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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Shakira canta "Imagine" de John Lennon en la ONU 2015 oNDE AS FRONTEIRAS PASSAM A SER VIGIADAS EM RAZÃO DOS REFUGIADOS DE GUERRA!

Andrea Bocelli conmueve al Papa Francisco al cantar Amazing Grace= Maravilhosa Graça!

Sergio Mendes Live @ Jazz Vienne, France Full Concert720p2014 - Samba de uma nota só!

A DEMOCRACIA BRASILEIRA!

Em entrevista à CNN em Nova York, durante viagem à Assembleia Geral da ONU, a presidente da República Dilma Rousseff disse que não há "motivação" para o seu pedido de impeachment, afirmando que é muito perigoso fazer tal pedido, pois ameaça uma democracia frágil como a nossa.

"Nós temos que ter muito cuidado sobre isso pelo seguinte motivo: a nossa democracia ainda está na adolescência", disse a presidente.

A presidente se defendeu dizendo que, na verdade, há uma disputa política que não se encerrou após as eleições.

O entrevistador, Fareed Zakaria, questionou a presidente sobre os problemas econômicos do país e porque o Brasil não fez as reformas estruturais necessárias quando o país estava em crescimento.

Dilma Rousseff respondeu dizendo que muito foi feito "nos últimos 10 ou 12 anos" e que o país tirou 36 milhões de pessoas da extrema pobreza.

- Devemos inventar uma nova democracia!

Ctba, 26/out/15
Maria Prybicz

domingo, 25 de outubro de 2015

sábado, 24 de outubro de 2015

Adele - Hello Tradução (Lyrics) PT-BR Olá sou eu!

Do not put me down...

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

INJUSTIÇA FISCAL É  PIOR DO QUE AJUSTE FISCAL!

domingo, 18 de outubro de 2015

EDUCAÇÃO VIVIDA!

"De São Paulo não sairão mais guerras civis anárquicas, e sim 'uma revolução intelectual e científica' suscetível de mudar as concepções econômicas e sociais dos brasileiros." Sergio Milliet
Ctba, 18/out/15
Maria Prybicz
A vida se resume em venda, de serviços e de produtos!

Como reza uma lei do mítico Hermes Trimegisto, “se você muda, tudo muda”. Em nossas mãos está decidir nossas expectativas e o tipo de relação que estabelecemos com o mundo, o que acaba definindo em grande parte como será nossa vida. Em um nível inconsciente, nossa mente guia nossos atos para permitir que aquilo em que acreditamos que acontecerá possa se tornar realidade. Consequentemente, a pessoa que está convencida de que vai seduzir alguém ou realizar uma venda, para dar dois exemplos, tem uma probabilidade muito maior do que quem tem a expectativa oposta. Francesc Miralles
Ctba, 18/out/15
Maria Prybicz

sábado, 17 de outubro de 2015

ALÔ, ALÔ MINISTÉRIO DA FAZENDA!
IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO BASTANTE ALTO E O CONTRABANDO CORRENDO SOLTO!

Contrabando entra facilmente no País, sem a Fazenda Pública dar conta!

Dólar altíssimo que inviabiliza qualquer atividade que dependa  das importações, sobretudo, a cobrança das taxas de importação e sobretaxas dos correios!

Que País é este?

Será que temos que inventar uma nova democracia?

Será que autoridades alfandegarias, não percebem que esta equação está totalmente invertida e ultrapassada, prejudicando assim o desenvolvimento, bem como, tirando o emprego de diversas categorias de nossos trabalhadores? Os menos favorecidos economicamente!

É boa a pergunta?

" O Governo não sabe se vai devolver salários e eliminar a sobretaxa!" (Maria Luís Albuquerque)

