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sábado, 31 de outubro de 2009

"SUPERÁVIT PRIMÁRIO NA ECONOMIA BRASILEIRA"

SUPERÁVIT PRIMÁRIO SOMA R$ 34,662 BI EM 12 MESES

- O setor público consolidado acumula nos últimos 12 meses encerrados em setembro superávit primários (economia do governo para o pagamento dos juros da dívida pública) de R$ 34,662 bilhões, informou hoje o Banco Central (BC). O resultado corresponde a 1,17% do Produto Interno Bruto (PIB) e está abaixo da meta prevista para este ano, de 2,50% do PIB, podendo chegar a 1,56% do PIB, caso todos os investimentos em infraestrutura previstos pelo governo sejam executados. Outra opção para o cumprimento da meta seria a utilização do Fundo Soberano, que reduziria a meta para o equivalente a 1,06% do PIB.
- Segundo o BC, nos 12 meses até setembro, o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) contribuiu com superávit de R$ 8,949 bilhões (0,30% do PIB); os governos regionais acumularam primário de R$ 23,396 bilhões (0,79% do PIB) e as empresas estatais apresentaram superávit de R$ 2,317 bilhões (0,08% do PIB).
- No acumulado de 2009 até setembro, o esforço fiscal do setor público consolidado soma R$ 37,714 bilhões, o equivalente a 1,70% do PIB. Em igual período de 2008, antes do agravamento da crise financeira internacional, o primário somava R$ 109,472 bilhões, ou 5,11% do PIB. Segundo o BC, nos nove primeiros meses deste ano, o superávit primário do governo central somou R$ 18,518 bilhões; os governos regionais contribuíram com R$ 18,942 bilhões e as empresas estatais acumularam superávit primário de R$ 253 milhões, sendo que as companhias federais amargaram déficit primário de R$ 2,249 bilhões nesse período.
Dívida líquida
   A dívida líquida do setor público subiu em setembro para 44,9% do PIB, ante 44% verificado em agosto, de acordo com o BC. Em valores nominais, a dívida líquida subiu de R$ 1,289 trilhão para R$ 1,325 trilhão. Segundo o BC, a alta da dívida ocorreu por conta do déficit primário de setembro e pela valorização cambial de 5,74% que desvalorizou os ativos do governo em moeda estrangeira. Em dezembro de 2008, a dívida líquida do setor público estava em 38,8%, o que em valores nominais significava R$ 1,153 trilhão.
   A dívida bruta do governo geral - que abrange governo federal, Estados, municípios, mas exclui Banco Central e empresas estatais - caiu de 66,6% do PIB em agosto para 66,5% do PIB em setembro. Em valores nominais, a dívida bruta passou de R$ 1,952 trilhão para R$ 1,963 trilhão em setembro, enquanto o PIB estimado pelo Banco Central passou de R$ 2,932 trilhões para R$ 2,951 trilhões na mesma comparação. Em dezembro de 2008, a dívida bruta do governo geral representou 58,6% do PIB, o equivalente a R$ 1,741 trilhão.
Referências: Fabio Graner, Fernando Nakagawa - Agencia do Estado.
Ctba, 31/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz







"ECONOMIA BRASILEIRA RELATIVA AO CÂMBIO"

CÂMBIO BAIXO JÁ DERRUBA RESULTADO DAS GRANDES INDÚSTRIAS, SEGUNDO PESQUISA DO IEDI

No 3º tri , rentabilidade caiu de 16,4% em 2004 para 13,7%, o que implica menos lucro por venda.
- Os dados de um levantamento feito pelo IEDI, Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, junto a 24 indústrias de dez setores mostra os efeitos do câmbio sobre a queda de rentabilidade no terceiro trimestre em relação à igual período de 2004.
- A redução da rentabilidade sobre a receita líquida foi de 16,44% para 13,74%, na comparação entre trimestres em base anual, e de 7,44% para 5,99%, no retorno sobre o patrimônio líquido. Um outro dado importante é que, considerando a mesma base de comparação, enquanto a receita das empresas da amostragem cresceu, em média, 3,4%, o lucro líquido recuou 14,3%. Isto significa que as empresas lucraram muito menos por unidade vendida.
- O câmbio valorizado está na raiz desta mudança de resultados, já que cerca de 70% da amostra são empresas de segmentos cujas vendas competem com produtos importados ou têm parcela significativa de suas receitas oriunda de exportações. É o caso dos setores têxtil, papel e celulose, máquinas e equipamentos, siderurgia e calçados. A queda de rentabilidade pode ser atribuída à redução do dólar (ou valorização do real) de nada menos que 20,4% no terceiro trimestre contra igual período de 2004. A cotação média recuou de R$ 2,94 para R$ 2,34 entre estes trimestres.
Incertezas da valorização
- Valorização cambial forte como a atual estabelece um horizonte para uma futura desvalorização. Isso gera incertezas que afetam projetos de investimentos que exigem elevado volume de capital, principalmente se forem recursos externos. Com isso, os agentes empresariais têm uma tendência ao conservadorismo com relação a novos investimentos, sobretudo aqueles com maior alavancagem, o que concorre para deprimir os investimentos na economia.
- O dado positivo da pesquisa diz respeito ao endividamento, pois a desvalorização do dólar proporcionou condições para a redução das dívidas das empresas industriais. A taxa de endividamento sobre o capital próprio das empresas analisadas caiu de 27,01% em setembro de 2004 para 25,21% em setembro último.
Referências: Cidade BIZ – Economia Marketing & Negócios
Ctba, 31/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

"ECONOMIA BRASILEIRA"

GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA
- Câmbio baixo e juros altos estão explicando a vulnerabilidade do sistema econômico brasileiro externamente. A dívida interna automaticamente acelerando - a ausência do crescimento com o desemprego batendo na porta das famílias.
Resistência política
- Há muita resistência política dos governos em programar e implementar gradativas reformas de reestruturação e/ou restauração da capacidade financeira interna – as autoridades negligenciam o consenso de que as economias que lideram o processo de inovação tecnológica estão ostentando maior equilíbrio nas relações sociais e na distribuição da renda – são efetivamente esses sistemas de evolução/inovação que a globalização beneficia.
Referências: Lourenço, Gilmar Mendes – A Economia Paranaense em Tempos de Globalização. – apoio: FENECON – Federação Nacional dos Economistas.
Ctba, 31/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"ECONOMIA EMPRESARIAL BRASILEIRA"

