, o pagamento de juros nominais atingiu R$ 174,170 bilhões, ou 5,40% do PIB. O maior pagamento foi também realizado pelo governo central, que respondeu por R$ 145,009 bilhões, ou 4,50% do PIB.
Fonte: Agência Estado  e GP On Line.
Ctba, 30/abr/10
Prof.ª M.ª M. Prybicz



quinta-feira, 29 de abril de 2010

"ECONOMIA! - MERCADO FINANCEIRO"

BOVESPA FECHOU EM ALTA ONTEM!
     O Ibovespa terminou a quarta-feira com alta de 0,22%, depois de um pregão instável pelas preocupações com a dívida na Europa e da expectativa antes do anúncio da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o juro básico brasileiro. O principal índice de ações brasileiras encerrou a 66.655 pontos. O giro financeiro do pregão somou R$ 7,009 bilhões.
    A variação do índice correu em linha com a instabilidade no exterior. O principal motivo de preocupação foi a redução da nota da Espanha pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, um dia após o rating da Grécia ser colocado em grau especulativo.
     As ações em Wall Street, no entanto, contribuíram para o Ibovespa se firmar no azul no fim da tarde. O mercado foi ajudado pela decisão do Federal Reserve (FED, banco central americano) de manter a promessa de juro extremamente baixo por um período prolongado.
    O pregão também foi marcado pela expectativa antes da decisão do Copom. O mercado espera uma elevação do juro em 0,50 ou 0,75 ponto percentual, iniciando a reversão do ciclo de alívio monetário proporcionado durante a crise financeira.
    Os papéis de bancos se destacaram, sendo responsáveis por praticamente toda a alta do índice. Itaú Unibanco subiu 2,54%, a R$ 37,13, Bradesco avançou 1,79%, a R$ 31,30, e Banco do Brasil teve alta de 2,05%, a R$ 29,44.
    O Bradesco abriu a temporada de divulgação de resultados do primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 2,103 bilhões, 22% a mais do que o apurado no mesmo período do ano passado.
"Entendemos que o Bradesco, dada sua extensa capilaridade, está bem posicionado para se aproveitar do cenário de expansão que esperamos para o setor como um todo em 2010, diante da retomada do crescimento do crédito, queda da inadimplência e aumento das taxas de juros", analisou a corretora Ativa em relatório sobre os resultados.
    Os bancos também se destacaram no mercado nova-iorquino, sendo a principal influência positiva do Dow Jones.
    Individualmente, a maior alta percentual foi da MMX, com variação de 4,38%, a R$ 12,88. Na ponta negativa, a Net teve a maior queda percentual do Ibovespa, com variação de 2,68%, a R$ 19,95. A empresa reportou queda de 62% do lucro líquido no primeiro trimestre ante os três primeiros meses de 2009.
Fonte: REUTERS
Ctba, 29/abr/10
Prof.ª M.ª M. Prybicz







quarta-feira, 28 de abril de 2010

"ECONOMIA BRASILEIRA" - TECNOLOGIA DA BANDA LARGA.

GOVERNO PODE DEFINIR O PREÇO DA BANDA LARGA
- Muito bom projeto – ficaremos no aguardo de sua execução! Parece bem viável!
   Em meio às discussões do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), ganha força no governo federal a tese de que a Telebrás poderá definir preços para o uso da fibra óptica instalada pelas companhias estatais e pelas operadoras privadas de telefonia. O PNBL deverá ser definido nos próximos dias, resultando em um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com ele, o poder Executivo pretende restaurar a Telebrás e permitir que a companhia atue na infraestrutura de banda larga e até na oferta do serviço, embora essa ação não esteja prevista inicialmente. Ao que parece até agora, a Telebrás será, pelo menos, gestora da espinha dorsal (backbone) e das vértebras (backhaul) do sistema de cabos.
   A tese do governo para interferir na formação do preço do serviço pelas operadoras tem base na interpretação de que esses cabos foram instalados pelas companhias telefônicas por exigência dos contratos de concessão e, portanto, podem ter tarifas reguladas. O governo cobraria R$ 230 ao mês pela oferta de 1 megabit por segundo (Mbps) aos provedores de acesso, que poderiam cobrar R$ 350 ao ofertar a mesma capacidade. Como os provedores podem replicar a capacidade para até dez consumidores, seriam cobrados R$ 35 ao mês do usuário. O custo médio hoje é R$ 60, pela interpretação do governo.
   Sob esse modelo, a Telebrás, pelas contas de um entusiasta da empresa dentro do governo, atingiria um ponto de equilíbrio financeiro após três anos e, por volta do quinto ou sexto ano depois de implantado o PNBL, a estatal de capital aberto poderia ter uma receita operacional líquida de cerca de 40%.
Fonte: Valor Econômico
Ctba, 28/abr/10
Prof. ª Mª.M.Prybicz



