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sábado, 31 de dezembro de 2011

Renda fixa e poupança superam inflação em 2011 - economia - brasil - Estadão

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BNDES define condições para financiamento do trem-bala - O Globo

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UE quer derrubar barreiras no Brasil - economia - - Estadão

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Petrobrás apresenta declaração de comercialidade de Guará - negocios - energia - Estadão

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

BB assume o Banco Postal na segunda-feira - economia - - Estadão

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Ferroeste anuncia a compra de cinco locomotivas - Economia - Gazeta do Povo

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Governo federal volta atrás e destina R$ 4 bilhões do FGTS à Copa - Copa 2014 - Investimentos - Gazeta do Povo

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- E o Brasil trabalha e o País se mexe...viva e aleluia!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

BNDES vai investir em reflorestamento no PR, SP e BA - Economia - Gazeta do Povo

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- A "Nova Economia" - o meio ambiente preservado!

Decreto eleva aumento do capital do BNDES em R$ 400 milhões - economia - - Estadão

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Fundo do pré-sal receberá R$ 508 mi com prorrogação de regra sobre royalties - economia - brasil - Estadão

Fundo do pré-sal receberá R$ 508 mi com prorrogação de regra sobre royalties - economia - brasil - Estadão
- Então, com ótimas estimativas o País avança pra melhor - o que nos deixa maravilhados! A educação e cultura devem melhorar tambem!

sábado, 24 de dezembro de 2011

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Declaração à imprensa da presidenta Dilma e do primeiro-ministro da França - YouTube

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Brasil supera China e Índia em criação de empresas, diz pesquisa - economia - geraleconomia - Estadão

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Dilma diz que países desenvolvidos vivem momento dramático com crise econômica - Vida Pública - Gazeta do Povo

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- A alta concentração de renda reduz investimentos, cujos valores ficam estagnados nos bancos e não resolve os problemas sociais!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Revista Time escolhe o "manifestante" como personalidade do ano - Mundo - Gazeta do Povo

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Crise eleva juro para pequena empresa - economia - brasil - Estadão

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Argentina terá internet com velocidade de 100 gigas por segundo - Tecnologia - Gazeta do Povo

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- Avanço nas comunicações argentinas...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pra Você - Paula Fernandes - Legendado - YouTube

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Tony Bennett - Eu tenho meu amor para me manter quente (com letra) - YouTube

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Entrevista coletiva em Porto Alegre sobre a construção da segunda ponte sobre o Guaíba - YouTube

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AI-5, o ato do arbítrio - Arquivo Estado - Estadao.com.br

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- O Ato absurdo - como lembro!

"ECONOMIA NACIONAL E FISCALIZAÇÃO DE CIMA PARA BAIXO"


Notícias Técnicas
12/12/2011
Receita Federal vai criar malha fina para empresas
As pessoas jurídicas também terão a sua malha fina. A informação é do secretário da Receita Federal
As pessoas jurídicas também terão a sua malha fina. A informação é do secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. A malha fina é o banco de dados do Fisco, onde são armazenadas as declarações que apresentam inconsistências após os diversos cruzamento realizados pelos sistemas informatizados do Fisco.
Hoje, já é possível, por exemplo, com dados das notas fiscais eletrônicas, cruzar informações sobre subfaturamento e omissão de receitas. Sendo assim, é possível fazer auditorias eletrônicas, disse Barreto, por meio dos valores de compra e assim estimar as receitas do contribuinte. Se a Receita detectar irregularidades, a empresa será chamada a se regularizar.
“Se não fizer a regularização, sofrerá a ação fiscal. Os sistemas estão sendo finalizados e já têm capacidade de entrar em produção em 2012”, disse.
A base do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) permite atualmente o acesso aos dados das empresas tanto pelo Fisco federal quanto pelos fiscos estaduais. Mesmo com os convênios para a troca de dados com os estados, não é necessário nenhum tipo de solicitação da Receita Federal, porque com o Sped as informações estão disponíveis para todos.
“Assim como temos a malha da pessoa física, teremos a instituição da malha da pessoa jurídica dando maior abrangência à presença fiscal e alcançando todos os níveis de contribuintes. É importante notar que a malha consiste, sem ter a presença da fiscalização, do cruzamento de informações internas e externas”, disse Barreto.
- Barreto informou ainda que a fiscalização continuará, em 2012, voltada para os grandes contribuintes. Principalmente, os que fazem, segundo ele, planejamento tributário abusivo. 
  O planejamento tributário consiste em usar brechas na lei para reduzir o pagamento de impostos. “O foco vai ser os grandes contribuinte, principalmente, na fiscalização do planejamento tributário abusivo, mas ampliaremos, também, a atuação em todas as empresas, da malha da pessoa jurídica”.
Fonte: Receita Federal e Padrão Auditoria.
Ctba, 13/12/11
Maria Prybicz

Gmail - Você é nossa(o) convidada(o) para o encerramento da 1ª edição do Governador Pergunta - prybiczmaria@gmail.com

Gmail - Você é nossa(o) convidada(o) para o encerramento da 1ª edição do Governador Pergunta - prybiczmaria@gmail.com
- Mais a ferramenta da Internet para melhorar a administração do Governo do Rio Grande do Sul!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Questão de adaptação

Questão de adaptação
As peripécias mundiais segundo Luciana B. Veit...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

5 ideias de fazendas verticais para grandes cidades | Atitude Sustentável

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- Aí vem a modernidade...