GRUPO DE EMPRESAS BRASILEIRAS CRESCE EM RITMO CHINÊS

- A nova safra de balanços das companhias de capital aberto é mais um retrato do Brasil que avança como a China e a Índia. As empresas que têm ações na Bolsa de Valores continuam crescendo acima de 10% de um ano para o outro. Dentro desse universo, já considerado de elite para os padrões brasileiros, há um grupo que ainda cresce sempre acima da média das empresas negociadas na Bovespa.
- A Vale do Rio Doce encabeça a lista. Mesmo com seu porte gigante, ela conseguiu mais que dobrar o faturamento nos últimos três anos - ele saiu de R$ 19,4 bilhões em 2003 para os atuais R$ 45,2 bilhões. Neste ano, com a incorporação da canadense Inco, a roda que move a Vale vai girar ainda mais rápida. O levantamento incluiu 232 empresas de capital aberto, com valores nominais de receita, sem ajuste de inflação. A Petrobras, com faturamento de R$ 158 bilhões em 2006, não entrou no cálculo para não distorcer o resultado geral.
Ambiente de negócios
- Há razões particulares que explicam o crescimento de cada uma das empresas que aparecem na lista. Por trás desse desempenho espetacular, existe também uma mudança estrutural no ambiente de negócios do País.
- No Brasil, elas tiveram mais acesso ao capital (seja por meio da Bolsa, de empréstimos com juros mais baixos ou de fundos que compram participação em empresas), ficaram mais competitivas e se abriram ao mundo, exportando mais e se internacionalizando nos últimos anos. É uma melhora alimentada não só pela competência dos seus administradores, mas também pelo crescimento da economia mundial, puxado pela China.
 "O Brasil está a um passo de alcançar o grau de investimento. A melhora dos números tem reflexos fora e dentro do País. O Brasil ganha mais credibilidade perante os investidores e as empresas se beneficiam disso", diz o coordenador do curso de MBA em Empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas, Marcus Quintella. "Com o fim da inflação, as empresas também tiveram de ficar mais bem administradas e eficientes para sobreviver.
Fonte: Diversas.
Ctba, 30/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

"A GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA"

“ECONOMIA GLOBALIZADA”

- Atualmente como que rompendo fronteiras – países diversos intensificam investimentos foram de seus territórios – pulverizam o capital em internacionalização dos mercados – principalmente as corporações multinacionais, tentando consolidar estratégias de ocupação.
- Curitiba e o Paraná como um todo está incluído neste avanço quase que desproporcional do capital produtivo, ou seja, não é especulativo (efetivamente: comercial, industrial e financeiro).
   Grande fluxo abrange exaustão na acumulação tendo como foco a indústria química e a metal-mecânica e as conseqüentes evoluções e/ou inovações da microeletrônica – e tecnologia de ponta: informática, telecomunicações, robótica, biotecnologia, mecânica de precisão, novos materiais e química fina, cujas descobertas seria a “terceira revolução industrial presente” praticamente derrubando a organização da produção nos moldes fordistas, deixando a economia com flexibilização acentuada, fortalecendo-a no sentido de unir em blocos econômicos como: Nafta, MERCOSUL, União Européia, ALCA (Área de livre comércio das Américas, exceto Cuba), etc.
- Complementando esse avanço a acumulação financeira ficou evidente, derivada da capacidade dos agentes econômicos e/ou empresarial, multiplicando a renda do patrimônio e do capital nas transações no mercado de câmbio, ações e títulos públicos.
Refrências: Lourenço, Gilmar Mendes; Economia Brasileira – 2005, Apoios: Sindecon/Fenecon.
Ctba, 29/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 27 de outubro de 2009

"ECONOMIA BRASILEIRA DO PRÉ-SAL"

- A Educação como está atualmente “sucateada”, não vemos com modificar a curto prazo esse patamar. Precisa de pesados investimentos! Devemos priorizar também a Educação. (Mª M. Prybicz).
FUNDO SOCIAL DO PRÉ-SAL DEVE PRIORIZAR ATIVOS NO EXTERIOR
-  O relatório apresentado hoje pela comissão especial da Câmara que trata da criação do Fundo Social do pré-sal vai sugerir que o fundo invista, preferencialmente, em ativos no exterior, como forma de evitar a entrada excessiva de dólares no país e, dessa forma, a chamada "doença holandesa" --crescimento do país com commodities, mas sem desenvolver outros setores.
  O Fundo Social será beneficiado também, segundo o relatório, com parcela da participação especial e dos royalties que cabem à União dos blocos de pré-sal já licitados.
  O relatório aponta que nos cinco primeiros anos, enquanto não houver grande retorno dos investimentos, poderá ser usada uma parte dos fundos para gastos de curtíssimo prazo previstos no projeto. Em cinco anos, o fundo já terá rendimentos o bastante para sustentar programas, acredita o relator do projeto, deputado Antonio Palocci (PT-SP).
"Saúde"
  O relatório acolheu cerca de um terço das 300 emendas propostas pelos deputados, principalmente as que tratavam da inclusão da área de saúde e da regionalização da atuação do fundo. Segundo Palocci, não foi acolhida nenhuma emenda sobre percentual dos recursos. - O relatório inclui, portanto, programas e projetos da área de saúde pública como beneficiários dos recursos dos rendimentos do fundo. Este, no entanto, não deve bancar gastos permanentes da área.
- Priorizar municípios com IDH menor que a média nacional é uma das recomendações do relatório no intuito de reduzir as desigualdades sociais.
Fonte: Folha Online
Ctba, 27/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 25 de outubro de 2009

"A SOCIEDADE EDUCACIONAL ECONÔMICA"

A EDUCAÇÃO E A ECONOMIA

- Educação não é somente o que diz a palavra ao “pé da letra” – é em si mais complexa – parte do princípio psicológico a vai quase transcendentalmente ao infinito!
  Analisando todos os setores abrangentes da sociedade complexa em razão da própria complexidade do ser humano, concluímos que a educação não está somente no “saber” e sim no “fazer” e como realizar diante da ética e da moral
- A modernidade nos amedronta e ao mesmo tempo faz um grande desafio para que sejamos audaciosos a ponto de extrapolarmos as nossas condições de simples vivente deste século! E é exatamente isso que nos impulsiona cada vez mais procurarmos a perfeição.
Globalização 
- Com a globalização precisamos rever nossos conceitos relativos à educação! Não poderemos ficar naqueles antigos conceitos dos nossos avós (diga-se de passagem, muito bons para a época), mas, a realidade é outra e dinâmica graça a Deus! Demorou!
  A violência entre a juventude estudantil nos revela que teremos que fazer mudanças estruturais econômico-educacionais, no sentido preparar melhor o jovem no enfrentamento da vida natural e espiritual, não os vendo somente como “produtos prontos” para produção e realização das tarefas da vida afora! Quando o sistema está falhando e é o que a juventude “grita” a todos os campos – quando agride os pais, colegas, professores, não dizem com palavras e sim com atitudes grotescas o que não conseguem dizer verbalmente! 
   É simplesmente agindo em favor ou contra que poderemos se não controlar estes ímpetos, tentar amenizar – mas, com ações positivas e não repreensivas e/ou restritivas - não é com a criação de mais presídios que veremos sucessos na educação! (Prof.ª Maria M. Prybicz).