terça-feira, 27 de abril de 2010

“A ECONOMIA E O CICLO DAS TAXAS DE JUROS”

- No Brasil é assim! Nem bem as coisas começam a gerar frutos – vem à ganância de alguns, sem considerar o valor agregado – repassando tudo quanto for custo para os preços, ocasionando um aceleramento da inflação – ou seja, aumento por aumento simplesmente!(Mª.M.Prybicz).
Ansiedade: juros tomam novo movimento
   Hoje começam as reuniões do COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central do Brasil que define a taxa de juros básica da economia (SELIC). O consenso dos analistas era um aumento de 0,50% na taxa SELIC.
  Entretanto rumores já adiantam que o aumento poderá ser maior. Segundo os cadernos de economia dos principais jornais brasileiros o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quer dar um ritmo maior ao aumento da taxa, por acreditar que os efeitos econômicos e políticos serão mais benéficos do que uma resposta lenta aos temores de superaquecimento da economia e alta expressiva da inflação.
Fonte: ADVN - Newsletter
Ctba, 27/abril/10
Prof.ª M.ª M. Prybicz

domingo, 25 de abril de 2010

“ECONOMIA TRIBUTÁRIA”

APOIO À REFORMA FINANCEIRA GLOBAL
- Mais taxação – excesso de tributação num país que já é sobrecarregado!
    O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse neste sábado (24) que o Brasil apoia uma reforma financeira global, mas deixou claro que é preciso diferenciar a situação de cada país no que diz respeito à possibilidade de taxação maior das instituições financeiras. Segundo ele, esse foi o ponto sobre o qual "não houve acordo" na reunião do G-20, realizada nesta sexta-feira (23), na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, pois, assim como o Brasil, outros países que não se consideram "responsáveis pela crise" rejeitam uma taxação.
"O Brasil já tem uma regulação financeira mais rígida", explicou hoje, em entrevista na embaixada brasileira em Washington, pouco antes de seguir para a sede do FMI para o segundo dia de reuniões do G-20. "A taxação no País sobre o sistema financeiro já é maior do que em outros países, portanto, deve-se levar em conta a situação de cada país." Ele mencionou ainda que o Brasil tem imposto de renda mais elevado para instituições financeiras e tem avançado no que diz respeito ao registro de operações com derivativos. Além disso, Meirelles lembrou que a exigência de depósitos compulsórios, muito criticada por alguns, ajudou a proteger o sistema financeiro brasileiro no momento de crise.
    No entanto, segundo o presidente do BC, não há dúvidas no G-20 sobre a importância de se manter como primeira necessidade o prosseguimento na reforma do sistema financeiro, independentemente de alguns países terem sofrido menos ou se recuperado mais rapidamente. Meirelles disse que é preciso "manter o vigor" no empenho de fazer mudanças que previnam o mundo de um nova crise, estabelecendo, entre outros itens, melhor qualidade de capital, maior colchão de liquidez, registro de derivativos, além de se colocar regras mais rigorosas para instituições "sistemicamente" importantes.
Fonte: AGÊNCIA ESTADO
Ctba, 25/abr/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



sexta-feira, 23 de abril de 2010

ECONOMIA PETROLÍFERA"