Roxette Spending My Time legendado - YouTube

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Boa fase brasileira ativa mercado imobiliário de luxo em Miami - Economia - Gazeta do Povo

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- A boa fase financeira no Brasil - investimentos em Miami!

Incra regula compra e uso de terra por estrangeiro - Economia - Gazeta do Povo

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- Estabelecendo critérios...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dilma recebe prêmio de Brasileira do Ano | Presidenta Dilma

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Os 10 países ricos que mais ajudam os pobres - Mundo - EXAME.com

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Natal será ainda melhor que o de 2010, prevê Fecomercio - economia - - Estadão

Natal será ainda melhor que o de 2010, prevê Fecomercio - economia - - Estadão
- Natal melhor que em outros anos...

BNDES define condições para financiamento do trem-bala - O Globo

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Brasil mostra vulnerabilidade dos emergentes, diz ‘FT’ - economia - brasil - Estadão

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Como PT, militância feminista pressiona Dilma a manter ministério das Mulheres - politica - politica - Estadão

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

"ECONOMIA NACIONAL JUSTA E CÉLERE - ARBITRAGEM"


BRASIL É O QUARTO PAÍS QUE MAIS USA A ARBITRAGEM
O Brasil é atualmente o quarto país que mais utiliza a arbitragem no mundo. Das quase 100 entidades arbitrais em funcionamento no país estimam-se que as seis principais recebem cerca de 100 novos casos por ano. "As instituições brasileiras estão evoluindo muito, mas o modelo judiciário ainda recebe uma demanda muito grande. O aparato judiciário continuará a receber cada vez mais se não houver uma reforma cultural", alerta o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, durante o seminário "Arbitragem e Segurança Jurídica", promovido pelo jornal Valor Econômico, nesta segunda-feira (28/11) em São Paulo.
De acordo com o ministro do STF, ainda existe uma resistência dos juízes aos modelos alternativos para a solução de conflitos, como a arbitragem. No entanto, Gilmar Mendes avalia que os 15 anos da Lei de Arbitragem (Lei 9.307/96) mostram uma importante contribuição na área jurídica. "Hoje, no Brasil, temos 80 milhões de processos na Justiça. A arbitragem não se faz em detrimento do Judiciário, mas estamos avançando quando oferecemos mais segurança jurídica e autonomia às partes. São processos que não vão se somar a esse número."
O consenso entre os participantes do seminário é que a cultura judiciária no Brasil ainda é muito forte. "É positivo, mas há um exagero. Ainda rejeitamos qualquer tipo de solução fora do Judiciário", constata Gilmar Mendes.
Para o advogado Modesto Carvalhosa, é alto o grau de segurança no uso da arbitragem no país. "Temos uma lei abrangente sobre o assunto; o país é signatário de convenções internacionais que prestigiam a arbitragem; as partes têm autonomia e contam com importantes e respeitáveis câmaras de arbitragem no país. Portanto, temos as condições que conferem às partes o respeito necessário sobre arbitragem."
Carvalhosa menciona o estudo realizado pela World Justice Project (WJP) em que a entidade analisou o grau de segurança jurídica de 66 países e classificou o Brasil em segundo lugar na América Latina (atrás do Chile) e o primeiro dentre os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
Cultura
O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, acredita que o problema que pode gerar insegurança é a falta de convivência com a própria arbitragem. "Nós estamos aprendendo a importância da arbitragem, mas a ausência de cultura da solução amigável ainda mostra um pouco a falta de comprometimento em envolver mais a magistratura nessas soluções alternativas", afirma.
Asfor Rocha acredita que algumas discussões que envolvem a arbitragem já foram superadas; outras continuam persistindo. "Antes, discutíamos a caução em homologação de sentença extrajudicial. Hoje, esta discussão parece descabida." Já as homologações de sentenças que invocam a ordem pública podem ser ainda bem estridentes, mas o ministro do STJ afirma que são raras. 
O calcanhar de Aquiles da arbitragem, segundo Asfor Rocha, são as cautelares. "É o ponto que precisa ser aperfeiçoado, pois o juiz não tem como ignorar o mérito, por mais que ao tribunal não caiba reexame de prova. Ainda se exige uma solução mais específica sobre isso." Mesmo quando superadas as questões de competência, as partes ainda encontram na cautelar um jeito de suspender a execução alcançada na arbitragem. No entanto, as decisões dos tribunais têm se mostrado no sentido de não "voltar a rediscutir o assunto". Já as medidas coercitivas ressaltam Carvalhosa, devem ser decididas mesmo no Judiciário, em fase de execução.
De acordo com o ministro Gilmar Mendes, não existe um estudo que mostra como a arbitragem desonera o Judiciário. No entanto, para ele, o foco não está na quantidade, mas no fator tempo. "Existem pessoas que desistem do Judiciário por conta da demora, mas tenho a impressão de que a visão é positiva do que se faz hoje. Há um respeito sobre a qualidade da prestação jurisdicional."
Carvalhosa diz que existe um universo de contratos com cláusula arbitral que não chega ao Judiciário, por isso deixarão de somar-se à demanda. Asfor Rocha concorda que o impacto quantitativo sobre o número de processos na Justiça não é o mais importante. "O significativo será na imagem do Judiciário na medida em que as partes vêm à arbitragem e têm resolvidos seus conflitos. Isto é importante porque, com a globalização, o respeito é fundamental para atrair investimentos para o Brasil."
Por Líliam Raña é repórter da revista Consultor Jurídico.
Fonte: Padrão Auditoria
Ctba, 04/12/11
Maria Prybicz

País ensaia fechar o cerco aos corruptores - Vida Pública - Gazeta do Povo

País ensaia fechar o cerco aos corruptores - Vida Pública - Gazeta do Povo
- Podemos dizer que algo está sendo feito...abaixo os corruptos e os corruptores!

sábado, 3 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Presidentes latino-americanos criam novo bloco regional e deixam EUA de fora - internacional - geral - Estadão

Presidentes latino-americanos criam novo bloco regional e deixam EUA de fora - internacional - geral - Estadão
- Quanto mais união dos países da América Latina e Região, melhor será a resolução dos problemas políticos e econômicos!