Ctba, 17/out/15
Maria Prybicz


terça-feira, 13 de outubro de 2015

Brasil e a sustentabilidade ambiental ameaçada!
O desmatamento da Amazônia Legal está novamente em trajetória ascendente. Luiz explica que, de agosto de 2013 a julho de 2014, ele foi de 5.012 km². "O que é comemorado como uma vitória por setores do governo é, na verdade, uma devastação estarrecedora, só porque representa uma diminuição de 15% em relação aos 12 meses anteriores (5.891 km²). Na realidade, há aumento de 9% em relação ao período de agosto de 2011 a julho de 2012 (4.656 km²). E já se sabe pelo Instituto Imazon que o desmatamento do período agosto de 2014 – julho de 2015 será expressivamente maior que o dos 12 meses anteriores", destaca.
As emissões de CO² cresceram 62% no Brasil entre 1990 e 2005 e apenas em 2013, conforme computado pelo Sistema de Estimativa de Gases de Efeito Estufa (SEEG), o país gerou 1,56 bilhão de toneladas de CO²-eq, um salto de 7,8% em relação a 2012. Trata-se de uma das maiores taxas de crescimento do mundo nesse ano. Mais da metade do acréscimo provém do desmatamento e de incêndios de florestas, boa parte deles a mando de fazendeiros. 
"E não se contabilizam aqui as emissões de metano (CH4) pelas grandes represas e pela pecuária, um gás cujo efeito estufa é muito maior", enfatiza.
Fonte:Luiz Marques, professor do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.
Ctba, 13/out/15
Maria Prybicz 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Andrea Bocelli - Amazing Grace - Maravilhosa graça!

O bem-estar social deve prevalecer sobre econômico"
Trans-Pacific Partnership) TRANSPACÍFICO - 40% DO PIB MUNDIAL!
O maior acordo regional de comércio do planeta foi anunciado na segunda-feira: a Parceria Transpacífico (TPP, das iniciais em inglês de Trans-Pacific Partnership) reúne 40% do PIB mundial e 12 países, liderados pelos Estados Unidos e que também incluem países desenvolvidos, como Japão, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, além de nações latino-americanas, como México, Chile e Peru. Outros países ainda podem se juntar posteriormente ao grupo: Coreia do Sul, Taiwan e Colômbia já demonstraram interesse.
Fonte: GP
Ctba, 09/out/15
Maria Prybicz

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

HEY JUDE - BEATLES *LEGENDADO* O QUE É BOM PERMANECE APESAR DOS TEMPOS...




CUMPLICIDADE PARA A LIBERDADE!

Na "Lenda do Grande Inquisidor" de Dostoiévski há uma discussão sobre a liberdade. Diz-se que o caminho da liberdade é difícil, sofrido, trágico "Para quê conhecer esse diabo desse bem e desse mal, se isso custa tanto?" O homem tem sempre que escolher: a liberdade ou o bem-estar e a organização da sua vida, a liberdade com sofrimento ou a felicidade sem liberdade. E a maioria das pessoas segue por esse segundo caminho.
Vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 2015, a escritora e jornalista bielorussa Svetlana Alexievich não é editada no Brasil.

"Não há preocupação mais constante e torturante para o homem do que, ao ficar livre, procurar depressa alguém diante de quem se inclinar a quem transmitir depressa o dom da liberdade com que esse ser infeliz nasce"

Nos anos 1990 sim, éramos felizes, e essa nossa ingenuidade já nunca mais volta. Parecia-nos que a escolha estava feita, que o comunismo tinha perdido sem apelo. Mas tudo estava apenas a começar

Passaram-se vinte anos... "Não nos assustem com o socialismo", dizem os filhos aos pais.

No final dos anos noventa os estudantes riam-se quando eu recordava a União Soviética; estavam confiantes de que à sua frente se abria um novo futuro. Agora o quadro é diferente Os estudantes de hoje já descobriram, já sentiram o que é o capitalismo —a desigualdade, a pobreza, a riqueza descarada, têm diante dos olhos a vida dos pais para quem nada restou do país saqueado. Sonham com a sua revolução. Usam camisolas vermelhas com retratos de Lênin e de 'Che' Guevara."

Renascem ideias antiquadas: sobre o Grande Império, sobre a "mão de ferro", "sobre a via russa especial" Reapareceu o hino soviético, há o Komsomol, mas chama-se simplesmente "Nachi" (os "Nossos"), há o partido do poder, que copia o Partido Comunista. O presidente tem um poder como o do secretário-geral. Absoluto. Em vez do marxismo-leninismo, a religião ortodoxa.
Fonte: Folha de São Paulo
Ctba, 08/out/15
Maria Prybicz

domingo, 4 de outubro de 2015


MAPA DA AMÉRICA LATINA!