PETROBRAS SOBE SETE POSIÇÕES EM RANKING DA REVISTA FORBES
- Devemos reconhecer quando as administrações empresariais são boas – apontando os erros das que não são! Os brasileiros tem muito interesse de que continue esta boa administração na Petrobras - competitividade, sustentabilidade, inovação com o meio ambiente preservados, devem ser estimuladas!(M.ªM.Prybicz)
   Empresa passou da 25ª posição para a 18ª posição no ranking das maiores empresas do mundo feito pela revista de negócios "Forbes"
  A Petrobras passou da 25ª posição para a 18ª posição no ranking das maiores empresas do mundo feito pela revista de negócios "Forbes". A empresa é a brasileira mais bem colocada na lista, mas está atrás de concorrentes do setor de petróleo como a americana ExxonMobil (4º lugar), Royal Dutch Shell (8º), BP (10º), PetroChina (12º) e Gazprom (16º).
Outras brasileiras que estão entre as 500 maiores do mundo (o ranking tem no total 2.000 empresas) são o Bradesco, em 51º lugar, o Banco do Brasil, em 52º, a Vale, em 80º, a Itaúsa (holding que controla o banco Itaú), em 82º, a Eletrobrás, em 235º, e a CSN, em 478º.
   Ao todo, são 33 brasileiras na lista, duas a mais do que no ranking de 2009.
  A lista da "Forbes" leva em conta a receita, o lucro, os ativos e o valor de mercado das empresas. A maior empresa do mundo neste ano foi o banco norte-americano JPMorgan Chase, que passou a General Electric, que levou o primeiro lugar no ano passado. Em 2009, o JPMorgan Chase estava em 16º lugar.
  O conglomerado norte-americano General Electric ficou em segundo lugar em 2010, seguido pelo Bank of America, em terceiro, a ExxonMobil e o banco chinês ICBC, em quinto lugar.
  Segundo a Forbes, as 2.000 empresas escolhidas neste ano vieram de 62 países, com Estados Unidos (515 empresas) e Japão (210 membros) com as maiores representações. No entanto, esses dois países tiveram 33 empresas a menos na lista do que no ano passado.
Fonte: GP On LIne.
Ctba, 23/abr/10
Prof.ª M.ª M. Prybicz





quinta-feira, 22 de abril de 2010

"ECONOMIA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS"

28% DAS EMPRESAS PAULISTANAS FAZEM PUBLICIDADE ONLINE
- A melhor maneira de se manter sustentável - o meio eletrônico!
SÃO PAULO, 22 de abril de 2010 - Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.
- "É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores" pontuam Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.
- Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores - principalmente o Google - para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. "Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca", aponta Sandra. "Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página", ressalta a especialista.
- "Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo", explica Sandra.
- "Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma 'crise de credibilidade' devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in", alerta Sandra.
- As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. "Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles aperfeiçoam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente", argumenta Sandra.     
   "O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto", acrescenta a especialista.
Fonte:(SSB - Agência IN)
Ctba, 22/abr/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





quarta-feira, 21 de abril de 2010

"PRODUÇÃO NACIONAL"

EMPRESA “AKER” FECHA COM PETROBRAS VENDA DE EQUIPAMENTOS PARA CAMPOS DE GUARÁ E IARA.
"Nossa experiência desenvolvendo o piloto de Tupi, a expansão da nossa unidade em Curitiba e uma proposta técnica consistente foram cruciais para ficar com esse contrato", disse Marcelo Taulois
   A Aker Solutions, empresa que produz equipamentos para a indústria do petróleo, disse nesta terça-feira (20) ter fechado acordo de 300 milhões de dólares com a Petrobras para o fornecimento de árvores de natal para os campos de Guará e Iara, no pré-sal da bacia de Santos.
  De acordo com comunicado distribuído pela Aker, o acordo engloba a construção e entrega de 40 árvores de natal molhadas para os dois campos, além de outros equipamentos para a produção de petróleo na região.
  As árvores são conjuntos de válvulas e tubos instalados nos poços para controlar a produção.
  A norueguesa Aker, que possui fábrica em Curitiba (PR), também forneceu esse tipo de equipamento para as operações no campo de Tupi, o principal até o momento no pré-sal da bacia de Santos.
"Nossa experiência desenvolvendo o piloto de Tupi, a expansão da nossa unidade em Curitiba e uma proposta técnica consistente foi crucial para ficar com esse contrato", disse Marcelo Taulois, presidente da divisão submarina da Aker no Brasil, no comunicado.
Fonte: GP On Line.
Ctba, 21/abr/10
Prof.ª Mª.M.Prybicz

