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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013


ANO VELHO E ANO NOVO - - QUE ESTE ANO DE 2014 SEJA PRÓSPERO, ALEGRE, PROMISSOR, INOVADOR E SUSTENTÁVEL! TUDO ISSO PARA A FELICIDADE DE TODAS PESSOAS QUE AINDA SONHAM COM UM MUNDO MELHOR, CHEIO DE CARIDADE, MISERICÓRDIA, ATÉ COM CERTO ASSISTENCIALISMO, ORA, POR QUE NÃO! DEIXEM O CAPITALISMO SELVAGEM MENOS SELVAGEM E OLHEM NO SENTIDO HUMANO DAS PESSOAS, OU SEJA, O ESSENCIAL "CAPITAL HUMANO". Ctba, 19/dez/13 Maria Prybicz

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

I's por toda parte

terça-feira, 17 de dezembro de 2013


O BRASIL PARA DAQUI CINCO OU MAIS ANOS! - Sobre o Brasil daqui a cinco anos, eu diria ainda. Inovação e produtividade andam de mãos dadas, e sem aumento da produtividade não há aumento sustentado do padrão de vida da população. Outro grande desafio será aumentar a produtividade da economia (tanto a produtividade do capital, quanto a do trabalho), o que envolve recuo da intervenção do Estado nas decisões de investimento e consumo, redução das despesas fiscais, da carga tributária e da burocracia para se desenvolver novos negócios, além de ênfase crescente em educação e treinamento. Fonte: Gazeta Russa Ctba, 17/dez/13 Maria Prybicz

domingo, 1 de dezembro de 2013

IMPORTANTE - Restauro redescobre a Santa Casa

Restauro redescobre a Santa Casa

sexta-feira, 29 de novembro de 2013


CONSIDERAÇÕES ECONÔMICAS PARA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ENZIMAS! - O Brasil vem passando por um período de plena expansão no setor biotecnológico, em que empresas de inovação estão sendo criadas buscando competitividade internacional. Além disso, o enorme potencial da nossa biodiversidade, em que novas espécies de microrganismos, animais e plantas estão por serem descobertas, poderá trazer melhoria da qualidade de vida da sociedade com novas moléculas e,consequentemente, novos produtos. Nesse contexto, órgãos gestores, sociedade e comunidade científica devem fortalecer suas relações visando a maior investimento no desenvolvimento de tecnologias a fim de ampliar a produção nacional e a importação e exportação de enzimas. Fonte: Revista Liberato,Novo Hamburgo, v.10,n.14,p.123-137,jul/dez/2009. Ctba, 29/nov/13 Maria Prybicz

quinta-feira, 28 de novembro de 2013


O BRASIL EM DESTAQUE! - Os analistas de mercado consideram que o Brasil tem desafios importantes, já que estava crescendo em 4% a 4,5% ao ano e agora se espera que cresça 2% a 2,5%. Há temores de uma redução na qualificação de crédito, a inflação está subindo, e a taxa de juros pode subir. Mas os investidores veem o Brasil como um mercado muito atraente, com 200 milhões de pessoas, com uma classe média crescente, 60 milhões de domicílios, uma democracia consolidada, com bancos muito sólidos, um mercado aberto do ponto de vista social e cultural e muito rico em recursos naturais. Além do mais, tem a Copa do Mundo, que lhe dá grande visibilidade. É uma economia que faz parte dos Bric e continua crescendo, ainda que menos. Na economia global, o Brasil é um mercado muito atraente para investir e com muito por desenvolver, como por exemplo nas telecomunicações e na tecnologia, para melhorar a produtividade, com mais banda larga, mais smartphones, a nuvem... Fonte: El País/ZEINAL BAVA | PRESIDENTE-EXECUTIVO DA OI E DA PT PORTUGAL. Ctba, 28/nov/13 Maria Prybicz

Blocos de gás do Paraná são arrematados com ágio de 520%

Blocos de gás do Paraná são arrematados com ágio de 520%

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


A poupança tem batido recorde de captação este ano. Vale a pena investir num fundo? - No cenário que a gente trabalha hoje, vale com certeza. O investidor recorre à poupança por várias razões, mas, às vezes, ele não se dá conta de que a poupança tem aniversário. Então, se ele saca o dinheiro fora do aniversário, perde toda a rentabilidade. Ao contrário, na indústria de fundos, se o investidor saca depois de 15 dias, ele vai ter a rentabilidade do período, ainda que esteja sujeito a todos os custos que a indústria tem. Nesse patamar de juros, indiscutivelmente as instituições financeiras têm opções de fundos para conseguir preservar o capital do investimento e obter um retorno. Fonte: Estadão/Carlos Massaru Takahashi Ctba,25/nov/13 Maria Prybicz

sexta-feira, 22 de novembro de 2013


CAPITAL HUMANO - PESSOAS COMO REFERENCIAIS! - Se, ao iniciarmos qualquer empreendimento, começarmos, além de encontrar e desenvolver as melhores práticas de gestão e tecnologia, tanto de recursos físico, quanto de pessoas, baseadas num conceito mais amplo de controle, como o de Dioniso, deus do êxtase, do entusiasmo e da transformação, (que não se adequava aos moldes tradicionais), ir além da estabilidade focada nas pautas estáticas de gestão, mas na iluminação das potencialidades e da renovação das capacidades individuais; iremos certamente proporcionar a expansão de uma consciência mais ampliada de participação e conhecimento, estimulando nos indivíduos a real vontade de crescer e transformar qualquer organização ou empreendimento em algo maior, parte também de suas conquistas e projetos pessoais, voltadas aos crescimento e comprometimento real. "Se você construir, eles virão". Melhor..."Vamos construir e todos(as)virão!" Fonte: Padrão Auditoria/Carolina OLiveira dos Santos. Ctba,22/NOV/13 Maria Prybicz