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

"ECONOMIA E A EDUCAÇÃO EMPREEENDORA"

- Sempre defendi que a solução brasileira para todos os problemas, está principalmente na educação, seja ela de qualquer forma: alfabetizadora, básica, profissional e/ou empreendedora. Não se admite mais gerar renda sem lastro! As coisas não caem como chuva no molhado. Esperamos a devida compreensão dos dirigentes deste país para o setor, educacional – profissional – produtor, com os respectivos apoios e investimentos! (Prof.ª Mª. M. Prybicz).

EDUCAR PARA EMPREENDER MAIS
- Na manhã desta quinta-feira, a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) viveu um momento único de reflexão e exposição durante a conferência O Brasil e o desafio da educação para o empreendedorismo, que contou com grandes nomes do mercado empresarial do país e de especialistas educacionais de renome internacional. O evento foi realizado pelo Centro de Integração Empresa e Escola (CIEE) em parceria com o Jornal do Brasil e a Casa Brasil.
- A abertura da conferência contou com o presidente do CIEE-RJ e membro da Academia Brasileira de Lestras, Arnaldo Niskier; o diretor do Conselho Editorial do JB, Marcos Troyjo; o presidente da ACRJ e da Light, José Luiz Alquéres; e o superintendente do Sebrae/RJ, Sergio Malta. José Luiz Alquéres fez questão de declarar a honra da ACRJ em sediar o seminário, lembrando umas das primeiras funções da casa fundada por decreto de D. João VI: 'Casa do Empresário', assim como diz o letreiro que está na fachada do prédio histórico.
– Na época, entendia-se que era necessário formar novos técnicos de comércio, empreendedores, para melhorar as relações com a metrópole após a abertura dos portos, em 1808 – explicou Alquéres, que constatou a importância de mudar a mentalidade sobre o empresário através da educação e das variantes do mercado.
– Temos que educar e formar para o mercado. Criar uma concepção de adaptação constante a mudanças. Isso, eu verifico há 21 anos, desde que ocupo a presidência de grandes empresas, e já presenciei muitas tensões e constantes modificações.
– O presidente citou quatro importantes empreendimentos brasileiros e todos têm alguma ligação com o Rio. Dentre eles está a Olimpíada de 2016, a Copa do Mundo de 2014 e as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Isso faz com que uma antiga música tenha cada vez mais sentido quando diz “O Rio de Janeiro reúne o que há de melhor e de pior no Brasil'”(canção famosa na voz da carioca Fernanda Abreu). Por isso, precisamos maximizar o que há de melhor e combater o que há de pior, que hoje é a violência e as desigualdades sociais – salientou Malta.
- O superintendente do Sebrae/RJ também mostrou que as estatísticas estão a favor do país, já que o Brasil é um dos maiores empreendedores do mundo, com cerca de 20 milhões de empreendedores para uma população economicamente ativa de 130 milhões de pessoas.
Educação para crescer e prosperar
- Durante a abertura do evento, Arnaldo Niskier baseou-se na filosofia e na figura do ex-presidente Juscelino Kubitschek e seu plano de desenvolvimento econômico e de estabilidade política, primeiro nome que lhe veio à cabeça ao pensar no tema do empreendedorismo.
– Me pergunto se hoje JK seria chamado de empreendedor, e acredito que sim. Ele criou Brasília, abriu a economia do país para as grandes montadoras, entre outros feitos. Era um homem ousado e que estava sempre em busca de crescimento.
O “imortal” da ABL também lembrou que hoje a situação é diferente e que vários indicadores estão indo de encontro à ideia de que a educação é a chave de tudo, como o número de 14 milhões de analfabetos acima dos 15 anos; apenas 14% dos jovens estarem cursando nível superior; termos uma grande taxa de analfabetismo funcional; e o crescimento da expectativa média de vida do brasileiro, mesmo se houver projetos expressivos de atendimento a idosos por parte do governo.
– Precisamos buscar saídas. E o empreendedorismo é uma solução inteligente, e para isso é necessária educação continuada pois a aprendizagem não é para toda a vida, e sim, por toda a vida, já que mesmo depois de sairmos da escola continuamos aprendendo – concluiu Niskier.
Fonte: Jornal do Brasil “On Line”
Ctba, 23/out/09
Eeconomista e Professora Mª M. Prybicz.









quinta-feira, 22 de outubro de 2009

"ECONOMIA PETROLEIRA BRASILEIRA"