"ECONOMIA E MERCADO FINANCEIRO"

APÓS TRÊS QUEDAS SEGUIDAS, BOVESPA É PUXADA PELA PETROBRAS - AUMENTO POSITIVO.
- A recuperação da blue chip (ação com maior peso no índice) Petrobras e dos setores financeiro e imobiliário, noutro dia de ganhos em Wall Street, deu fôlego à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que subiu nesta terça-feira, após três sessões no vermelho. Embora tenha perdido boa parte do vigor das primeiras horas do dia, o Ibovespa ainda fechou valorizado em 0,32%, aos 69.318 pontos. O giro financeiro do pregão, na véspera do feriado de Tiradentes, somou R$ 5,74 bilhões.
- A agenda econômica e corporativa trouxe novidades positivas no front internacional. De um lado, a Grécia conseguiu colocar no mercado US$ 2,6 bilhões em títulos de 13 semanas, na terceira venda de dívida desde que a Europa e o Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciaram a rede de segurança ao País.
  Além disso, grandes empresas agradaram o mercado com resultados acima do esperado no primeiro trimestre, incluindo Johnson & Johnson e o Goldman Sachs, aliviando momentaneamente a pressão sobre o banco, que está sendo investigado por fraude pela SEC (CVM dos EUA). Além disso, a montadora alemã Daimler elevou a previsão de lucro.
  Para a bolsa paulista, o que prevaleceu foi à influência da alta do barril do petróleo, em meio a ajuste técnico e à retomada das atividades de companhias aéreas na Europa, que tinham sido paralisadas por causa de um vulcão na Islândia.
  O movimento facilitou a recuperação iniciada após o exercício de opções, na véspera, por Petrobras, cuja ação preferencial subiu 2,24%, a R$ 34,30. A retomada dos voos na Europa também aliviou o peso sobre TAM, que subiu 1,45%, a R$ 31,45.
  Simultaneamente, alguns setores domésticos que vinham sendo bastante pressionados nas últimas semanas, tomaram fôlego. Foram o caso das construtoras, lideradas por Gafisa, com alta de 2,3%, a R$ 11,99.
  - A companhia anunciou na segunda-feira o aumento na participação da Alphaville, de 60 para 80 do capital da Alphaville Urbanismo.
    Mas o destaque positivo do Ibovespa foi Telesp, que subiu 3,7%, a R$ 35,52, seguida por Vivo, com avanço de 2,4%, a R$ 46,01. Reportagem do jornal inglês Financial Times afirmou que nas próximas semanas, a Telefónica pode firmar com a Portugal Telecom uma maior integração entre Telesp e Vivo.
    Na outra ponta, Vale puxou a fila de perdas do setor de metais, caindo 1,63%, a R$ 49,41.
Fonte: Terra - Economía
Ctba, 21/abr/10
Prof. ª Mª M.Prybicz



sexta-feira, 16 de abril de 2010

"MACROECONOMIA EM FOCO"