É UMA BOA VIAGEM! - Voo inaugural para Miami parte hoje de Curitiba

Voo inaugural para Miami parte hoje de Curitiba

sábado, 16 de novembro de 2013

Ruslana - Kolomijka

sexta-feira, 15 de novembro de 2013


RENDA MÍNIMA PARA TODOS! - Evelyn Forget, economista da Universidade de Manitoba, fez uma das melhores pesquisas sobre o resultado. Uma das conclusões foi óbvia: a pobreza sumiu. Mas outras foram mais surpreendentes. Os índices de conclusão do ensino secundário cresceram; o número de pessoas hospitalizadas caiu. "Se você implementa um programa social como este, os valores das comunidades começam a mudar." Existem fortes argumentos contra a renda básica ou mínima também. O custo é um deles. Criar um desincentivo para trabalhar é outro. Mas para alguns especialistas o efeito pode ser menor do que se imagina. Uma renda básica pode ser suficiente para sobreviver, mas não para viver muito bem. Um programa como este teria por fim acabar com a pobreza sem criar uma nação de pessoas ociosas. O experimento Mincome fornece algum respaldo a esse argumento, também. "Para muitos economistas, o problema é que você pode tirar o incentivo das pessoas para trabalhar", disse Wayne Simpson, economista canadense que testou o programa. "A evidência mostrou que não foi tão mau nesse aspecto como a literatura sugeria." Fonte: Estadão. Ctba, 15/nov/13 Maria Prybicz

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


EMPRESA NÃO É MÃE E NEM PAI! Quanto maior a transparência e o esclarecimento das expectativas entre empregador e empregado, menor a frustração no trabalho. Jerônimo Mendes Conheço essa máxima há mais de dez anos, quando tive a felicidade de ser aluno da Professora Maria Aparecida Rheins Schirato, autora do livro O Feitiço das Organizações e professora da USP. Ela repetia isso com frequência. Como lembrava a própria mestra na época, mãe não demite filhos nem promove a competição dentro de casa. Mãe ama, cuida, ensina, sofre junto e, se necessário, deixa de comer para não ver os filhos passarem fome. Por outro lado, a maioria das pessoas continua trabalhando como se as empresas tivessem a obrigação de realizar todos os seus desejos e atender todas as suas necessidades, de ordem pessoal e profissional. Ainda é comum se ouvir nos bastidores: - essa empresa é uma mãe para mim! De onde vem toda essa carência dos empregados? De certa forma, da própria carência do ser humano acostumado a uma zona de conforto. Na prática, trabalhar dá muito trabalho, principalmente, quando os objetivos pessoais estão desalinhados com os objetivos da empresa. Ao fim do século XIX, o fenômeno da Revolução Industrial mudou a nossa forma de executar o trabalho, de maneira radical, e tornou-se um marco decisivo no processo de desenvolvimento humano. O historiador Edward Palmer Thompson chegou a afirmar que o trabalhador inglês médio tornou-se mais disciplinado, mais sujeito ao tempo produtivo do relógio, mais reservado e metódico, menos espontâneo e menos violento. Dessa forma, a Revolução Industrial criou uma nova maneira de arranjo social, de sobrevivência e de conduta humana. O trabalho já não era mais o mesmo e um novo conceito começava a ganhar forma: o emprego. Com o emprego, a maioria foi deixando de lado a sua competência predominante desde os tempos mais remotos: a de sobreviver por conta própria e risco. Se tivesse vivido após a Revolução, Richard Cantillon, economista irlandês, diria que o ser humano perdeu a sua incrível capacidade de empreender. Antes disso, as pessoas não tinham empregos no sentido fixo e unitário. Havia, contudo, uma forma corrente e mutante de tarefas de modo que os empregos, no mundo pré-industrial, eram essencialmente atividades. A transição para os empregos, como conhecemos hoje, foi lenta e gradual e ocorreu em diferentes tempos e lugares. De acordo com a mestra Maria Schirato, as empresas se constituem um mundo de intenções e de promessas, onde a magia do crachá proporciona uma pseudo-segurança com uma moeda de troca conhecida: dinheiro X trabalho duro, fidelidade e alguns benefícios. O que não é conhecido são os limites e as tolerâncias da relação. Quando isso não está claro, as pessoas tendem a confundir o ambiente de trabalho com o com o ambiente da empresa e se sentem parte de uma família. Quanto mais desalinhadas estiverem as pessoas com os objetivos, as metas e os valores da organização, maior a dependência e o sofrimento. Em vários casos de demissão, a perda dos benefícios, do sobrenome da empresa e do crachá significa para muitos a perda da própria dignidade. O que falta para muitas empresas, principalmente, nas públicas e nas de origem familiar, é o esclarecimento das expectativas. Empregados que não entendem essa relação de profissionalismo, quando perdem o emprego, se tornam órfãos magoados que nunca vão aceitar o fato de terem sido demitidos pela sua própria mãe. Pense nisso e empreenda mais e melhor! Fonte: Administradores/Padrão Auditoria/Nestor Chosuke Koeke Ctba, 11/nov/13 Maria Prybicz

sábado, 9 de novembro de 2013


EDUCAR O MERCADO! Seria esta a solução para aumentar as exportações com maior valor agregado? - O mercado se auto educa e se auto regula! Depende da oferta e demanda entre os ícones da economia! Ctba, 09/nov/13 Maria Prybicz

