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domingo, 30 de janeiro de 2011

"ECONOMIA NACIONAL"

"NOVA POLÍTICA" 
- A despesa do governo é a soma de custeio, investimentos e juros. Se os investimentos mais os juros superarem a redução do custeio há aumento da demanda com pressão inflacionária. Além disso, 70% dos fatores que influenciam a inflação não dependem do Banco Central (BC). São os preços externos, choque de oferta, preços de alimentos e commodities, tarifas do transporte coletivo, energia e comunicações. Assim, a adoção da Selic para combater a inflação é inadequado e prejudicial, pois: a) aumenta as despesas com juros do governo federal e para o carregamento das reservas internacionais; b) em decorrência aumenta a demanda pressionando a inflação; c) não aumenta as taxas de juros ao consumidor, ou seja, não reduz a demanda; e) onera as pequenas e médias empresas cujos juros se elevam com a Selic; f) desestimula os investimentos privados e; g) atrai o capital especulativo internacional.
Fonte: - Por AMIR KHAIR - O Estado de S.Paulo
 Ctba, 30/jan/11
Maria Prybicz

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

FMI DIZ QUE BRASIL TEM MELHORA FISCAL
Organização internacional havia dito que as contas brasileiras estavam deterioradas...
O ministro da Fazenda Guido Mantega rebateu nesta sexta-feira o teor de um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) com perspectiva de piora para a situação fiscal do Brasil este ano.
"A previsão feita pelo Fundo Monetário está equivocada porque prevê um déficit nominal de 3,1 por cento para 2011, sendo que nos trabalhamos com um déficit nominal em torno de 1,8 por cento. Ou seja, quase a metade daquilo que está previsto", afirmou o ministro a jornalistas.
Segundo ele, o resultado primário do governo central deve ficar positivo entre 2,4 por cento e 2,7 por cento este ano e o resultado fiscal do período será melhor do que o de 2010.
Na quinta-feira (27), o FMI liberou um relatório com comentários sobre a economia global, afirmando que o equilíbrio fiscal em países como Brasil, China e Índia estão mais fracos do que o previsto, ressaltando que a deterioração nas contas fiscais brasileiras é "particularmente pronunciada".
De acordo com Mantega, o governo fará o ajuste necessário nas contas para que a meta de superávit fiscal seja alcançada. O ministro afirmou que o Banco Central está "afinado" com as diretrizes do governo de redução de gastos públicos, em prol do uso de uma política monetária menos apertada no combate à inflação.
Fonte: GP On Line
Ctba, 28/jan/11
Maria M.Prybicz

"ECONOMIA PETROLÍFERA"

Maquiagem contábil? -governo cumpre meta fiscal de 2010

Capitalização da Petrobras inflou superávit primário em R$ 31,9 bilhões
O superávit primário do governo federal, que é economia feita para pagar juros e tentar manter em queda a dívida pública, somou R$ 78,9 bilhões em todo ano passado, o equivalente a 2,16% doProduto Interno Bruto (PIB) informou nesta sexta-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional.
O resultado fiscal positivo de 2010 representa melhora em relação ao ano anterior, quando foi registrado um superávit de R$ 39,43 bilhões nas contas do governo, ou 1,24% do PIB. No ano retrasado, marcado pela crise financeira internacional, o governo reduziu a meta de superávit primário das contas públicas.
Com isso, foi cumprida a meta anual de superávit primário, estabelecida em R$ 76,3 bilhões, o que equivale a 2,15% do PIB. Entretanto, o cumprimento da meta só foi possível por causa da capitalização da Petrobras - que inflou o superávit fiscal em R$ 31,9 bilhões.
Petrobras
A explicação é que o governo emitiu, no ano passado, R$ 42,92 bilhões em títulos públicos para pagar a sua parte da capitalização da empresa, e recebeu de volta, por conta do pagamento da cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo, R$ 74,8 bilhões da empresa estatal. Deste modo, sobraram R$ 31,9 bilhões para o superávit primário unicamente por conta da capitalização da Petrobras. Sem a "ajuda" da Petrobras, as contas do governo teriam registrado um superávit primário de R$ 47 bilhões em 2010, bem abaixo da meta estabelecida para todo ano passado.
Segundo ano consecutivo
O ano passado foi o segundo consecutivo no qual o governo se utiliza de manobras contábeis para aumentar o resultado fiscal. Em 2009, a União obteve um incremento de R$ 17,7 bilhões somente com medidas heterodoxas (não usuais), como o recebimento de R$ 8,9 bilhões a mais em depósitos judiciais antigos, além de R$ 4,7 bilhões obtidos com o Refis da Crise (programa de parcelamento de dívidas). O governo também engordou o caixa, no ano passado, com R$ 3,5 bilhões de uma operação de compra, pelo BNDES, de dividendos que a União teria direito a receber da Eletrobras.
Investimentos públicos
Os gastos totais do governo federal com investimentos somaram R$ 47,1 bilhões no ano passado, o que representa um crescimento de 38% sobre o valor do ano de 2009 (R$ 34,1 bilhões), informou o Tesouro Nacional. Para ano passado, a dotação orçamentária dos investimentos do governo era superior a R$ 65 bilhões.
Dos investimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), R$ 22,08 bilhões foram pagos em 2010, com elevação de 23% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 17,93 bilhões).
Fonte: GP On Line
Ctba, 28/jan/11
Maria M.Prybicz