ECONOMIA CHINESA IMPULSIONADA

- Enquanto espera-se um crescimento do PIB brasileiro em torno de 6%, a China se supera e muito!(Mª.M.Prybicz)
*  PIB chinês cresce quase 12% no primeiro trimestre de 2010.
 - Analistas temem superaquecimento do mercado chinês
   A economia da China cresceu a uma taxa anual de 11,9% no primeiro trimestre deste ano, o que, segundo analistas, pode levar a uma valorização da moeda do país, o yuan.
- O valor é bem superior ao mesmo período no ano passado, em que a taxa registrada foi de 6%, e ligeiramente mais alta que o trimestre anterior, que marcou crescimento de 10,7%
  A taxa anual anunciada nesta quarta-feira também é ligeiramente mais alta do que a esperado pelo mercado. O índice de inflação também foi surpreendentemente baixo, de 2,2%.
"Começamos bem o ano", disse um porta-voz do Escritório Nacional de Estatísticas, ao anunciar os números, em Pequim, nesta quarta-feira.
- Segundo a analista de economia da BBC Linda Duffin, os números refletem em muito o grande pacote de estímulo fiscal do governo, que fez crescer a confiança do consumidor e seus gastos.
Problemas todos países tem – não existe projetos de desenvolvimento 100% sem problemas!
- Mas outros especialistas creem que o pacote pode trazer problemas para a economia chinesa.
"Fala-se muito em superaquecimento", disse à BBC Glenn Maguire, economista-chefe para a região de Ásia-Pacífico da Societé Générale. "Mas o sintoma clássico é a inflação."
"Há especulações sobre um aumento da taxas de juros, mas agora, dada a baixa inflação, é possível que haja uma valorização do yuan", afirmou Maguire.
- Em março, a taxa de inflação de preços ao consumidor chinesa foi de 2,4%, abaixo da expectativa de 2,7%.
- Segundo a analista da BBC, a grande oferta de empréstimos a juros baixos está fazendo subir o preço dos imóveis, gerando o temor de uma bolha.
- Por isso, as taxas para as hipotecas foram aumentadas e foi introduzido um novo imposto sobre a venda de casas.
- Para Duffin, se o governo conseguir manter o crescimento a uma taxa sustentável, a China poderá superar o Japão e poderá se tornar a segunda maior economia do mundo ainda este ano.
Fonte: BBC Brasil
Ctba, 16/abr/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



sábado, 10 de abril de 2010

“ECONOMIA INDUSTRIAL AERONÁTICA"

EMBRAER TOTALIZA 61 AVIÕES, ENTRE VENDAS E ENTREGAS NO 1° TRIMESTRE DO ANO.
- Importante segmento do setor aeronáutico da indústria nacional!
   A Embraer informou nesta sexta-feira (9) que encerrou o primeiro trimestre de 2010 com a entrega de 41 jatos, aumento de uma unidade em relação ao mesmo período do ano passado. - A carteira de pedidos da companhia totalizava 16 bilhões de dólares em 31 de março de 2010, queda de 3,6 por cento em relação ao mesmo período do ano passado e de 18,8 ante 31 de março de 2009. - 21 aeronaves foram destinadas ao segmento de aviação comercial, sendo que 12 unidades correspondiam ao Embraer 190. Cinco modelos eram do tipo 170, dois eram Embraer 195 e os modelos ERJ 145 e Embraer 175 tiveram uma unidade entregue cada.
  A aviação executiva respondeu por 19 aviões, sendo que 16 corresponderam ao modelo Phenom 100. Foram entregues ainda dois Legacy 600 e um Phenom 300. Apenas um Legacy 600 foi destinado ao segmento de defesa segmento de defesa.
   A Embraer informou ainda que possui 243 pedidos firmes de aviões comerciais em carteira, sem abrir o número de pedidos para aviação executiva e de defesa.
   A fabricante brasileira de aeronaves informou ainda que efetivou um acordo para a venda de 20 unidades do Embraer 190 para a Austral Líneas Aéreas, da Argentina. O acordo foi anunciado em maio de 2009, mas estava condicionado ao cumprimento de determinados requisitos. Três desses aviões já faziam parte da carteira de pedidos firmes a entregar no primeiro trimestre deste ano, como "cliente não divulgado". - No final de março, autoridades da justiça da Argentina fizeram buscas em escritórios da estatal Aerolíneas Argentinas, que controla a Austral, em meio a acusações de que a empresa argentina havia pago preços excessivos na compra dos aviões.
- A Embraer informou em comunicado que repudiava as especulações sobre superfaturamento, afirmando ainda que não comenta preços e condições comerciais constantes em seus contratos, protegidos por cláusulas de confidencialidade.
- As ações da Embraer fecharam a sexta-feira em queda de 0,57 por cento, 10,45 reais. O Ibovespa, por sua vez, cedeu 0,51 por cento, a 71.417 pontos.
Fonte GP On Line
Ctba, 10/abr/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





quinta-feira, 8 de abril de 2010

“ECONOMIA SUSTENTÁVEL VERSUS FINANÇAS PÚBLICAS”