América Latina enfrenta o desafio de superar a crise de matérias-primas

Sempre vulnerável, região enfrenta menor receita pela queda do preço das matérias-primas


iminente alta das taxas de juros nos Estados Unidos, após mais de seis anos ancorados em 0%, e a forte freada na economia da China, que a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, atribui à “transição para um novo modelo” marcam o fim de uma etapa, duas décadas durante as quais as economias emergentes saltaram para fora do carro do crescimento global.
“Ambos os movimentos são necessários e saudáveis. São bons para a China, bons para os Estados Unidos e bons para o mundo”, afirmou ela. A parte mais chamativa do discurso proferido por Lagarde na quarta-feira foi a menção aos fatores que alimentam a incerteza nos mercados, e que levarão a “um crescimento global mais fraco este ano”. Os países mais avançados, com a, ainda tímida, exceção dos Estados Unidos, apresentam uma recuperação titubeante, lastrada pelo legado da crise financeira de 2008.
Resumindo, o crescimento global será de apenas 3%, o comércio internacional se estagnará e os desafios (reduzir a pobreza, a desigualdade e o desemprego) vão se agigantar. “O papel de locomotiva da economia mundial é cada vez mais difícil de ser assumido: a esperança de que os emergentes o interiorizassem deixou de estar garantida, os Estados Unidos estão aí, mas não como antes, e os demais países ocidentais continuam fragilizados”, sintetiza o catedrático de Economia da Universidade de Barcelona, Juan Tugores.
“A dúvida é se temos que nos resignar”, acrescenta ele, em relação ao que o próprio FMI tachou como “nova mediocridade”. Uma dúvida pela qual se apela aos ministros de Economia, altos funcionários de organismos internacionais e especialistas que vão se reunir em Lima, capital do Peru, na próxima semana, durante a assembleia anual do FMI e do Banco Mundial.
É a primeira vez que a reunião, realizada há meio século, será na América Latina, justo quando a região está no foco do que muitos analistas veem como a terceira pele de uma crise que se enroscou nas finanças americanas e mudou, dirigindo-se, posteriormente, à dívida pública europeia. “O crescimento nos países latino-americanos se está freando de forma alterada”, constatou Lagarde.
Em alguns deles houve uma reviravolta: à nítida recessão da Venezuela e ao retrocesso argentino se somou a economia brasileira, cujas previsões pioram a cada mês. O mercado internacional de matérias-primas oferece o sintoma mais claro de que algo não vai bem, com o petróleo como termômetro: se após a Grande Recessão o cru recuperou com rapidez o valor de 100 dólares (aproximadamente 394 reais), o que se interpretou como sinal de força da demanda emergente, e particularmente da China, agora, o argumento se reverteu. O preço do barril ronda os 50 dólares (197 reais) e o FMI considerou como um fato, esta mesma semana, que os preços baixos se prolongarão pelo menos até 2017.
Em suas simulações sobre como essa situação afeta uma economia exportadora de matérias-primas (uma diminuição anual do PIB entre 1% e 2,25%), os técnicos do FMI se basearam “em uma economia latino-americana típica”, dependente da negociação de produtos básicos. E o conjunto de soluções que propõem também tem a região como referência. “A freada forte da China e a queda de preços das matérias-primas torna preocupante a situação da América Latina pelo impacto nas receitas fiscais e porque a queda de exportações deteriora a balança externa”, destaca o economista-chefe do BBVA Research para a América do Sul, Juan Ruiz. “Os países do cone sul vão ser os mais afetados por essa queda do preço das matérias-primas”, acrescenta o pesquisador do Real Instituto Elcano Federico Steinberg, que também é professor da Universidade Autônoma de Madri.
Em suas últimas projeções, o FMI sustentava que o PIB da economia latino-americana cresceria 0,5% ainda este ano, mas com certeza reduzirá essa previsão na próxima semana. “Pensamos que pode retroceder até 0,5% este ano, e ficar próximo a 0% em 2016”, afirma o economista do BBVA. “Enquanto os países da Aliança do Pacífico (Colômbia, Chile, México e Peru) crescerão em entorno de 2,5%, os do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela e Bolívia) retrocederão 2%”, prevê Ruiz. A deterioração da economia do Brasil, o representante latino-americano mais forte entre os emergentes, continua seguindo, com lupa, as finanças globais. O real se desvalorizou em 40% em um ano chegando a uma taxa de câmbio equivalente a quatro dólares. E a súbita fraqueza da moeda e a saída de capitais fizeram com que a capitalização (o valor em dólares) das empresas cotizadas na Bolsa brasileira apresentasse uma redução de dois terços desde 2011, para ver ameaçada, de novo, sua liderança regional pela mexicana.
Simon Knapp, da Oxford Economics, classifica o Brasil junto com a Rússia e a Turquia como os países que acumulam mais riscos. Em sua última análise sobre emergentes, destacou o aumento dos “déficits gêmeos”, uma dupla com uma péssima imagem: a defasagem fiscal equivalente a 8% do PIB e a defasagem exterior chega a 4%. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego quase se duplicou no último ano (de 4,3% em 2014 para 7,6% em agosto de 2015), e a inflação já chegou a 10% e a taxas de juros a 14,25%.
À delicada situação se somam as enormes dificuldades do Governo de Dilma Rousseff, que abalado pelas acusações de corrupção encontra problemas para poder realizar os ajustes orçamentários que pretende. “No Brasil, o crescimento se centrou no impulso do crédito e da demanda interna, um modelo que está dando sinais de esgotamento. Agora seria preciso concentrar-se em facilitar a expansão da oferta com reformas estruturais e em um ajuste fiscal, mas há muito ruído político sobre a capacidade do Governo. É uma questão de credibilidade”, ressalta Ruiz.
A avaliação dos mercados do Brasil e de outras economias emergentes se endureceu nos últimos meses. Até o ano passado, o enorme aumento da liquidez disponível pela intervenção dos bancos centrais dos países avançados tinha facilitado o fluxo de capitais em busca de rentabilidade. Houve um primeiro aviso em 2013, quando o Federal Reserve (Fed) começou a reduzir o programa de compra de bônus. E agora, a recuperação da economia norte-americana levou o Fed a antecipar uma primeira alta das taxas de juros, que parecia iminente, mas que havia adiado, precisamente, por sua repercussão global. Sua coincidência com a desaceleração econômica e o aumento da dívida em vários países complicam a equação: segundo as informações que o Instituto de Finanças Internacionais antecipou na quinta-feira, os emergentes registrarão, este ano, a primeira saída líquida de capitais desde os anos 80 do século passado.