- Ainda bem que as esperanças se renovam com o advento do Petróleo (Pré-sal).
- Assistindo aos pronunciamentos dos Ministros de Minas e Energia e Planejamento, do Governador e Vice Governador, bem como outros presentes no evento realizado no Auditório do Canal da Música, chequei a conclusão que ainda resta muitas, muitas expectativas no sentido da aplicabilidade dos recursos oriundos dessa riqueza subterrânea brasileira! (Mª.M.Prybicz).
FUNDO REGULADOR PARA DÓLARES DO PRÉ-SAL
- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (21) que o País terá de ter um fundo para impedir que o fluxo maior de dólares, que virá com a exploração de petróleo na camada do pré-sal, contamine a economia. Segundo ele, o fundo que receberá parte ou a totalidade dos recursos do pré-sal vai regular o fluxo de dólares para o Brasil, podendo aplicar os recursos no exterior. De acordo com o ministro, não há mistério nesse tipo de política e outros países produtores de petróleo fizeram o mesmo. Ele citou a Venezuela e a Arábia Saudita, no caso do petróleo, e o Chile para a produção do cobre. Mantega não explicitou se será criado um novo fundo ou se o Fundo Social terá essa função de regular o fluxo de dólares.
- Ele participa de audiência pública na Comissão Especial que analisa o projeto de lei que autoriza a capitalização da Petrobras para exploração do pré-sal. Durante a audiência, Mantega disse que essa necessidade de regular o fluxo de dólares é importante para não permitir a chamada doença holandesa, que é uma situação que acontece quando o país recebe grandes recursos externos e passa e importar muitos bens do exterior, deprimindo a produção interna. "Não permitiremos a doença holandesa no Brasil", disse.
- Segundo ele, nessa transação, não há imponderabilidade e serão feitas compensações futuras para evitar que a União ou a Petrobras tenham perdas. Ele citou como exemplo se as reservas forem superiores ao valor estimado de 5 bilhões de barris. Nesse caso, a Petrobras terá de fazer a compensação. Por outro lado, se forem inferiores, caberá à União compensar a Petrobras. "Não tem incerteza. Ambos ganham. É um jogo de ganha, ganha", disse.
- Ele destacou que a capitalização é o primeiro passo para o País começar "a colocar a mão" na riqueza que está no subsolo do pré-sal em benefício da população. Na prática, segundo ele, essas reservas engrossam as reservas internacionais brasileiras porque elas podem ser transformadas em riquezas. "O Brasil será um país totalmente seguro", disse.
   De acordo com o ministro, os acionistas minoritários da Petrobras "provavelmente não exercerão" plenamente o direito de acompanhar a capitalização da empresa. "Eles têm direito de exercer até 60% da operação desse aumento de capital. Terão 30 dias de prazo para decidir isso, mas provavelmente não exercerão (completamente) porque é muito dinheiro", disse o ministro, acrescentando que a operação de capitalização da Petrobras deverá ser a maior desse gênero no mundo.
   Segundo ele, como provavelmente não haverá exercício de 100% dos direitos dos minoritários, a União deverá aumentar a participação que tem hoje na estatal. Somando-se as ações nas mãos diretamente da União e as que estão com o BNDESPar, o governo federal tem quase 40% do capital total (ações ordinárias mais preferenciais) da Petrobras. Mantega fez as declarações durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara que analisa o projeto de lei que autoriza a capitalização da estatal.
Fonte: Gazeta do Povo “On Line”
Ctba, 22/out/09
Economista e Prof.ª Mª M. Prybicz



quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

BOVESPA ABRE EM LEVE ALTA, POR PETROBRAS E VALE

 - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava com leve alta nesta quarta-feira, puxada por ganhos das ações da Vale e da Petrobras. Às 11h13, o Ibovespa subia 0,36%, a 65.535 pontos.
   Na véspera, o índice caiu 2,88%, a maior queda diária em quatro meses, com investidores repercutindo o início da cobrança de IOF sobre investimentos estrangeiros no mercado acionário doméstico.

- O mercado espera a divulgação do Livro Bege, sumário macroeconômico dos Estados Unidos, à tarde.

Fonte: JB “On Line”
Ctba, 21/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"ESPECULAÇÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA"

CAPITAL ESTRANGEIRO
- Sempre se tem o temor do capital especulativo entrando sem fronteiras a todo vapor, quase que sem controle algum. Essa medida do Governo de taxar a entrada de capital estrangeiro no país deve ser considerada benéfica, principalmente para demonstrar que estamos atentos ao que acontece com o “mercado financeiro”, aliás, que nunca foi tão desastroso como da última “crise internacional-global”. Não podemos admitir tais atitudes de jogo (como se fosse aposta em cassinos) - a reação dos especuladores demonstrada pela queda das bolsas, dizem, que é exatamente o que acontece. A excessiva valorização do real frente ao dólar irá comprometer vários setores da economia nacional. A total liberdade dos estrangeiros não está somente relativo às bolsas de investimentos – deveremos verificar importante participação dos mesmos, nas compras de terras (Amazônia) nem sempre com objetivo na produção e sim também na especulação! (Mª M. Prybicz).

BOVESPA CAI MAIS DE 2% COM IMPOSTO SOBRE CAPITAL ESTRANGEIRO; DÓLAR SOBE.
- A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda acentuada no pregão desta terça-feira, no primeiro dia de cobrança de (IOF) para entrada de capital estrangeiro no País. Por volta das 12h31, o Ibovespa – principal índice da Bolsa paulista – recuava 2,36%, aos 65.654 pontos.
"É inevitável um ajuste negativo na abertura, mas depois o mercado pode vir a absorver essa taxação", disse o responsável pela mesa de Bolsa de uma corretora estrangeira. No curto prazo, a taxação de ingresso de capital externo na bolsa tende a ser uma ducha de água fria,
- Um dos grandes receios do mercado é de que o IOF de 2% na entrada de capital afete o apetite dos investidores estrangeiros pelas ofertas de ações que estão em para sair ou em andamento como Cetip, que começa hoje a aceitar os pedidos de reserva de ações, Cyrella, CCR e Brookfield. Segundo um analista, o IOF deve gerar uma nova discussão na precificação do book das ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês). "O IOF agora terá de ser considerado no preço. Os clientes vão pedir algum desconto", diz a fonte.
Dólar
- O mercado cambial também reage à medida do governo. Por volta das 12h23, a moeda norte-americana era cotada a R$ 1,743 para venda, em alta de 1,81% frente ao real.
- A decisão do governo de cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e variável, anunciada ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, entrou em vigor nesta terça-feira com a publicação de decreto presidencial no Diário Oficial da União.
- Como anunciou Mantega, o decreto impõe IOF de 2% "nas liquidações de operações de câmbio para ingresso de recursos no País, realizadas por investidor estrangeiro, para aplicação no mercado financeiro e de capitais".
FMI critica
- O diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, disse que a decisão do Brasil não pode servir como um pretexto para que o governo adie reformas fiscais e estruturais fundamentais. "Estes tipos de impostos oferecem algum espaço para manobra, mas não são muitos, então os governos não devem se sentir tentados a adiar outros ajustes fundamentais", afirmou Eyzaguirre, na segunda-feira durante uma entrevista coletiva na sede do FMI.
- As Bolsas de Nova York abriram sem direção comum hoje e passaram a cair, mesmo após a divulgação de diversos balanços melhores do que o esperado entre ontem e hoje. Os índices, no entanto, saíram de suas máximas após a queda maior que a esperada dos preços ao produtor, o aumento bem menor que o estimado do número de obras residenciais iniciadas e a inesperada queda do número de permissões para novas obras, todos referentes a setembro.
- Às 12h30 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,36% e o Nasdaq perdia 0,30%.
Véspera
Na segunda-feira, o Ibovespa atingiu os 67.239 pontos, na maior pontuação desde 17 junho de 2008, quando estava em 68.437 pontos. Já o dólar teve a queda contida pela possibilidade de cobrança do IOF, que foi confirmada no fim do dia. A moeda norte-americana encerrou cotada a R$ 1,712 para venda, em alta de 0,29%.
Fonte: Ig. “On Line”
Ctba, 20/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 18 de outubro de 2009

"ECONOMIA DO VALOR AGREGADO"