- O segredo está em manter em equilíbrio as duas modalidades: "Economia na área empresarial e as Finanças Públicas"
(Mª M.Prybicz).
- Em 1900, a carga tributária era de 10,6%. Atualmente, é uma das mais altas do mundo e passa dos 34%. Caminhando junto com o aumento da carga dos impostos, os gastos públicos e sociais, em especial, cresceram continuamente ao longo desse período.
- O dólar norte-americano desde as conferências de Bretton Woods, que adotou o dólar como padrão internacional no lugar do ouro, passando pela crise de 1973, em que os Estados Unidos anunciaram a desvalorização da moeda, até os tempos atuais, de globalização e desregulamentação da economia.
- Valorizando conceitos clássicos da economia, Piazza, Marcelo C.- autor de "O Novo Manual de Negócios Sustentáveis" livro de chegou para desmistificar o dilema de que sustentabilidade não combina com bons negócios. O livro traz possíveis cenários para as próximas décadas e ensina a montar um plano de negócios sustentáveis.
- Gunther, Max"- autor de: Os Axiomas de Zurique" ensina como ganhar dinheiro em qualquer lugar no mundo. Apresenta as regras infalíveis que os banqueiros suíços estabeleceram após a Segunda Guerra Mundial para diminuir os riscos enquanto aumentavam cada vez mais os lucros. São 12 axiomas principais e 16 secundários que se aplicam a qualquer tipo de investimento. Neles o leitor encontrará a chave para investir com sucesso à moda suíça.
- O sistema bancário suíço é um dos mais misteriosos e ricos do mundo. Milionários de todos os continentes aplicam no país não só pelo anonimato oferecido como por suas instituições financeiras. Estão interessados na rentabilidade obtida pelos banqueiros da Suíça. Investidores que sabem como poucos ganhar dinheiro através de métodos e princípios que funcionam em qualquer lugar, sob quaisquer condições econômicas. Max Gunther revela os segredos de um grupo exclusivo de homens que, depois da Segunda Guerra Mundial, resolveu ganhar dinheiro investindo em várias frentes, de ações a imóveis, de commodities a moedas estrangeiras. Ganharam muito e transformaram a Suíça em um dos países mais abastados. "Os Axiomas de Zurique", da editora Record, apresenta as regras e princípios infalíveis que esses banqueiros estabeleceram para diminuir riscos e aumentar lucros. É só segui-los e você alcançará resultados impressionantes em todos os seus investimentos.
Fonte: Folha de São Paulo, On Line.
Ctba, 08/abr/10
Profª Mª M. Prybicz



terça-feira, 6 de abril de 2010

“ECONOMIA EM OUTROS MERCADOS”

COMÉRCIO EXTERIOR - EMPRESÁRIOS DO BRASIL NO IRÃ, ANTES DE LULA
- Novos mercados alvissareiros para os negócios de brasileiros no exterior – cada vez mais a globalização avança colocando raízes em quase todas as nações com um fluxo intenso e irremediavelmente avassalador e não retroagindo por hipótese alguma – muito pelo contrário existem necessidades constantes: ora para reconstrução, ora para revitalização dos setores destruídos por várias catástrofes e/ou guerras civis, bem como, outros setores industriais e comerciais – como se a ajuda mútua cooperativa se tornasse a primeira altenativa – e é! (Mª M.Prybicz).
- O governo do Irã receberá 80 empresários brasileiros antes da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país, em 15 de maio. Segundo a imprensa oficial iraniana, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, acompanhará o grupo. A data da visita não foi divulgada, mas o Irã estaria interessado em fechar acordos sobre mineração e petróleo.
- Durante o fim de semana, a imprensa local insistiu que o Brasil apoia seus projetos nucleares e é contra as propostas de sanções defendidas pelos Estados Unidos. Segundo a TV iraniana, o Brasil é um “Estado nuclear” que tem sido um aliado do direito do Irã de enriquecer urânio para aplicações civis.
- Agências oficiais iranianas informaram que o embaixador do Brasil em Teerã, Antonio Luis Espinola Salgado, defendeu em reunião com o ministro de Indústria do país, Ahmad Khademolmelleh, uma ampliação das relações comerciais que chegaria a consolidação de projetos nos setores industrial, mineração e de energia.
Fonte: GP On Line
Ctba, 06/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

sábado, 3 de abril de 2010

"A GÊNESE"

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Ctba, 03/abr/2010
Mª M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.