Varejo reage rápido à redução de IPI e lança campanha - Economia - Gazeta do Povo

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- Beneficiando a linha branca de eletrodomésticos com redução do IPI - a economia se fortalece com maior giro!

Balança do PR deve ter 1.º déficit em 11 anos - Economia - Gazeta do Povo

Balança do PR deve ter 1.º déficit em 11 anos - Economia - Gazeta do Povo
- Balança comercial do Paraná deficitária - exportações menos importações com saldo negativo!

domingo, 27 de novembro de 2011

Até a Tramontina pode parar no pré-sal - economia - versaoimpressa - Estadão

Até a Tramontina pode parar no pré-sal - economia - versaoimpressa - Estadão
- Resolvendo problemas de demanda internamente no Brasil!

HSBC vai transferir sede latino-americana para o Brasil - Economia - Gazeta do Povo

HSBC vai transferir sede latino-americana para o Brasil - Economia - Gazeta do Povo
- Ainda com muitos lucros...os bancos em geral!

No extremo da riqueza e da pobreza - Vida e Cidadania - Gazeta do Povo

No extremo da riqueza e da pobreza - Vida e Cidadania - Gazeta do Povo
- A distãncia entre ricos e pobres é grande...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SILVA FILHO: Professores poderão usar transporte escolar gratuito já oferecido aos alunos

SILVA FILHO: Professores poderão usar transporte escolar gratuito já oferecido aos alunos

Fornecedora da Apple enfrenta paralisação na China - economia - internacional - Estadão

Fornecedora da Apple enfrenta paralisação na China - economia - internacional - Estadão

Embraer está perto de fechar contrato com a Defesa dos EUA - negocios - industria - Estadão

Embraer está perto de fechar contrato com a Defesa dos EUA - negocios - industria - Estadão

Procurador quer tirar emissoras católicas do ar - politica - versaoimpressa - Estadão

Procurador quer tirar emissoras católicas do ar - politica - versaoimpressa - Estadão

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mantega diz que crise já afeta países emergentes - economia - brasil - Estadão

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Sinead O`Connor-Nothing Compares To You-Legendado-Traduçao.avi - YouTube

Sinead O`Connor-Nothing Compares To You-Legendado-Traduçao.avi - YouTube

Setor florestal do PR atrai investimentos de R$ 6,1 bi - Economia - Gazeta do Povo

Setor florestal do PR atrai investimentos de R$ 6,1 bi - Economia - Gazeta do Povo
- Incremento no setor florestal do Paraná!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Brasil vira meca para mão de obra imigrante - politica - politica - Estadão

Brasil vira meca para mão de obra imigrante - politica - politica - Estadão

‘FT’: novas bolsas ameaçam domínio da Bovespa no Brasil - Radar Econômico - Estadao.com.br

‘FT’: novas bolsas ameaçam domínio da Bovespa no Brasil - Radar Econômico - Estadao.com.br
- Novos investimentos atrai mais estrangeiros ao Brasil!

Tesouro: taxa de títulos reflete expectativa sobre Selic - economia - geral - Estadão

Tesouro: taxa de títulos reflete expectativa sobre Selic - economia - geral - Estadão

Ponta Grossa dá pontapé inicial para polo tecnológico - Economia - Gazeta do Povo

Ponta Grossa dá pontapé inicial para polo tecnológico - Economia - Gazeta do Povo

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Crise na Europa afeta financiamento de vendas de aeronaves, afirma Embraer - economia - - Estadão

Crise na Europa afeta financiamento de vendas de aeronaves, afirma Embraer - economia - - Estadão
- A crise afeta créditos de bancos europeus...

Governo estuda desonerar impostos para reduzir o custo do etanol - Economia - Gazeta do Povo

Governo estuda desonerar impostos para reduzir o custo do etanol - Economia - Gazeta do Povo

"ECONOMIA E A TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA"


PAÍS COM BAIXA QUALIFICAÇÃO E PROFISSIONALIZAÇÃO DE MÃ0-DE-OBRA.