segunda-feira, 4 de novembro de 2013


Poupança, inovação e crescimento sustentável - As causas do desempenho pífio da economia brasileira têm sido objeto de muito debate, tanto no meio político quanto no acadêmico. Neste artigo, abordarei o papel da taxa de poupança no processo de crescimento econômico, à luz das mais recentes contribuições da teoria econômica. A relação entre a taxa de poupança de um país e o crescimento econômico tem sido tema central nos modelos teóricos tradicionais - que enfatizam o papel da formação de capital fixo (máquinas, equipamentos e construções) decorrente do processo de investimento. Por essa linha de raciocínio, quanto mais alta a taxa de poupança, maior será o investimento e, consequentemente, maior o crescimento econômico. O problema é que tais modelos foram desenvolvidos para economias fechadas e não funcionam bem no mundo globalizado e com ampla abertura ao fluxo internacional de capitais, onde o papel da poupança doméstica perde importância como financiador do investimento. Paralelamente, começou-se a compreender melhor que é a inovação, ou seja, o avanço tecnológico, o principal motor do crescimento econômico. Em 2006, os economistas Philippe Aghion, Diego Comin e Peter Howitt publicaram interessante trabalho no National Bureau of Economic Research (NBER), denominado When does domestic saving matter for economic growth? (Quando a poupança doméstica é importante para o crescimento econômico?, em tradução livre). Para esses autores, a poupança doméstica, especialmente a privada, ao fornecer contrapartida local para o financiamento de projetos de longo prazo, tem o papel de atrair, na forma de cofinanciamento, o Investimento Estrangeiro Direto (IED), ou seja, recursos destinados ao setor produtivo. E o IED é um eficaz meio para transferir ao empreendedor local as inovações que o aproximam da fronteira tecnológica de produção, dado que o investidor externo tem interesse no sucesso do negócio. Com poupança doméstica baixa, faltará funding local para essa associação, e isso desencorajará o investidor externo a aplicar seus recursos, dado que, sem essa parceria, terá maior dificuldade para monitorar a gestão do empreendimento. Além disso - e este ponto eu acrescento à análise dos autores citados -, poupança baixa está geralmente associada a déficit na conta corrente com o exterior, e isso também pode aumentar o risco percebido pelo investidor externo em receber, em sua moeda, os lucros do projeto. Para testar sua teoria, os autores utilizaram dados de 118 países, de diferentes níveis de desenvolvimento. A análise mostrou que aumentos na taxa de poupança induzem, alguns anos à frente, à elevação do IED e da produtividade e, consequentemente, do crescimento. O interessante é que isso ocorre apenas nos países menos desenvolvidos, que estão distantes da fronteira tecnológica, como é o caso brasileiro. A conclusão é que a poupança é importante para o crescimento menos pelo seu impacto na acumulação de capital fixo, e mais porque, ao atrair o IED, favorece a inovação. Os testes estatísticos também demonstraram que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por horas trabalhadas é explicado muito mais pelo aumento da produtividade total dos fatores de produção (PTF, no jargão econômico) do que pelo incremento do volume de bens de capital por trabalhador. Isso também corrobora a ideia de que é a inovação, não a acumulação de capital, o principal motor do crescimento. Mas não é somente o IED que promove a transferência de tecnologia. Esse processo também se dá por meio do licenciamento tecnológico, da produção terceirizada em escala global, da importação de máquinas e equipamentos de alta tecnologia, da contratação de serviços de assistência técnica e consultoria externa, etc. Também há ampla evidência empírica de que, quanto maior o coeficiente de importação (importação/PIB), maior é o crescimento da produtividade. Ou seja, a inovação está fortemente associada ao grau de abertura da economia. Os dados mostram que, pelos dois critérios estudados por Aghion e seus colegas (IED e grau de abertura), a economia brasileira não oferece condições favoráveis à inovação. Em números absolutos, temos recebido volume expressivo de IED, mas como proporção do PIB o Brasil ainda não alcançou posição de destaque no ranking internacional. Se tomarmos a média da relação IED/PIB, no período 2003-2012, verificamos que estamos atrás de Chile, Vietnã, Romênia, Peru, Eslováquia, Polônia, Nigéria, Tailândia, Malásia e Rússia. Da mesma forma, ainda somos uma economia fechada. Segundo o Banco Mundial, em amostra de 30 países emergentes, o Brasil registrou na média dos últimos dez anos a menor relação importação de bens e serviços/PIB, qual seja, 11,9%. Além disso, para absorver tecnologia, é necessário que a mão de obra local tenha nível de qualificação adequado, o que depende mais de ensino básico e técnico de alta qualidade do que da pesquisa científica avançada. No entanto, o Brasil tem priorizado o ensino superior gratuito, acessível aos jovens de alta renda e cujas grades curriculares estão longe de preparar profissionais aptos para o mercado de trabalho. Elevar a taxa de crescimento potencial do Brasil, portanto, não depende apenas da modernização da infraestrutura, embora isso seja essencial. A análise aqui apresentada nos ensina que é preciso também aumentar a poupança privada doméstica, principalmente por sua relação com a inovação. Para tanto, entre outras condições, precisamos de estabilidade macroeconômica; do fim dos subsídios ao consumo e dos estímulos ao excessivo endividamento das famílias; e de ampla revisão do nosso benevolente sistema de aposentadoria e pensões. Além disso, precisamos redefinir o modelo e as prioridades de nosso sistema educacional. E, não menos importante, devemos abandonar políticas protecionistas ultrapassadas e aumentar o grau de abertura da economia. *Claudio Adilson Gonçalez é economista, diretor da MCM Consultores, foi consultor do Banco Mundial, subsecretário do Tesouro Nacional e chefe da assessoria econômica do Ministério da Fazenda. Fonte: Estadão Ctba, 04/nov/13 Maria Prybicz

sábado, 2 de novembro de 2013

ECONOMIA PRECÁRIA - Coerção do mercado impede queda de juros

Coerção do mercado impede queda de juros: A fragilidade das contas fiscais combinada com a “coerção” imposta pelo mercado financeiro vão manter por um longo período as taxas de juros brasileiras em patamares mais elevados, afirmou o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos conselheiros da presiden...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013


GLOBALIZAÇÃO - COLONIALISMO - Na esfera política há a contribuição direta e indireta para eleição no Executivo e no Legislativo, em especial de sicários comprometidos com suas estratégias de dominação. Na expressão psicossocial existe o domínio da Educação e Cultura (cinema, teatro, meios de comunicação, escolas, universidades etc.). No âmbito econômico diagnosticamos o uso inteligente dos termos das relações de troca e dos fluxos econômico-financeiros para manutenção das relações de dependência existentes, com a instituição de três tipos de países. Por exemplo, a China realizando a produção, a Índia operando como escritório e o Brasil fornecendo matérias-primas. É imperiosa a necessidade de refletir e agir sobre a sociedade brasileira, com determinação e força suficiente para evitar a perda concreta, já sentida de várias formas, de parte vital do território nacional, sem resistência. Fonte: JB Ctba, 01/nov/13 Maria Prybicz