VALOR AGREGADO
- A importância do “Valor Agregado”, está nos empregos que surgirão cada vez mais para o povo brasileiro! É a inversão dessa equação que precisamos cada vez mais! Chega de exportar somente as commodities que serão a matéria-prima da industrialização nos países estrangeiros importadores destas, criando empregos lá fora, enquanto aqui ficamos no setor extrativista propriamente dito. Deveremos observar a exportação de produtos já industrializados pelos nossos trabalhadores – colocando-os com a devida capacitação no intuito de levá-los a produzir senão melhor, chegar à igualdade de qualquer produtor- operário-trabalhador devidamente competitivo e sustentavelmente amparado e/ou com a segurança certeza de que o conhecimento adquirido com novas tecnologias trouxe-lhes diversos benefícios. E, portanto, consciente do seu papel na cadeia produtiva.( Mª M. Prybicz).
INVESTIMENTOS
- Lula diz querer que a Vale "exporte mais valor agregado"
  O presidente voltou a dizer que na próxima segunda-feira terá um encontro com o presidente da Vale, Roger Agnelli, em São Paulo, para discutir projetos de investimentos da empresa
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta, em entrevista após a visita ao canteiro de obras da transposição do Rio São Francisco, que quer que a Vale exporte produtos com um volume maior de valor agregado. "Eu quero que a Vale faça mais, exporte mais valor agregado e menos minério", disse. O presidente voltou a dizer que na próxima segunda-feira terá um encontro com o presidente da Vale, Roger Agnelli, em São Paulo, para discutir projetos de investimentos da empresa.
- Lula também informou que teve um encontro com Roger Agnelli há algumas semanas, na qual o presidente da Vale apresentou projetos de investimentos da companhia, entre os quais o de uma siderúrgica. Em conversas anteriores que já teve com Agnelli, Lula tem citado a construção da usina siderúrgica de Marabá, no sudeste do Pará, cujo nome será "Siderúrgica Aços Laminados do Pará". A construção dessa siderúrgica foi um projeto apresentado pela Vale no início do primeiro mandato do governo Lula e até hoje não saiu do papel. A siderúrgica teria como objetivo, aproveitar parte do minério extraído da serra de Carajás.
Fonte: Gazeta do Povo "On line"
Ctba, 18/out/09
Profª Mª M. Prybicz

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SOCIAL"

IDH - INDICE DE DESENVOLVIMENO HUMANO

- Podemos associar mínimo “IDH” com: nutrição sofrível - saúde precária; baixa escolaridade e, consequentemente - baixa renda “per capita”; baixa auto-estima, infra-estrutura de acesso ruim – dificultando o escoamento de produtos que por ventura possa haver no local, implantando novas tecnologias de aproveitamento de recursos naturais, ensinando métodos de higiene e conservação da água e do solo e de manutenção das propriedades físicas, etc.

- Portanto, concluímos que estando tudo relacionado – políticas econômico-sociais deverão ser prontamente permanentemente providenciadas através de projetos não assistencialistas e sim de desenvolvimento econômico local e/ou glocal na geração e distribuição da renda (desconcentrando-a). Investindo na educação, oportunizando, ou seja, proporcionar oportunidade para o primeiro emprego (menor aprendiz e/ou maior aprendiz – homens e mulheres com salários isonômicos) toda sociedade engajada no bem comum de todos (as), fazendo a sustentabilidade florescerem na aldeia do nativo e/ou cativo, procurar no capital humano-social local o ímpeto de preservação e orgulho latente e inerente a todos os cidadãos (como seres humanos que o são por excelência), dignificando-os para cidadania nacional!

- Futuramente, saberemos como as boas decisões foram tomadas e fizeram com que belos resultados sociais- desenvolvimentistas surgissem, impulsionadas pela ânima (colocando o otimismo como chave) alavancadora, com metas para o progresso-econômico-social!
Referências: Diversas e pesquisas com autorias próprias.
Ctba, 13/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

“ECONOMIA CARIOCA E/OU BRASILEIRA”

REALIZAÇÃO DAS OLIMPÍADAS BENEFICIA ECONÔMICA E SOCIALMENTE EM INFRAESTRUTURA
 - Um dos maiores legados das Olimpíadas para o carioca serão os investimentos em transportes – R$ 10 bilhões, cerca de 40% dos R$ 28,8 bilhões previstos para a realização do evento na cidade.
-  O plano de investimento do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) prevê a reforma do aeroporto internacional Tom Jobim, a implementação do Bus Rapid Transit (BRT) – sistema de ônibus articulados, similar ao já utilizado em Curitiba –, melhorias nos serviços de ônibus e na rede ferroviária, com aquisição de 120 novos trens.
   A capacidade do aeroporto internacional Tom Jobim será ampliada dos atuais 15 milhões para 25 milhões de passageiros ao ano.
   O sistema BRT, que prevê um corredor separado do tráfego para a circulação exclusiva de ônibus, ligará a Barra da Tijuca a três pontos diferentes. O primeiro é o projeto T5, que vai conectar os terminais da Alvorada e do Riocentro até o subúrbio. Os outros dois sairiam do Leblon e Bangu. Mais de R$ 2 bilhões serão investidos na montagem do sistema.
   O Comitê Rio-2016 não colocou no relatório das Olimpíadas a extensão do metrô até a Barra da Tijuca. A linha do metrô será ampliada até a Gávea, passando por Ipanema e Leblon. Até 2014, a Tijuca vai ganhar mais uma estação, a Uruguai.
   Outro investimento previsto foi anunciado na semana passada pelo governo do estado. O governador do estado, Sérgio Cabral, assinou um acordo com a diretoria do Botafogo que visa melhorar os acessos ao estádio Engenhão – construído para os Jogos Pan-Amerianos, realizados em 2007 – em Engenho de Dentro.
   O Ministério do Turismo tem a expectativa de receber um acréscimo de 10% a mais de visitantes durante e após os Jogos. No dossiê de campanha, há uma previsão de um total de 48 mil leitos em toda a cidade. Hoje, são 29 mil leitos, ou seja, quase 20 mil novas acomodações devem ser construídas para dar conta do calculado pelo COB. Mas a corrida das redes hoteleiras do país e estrangeiras para aproveitar o “boom” da cidade já começou.
   Além dos novos hotéis, a prefeitura pretende utilizar navios de cruzeiro, que serão ancorados na Zona Portuária da cidade – região que passará por intenso processo de revitalização. As embarcações servirão como hoteis flutuantes.
   No total, cerca de R$ 1 bilhão serão investidos na rede hoteleira do estado, que deverá gerar mais de 50 mil empregos até 2016.
Qualificação de mão de obra -  Educação Profissional
   O Ministério do Trabalho e Emprego até o final de 2009 tem a meta de qualificar 25.916 beneficiários do programa Bolsa Família em 17 estados brasileiros. Em outro investimento, mais R$ 19,2 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e R$ 1,2 milhões de contrapartida. Somente no Rio, serão 4.231 pessoas, que vão fazer cursos de cozinheiro, padeiro, confeiteiro, garçom, barman, recepcionista, mensageiro, camareira e arrumador, atendente de agência de viagem e auxiliar operacional em eventos. - A estimativa é capacitar mais de 29 mil trabalhadores.
- O esporte sempre nos trouxe uma gama enorme de benefícios econômicos - sociais, e não poderia deixar de ser agora, com as Olimpíadas!
Fonte: JB “On Line”
Ctba,12/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sábado, 10 de outubro de 2009