-  Na virada do século XX, a avalanche neoliberal atingiu praticamente todos os países, cada um a seu modo. No âmbito do trabalho, por exemplo, o neoliberalismo atacou o desemprego gerado pela ausência do dinamismo econômico por meio da desregulamentação do mercado de trabalho.
 - Naquela época, difundiu-se equivocadamente que a solução única para o desemprego seria a ocupação da mão de obra com salário menor e direito social e trabalhista a menos. Ou seja, uma alternativa inventada que procurava substituir o desemprego pela precarização do trabalho.
No Brasil, a onda neoliberal a partir do final da década de 1980 não se traduziu em reforma ampla e profunda do marco regulatório do mercado de trabalho, ainda que não faltassem propostas nesse sentido. 
Mesmo assim, o fenômeno da terceirização da mão de obra terminou tendo efeito inegável, com remuneração reduzida à metade dos que exercem a mesma função sem ser terceirizados e rotatividade no posto de trabalho superior a mais de duas vezes.
  Em síntese, a terceirização do trabalho ganhou importância a partir dos anos 1990, coincidindo com o movimento de abertura comercial e de desregulamentação dos contratos de trabalho. Ao mesmo tempo, a estabilidade monetária alcançada a partir de 1994 vigorou associada à prevalência de ambiente competitivo desfavorável ao funcionamento do mercado interno. 
  Ou seja, baixo dinamismo econômico, com contida geração de empregos em meio à taxa de câmbio valorizada e altas taxas de juros. Frente ao desemprego crescente e de ofertas de postos de trabalho precários, as possibilidades de atuação sindical exitosas foram diminutas.
- Atualmente, o trabalho terceirizado perdeu importância relativa em relação ao total do emprego formal gerado no Brasil, embora seja crescente a expansão absoluta dos empregos formais. Por serem postos de trabalho de menor remuneração e maior descontinuidade contratual, os empregos terceirizados atendem fundamentalmente à mão de obra de salário de base. 
- Dessa forma, as ocupações criadas em torno do processo de terceirização do trabalho tendem a se concentrar na base da pirâmide social brasileira. O uso da terceirização da mão de obra tem se expandido fundamentalmente pelo setor de serviços, embora esteja presente em todos os ramos do setor produtivo.
- Na passagem para o século XXI, o país perseguiu duas dinâmicas distintas na terceirização do trabalho. A primeira observada durante a década de 1990, quando a combinação da recessão econômica com abertura comercial resultou no corte generalizado do emprego. 
Na sequência da estabilização monetária estabelecida pelo Plano Real, que trouxe impacto significativo na redefinição da estrutura de preços e competição no interior do setor produtivo, o Enunciado 331 do Tribunal Superior do Trabalho estabeleceu os setores cabíveis à terceirização da mão de obra, concedendo segurança jurídica às empresas.
Nesse contexto, a taxa de terceirização registrou patamar inédito, passando de cerca de 10% do saldo líquido dos empregos gerados no estado de São Paulo no início da década de 1990 para mais de 90% no começo da década de 2000. 
   Com salário equivalente à metade do recebido pelo trabalhador normal, os terceirizados avançaram sobre os poucos empregos formais gerados, sem que ocorresse redução da taxa total de desemprego - a qual saiu de 8,7%, em 1989, para 19,3%, em 1999, na Região Metropolitana de São Paulo.
  Não obstante o apelo à redução do custo do emprego da força de trabalho estimulado pela terceirização, inclusive com o aparecimento de empresas sem empregados, em meio às condições da estabilidade monetária com altas taxas de juros reais e valorização do real, o sindicalismo reagiu evitando o mau maior. 
Mesmo diante de competição interempresarial mais acirrada, houve elevação da taxa de sindicalização, com avanço das negociações coletivas de trabalho e inclusão na legislação social e trabalhista.
A segunda dinâmica na trajetória da contratação de empregos formais ganhou importância a partir da década de 2000. Entre os anos de 2000 e 2010, a taxa de terceirização passou de 97,6% para 13,6% do saldo líquido de empregos formais gerados no estado de São Paulo. 
Nesse mesmo período, a taxa de desemprego caiu 28,5%, passando de 19,3%, em 1999, para 13,8%, em 2009, na Região Metropolitana de São Paulo. Apesar disso, o salário recebido pelo terceirizado continuou equivalendo apenas à metade daquele do trabalhador não terceirizado.
Os sindicatos tiveram conquistas importantes, com maior organização na construção dos acordos coletivos de trabalho. A Justiça do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Emprego e Trabalho assumiram papel fundamental. Mas sem regulação decente da terceirização, parcela das ocupações permanece submetida à precarização no Brasil. 
Como pode o mesmo trabalho exercido receber somente a metade, por conta de diferente regime de contratação? Caso mais grave parece ocorrer no interior do setor público, que licita a contratação da terceirização da mão de obra pagando até 10 vezes mais o custo de um servidor concursado para o exercício da mesma função.
O país precisa virar a página da regressão socioeconômica imposta pelo neoliberalismo no final do século XX. A redução no grau de desigualdade na contratação de trabalhadores terceirizados pode ocorrer. 
- Com a regulação decente a ser urgentemente estabelecida poderia haver melhor cenário para evitar a manutenção das enormes distâncias nas condições de trabalho que separam os empregados terceirizados dos não terceirizados.
 (*) é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Unicamp. (*) Granadeiro Guimarães - Advogados.
Fonte: Padrão Auditoria
Ctba, 18/Nov/11
Maria Prybicz

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Hewlett-Packard apresenta Folio, seu primeiro ultrabook - Tecnologia - Gazeta do Povo

Hewlett-Packard apresenta Folio, seu primeiro ultrabook - Tecnologia - Gazeta do Povo
- Novidades em (TI) tecnologia de informação!

Fábrica de cimento vai investir R$ 340 milhões em Adrianópolis - Economia - Gazeta do Povo

Fábrica de cimento vai investir R$ 340 milhões em Adrianópolis - Economia - Gazeta do Povo
- O baixo IDH da região deve melhorar com profissionalização e empregos em Adrianópolis!