INVESTIMENTOS -Brasil recebeu US$ 30 bi em investimento estrangeiro no 1º semestre

Brasil recebeu US$ 30 bi em investimento estrangeiro no 1º semestre: O Brasil recebeu, entre janeiro e junho deste ano, US$ 30 bilhões em investimento estrangeiro direto (IED), informou a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) nesta quinta-feira (31). Segundo a entidade, o montante de IED m...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

"A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige permanente busca. Busca permanente que só existe no ato responsável de quem a faz. Ninguém tem liberdade para ser livre: pelo contrário, luta por ela precisamente porque não a tem. Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, as pessoas se libertam em comunhão." Paulo Freire

"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre." Paulo Freire

sexta-feira, 18 de outubro de 2013


O GRANDE TRUNFO! PRÉ-SAL/PETRÓLEO E GÁS... O grande trunfo, o fator mais importante para impulsionar a economia brasileira nos próximos anos é a nova extraordinária descoberta no pré-sal, com reservas estimadas entre 8 a 15 bilhões de barris de petróleo e gás, o que significa dobrar o atual estoque brasileiro. Há que se considerar, entretanto, os altos custos dessa exploração, diante da concorrência do petróleo de xisto dos Estados Unidos, com um custo de US$ 10/barril, e o que pode representar para a elevação do nível de competitividade da indústria americana. REVOLUÇÃO NA ÁREA PETROLÍFERA A revolução energética que está acontecendo nos Estados Unidos – com a nova tecnologia do shale gas – pode representar uma ameaça à indústria nacional. A queda nos preços e a substancial redução de custo da energia começa a conferir à indústria americana uma capacidade competitiva difícil de ser igualada pelas empresas ligadas ao consumo tradicional de combustível muito mais caro. Segundo noticiado na imprensa, vários investimentos no setor industrial brasileiro estariam sendo cancelados e transferidos para outras regiões de custo inferior. Cita-se, particularmente, o setor químico e a indústria siderúrgica. Na contramão dessas informações, registra-se o total sucesso da Petrobrás no lançamento de US$ 11 bilhões de bônus, de prazos até 30 anos, uma clara demonstração de confiança do mercado financeiro. A Petrobras planeja investir US$ 237 bilhões, até 2017. DECLÍNIO DA INDÚSTRIA A indústria brasileira está perdendo competitividade. Não consegue vender seus produtos nos mercados externos e tem sérias dificuldades para concorrer no mercado interno com as importações, principalmente da China. Basicamente, a indústria sofre o elevado “custo Brasil”, representado pelo enorme peso da carga tributária, dos reajustes reais de salários e da ineficiente e onerosa logística dos transportes. Ademais, o câmbio fortemente valorizado, nos anos 2009 a meados de 2012, como coadjuvante no controle da inflação, provocou a desestruturação da indústria, que ainda não conseguiu se recuperar. São problemas de difícil solução. Entretanto, há uma expectativa promissora para a indústria, na medida em que forem saindo do papel os grandes projetos nos setores petrolífero e energético, assim como no setor portuário. A perspectiva mais alvissareira é a nova descoberta do pré-sal, no Poço Lula. As medias isoladas e específicas de protecionismo, de crédito subsidiado e desonerações mal formuladas não produziram qualquer efeito que pudesse recuperar a indústria. No 1º trimestre de 2013, ante o 4º trimestre/12, a produção industrial caiu 0,3% (IBGE). ATIVIDADES ECONÔMICAS São significativamente otimistas as expectativas em relação aos vultosos investimentos previstos para os projetos de infraestrutura, tais como US$ 276 bilhões da Petrobras até 2017, R$ 50 bilhões dos novos terminais portuários e R$ 242 bilhões dos projetos rodoviários e ferroviários. Considerando que o Governo não tem recursos para bancar os projetos de sua responsabilidade, e que o nível das poupanças privadas é muito baixo, pergunta-se: de onde virão os recursos para os investimentos? É provável que uma grande parte venha do exterior. Como? Quando? A intenção de consumo das famílias caiu 2,2% em maio, pelo terceiro mês seguido, segundo a CNC. Pela FGV, o índice de confiança do consumidor caiu 0,4%, mas o ICEI da indústria subiu 0,1%. De janeiro a abril, o volume de cargas no Porto de Santos aumentou 13,5%. Constituiu um grande sucesso a 11ª Rodada de Licitações dos novos blocos de petróleo nas Bacias do Espírito Santo, de Campos e de Santos e também na Foz do Amazonas, em Sergipe e Alagoas. Dos 30 grupos vencedores, 18 são estrangeiros. As licitações foram feitas sob o antigo modelo de concessões. Indústria A indústria continua com dificuldades para sair da crise. Segundo o recente levantamento do PIB pelo IBGE, no 1º trimestre deste ano a produção industrial caiu 0,3%. A produção cai, mas o faturamento aumenta, em função do acréscimo das importações. A indústria automobilística continua puxando a indústria nacional. No acumulado do ano, até maio, as vendas aumentaram 7,9%, embora na 1ª quinzena de maio tenham caído 5,1% frente ao mesmo período de 2012 (Anfavea). Segundo a Abiquim, é assustadora a situação da indústria química nacional, frente à concorrência estrangeira. Desde 1990, 448 produtos deixaram de ser fabricados, resultando na paralização de 1.710 linhas de produção. A indústria de mineração está sofrendo com o atraso na liberação dos alvarás de pesquisa, parados no DNPM. Consta, aliás, que o Governo vai elevar de 2% para 4% os royalties sobre o faturamento das mineradoras. No 1º trimestre, a extração de minério sofreu queda de 2,1% e a de petróleo caiu 8%. Boas notícias: a Embraer acertou a venda de 40 jatos modelo 175, uma contratação na ordem de US$ 8 bilhões. Também, o Estaleiro Atlântico Sul vai reiniciar a contratação de 12 navios, no valor de R$ 4,2 bilhões. Má notícia: a construção da Hidrelétrica de Belo Monte sofreu nova paralização pelo ataque de grupos indígenas patrocinados por ONGS estrangeiras. Comércio Em março, o volume de vendas do comércio varejista caiu 0,1% em relação a fevereiro, após a queda de 0,5% em fevereiro, com destaque para equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação (-5,2%), livros, jornais e revistas (-2,9%). No varejo ampliado, subiram as vendas do comércio automotivo (+1,9%) e materiais da construção civil (+0,7%). No acumulado do trimestre, houve crescimento de 3,8%, sendo +11,8% em artigos de uso pessoal e doméstico e +3,9% em combustíveis e lubrificantes. O ramo dos supermercados teve alta de +1,8%. Regionalmente, as maiores vendas ocorreram em Mato Grosso do Sul (+13,2%), Rio Grande do Norte (+9,6%) e Paraíba (+8,6%). As maiores altas nos preços foram registradas nos supermercados (+12,7%), enquanto no varejo geral a alta foi de 8,7%. A parcela média da renda das famílias comprometida com dívidas caiu para 29,8% em maio, contra 30,1% em maio/12. Segundo a CNC, em maio houve recuo de 2,2% na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) sobre abril. A CNC projeta em 4,5% o crescimento do comércio em 2013, cerca de metade dos anos anteriores. Agricultura No ano recorde de sua produção – 185 milhões de toneladas de grãos – a agricultura sofre os desgastes da logística dos transportes e da falta de armazéns e silos. No Porto de Santos, a fila de caminhões chegou a 50 km, após o esdrúxulo decreto da Prefeitura de Cubatão, proibindo que os pátios de caminhões operem no período noturno. A capacidade de armazenagem no País é deficiente em 40 milhões de toneladas, o que torna da maior urgência a concessão de incentivos