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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"ECONOMIA EMPRESARIAL BRASILEIRA"

GRUPO DE EMPRESAS BRASILEIRAS CRESCE EM RITMO CHINÊS

- A nova safra de balanços das companhias de capital aberto é mais um retrato do Brasil que avança como a China e a Índia. As empresas que têm ações na Bolsa de Valores continuam crescendo acima de 10% de um ano para o outro. Dentro desse universo, já considerado de elite para os padrões brasileiros, há um grupo que ainda cresce sempre acima da média das empresas negociadas na Bovespa.
- A Vale do Rio Doce encabeça a lista. Mesmo com seu porte gigante, ela conseguiu mais que dobrar o faturamento nos últimos três anos - ele saiu de R$ 19,4 bilhões em 2003 para os atuais R$ 45,2 bilhões. Neste ano, com a incorporação da canadense Inco, a roda que move a Vale vai girar ainda mais rápida. O levantamento incluiu 232 empresas de capital aberto, com valores nominais de receita, sem ajuste de inflação. A Petrobras, com faturamento de R$ 158 bilhões em 2006, não entrou no cálculo para não distorcer o resultado geral.
Ambiente de negócios
- Há razões particulares que explicam o crescimento de cada uma das empresas que aparecem na lista. Por trás desse desempenho espetacular, existe também uma mudança estrutural no ambiente de negócios do País.
- No Brasil, elas tiveram mais acesso ao capital (seja por meio da Bolsa, de empréstimos com juros mais baixos ou de fundos que compram participação em empresas), ficaram mais competitivas e se abriram ao mundo, exportando mais e se internacionalizando nos últimos anos. É uma melhora alimentada não só pela competência dos seus administradores, mas também pelo crescimento da economia mundial, puxado pela China.
 "O Brasil está a um passo de alcançar o grau de investimento. A melhora dos números tem reflexos fora e dentro do País. O Brasil ganha mais credibilidade perante os investidores e as empresas se beneficiam disso", diz o coordenador do curso de MBA em Empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas, Marcus Quintella. "Com o fim da inflação, as empresas também tiveram de ficar mais bem administradas e eficientes para sobreviver.
Fonte: Diversas.
Ctba, 30/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



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