Situação do ministro é “insustentável”, diz o pedetista Osmar Dias - Vida Pública - Gazeta do Povo

Situação do ministro é “insustentável”, diz o pedetista Osmar Dias - Vida Pública - Gazeta do Povo
- Quando a vida pública mistura-se com a profissional...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"ECONOMIA NACIONAL E O AUTORITARISMO"


METADE DOS BRASILEIROS NÃO SABE O QUE É AUTORITARISMO
POR NEMÉRCIO NOGUEIRA
É alarmante o resultado da pesquisa da chilena Latinobarometro que a Folha de S.Paulo publicou no dia 29 de Outubro. Ela mostra que no último ano o apoio da população brasileira à democracia caiu de 54% para 45%. Caiu mais que a média de apoio na América Latina. Ou seja, menos de metade da nossa população prefere a democracia a qualquer outra forma de governo. A maioria acha que um governo autoritário pode ser preferível a um democrático, ou que dá na mesma a democracia ou o autoritarismo.
Vivo hoje, à vista desse fato, Nelson Rodrigues diria que, além da unanimidade ser burra, a maioria é estúpido. Parece incrível que, numa nação que foi vítima da opressão de uma ditadura, mais de metade da população pense que um governo totalitário pode ser melhor que a democracia, ou que tanto faz.
É por isso que tem tanta importância o trabalho que vem sendo feito pelo Instituto Vladimir Herzog, com seu projeto “Resistir é preciso...”, resgatando os jornais e jornalistas que, nas bancas, na clandestinidade ou no exílio, combateram a ditadura. Em vídeos, livros, documentários e outras iniciativas, o Instituto insere na História do Brasil e procura mostrar a todos, principalmente aos mais jovens, qual era a realidade que vivíamos nos anos de chumbo. Para que não permitamos que isso aconteça de novo.
Os estúpidos que dispensaram a democracia nessa pesquisa do Latinobarometro não sabem que, sem democracia:
1. A imprensa amordaçada não poderia denunciar corrupção nos governos, nem opinar livremente sobre todos os assuntos;
2. Um presidente da República rejeitado pela população não teria sido castigado pelo impeachment;
3. Um presidente que terminou oito anos de mandato com apoio de 86% da população, também segundo o Latinobarometro, não poderia sequer ter sido eleito;
4. O fim do sigilo eterno de documentos do governo e a criação da Comissão da Verdade, já aprovados pela Câmara e pelo Senado, nem projetos teriam sido;
5. O Brasil não viveria o atual desenvolvimento social e econômico, nem gozaria do respeito que hoje lhe dedicam os outros países;
6. Nenhuma crítica ao governo seria permitida – por jornalistas, por sindicalistas, por estudantes, por políticos, ou por quem quer que fosse;
7. A corrupção, a incompetência e o desmando de governantes e funcionários públicos estariam permanentemente acobertados pela intransparência do poder totalitário;
8. Estaríamos todos continuamente sob a ameaça arbitrária de prisão, tortura e morte;
9. Teríamos de tomar cuidado com o que disséssemos perto de colegas de escola e de trabalho, vizinhos, conhecidos, até parentes, pois qualquer um poderia nos delatar, em troca de alguma vantagem junto aos donos do poder;
10. Ainda existiria um DOPS, com o inacreditável nome de Departamento de Ordem Política e Social, onde se prendiam pessoas pelo crime de pensamento e opinião;
11. Não poderíamos votar porque os mandantes nos seriam impostos, nem a opinião pública poderia se manifestar.
Com a provável exceção dos estúpidos 55% da população brasileira que acham que democracia não é indispensável, todos conhecem a frase de Sir Winston Churchill: ”A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que têm sido tentadas de tempos em tempos." E a de Ulysses Guimarães, que disse que "A grande força da democracia é confessar-se falível de imperfeição e impureza, o que não acontece com os sistemas totalitários, que se autopromovem em perfeitos e oniscientes para que sejam irresponsáveis e onipotentes."
Só na democracia é possível criticar até mesmo a própria democracia – e, de Saramago e Bernard Shaw até ao Marquês de Maricá, há comentários derrogatórios a ela em suficiente quantidade. Mas eu fico com Goethe: "A democracia não corre, mas chega segura ao objetivo."
Fonte: Padrão Auditoria
Ctba, 16/Nov/11
Maria Prybicz 

"ECONOMIA NACIONAL E IMPOSTO SOBRE FORTUNAS"