e de financiamentos para a construção de armazéns nas propriedades rurais. Beneficiada pelo clima, espera-se que a safrinha de milho atinja 40 milhões de toneladas, sendo 19,1 milhões em Mato Grosso. A safra de café é estimada em 51 milhões de sacas. Em contrapartida, espera-se queda de 30,4% na produção de laranjas em São Paulo e no Triângulo Mineiro. O Plano Safra 2013/14 terá financiamentos de R$ 135 bilhões, 17,4% acima do orçamento anterior. Merece registro, porque é um fato lamentável, a decisão da FUNAI no sentido de transformar em reservas indígenas 15 áreas do Paraná, há anos cultivadas por pequenos produtores rurais. A casa Civil pediu a audiência da Embrapa, que rechaçou a decisão da FUNAI, deixando claro que a “ocupação indígena nada tem de histórica”. Essas áreas estão de longa data cobertas por títulos de propriedade devidamente regularizados. Em algumas dessas áreas os índios estão chegando agora, em outras nem existem índios. Há algo errado na FUNAI. Mercado de Trabalho Em abril, a taxa de desemprego chegou a 5,8% do PEA, ante 5,7% em março. A geração de empregos formais caiu para 196.913 em abril (-9,2%), ante 216.974 em abril/12, acumulando no ano 549.064 (+1,39%) vagas. No quadrimestre, foram registrados 7.621.040 admissões e 7.071.976 desligamentos. Em abril, o setor serviços empregou 72.220 (+0,46%), a indústria 40.603 (+0,49%), sendo 32.921 (+1,03%) na indústria da construção civil. O emprego no comércio aumentou 3,61%. O salário médio de admissão aumentou 2,6%. Em relação a abril/12, a massa real de rendimentos cresceu 2,4%. No 1º trimestre, o emprego na indústria caiu 0,2%. Segundo o DIEESE, em abril a taxa de desemprego chegou a 11,3%, contra 11% em março. Setor Financeiro Em abril, o saldo total dos empréstimos do sistema financeiro ficou em R$ 2.452,7 bilhões (54,1% do PIB), registrando alta de 3,6% no ano e 16,4% em 12 meses, sendo R$ 1.417,5 bilhões com recursos livres (bancos privados) e R$ 1.035,3 bilhões com recursos direcionados (BNDES, CEF e BB). Os empréstimos do sistema privado aumentaram 11,1% e do sistema público 24,6%. Entre abril/12 e abril/13, o crédito ao consumidor teve acentuada alta, sendo +26,3% nas linhas do crédito consignado e +8,4% nos cartões de crédito. O cheque especial continua sendo a modalidade de mais alta incidência de juros: 137% ao ano. Entre dez/11 e dez/12, o saldo dos depósitos compulsórios junto ao Banco Central caiu R$ 100 bilhões (expansão monetária). De dez/12 a 30/4/13, o saldo permaneceu inalterado. No 1º quadrimestre, o saldo do papel-moeda em poder do público caiu 7,7%, os depósitos à vista caíram 7,0% e os meios de pagamento (M1) caíram 7,3%. Inflação A queda dos preços das commodities no mercado internacional, tanto dos alimentos, como dos minérios, continuou durante todo o 1º quadrimestre, inclusive soja, milho, café e minério de ferro. Em março, caíram os preços dos alimentos industrializados, mas voltaram a subir 0,16% em abril. No ano, registrou-se queda acumulada de 5,08%. Também registrou queda de 0,06%, nesse período, o índice de preços ao produtor (IPP). Em maio, o IGP-M/FGV não teve aumento. Em São Paulo, segundo a FIPE, o preço dos alimentos teve queda de 0,14% em maio. Depois de cinco meses de queda no atacado, os preços dos alimentos começam a cair no varejo. Isso nada tem a ver com a política monetária do Banco Central, mas, certamente, nos próximos meses, se a tendência de queda prosseguir, não faltará argumento para atribuir essa queda à subida da taxa SELIC. Conclusão: não é a expansão da moeda (M1) que está produzindo inflação. É a expansão do crédito. No 1º trimestre, a carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil subiu 12%, com aumento de 66% em 12 meses. O BNDES se prepara para ampliar a expansão dos empréstimos; além de levantar cerca de US$ 2 bilhões no exterior, deverá lançar R$ 2,5 bilhões em debêntures no mercado interno e também programar a venda de R$ 37 bilhões de ativos “podres” (!). Os Fundos de Investimentos tiveram arrecadação recorde em abril, mas os Fundos de renda fixa tiveram queda. O endividamento das famílias bateu recorde, chegando a 44% da renda anual, inclusive dívida habitacional. Segundo a Serasa, o total de dívidas em atraso subiu 9,5% no 1º quadrimestre, com alta de 2,9% em abril. No momento, a inflação é o mal menor, apesar do alarido dos analistas. Problema mais sério é a perda de capacidade competitiva da indústria, o peso da carga tributária e as deficiências na logística dos transportes, por falta de investimentos. Setor Fiscal Vai mal a administração fiscal. Nos últimos 12 meses até abril, o setor público só conseguiu economizar R$ 85,8 bilhões para pagar R$ 217,9 bilhões de juros, um déficit nominal de R$ 132,2 bilhões, cerca de 30% superior ao déficit registrado em 31/12/2012. Comparada com 2012, a situação fiscal está muito pior em 2013. Em consequência, a dívida pública bruta atingiu R$ 2.682,2 bilhões em abril, mais de R$ 98 bilhões acima de 31/12/12. Todavia, a dívida mobiliária, que havia crescido R$ 133,7 bilhões em 2012, foi reduzida em R$ 64,9 bilhões no 1º quadrimestre de 2013 (?), ao mesmo tempo em que aumentou R$ 165,4 bilhões o saldo das operações de mercado aberto na Carteira do Banco Central (?). A rigor, a administração pública está sendo agravada pela “guerra de vaidades” entre os Três Poderes. Políticos preocupados com suas reeleições não se dão conta que as prioridades do Governo estão invertidas, cuida-se mais das montadoras de automóveis do que da logística dos transportes; cuida-se do mercado de trabalho das domésticas e não se enxerga as barbaridades cometidas por algumas ONGS estrangeiras que “patrocinam” incautos indígenas para dificultar ou impedir a construção de hidrelétricas indispensáveis ao progresso e desenvolvimento do País. A ação pública está desordenando os setores mais importantes da economia nacional. Desestruturou-se a Petrobras e a política petrolífera, a Eletrobras e as hidrelétricas, os portos, as rodovias e ferrovias, propondo condições inviáveis e inaceitáveis aos investidores interessados nesses empreendimentos. Agora, estão cuidando de submeter as empresas de mineração aos mesmos princípios do modelo de licitação inaugurado há cinco anos, responsável pelos atrasos na exploração do pré-sal. Tudo indica o elevado espírito público com que a Presidente Dilma procura administrar o País. Mas há forças atuando intensamente em sentido contrário. Setor Externo O comércio exterior brasileiro está sofrendo os dissabores da economia mundial em recessão. Em 2011, depois da forte expansão de 2010, as exportações cresceram 26,8% e as importações 24,5%. Em 2012, houve uma forte retração, em volume e em preços. As exportações caíram 5,7% e as importações 1,4%. Neste ano, até abril, essa situação persiste, com a queda de 4,3% nas exportações, embora as importações tenham aumentado 8,8%. O saldo negativo da balança comercial, mais o déficit em serviços, elevou o déficit em Transações Correntes a US$ 33,2 bilhões, no final de abril, coberto com os ingressos na conta capital e financeira de US$ 40,0 bilhões. A dívida externa subiu a US$ 461,0 bilhões e as reservas cambiais a US$ 378,7 bilhões. A Presidente Dilma, em visita à África, teria perdoado a dívida de US$ 900 milhões de vários países africanos. E o Congresso Nacional? Ernane Galvêas foi ministro da Fazenda, presidente do Banco Central e assessor econômico do governo brasileiro por décadas. Também trabalhou na iniciativa privada, em empresas como a Aracruz Celulose. É bacharel em Ciências e Letras, Contabilidade, Economia e Direito Fonte: JB Ctba, 18/out/13 Maria Prybicz