Temor a um círculo vicioso

FMI teme que a combinação da depreciação frente ao dólar, o aumento dos custos financeiros e o arrefecimento econômico disparem as quebras empresariais e ponham os bancos contra a parede, alimentando um círculo vicioso: menos emprego, menos receitas, mais dúvidas sobre a viabilidade das contas públicas e uma nova subida dos custos financeiros. Em dez anos, e pelas mãos do crédito barato e do apetite dos investidores internacionais por suas emissões de bônus, a dívida empresarial dos países emergentes, que equivalia a 50% do PIB dessas economias, chegou a 75%, com a China e a América Latina à frente do crescimento.
Diante do que está por vir, o FMI recomenda melhorar agora a regulação das quebras empresariais para facilitar soluções que permitam uma segunda oportunidade onde for possível, e supervisionar os bancos bem de perto, com novas exigências de capital se necessário. “A maioria das economias emergentes vai experimentar uma recessão ou uma desaceleração, não um colapso financeiro como nos anos oitenta ou noventa do século passado”, defende Steinberg.
Uma das chaves para que essa predição se cumpra está na China. E ter de lidar com as sucessivas quedas da Bolsa de Xangai este verão elevou a incerteza. “Essas quedas dificultam a obtenção de capital pelas empresas chinesas, já muito endividadas, as ofertas públicas de venda foram canceladas, e por isso as empresas terão de continuar se endividando”, explica Alicia García-Herrero, economista-chefe para Ásia-Pacífico do banco Natixis. García-Herrero afirma que, diferentemente do que pode acontecer nos países ocidentais, a valorização da Bolsa tem pouca influência sobre o restante da economia. Mas adverte que o ajuste no crescimento do gigante asiático chegou para ficar: “Como em qualquer outro país, é muito difícil mudar o modelo”. “O futuro próximo da China é o de um crescimento mais lento, fruto sobretudo da transição para uma economia mais orientada ao consumo”, concorda Alfredo Pastor, catedrático de Teoria Econômica e professor da escola de negócios IESE. “O consumo contribui com 36% da demanda agregada chinesa, enquanto nos países avançados chega a 60%. Será uma transição muito lenta, na qual é preciso fazer muitas coisas ao mesmo tempo”, afirma Pastor, que considera que o aumento do gasto dos lares passa por “dar mais segurança às famílias”, para que não dediquem tanto de suas economias à assistência médica ou a uma renda na velhice por falta de garantia estatal. E por aumentar a renda disponível. “Os salários aumentam muito devagar, as empresas, estatais e privadas, estão acostumadas a crescer em contrapartida a reservas, não a compartilhar margens”, acrescenta o professor do IESE.
O que Pastor não vê é um risco de colapso financeiro. “A quebra do sistema bancário chinês vem sendo anunciada há décadas, mas continua aí. Claro que os balanços estão cheios de créditos ruins, mas continuam sem abrir a conta de capital ao exterior. Enquanto for uma questão interna e o banco central conseguir oferecer liquidez sem limite, será sustentável”, explica. E analisa os efeitos da desaceleração da segunda economia mundial. “A compra de alguns produtos básicos, como a soja, não vai variar muito. Mas o investimento é uma variável muito mais instável, e a importação de bens de capital, como os que a Alemanha venda, pode ser afetada”. O que ele acredita, porém, é que o impacto global pode ser maior se as dúvidas sobre a economia chinesa se traduzirem em mais incerteza nos mercados.