Projeto tenta regulamentar Imposto Sobre Fortunas
Ver autoresPOR ROGÉRIO BARBOSA
Quem tem mais precisa dividir com quem tem menos. É a partir dessa ótica que muitos países discutem a tributação sobre grandes fortunas. A ideia é simples: instituir um imposto a ser cobrado sobre grandes patrimônios e utilizar estes recursos no combate à desigualdade social. No Brasil, o imposto já está previsto na Constituição de 1988, mas precisa ser regulamentado. O mais novo parlamentar a levantar a questão foi o deputado federal Cláudio Puty (PT-PA), que apresentou proposta para regulamentar imposto na Câmara dos Deputados e começa articular sua aprovação.
O deputado aproveita para tentar emplacar no Brasil um debate que está aceso em diversos outros países da Europa e nos Estados Unidos. Na Espanha, por exemplo, o imposto já existiu e hoje o país discute seriamente a possibilidade de reinstituí-lo para reduzir o déficit orçamentário e sair da crise das dívidas públicas da Zona do Euro.
No Brasil, a justificativa não é a crise, mas a tentativa de alcançar melhor distribuição de renda. De acordo com o deputado, o dinheiro arrecadado seria aplicado em investimentos na área da educação e em programas de redução da desigualdade social. Tais objetivos são objeto de críticas. Primeiro porque, para muitos, o imposto deve integrar o tesouro nacional, ou seja, não ter destinação específica, o que é uma característica das contribuições. Segundo, desconfiam que a destinação para políticas de cunho social não aconteça, a exemplo do que ocorreu com a CPMF e a saúde.
Um dos críticos do imposto é o professor titular de Direito Tributário da Universidade Federal do Rio de Janeiro Sacha Calmon, que questiona a efetividade do imposto. “O novo imposto teria como fato gerador uma renda que já foi tributada na ocasião em que foi obtida e, depois, pelo Imposto de Renda. Todos sabem que é um imposto de baixíssima produtividade fiscal, que vai gerar muito trabalho e pouca arrecadação”, diz.
Para o deputado, o imposto pode suprir exatamente a ausência de reformulação do Imposto de Renda. “Promover uma reforma tributária é praticamente impossível. Trazer alterações significativas para o Imposto de Renda, por exemplo, aumentando a alíquota para aqueles com maior renda, também. É mais fácil apresentar soluções alternativas e o imposto sobre fortunas é uma delas”, afirmou.
“Será criado um imposto sobre o patrimônio que, a princípio, foi conquistado com a renda do contribuinte, que já é tributada pelo Imposto de Renda”, diz o tributarista José Eduardo Tellini Toledo. “Além disso, na alienação desse patrimônio, havendo ganho de capital, haverá nova incidência do IR. Isso pode desestimular investimentos no país.”
É no apoio popular que se sustenta a proposta, segundo o advogado Eduardo Diamantino, do Diamantino Advogados Associados. “É um imposto comunista de baixíssima aplicação em outros países, visto que os ricos costumam montar estruturas para se proteger dele”, diz. Segundo Diamantino, a lei deve enfrentar problemas por incidir sobre a mesma base do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), “o que é vedado pela Constituição Federal”.
A proposta de Cláudio Puty pega mais leve que outras apresentadas anteriormente por outros deputados. Se aprovada, será tributado 0,5% ao ano de todo o patrimônio que supere o valor de R$ 3 milhões. A proposta da ex-deputada Luciana Genro (PSOL-RS), por exemplo, aplicaria a cobrança de 1% em relação à fortuna superior a R$ 2 milhões.
Além disso, algumas exceções estão previstas: Não será considerado para cálculo do total da fortuna a ser tributada o imóvel residencial do contribuinte que valha até R$ 600 mil. Se o texto original do projeto for aprovado, patrimônio superior a R$ 5 milhões será tributado em 1%; acima de R$ 10 milhões, 1,5%; e superior a R$ 15 milhões, 2%. “É preciso lembrar que embora o patrimônio seja individual, de alguma forma foi construído com o apoio da sociedade”, conclui Cláudio Puty para defender a regulamentação do imposto.
Fonte: Padrão Auditoria
Ctba, 16/nov/11
Maria Prybicz

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Petrobras descobre nova jazida de petróleo na Bacia de Santos - Economia - Gazeta do Povo

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- A riqueza extrativista brasileira! O petróleo.

Três maiores bancos do país lucraram R$ 38 bilhões até setembro - Economia - Gazeta do Povo

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- Para os bancos brasileiros não existem crises...

Aumento recorde em gastos ressalta poder de compra de brasileiros na Europa - economia - geraleconomia - Estadão

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- A classe média brasileira está de bem com as finanças...

Divisão dos royalties só será votada em 2012 - Vida Pública - Gazeta do Povo

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- O povo quer melhor distribuição da renda dos royalties...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Municípios do Oeste debatem a criação de Cidades Digitais - Rede de Participação Política - Sistema FIEP

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Mantega defende solidez fiscal e diz que governo deve evitar novos gastos - O Globo

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"ECONOMIA NAS EMPRESAS"