quinta-feira, 17 de outubro de 2013


ENTREVISTA COM ARMINIO FRAGA Qual a sua opinião sobre a política fiscal hoje? Acredito que a meta de superávit primário deveria ser superior a 2% do PIB. O Brasil tem uma dívida bruta de 60% do PIB, até mais, dependendo do critério que se usa. Nossa dívida é alta, nosso juro real é alto, nossa dívida de longo prazo paga um juro real de 5,8%, as NTN-B de prazo mais longo. É muito alto. Temos de ter um modelo macro que crie condições para que essa taxa de juros possa cair, de forma sustentável. Não é um ato de voluntarismo que vai gerar isso. É uma sequência de resultados, reforçados por defesas institucionais, que vai nos levar a um juro real normal, de 2%, 3% ao ano de longo prazo. Recentemente, Nelson Barbosa, ex-secretário executivo da Fazenda, sugeriu um intervalo de meta de superávit primário. O que o sr. acha da proposta? Há muitos anos defendo que se mantenha um superávit primário relativamente elevado para padrões globais, talvez algo em torno de 3% do PIB, mas que haja algum espaço para acomodar o ciclo, não tanto do lado da despesa - embora isso também possa. e até deva, ser usado em momentos mais extremos -, mas sim pelo lado da receita, os chamados estabilizadores automáticos. Então, você fez uma projeção bem feita para ter um primário de 3% do PIB com a economia crescendo 3%. Se ela crescer 5%, seu primário vai ser maior, e você não gasta de maneira pró-cíclica. E o mesmo, claro, ocorre na outra direção. Mas acho que o governo deveria ter uma meta, um número fixo, com flexibilidade para ficar acima ou abaixo de acordo com a realidade do ciclo econômico. Fonte: Estadão. Ctba, 17/out/13 Maria Prybicz