"ECONOMIA NAS EXPORTAÇÕES"

AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES TRAZ OTIMISMO

- Brasil, Coreia do Sul e Taiwan mostraram expansão em setembro frente ao mês anterior
  Dados recentes de alguns dos países exportadores mais importantes aumentaram a esperança de que o comércio internacional esteja em recuperação, o que pode ser o elo que falta na recuperação mundial. Brasil, Coreia do Sul e Taiwan mostraram expansão em setembro frente ao mês anterior, embora o nível ainda esteja bem menor que um ano atrás. "Parece que há uma recuperação, mas ainda é cedo para dizer se é resultado do estímulo fiscal ou é espontâneo", disse Mark Matthews, do banco de investimento Fox-Pitt Kelton. Um dos fatores que dão suporte a essa hipótese é que os mercados ainda aguardam para ver se uma demanda tardia na temporada de fim de ano pode levar os varejistas dos países ricos a aumentar os pedidos.
- Precisamos focar nas exportações dos produtos com alto valor agregado e também os considerados de baixo valor agregado! Assim fortalece-se a criação de empregos internos.

Fonte: Valor Econômico “On line”
Ctba, 10/out/09
Profª. Mª. M. Prybicz

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

"ECONOMIA BRASILEIRA"

RANKING DE DESENVOLVIMENTO FINANCEIRO
- A economia brasileira foi a que mais evoluiu no ranking de desenvolvimento financeiro elaborado pelo World Economic Fórum (WEF), que teve como principal responsável o professor da Universidade de Nova York Nouriel Roubini, considerado o guru da atual crise global, pelo acerto em suas previsões. Na apresentação do relatório, na quinta-feira (8), em Nova York, Roubini e demais economistas da entidade destacaram o exemplo positivo do Brasil como sinal de que os emergentes ganham força nas finanças mundiais. Já os americanos e as economias desenvolvidas teriam sido os principais perdedores na crise. Em outra classificação da entidade, que mede a estabilidade do sistema financeiro, o Brasil supera os EUA e o Reino Unido.

- Subindo seis posições no ranking de desenvolvimento financeiro, o Brasil ocupa a 34ª posição e tem 3,46 pontos numa escala estabelecida pelo WEF. O Reino Unido, em primeiro lugar, tem 5 28. Já a Venezuela, em último, 2,52. De 55 economias pesquisadas a brasileira conquistou mais pontos: 0,18.
- Extremamente rico em recursos naturais, minerais, florestais, etc., poderia até estar bem melhor classificado - verificado os bens intangíveis de sua população e devido ao seu capital humano, precisaríamos de melhores condições educacionais para a regularização do próximo patamar!