Presidente Dilma sanciona reajuste do Supersimples
Agência Sebrae
A presidente Dilma Rousseff sancionará nesta quinta-feira (10) o projeto de lei que amplia o Simples Nacional e o Empreendedor Individual. A cerimônia, marcada para as 11 horas, no salão nobre do Palácio do Planalto, contará com a presença de ministros, parlamentares, empresários e integrantes de instituições de apoio aos micro e pequenos negócios, como o Sebrae.
"A ampliação do Simples Nacional era muito esperada pelo segmento e trará benefícios para a economia brasileira como um todo. Vai estimular o crescimento dos pequenos negócios, incentivar as exportações e permitir a negociação de débitos sem comprometer a sobrevivência da empresa", afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.
O projeto é de iniciativa do Executivo. Enviado ao Congresso no dia 9 de agosto, foi aprovado por unanimidade na Câmara (31 de agosto) e no Senado (5 de outubro). A nova lei reajusta em 50% as faixas de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas do Simples Nacional. O da microempresa passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o da pequena sobe de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O teto do Empreendedor Individual (EI), categoria jurídica em vigor desde julho de 2009, aumenta de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano.
A mudança atinge diretamente as mais de 5,6 milhões de empresas, incluindo 1,7 milhão de empreendedores individuais que integram o regime especial de tributação em atividades como cabeleireiras, manicures, costureiras, carpinteiros, borracheiros, eletricistas e encanadores.
O EI também passa a alterar e fechar o negócio pela internet e a qualquer momento. O projeto prevê ainda outras simplificações, como a declaração única, feita via Portal do Empreendedor, onde também poderá prestar informações sobre obrigações trabalhistas e imprimir os respectivos boletos de pagamento.
Com a sanção da lei, esses ajustes passam a valer no dia 1º de janeiro de 2012. O Simples Nacional reúne seis impostos federais – IRPJ, IPI, PIS/PASEP, Cofins, CSLL e INSS patronal, mais o ICMS recolhido pelos estados e o ISS cobrado pelos municípios.
Outros benefícios
A nova lei beneficia as empresas do Simples que são exportadoras. Elas terão o limite de receita bruta anual duplicado - as suas vendas para o mercado externo poderão chegar ao mesmo valor do faturamento bruto anual no mercado interno.
As empresas do Simples também poderão parcelar, em até 60 meses, os débitos tributários, o que até agora não era permitido. Atualmente, mais de 500 mil empresas do sistema têm dívidas com os fiscos federal, estadual e municipal. Sem o parcelamento, elas seriam retiradas do sistema em janeiro de 2012. Com a mudança, elas poderão resolver sua situação tributária
Fonte: Padrão Auditoria/ FENACON
Ctba, 10/11/11
Maria Prybicz 


Eventos trarão R$ 1 bi para Curitiba em 2012 - Economia - Gazeta do Povo

Eventos trarão R$ 1 bi para Curitiba em 2012 - Economia - Gazeta do Povo

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"ECONOMIA NAS EMPRESAS"


NOVO AVISO PRÉVIO AFETA EMPRESAS COM CULTURA DE EMPREGO ESTÁVEL
O aviso prévio proporcional deve encarecer as rescisões, principalmente nas empresas com a manutenção de funcionários por longo tempo
Marta Watanabe
O aviso prévio proporcional deve encarecer as rescisões de contrato de trabalho, principalmente nas empresas que possuem cultura de estabilidade, com a manutenção de funcionários por longo tempo.
Segundo o professor José Pastore, da Faculdade de Economia e Administração (FEA), esse custo adicional com a nova lei deverá acontecer tanto no caso em que a rescisão aconteça por iniciativa do empregador quanto do empregado. E o efeito, acredita Pastore, deverá acontecer em relação à boa parte dos trabalhadores. Segundo ele, dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que o trabalhador permanece na mesma empresa, em média, durante cinco anos e meio. Nesse caso, a nova lei já beneficiaria o trabalhador em caso de rescisão por parte do empregador.
Desde 13 de outubro, além dos 30 dias de aviso prévio aos quais o trabalhador tem direito com 12 meses de emprego, o empregado ganha mais três dias adicionais a cada ano de casa. Atualmente, com a falta de mão de obra qualificada, diz Pastore, o custo também será maior para a empresa que tenta tirar bons profissionais do concorrente. Isso porque, na busca de pessoal na concorrência, muitas vezes o empregador cobre as despesas de aviso prévio com as quais o trabalhador que pede demissão teria de arcar. Ainda existe discussão se o empregado também tem obrigatoriedade de cumprir o aviso prévio proporcional nos casos em que pede demissão. Caso essa obrigação exista, porém, a tendência é que o empregador cubra também o adicional de aviso prévio que seria devido pelo empregado.
Pastore não acredita, porém, que esse custo adicional mude os procedimentos e cultura da empresa. "A empresa que privilegia a estabilidade o faz por uma questão estratégica, e isso não deve mudar."
Fonte: Valor Econômico
Ctba, 09/11/11
Maria Prybicz


Risco de sistema bancário brasileiro caiu, afirma S&P - economia - brasil - Estadão

Risco de sistema bancário brasileiro caiu, afirma S&P - economia - brasil - Estadão

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Por um jeans que gaste menos água - economia - versaoimpressa - Estadão

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Ministério do Trabalho engavetou mais de 500 prestações de contas de ONGs, revela TCU - Vida Pública - Gazeta do Povo

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Este vídeo é tão porreiro!

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A liberdade de decidir - vida - versaoimpressa - Estadão

A liberdade de decidir - vida - versaoimpressa - Estadão
- A ciência estudando o cérebro humano...

Bancos do Brasil deram suporte na crise, diz Moody’s - negocios - setorfinanceiro - Estadão

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Recadastramento biométrico: TRE registra 2º maior movimento no feriado de Finados - Vida Pública - Gazeta do Povo

Recadastramento biométrico: TRE registra 2º maior movimento no feriado de Finados - Vida Pública - Gazeta do Povo
- Avante Curitiba - vamos cadastrar e ficar com o novo título de eleitor! Vamos votar biometricamente!

Somos uma cultura que não deu certo: o código florestal « Leonardo Boff

Somos uma cultura que não deu certo: o código florestal « Leonardo Boff

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Governo tem novo plano para primeira infância - Fernando Dantas - Estadao.com.br

Governo tem novo plano para primeira infância - Fernando Dantas - Estadao.com.bre
- Finalmente sai do papel um programa dirigido à primeira infância - o que vem complementar outros projetos importantes nesta fase da educação infantil do nosso País!