quarta-feira, 16 de outubro de 2013


SEJA OTIMISTA! Ser otimista é a coisa mais difícil do mundo. Ainda mais quando você cresceu em meio a inúmeras dificuldades desde criança e acabou absorvendo os mesmos modelos mentais negativos dos seus pais. Por isso, não é tão simples quebrar um padrão, remar contra a maré e mudar o discurso de uma hora para outra. A mente humana é infestada de “nãos”. A maioria das pessoas foi acostumada a ouvir não desde que começou a entender as primeiras palavras. Não mexa! Não corra! Não grite! Posso sair? Não! Posso brincar na chuva? Não! Posso ir pra balada? Não! Posso pegar o carro? Não! Já posso transar? Claro que não! As estatísticas não mentem. São mais de cem mil “nãos” até atingir a maioridade e, assim mesmo, você continuará ouvindo “nãos” por um bom tempo. Quando não quiser mais ouvir do pai e da mãe, ouvirá do cliente, do chefe, da esposa, do marido, dos filhos e da sociedade. Fonte: Jerônimo Mendes/Padrão Auditoria. Ctba, 16/out/13 Maria Prybicz

terça-feira, 15 de outubro de 2013


GERAÇÃO "y" (NASCIDOS NAS DÉCADAS DE 1980 +-) Um dos maiores desafios do mercado de trabalho atual é entender as motivações e o perfil profissional de uma geração jovem que vem ascendendo em várias profissões, mas que tem valores e objetivos muito peculiares. Formada por pessoas que nasceram entre o início da década de 80 e meados da década de 90, a Geração Y hoje é a chave do setor de Tecnologia da Informação (TI). Os "Y" costumam ser definidos como ‘'voláteis'' por empresas mais tradicionais, porque muitos profissionais desta faixa etária procuram mais do que apenas um ‘'emprego estável'' para garantir a aposentadoria. Cada vez mais empresas estão em busca de formas inovadoras de captar e manter talentos da Geração Y, em seus bancos de currículos. Antes de tudo é preciso conhecer os valores destes profissionais que, muitas vezes, têm mais motivação pelo desafio apresentado e as oportunidades de crescimento futuro, do que somente pela questão financeira. Outros fatores que fazem a diferença é um ambiente de trabalho menos formal, que priorize ideias, além da meritocracia e do incentivo à atualização profissional, através da realização de cursos e capacitações. Fonte: Padrão Auditoria/Carolina Pizolati Farah Ctba,15/out/13 Maria Prybicz

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A INOVAÇÃO IMPRESCINDÍVEL! Como o desenvolvimento de inovações costuma ocorrer por meio de projetos, é importante garantir subsídios para uma boa gestão – já que a principal função dos projetos é organizar atividades que vão transformar ideias de inovação em realidade. Ter total domínio de técnicas de gestão de projetos, portanto, é ponto fundamental para qualquer processo de mudança. Por fim, é necessário que se estabeleçam formas para mensurar o impacto da inovação na empresa. Os gestores devem estar aptos a estabelecer os indicadores-chave de desempenho para iniciativas dentro da empresa, influenciando preço, qualidade, produtividade e competitividade. Fonte: Revista Incorporativa Ctba, 14/OUT/13 Maria Prybicz

EM ECONOMIA NÃO SE PODE SER PESSIMISTA! Más decisões dos pilotos do foguete-Brasil e problemas com o combustível (preços de commodities) provocaram o pouso forçado recente. Se isso hoje está claro, ainda é difícil ver alguma mudança no comando ou na tecnologia de propulsão. Talvez o que estamos vendo é o fim de uma fase bipolar da relação dos mercados com o país, uma volta ao Brasil mais-ou-menos com o qual nos acostumamos por muito tempo. Fonte:Luciano Sobral Ctba, 14/out/13 Maria Prybicz

quinta-feira, 10 de outubro de 2013


A VELHA CADERNETA DE POUPANÇA A elevação em 0,50 ponto porcentual da taxa básica de juros (Selic) - para 9,50% ao ano - manteve a atratividade da poupança na comparação com os fundos de renda fixa. A simulação da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que os fundos de renda fixa só são vantajosos em aplicações de longo prazo e com taxas de administração reduzidas. Segundo a instituição, as taxas de administração de 0,50% ao ano são oferecidas para um grupo seleto de investidores - aqueles cuja aplicação supera os R$ 50 mil. A maior parte dos investidores paga taxas acima de 1%. “A poupança continua atrativa mesmo com essa elevação dos juros. A sequência de alta até torna os fundos mais interessantes, mas esse patamar não foi suficiente para torná-los melhores do que a poupança”, afirma Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor de Estudos Econômicos da Anefac. FOnte:GP Ctba,10/out/13 Maria Prybicz

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

ECONOMIA BRASILEIRA,EM TEMPOS DE ESCASSEZ DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS! “Um grande motivo para a alta dos preços é que o governo não construiu estradas suficientes, ferrovias, portos e outras obras de infraestrutura para acompanhar o crescimento da economia. O Brasil também impõe altas taxas de importação e impostos, que inflacionam o preço de muitos bens e serviços” Fonte: Estadão. Ctba, 09/out/13 Maria Prybicz
A ECONOMIA EUA X BRASIL "Os últimos anos foram tumultuados para a economia. Fizemos progresso, a economia está mais forte e o sistema financeiro, mais sólido, mas ainda há trabalho a fazer", disse a dirigente de 67 anos, que atualmente é a vice-presidente do banco central norte-americano. Fonte: O Estadão. Ctba, 09/out/13 Maria Prybicz
O FUTURO COM NOVAS PROFISSÕES Até 2020, devem ser criados mais de 13 milhões de postos para gerentes de projetos em todo o mundo, segundo estimativa do Project Management Institute (PMI), associação que certifica os profissionais da área. O Brasil é o quinto país que mais vai demandar esses profissionais nos próximos sete anos, quando 1,3 milhão de novos postos devem ser abertos no país, que tem uma lista extensa de projetos importantes na fila para serem executados nos próximos anos. Fonte: GP Ctba, 09/out/13 Maria Prybicz