Fonte: Gazeta do Povo “On Line”
Ctba, 09/out/09
Prof.ª Mª M.Prybcz



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

“ECONOMIA NA EDUCAÇÃO“

PARANÁ PERDE DO FUNDEB R$ 470 MILHÕES
   Revisão se deve à queda na arrecadação dos impostos que compõem o fundo. Municípios terão de 11% a 12% a menos em verbas.
- O Paraná deve receber, este ano, R$ 473,4 milhões a menos que o previsto em recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Por causa da queda na arrecadação, o governo federal precisou rever os repasses feitos aos estados e municípios. O novo valor estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) para o estado – que inclui municípios e o governo estadual – é de R$ 3,6 bilhões, uma diminuição de 11,6% em relação aos R$ 4 bilhões calculados em março. As prefeituras devem sentir mais a falta do dinheiro prometido, uma vez que já estão recebendo menos do Fun¬do de Participação dos Municípios.
- O Fundeb é alimentado por 20% de uma série de impostos estaduais e federais. Entre eles estão o ICMS – cuja arrecadação sofreu com a crise econômica – e o IPI, que foi zerado para automóveis. A queda das contribuições levou o MEC a reduzir em R$ 9,2 bilhões o valor a ser gasto em todo o país em 2009. O número divulgado em agosto, R$ 72,7 bilhões, é 11,6% menor que o previsto no começo do ano (R$ 81,9 bilhões). O valor mínimo por aluno do ensino fundamental, que serve de parâmetro para as demais modalidades, mudou de R$ 1.350,90 para R$ 1.221,34.
Fundo deveria ser “resistente” a crises
O Fundeb tem de ser revisto a fim de se tornar resistente a oscilações econômicas, afirma o presidente da Câmara de Educação do Conselho Nacional de Educação (CNE), César Callegari, que também preside o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb no âmbito da União. Callegari não defende que o fundo fique desvinculado da arrecadação tributária, mas acredita que a União tem de fazer uma reserva para complementar as verbas do fundo, caso elas fiquem abaixo da previsão anual de arrecadação. “Não podemos deixar que a educação fique vulnerável a oscilações econômicas”, afirma. Na previsão de Callegari, os municípios devem contornar a falta de verbas até o ano que vem. Ele explica que muitos prefeitos fizeram investimentos baseados na previsão de arrecadação, que acabou não sendo confirmada.
60% do valor repassado paga docentes
O Fundeb é um fundo contábil alimentado por parte dos impostos municipais, estaduais e federais, destinado à manutenção e ao desenvolvimento dos ensinos fundamental, médio, profissionalizante, de jovens e adultos e das creches. Os recursos são repassados de acordo com o número de matrículas de cada município e estado em todas as modalidades. Os valores devem ser gastos dentro da área de atuação prioritária de cada esfera de governo – prefeituras devem investir em creches e ensino fundamental; estados, em ensino médio – e pelo menos 60% dos recursos repassados devem ser gastos com a folha de pagamento de professores. O restante é de uso livre em educação e pode ser usado para pagar equipamentos, reformas e construção de novos prédios. O Fundeb foi instituído em 2007 e deve vigorar até 2020. (PC)
   O corte foi repassado integralmente às prefeituras paranaenses, que recebem de acordo com o número de matrículas no ensino municipal. As reduções variam de 11% a 12%. O presidente da Con¬federação Nacional dos Muni¬cípios, Paulo Ziulkoski, não acredita que os valores atuais sejam cumpridos até o fim do ano. “Já nos preparamos para receber a notícia de que esse cálculo será revisto, ou para chegarmos a dezembro e ver que nem tudo foi entregue”, antecipa. “O problema é que muitos municípios podem ter problemas com a Lei de Responsabilidade Fiscal se não conseguirem fechar as contas das folhas de pagamento”, estima.
   Curitiba, que recebe a maior parcela do Fundeb no estado, deve deixar de receber R$ 27,1 milhões. A mudança não representa um problema, garante o superintendente-executivo da Secretaria de Educação do município, Jorge Wekerlin, porque a prefeitura já trabalhava com números inferiores aos R$ 240,5 milhões calculados em março. “Como nossa equipe já tem experiência com o Fundeb, podemos lidar com projeções mais realistas. Contávamos com R$ 225 milhões e, portanto, teremos uma queda menor”, compara. O valor atualizado é de R$ 213,4 milhões. “Além disso, a administração fez um esforço pela contenção de despesas no primeiro semestre e podemos compensar as perdas”.
   Londrina vem em seguida na lista de cidades beneficiadas pelo fundo. Receberá R$ 6,8 milhões a menos que o esperado. A secretária de Educação do município, Vera Lúcia Hilst, dá a receita para lidar com a falta de dinheiro: segurar novos projetos. “Quanto ao que já está sendo feito, temos um compromisso de manter, mas o resto vai ter de esperar. Temos de fechar as contas com recursos próprios e a verba que se economiza aqui tapa um buraco em outro lugar”, defende. Londrina deve receber R$ 53,7 milhões do Fundeb.
   O prefeito de Cascavel, Edgar Bueno, segue a mesma prescrição. O valor atualizado do Fundeb para o município é de R$ 38,2 milhões – inferior em R$ 4,8 milhões à projeção inicial. “Claro que tem de cortar algumas obras, segurar o ritmo de trabalho. É o reflexo da desoneração”, observa. Daqui para frente, espera, a situação deve ficar menos apertada. “A crise atingiu o governo e ele fez o que tinha de fazer para manter as contas em dia. Mas as coisas devem melhorar assim que acabarem as isenções” espera.
- Novamente a Educação e os profissionais que nela trabalham, estão sendo sacrificados pelos desmandos - deveria ser algo mais rígido quando se tratassem da mesma. - Existem outras fontes de financiamento que poderiam ser agregadas para evitar esse “desfalque” em razão de que é a primeira prioridade de um país! Como nós sabemos que há bastantes desperdícios em outros setores da Economia Brasileira, não podemos admitir tais procedimentos.
Fonte: Gazeta do Povo
Ctba, 08/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

"ECONOMIA DOS ASSALARIADOS"

ECONOMIA COTIDIANA
- De acordo com teorias econômicas em geral! Chegou-se a conclusão que o salário - individual de cada pessoa deverá realizar pagamentos de todas as despesas de moradia, educação, alimentação, etc. – e ainda sobrar para fazer uma poupança para futuros investimentos para futura aquisição de habitação própria, e outras...
- Segundo nova pesquisa realizada pelo Dieese, o salário do cidadão brasileiro deveria ser no mínimo R$ 2.065,47 para arcar com as despesas básicas.
- Portanto, a renda “per capita” no total deveria estar em torno de R$ 3.000,00. Mas, não é através de decreto que se consegue isso, se não constar de respaldo sustentavelmente financeiro de renda gerada pelo mercado, ou seja, tem que haver contra-partida de retorno na produção, comércio e serviços para futura geração de renda – não se pode existir renda sem lastro!

Autoria própria.
Ctba, 07/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 6 de outubro de 2009

"ECONOMIA NA BOVESPA"

Estimativas sobre o PIB brasileiro

Quanto mais nos aproximamos de 2010, melhores são as estimativas quanto ao Produto Interno Bruno (PIB) brasileiro. Desta vez, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas declarou que o Brasil deve crescer até 7% no próximo ano. Economistas do setor bancário consultados pelo Banco Central acreditam que o crescimento será no máximo de 4,5% para 2010 e destacam que este ano a economia irá expandir 0,01%.
- Deveremos tomar cuidados com especulação! Não podemos deixar que isso aconteça!
Ctba, 06/out/09
Economista e Profª Mª M.Prybicz

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

"ECONOMIA NAS OLIMPÍADAS"

OLIMPÍADAS NO RIO DE JANEIRO PÕEM SETOR AÉREO E INFRAESTRUTURAS NO TOPO DOS INVESTIMENTOS NA BOVESPA!

- "Acho uma notícia positiva em termos de fluxo. Os mercados reagiram positivamente a isso --com a valorização do real e de ações como as do setor aéreo", disse
- A eleição da cidade do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016 levantava o otimismo dos investidores com setores da Bovespa vistos como potenciais beneficiários da decisão, como o aéreo e o de empresas ligadas a infraestrutura.
- Às 15h50, TAM, líder do mercado doméstico de viagens internacionais, exibia valorização de 3,5 por cento, a 23,81 reais. Gol avançava 4,55 por cento, para 18,61 reais.
- Papéis de companhias ligadas a infraestrutura, como as fabricante de aço, também apareciam no topo do índice. Gerdau tinha ganhado de 4,37 por cento, para 24,12 reais.
- No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, mostrava valorização de 1,1 por cento, aos 61.115 pontos.
- Ed Kuczma, analista de investimento da gestora de fundos Van Eck Global, em Nova York, considerou que o anúncio tem um impacto positivo sobre o humor dos investidores.
- "Acho uma notícia positiva em termos de fluxo. Os mercados reagiram positivamente a isso --com a valorização do real e de ações como as do setor aéreo", disse.
- Ele considerou que as ações de companhias aéreas podem ter as estimativas de lucros elevada por analistas, em meio à perspectiva de aumento do fluxo de turistas, além das empresas de locação de veículos, como a Localiza, e de duty free, como a Dufry.
- O papel da Localiza exibia ganho de 4,9 por cento, a 18,35 reais, enquanto o da Dufry se valorizava em 1,3 por cento, a 30,64 reais.
- Constata-se verdadeiramente a “dinâmica econômica” impulsionada pelos eventos de futebol, esporte e olimpíadas. Os Gregos inventaram as olimpíadas e o Rio de Janeiro/Brasil vai reinventá-las com as inovações pertinentes como é de praxe!