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"ECONOMIA E INVESTIMENTOS NO BRASIL"

É, BOM NEGÓCIO - INVESTIR NO BRASIL!
"Ao longo do ano, algumas operações que esperávamos foram sendo postergadas em função de um quadro externo que não se materializava como imáginávamos inicialmente. Mas, de fato, algumas operações que esperávamos para o início de 2011 se materializaram em 2011. Como uma no valor de US$ 7,1 bilhões do setor de petróleo [Repsol]. E trouxe um montante expressivo de recursos", explicou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
Com isso, os investimentos diretos cobriram, pelo nono ano consecutivo, o rombo das contas externas brasileiras, que somou US$ 47,5 bilhões em 2010. A última vez em que o déficit em transações correntes não foi "financiado" pelos investimentos estrangeiros diretos foi em 2001.
Paraísos fiscais
O principal país a investir no Brasil em 2010 foi Luxemburgo, de acordo com dados do BC. Por este país, foram investidos US$ 8,63 bilhões, seguido pelos Países Baixos, que investiram US$ 6,69 bilhões no Brasil no ano passado. Esses países são considerados "paraísos fiscais" pela Receita Federal, pois têm uma baixa tributação sobre a renda. Investidores podem ter optado por investir, no Brasil, os recursos que lá estavam aplicados. Em terceiro lugar na lista de investidores brasileiros, aparece a Suíça, com US$ 6,43 bilhões investidos.


Setores - 
O principal setor que atraiu investimentos estrangeiros no ano passado foi a indústria, com o aporte de US$ 19,3 bilhões, dos quais US$ 7,41 bilhões para produtos químicos e US$ 3,52 bilhões para metalurgia. O segundo setor a mais atrair recursos foi a agricultura, a pecuária e a indústria extrativa, no valor de US$ 18,15 bilhões - sendo US$ 9,92 bilhões somente para extração de petróleo e gás natural. Os serviços, por sua vez, atraíram US$ 15,1 bilhões em investimentos estrangeiros diretos no ano passado, dos quais US$ 2,5 bilhões para o comércio.

Previsões para 2011 - a previsão da autoridade monetária, porém, é de que o ingresso de investimentos estrangeiros diretos não seja suficiente para cobrir o déficit das contas externas brasileiras. De acordo com o BC, o investimentos estrangeiros devem somar US$ 45 bilhões neste ano, contra um déficit em conta corrente de US$ 64 bilhões, ou 2,8% do PIB.
Fonte: GP On Line
Ctba, 26/jan/11
Maria Prybicz

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br: "ECONOMIA E PLANEJAMENTOS"

"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br: "ECONOMIA E PLANEJAMENTOS": "CURITIBA TEM MAIS MULHERES DO QUE HOMENS, DE ACORDO COM O CENSO 2010 - O Censo 2010 divulgado pelo Instituto Brasileiro de Ge..."

"ECONOMIA E PLANEJAMENTOS"