Desaceleração da China

“No aumento do fluxo de investimento para a China, havia uma parte importante de capital especulativo, de dinheiro quente. A questão é se o que sai agora é só isso, o capital que procurava oportunidades de longo prazo, o que seria o preocupante. Não acredito que ninguém saiba ainda”, afirma Pastor. A perspectiva de uma China menos pujante, de capitais voltando ao refúgio do dólar, de uma contração da liquidez, muda de forma radical o cenário externo dos últimos anos, nos quais a América Latina, além de crescer, conseguiu reduzir a pobreza e a desigualdade. “Aproveitou bem as condições financeiras muito frouxas e o aumento do comércio dos últimos anos, mas a festa acabou”, declara Steinberg, do Real Instituto Elcano. Nessas circunstâncias, com os orçamentos sob pressão por falta de receitas associadas às matérias-primas, e o endurecimento do financiamento externo da dívida pública, o Fundo vê muitas dificuldades para novos estímulos fiscais, exceto em alguns países como Peru e Colômbia, que se capacitaram com fundos para contra-atacar fases de dificuldade. E os bancos centrais, que em alguns casos intervieram para conter a depreciação das moedas, já estão ocupados o suficiente mantendo a inflação sob controle, o que torna muito difícil reduzir as taxas de juros. “Eles têm um bom caminho pela frente em aspectos estruturais de modernização de suas economias, para tirar melhor partido de seu potencial”.
As políticas macroeconômicas podem ser um complemento, mas não substituir”, afirma o catedrático Tugores. “O aumento da produtividade nestes anos ficou na metade do registrado nos países da Ásia emergente, então a América Latina ficou para trás”, acredita o economista do BBVA Research. Ruiz elenca algumas das receitas que serão ouvidas na próximas semana nos encontros organizados pelo FMI e Banco Mundial: destinar recursos públicos (quando possível) e privados para aumentar o investimento em infraestrutura, avançar em uma melhor regulação dos mercados, apostar em uma saúde e uma educação de maior qualidade, livrar-se da depreciação, que encarece as importações, uma oportunidade para que empresas latino-americanas nutram a demanda das classes médias, preservar os programas de luta contra a pobreza... “O motor externo perdeu potência, agora é mais necessário do que nunca ligar o motor interno do crescimento”, conclui.
Fonte: El País
Ctba, 04/out/15
Maria Prybicz

    Pink Floyd - Wish You Were Here (Legendado) (Into the Wild)

    Creedence [John Fogerty] - Have You Ever Seen The Rain? [Legendado]

    Eric Clapton - Tears In Heaven - Legendado

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