Fonte: Gazeta do Povo “on line”
Ctba, 05/out/09
Professora Mª M.Prybicz

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

"ECONOMIA NAS OLIMPÍADAS"

“OLIMPÍADAS 2016”

- Economicamente ninguém tem noção dos benefícios que enraíza em todos os cantos desse país em forma de impulsionar o desenvolvimento cultural, econômico e financeiro, bem como a confiança que se adquire em termos de estimulação da prática do esporte em todas as modalidades e consequentemente o aumento da capacidade das indústrias de material esportivo, complementando com as demais de outros setores de produção – aumentando a renda da população em geral, acrescentando imensos valores agregados, criando novos empregos, inclusive com muitas inovações de tecidos e tipos de material esportivo para o uso pelos atletas de agasalhos e suplementos alimentares, energéticos, etc. Também o comércio em geral gerando renda em diversos setores do comércio.

- E a capacidade hoteleira! Ofertarão no setor de serviços imensos benefícios relativos ao preparo da hospedagem dos atletas e das demais pessoas que aqui aportarão.

- Nosso país é muito abençoado e continuará sendo por muitos e muitos anos! Amém!

Fonte: Autoria própria.
Ctba, 02/out/09
Economista e Professora Mª M. Prybicz

"ECONOMIA INDUSTRIAL"

PRODUÇÃO INDUSTRIAL SOBE PELO OITAVO MÊS SEGUIDO EM AGOSTO, DIZ IBGE

- A produção industrial subiu 1,2% no mês de agosto, frente a julho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a oitava alta mensal do indicador, que atingiu o maior nível desde novembro de 2008. Na comparação com igual período do ano passado, no entanto, a atividade recuou 7,8%, pelo décimo mês consecutivo. No acumulado do ano, a queda é de 12,1%, enquanto, em 12 meses, a baixa é de 8,9%.
- “A expansão foi sustentada por quinze das vinte e sete atividades investigadas, sendo particularmente significativa nos ramos de veículos automotores (3,2%) - que também avançou pelo oitavo mês consecutivo - refino de petróleo e produção de álcool (3,5%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (9,1%) e metalurgia básica (2,7%)”, informou o IBGE.
- Na outra ponta da tabela aparecem outros equipamentos de transporte (-4,2%), farmacêutica (-2,4%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-3,6%).
- Por categorias de uso, os bens de consumo duráveis foram os destaques, segundo o IBGE, com alta de 3,1% no mês, seguido por bens intermediários, que cresceram 0,7%. Bens de capital, por sua vez, saltaram 0,4% frente a julho, enquanto bens de consumo semi e não duráveis avançaram 0,6%.
Ano
- No confronto com agosto de 2008, houve crescimento em nove das 27 atividades. Do lado negativo, sobressaiu-se o recuo de 18,4% na produção de veículos automotores, que acompanharam a menor demanda por bens de consumo duráveis após o agravamento da crise financeira global.
- Os efeitos da crise se fizeram sentir também na produção de bens de capital (-22,3%), que sofreram com a queda dos investimentos.
- Dessa forma, no acumulado janeiro-agosto, veículos automotores (-22,6%) e máquinas e equipamentos (-26,8%) foram os destaques negativos.
- "Nesse tipo de comparação, as indústrias mais articuladas com o mercado interno e, portanto, menos atingidas pela crise internacional, como a farmacêutica (9,6%), bebidas (5,6%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,9%) assinalaram taxas positivas, juntamente com o setor de outros equipamentos de transportes (10,8%)", acrescenta o relatório do IBGE.
Fonte: Último Segundo - IG
Ctba, 02/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



quinta-feira, 1 de outubro de 2009

"ECONOMIA E MERCADOS"

Bovespa inverte véspera e tem pontuação recorde do ano
- O fechamento positivo da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na última sessão do trimestre, na contramão da Bolsa de Nova York, ilustrou a distância cada vez maior do mercado acionário doméstico em relação à média internacional em 2009. Apoiado principalmente pelas ações de bancos e de empresas ligadas a commodities, o principal índice do mercado brasileiro, Ibovespa, subiu 0,46%, para fechar o dia marcando 61.517 pontos, nova pontuação máxima no ano em que já acumula ganho de 63,8%.
- O giro financeiro da sessão somou R$ 6,1 bilhões.
- "O desempenho da bolsa brasileira está refletindo a visão do investidor internacional de que o Brasil está numa condição muito mais favorável no pós-crise", disse Newton Rosa, economista-chefe da Sul América Investimentos.
- Para efeito de comparação, o índice Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, mesmo após ter registrado o melhor trimestre desde 1998, acumula ganho de 10,7% no ano.
- O noticiário desta quarta-feira serviu em parte para ampliar a distância entre a Bovespa e Wall Street. O Dow Jones recuou 0,31%. A queda inesperada da atividade no Meio-Oeste dos EUA e o aumento acima do previsto das demissões no setor privado do país empurraram o dólar para baixo.
- As cotações das commodities rapidamente subiram corrigindo a perda de valor na moeda americana. A cotação do petróleo deu um salto de quase 6%. Os preços dos metais também avançaram.
- Esse movimento levou para cima as ações das companhias mais importantes do Ibovespa. O papel preferencial da Petrobras ganhou 0,66%, para R$ 35. A preferencial da Vale cresceu 0,2%, a R$ 36,60.
- A reação a dados positivos da economia doméstica engrossou o otimismo, como o relatório das operações de crédito, divulgada na terça-feira pelo Banco Central, mostrando aumento dos financiamentos e estabilidade na inadimplência.
- Isso colocou as ações de bancos na parte de cima do índice. Bradesco liderou o movimento do setor, subindo 2,2%, para R$ 35,25, seguido por Banco do Brasil, com elevação de 2,2%, a R$ 31,23.
- O otimismo com o Brasil teve ainda como pano de fundo o anúncio de que o Tesouro Nacional conseguiu emitir US$ 1,25 bilhão no exterior em bônus com vencimento em janeiro de 2041, e a sondagem da indústria da FGV, mostrando que a confiança subiu 3,6% em setembro sobre agosto.
- De acordo com Rosa, a soma de indicadores positivos da economia doméstica deve sustentar novos ganhos do Ibovespa na reta final do ano. É o que apontou uma pesquisa realizada pela Reuters com 18 analistas, com previsão mediana de 65 mil pontos para o índice no fim de 2009.
- Será o começo do fim e/ou devemos ficar alertas!

Fonte: Redação Terra
Ctba, 01/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.