CURITIBA TEM MAIS MULHERES DO QUE HOMENS, DE ACORDO COM O CENSO 2010
 - O Censo 2010 divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que Curitiba atingiu a marca de 1.746.896 moradores, com crescimento de 10,5 %. Em 2000, esse nº era de 1.587.315 pessoas. As mulheres são a maioria. Segundo o relatório, são 914.396 mulheres contra 832.500 homens na capital paranaense.
No ranking dos municípios mais populosos, Curitiba está entre as cidades que perderam posições na comparação com o Censo realizado em 2000, ao lado de Belo Horizonte e Recife. Há 10 anos, a capital do Paraná ocupava a posição de nº 7 e agora está na 8º colocação.
Censo 2010: população do Paraná é de 10.439.601 pessoas. Em comparação com o Censo de 2000 ocorreu um aumento de 876.143 pessoas. Esse nº demonstra que o crescimento da população paranaense no período foi de 9,2 % (o que corresponde a 0,88 % ao ano) inferior a observada na década anterior (13,2 % entre 1991 e 2000).
O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada que há 10 anos: em 2000, 73,4% dos paranaenses viviam em áreas urbanas, agora são 85,3 %.
Na Região Sul, o estado do Rio Grande do Sul continua sendo o mais populoso, com 10.695.532 habitantes e por último Santa Catarina com 6.249.682 habitantes. Em termos de crescimento, Santa Catarina supera de longe os outros dois estados, apresentando crescimento de 16,7 % na década, contra 9,2 % do Paraná e 5,0 % do Rio Grande do Sul.
Em termos de participação percentual, o Paraná manteve-se com 38,1 %, Rio Grande do Sul passou de 40,6 % para 39,1 % e Santa Catarina aumentou de 21,3 % para 22,8%.
Houve mudanças no ranking dos maiores municípios do estado, com Foz do Iguaçu (de 5º para o 7º) perdendo posições, Cascavel (de 6º para 5º) e São José dos Pinhais (de 7º para 6º) ganhando posições.
Em relação ao Censo 2000, perderam população os municípios de Pitanga, Altamira do Paraná, Guaraniaçu, Nova Cantu e Foz do Iguaçu. Outros 173 municípios tiveram suas populações reduzidas de 2000 para 2010.
No ranking dos maiores municípios do Brasil, Curitiba passou de 7ª para 8ª posição.
A população da Região Metropolitana de Curitiba aumentou em 400.586 pessoas. Em 2000, era de 2.768.394 e em 2010 passou para 3.168.960, um aumento de 14,5 %. Os municípios que mais cresceram na RMC foram Tunas do Paraná (73,3 %), Fazenda Rio Grande (29,97 %), Mandirituba (26,81 %), Piraquara (28,0 %) e São José dos Pinhais (28,0 %).
Em termos absolutos, Curitiba aumentou sua população em 159.581 pessoas e São José dos Pinhais em 59.172 pessoas. Adrianópolis, Doutor Ulysses foram os municípios da região que, tiveram redução da sua população comparado com 2000. 
Os resultados mostram que existem 96,6 homens para cada 100 mulheres no Paraná, isto é, há 182.595 mulheres a mais que homens. Em 200para cada 100 mulheres, havia 98,1 homens e a diferença entre os sexos apontava 90.483 mulheres a mais que homens.
A população paranaense é composta por 5.311.098 mulheres e 5.128.503 homens.
Entre os municípios, o que tem maior percentual de homens é Manfrinópolis (116 homens para cada grupo de 100 mulheres). E Curitiba detém o menor percentual de homens (91 homens para cada grupo de 100 mulheres).
- O IBGE espera que os dados coletados sirvam de base para o planejamento público e privado, em favor da melhoria das condições de vida da sociedade brasileira.
Ctba, 17/jan/2010
Profª Maria M.Prybicz

Blog do Ariolino: US Now Film - Legendado

Blog do Ariolino: US Now Film - Legendado: "Já havia postado aqui, vários trechos deste documentário. Agora temos a versão completa e legendada e que vale muito a pena por s..."

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Curitiba, Brazil

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"ECONOMIA E EDUCAÇÃO - AÇÃO INTRÍNSECA"

“A DIGNIDADE DO PROFESSORADO INFLUENCIA NA ESTABILIDADE FUTURA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA”

“Ao falar de educação, Dilma procurou valorizar a figura do professor. Disse que só existirá ensino de qualidade "se professores forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólidos compromissos com a educação dos jovens". Na área da saúde, Dilma afirmou que acompanhará "pessoalmente" as ações do governo e que fará parcerias com o setor privado para melhorar a qualidade do serviço prestado.”

- Então, considerando que toda a nossa juventude brasileira, filhos da nossa “Mãe Nação”, passa a maior parte de suas vidas, ou seja, longos períodos de estudos orientados pelos professores – concluímos que estes, garantem a estabilidade da democracia nos ensinamentos de longo prazo, que por hora, muitas vezes fica evidente a vulnerabilidade dos sistemas. Que muito alem do momento econômico e político que passa o nosso país, através da passagem do conhecimento econômico, político-educacional e de direitos e deveres de todos, (aluno bem formado também tem boa saúde, porque sabe como prever a conseqüência e cura de certas doenças), que futuramente irão administrar econômica e politicamente este país imenso geograficamente e geopoliticamente, com suas complexidades regionais e populacionais, onde o contingente é extremamente diverso, no que diz respeito às culturas de suas etnias migratórias e emigratórias, em relação somente ao último século passado, não desprezando é claro, séculos anteriores a este último.
- Portanto, fica claro que a classe trabalhadora na educação, precisa receber incentivos pecuniários imediatos, bem como, condições específicas e especiais de trabalho, obtendo ao longo dos anos a seguir o resgate da “dignidade” de que lhe é peculiar, todo nosso apoio à categoria!
Ctba, 03/jan/2011
Maria M. Prybicz

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem sou eu

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.