Petrobrás dobrará produção de petróleo até 2020 - economia - - Estadão

Petrobrás dobrará produção de petróleo até 2020 - economia - - Estadão

Notícias - Fiep participa de reunião com presidente Dilma e presidente da Ucrânia - Observatório da Indústria - Sistema FIEP

Notícias - Fiep participa de reunião com presidente Dilma e presidente da Ucrânia - Observatório da Indústria - Sistema FIEP

sábado, 29 de outubro de 2011

Bill Gates afirma que ser bilionário não é tudo isso - economia - internacional - Estadão

Bill Gates afirma que ser bilionário não é tudo isso - economia - internacional - Estadão

Interior sofre para acomodar novas indústrias - Economia - Gazeta do Povo

Interior sofre para acomodar novas indústrias - Economia - Gazeta do Povo
- Novamente o desenvolvimento em foco, que sofre pela falta de infraestruturas...

Pontal faz abaixo-assinado por Subsea - Economia - Gazeta do Povo

Pontal faz abaixo-assinado por Subsea - Economia - Gazeta do Povo
- Apoio da população para melhorias no aldeamento!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

CNI: mesmo com crise, consumidor está mais otimista - Economia - Gazeta do Povo

CNI: mesmo com crise, consumidor está mais otimista - Economia - Gazeta do Povo

Após abrir em queda, Bovespa oscila; dólar cai e opera abaixo de R$ 1,69 - E&N Tempo Real - Estadao.com.br

Após abrir em queda, Bovespa oscila; dólar cai e opera abaixo de R$ 1,69 - E&N Tempo Real - Estadao.com.br

Novo sistema de câmbio reduz custos para consumidor - Economia - Gazeta do Povo

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Grupo de ativistas pinta ciclofaixa pirara em NY | Atitude Sustentável

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Bovespa acompanha forte otimismo da Europa e sobe - E&N Tempo Real - Estadao.com.br

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Dilma e Aldo Rebelo se reúnem - Vida Pública - Gazeta do Povo

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- As ONGs na berlinda...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Roger Waters - Mother (live) - YouTube

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Investidor busca segurança ao negociar ações pela internet - suascontas - - Estadão

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Bovespa ganha fôlego no final com otimismo sobre Europa e fecha em alta de 1,52% - E&N Tempo Real - Estadao.com.br

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Gmail - Programa visa melhorar acesso ao ensino técnico e profissional - prybiczmaria@gmail.com

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Gasto com TI no Brasil deve atingir US$ 144 bi em 2012 - Economia - Gazeta do Povo

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- Gastos imprescindíveis....

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Riqueza dos brasileiros hoje equivale à dos americanos em 1925 - Radar Econômico - Estadao.com.br

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Dilma prorroga Zona Franca de Manaus por 50 anos - Economia - Gazeta do Povo

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Djavan - Eu Te Devoro (ao vivo) - YouTube

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À espera da reunião da UE, Bovespa abre em alta - E&N Tempo Real - Estadao.com.br

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China desacelera e preocupa - Economia - Gazeta do Povo

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sábado, 22 de outubro de 2011

"ECONOMIA E EDUCAÇÃO"


EDUCAÇÃO EM FOCO, COMO RESULTADO NO PIB
 -  Mercados emergentes têm carência de dirigentes e técnicos gestores de capital humano para satisfazer no curto e médio prazo as demandas por produtos e serviços. Estes mercados precisam fazer altos investimentos em educação de sua população mais jovem, ou seja, na fase fundamental! Embora seja tarde demais. Ainda assim, grandes empresas serão aquelas que conseguirão reter, desenvolver e motivar seu talento e atrair um capital humano de qualidade dos mercados locais, inclusive dos internacionais. Isso só pode ser alcançado através de grandes esforços conjuntos por parte dos governos e entidades privadas para minimizar a diferença com a falta de capital humano – o passo necessário para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos países emergentes (Brasil e outros) de acordo com as oportunidades que estão surgindo de minuto a minuto deste cenário. Nações desenvolvidas obtiveram economias estáveis e sólidas economicamente falando, somente em razão de enfrentarem esta questão no passado! Não existe milagre, ou outra maneira. O “slogan” é educar para sobreviver neste mundo bastante competitivo.
Fonte: A Economia Brasileira, o Apagão de Talentos e o Recrutamento Estratégico. Por Alfredo Assumpção.
Ctba, 22/out/11
Maria Prybicz

Banco do Brasil segue Copom e reduz juros - Economia - Gazeta do Povo

Banco do Brasil segue Copom e reduz juros - Economia - Gazeta do Povo

Banda larga popular chegará a 51 cidades - Economia - Gazeta do Povo

Banda larga popular chegará a 51 cidades - Economia - Gazeta do Povo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Copom reduz juro em 0,50 ponto porcentual, para 11,50% ao ano - economia - - Estadão

Copom reduz juro em 0,50 ponto porcentual, para 11,50% ao ano - economia - - Estadão
Taxa de juros Selic não controla inflação. A década de 80 marcada por inflação galopante, usava-se SELIC para tentar controlar!
O mercado mundial é diferente. Selic não tem poder algum sobre a inflação mundial. Além disto a redução da Selic reduz os gastos público em bilhões, então teremos a redistribuição dos recursos, não ficando concentrado na rede bancária!

Senado muda regras de divisão dos royalties - Vida Pública - Gazeta do Povo

Senado muda regras de divisão dos royalties - Vida Pública - Gazeta do Povo

terça-feira, 18 de outubro de 2011