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

RESIDÊNCIAS CADA VEZ MAIS COMPACTAS - O futuro é compacto

O futuro é compacto: Não há como escapar. O preço dos terrenos em áreas centrais, cada vez mais escassos e caros, o valor do metro quadrado de imóveis novos e a nova configuração das famílias levam o mercado a construir apartamentos que equivalem ao tamanho de um único cômodo...

domingo, 29 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

PETRODÓLARES - Dilma discute pré-sal com Lobão e Graça Foster

Dilma discute pré-sal com Lobão e Graça Foster: Uma reunião nesta sexta-feira (27) entre a presidente Dilma Rousseff, o ministro de Minas e Energia e a presidente da Petrobras não serviu para tratar de aumento de combustíveis, mas de detalhes da nova estatal do pré-sal, disse o ministro Edison Lobão, e...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

PETRÓLEO EM VOGA - Poços de Petrobras e IBV mostram grande descoberta em Sergipe

Poços de Petrobras e IBV mostram grande descoberta em Sergipe: Uma campanha exploratória na costa de Sergipe mostra que uma área controlada pela Petrobras e um parceiro indiano possivelmente possui mais de um bilhão de barris de petróleo, disseram à Reuters fontes do governo e da indústria, reforçando esperanças de q...

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

GREVES...Negociações lentas mantêm greve em Correios e bancos

Negociações lentas mantêm greve em Correios e bancos: Com as negociações em ritmo lento, as greves dos bancários e dos funcionários dos Correios são mantidas nesta quarta-feira (25), causando transtornos aos clientes. Agências bancárias amanheceram pelo sétimo dia consecutivo de portas fechadas. Nos Correios...

domingo, 22 de setembro de 2013

NEGÓCIOS COM A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA - Líder de ensino a distância quer 1 milhão de alunos no Brasil

Líder de ensino a distância quer 1 milhão de alunos no Brasil: A francesa CrossKnowledge, líder europeia no segmento de ensino a distância, quer dobrar sua base de usuários no Brasil até 2015. Para atingir essa meta, a empresa adquiriu a paranaense Digital SK , que liderava o mercado nacional, no fim de agosto. O obje...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

FILOSOFIAS DA CONVIVÊNCIA ENTRE SOCIALISTAS E INTELECTUAIS - AS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS DE ÉPOCAS E ATUAIS Semprún estuda em detalhes um ensaio pouco conhecido de Orwell, The Lion and the Unicorn ("O Leão e o Unicórnio"), onde se encontra sua célebre frase: "A Inglaterra é um país de gente boa com figuras equivocadas no controle". Ele lembra que, apesar da utilização que a direita sempre fez das suas críticas à União Soviética e ao comunismo, principalmente em obras como Animal Farm ("A Revolução dos Bichos") e 1984, Orwell sempre se considerou um homem de esquerda, um socialista convencido de que o verdadeiro socialismo tem uma essência democrática, defensor do espírito crítico e da liberdade intelectual, que considerava valores inseparáveis da luta pela justiça social. É impossível não ler esse pequeno e estupendo livro sem pensar que Jorge Semprún pertenceu a essa mesma tradição de pensadores e de escritores que se opuseram ao conformismo e à complacência e aos quais dedicou essas três conferências. Ele também sempre achou que o trabalho intelectual - e neste ponto confessa que sua verdadeira vocação era ser um "filósofo profissional", embora a guerra e sua militância o tenham levado para outro caminho - era inseparável da ação cívica e teve a coragem de criticar e se afastar do Partido Comunista, no qual havia militado durante toda sua vida, quando se convenceu de que aquela militância era incompatível com o espírito crítico e com o patriotismo democrático personificados por intelectuais como Husserl, Bloch e Orwell. A ruptura, porém, não o afastou dos ideais da sua juventude. Por ser leal a esses ideais, participou da Resistência, esteve preso no campo de concentração de Buchenwald, lutou como clandestino na Espanha franquista e foi o intelectual insubmisso com a mesma coerência e integridade moral que enaltece nos três mestres aos quais dedicou esse livro estimulante. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO * É ESCRITOR PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA Fonte: Estadão Ctba, 16/set/13 Maria Prybicz

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

AGREGANDO VALORES NA AGRICULTURA - Agrária, uma cooperativa com cara de indústria

Agrária, uma cooperativa com cara de indústria: Com 62 anos de fundação, a Agrária Agroindustrial é hoje uma das maiores cooperativas do Paraná e se destaca pelo foco na verticalização de sua produção, ou seja, na busca por maior valor agregado com base no processamento industrial do que os cooperados ...

EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

GUSTAVO CERBASI, especialista em educação financeira enumera os conselhos que ajudam a prosperarem:


1- Estude: sem estudo, ninguém chega a lugar nenhum - “Se há um investimento que jamais traz perdas é aquele feito em conhecimento”.
2- Viva: não permita que o trabalho tome conta da sua vida – “Há quem confunda o trabalho com a busca por uma vida mais rica”.
3- Antecipe-se: invista na carreira e aproveite para aprender agora
4- Desconfie: não deixe lhe passarem a perna – “Desconfie quando o assunto for negociação”
5- Preserve: cuido do que é seu, para não ter que comprar outro – “Sustentabilidade começa em casa”
6- Simplifique: não complique, faça-se entender – “Se você quer liderar o grupo, desça do salto alto e converse usando a mesma linguagem da maioria”
7- Aproveite: a riqueza que você tem é maior do que imagina – “Use o bom senso e não deixe de cuidar das riquezas que você já tem – saúde, relacionamento, amigos, cumplicidade”
8- Coopere: seja útil ao time – “Temos muito mais a ganhar com uma postura humana, cooperativa e dedicada à equipe”
9- Supere-se: não importa o que fizer, faça bem feito – “Lembre-se, você é o responsável pelo que não consegue alcançar, é importante saber exatamente de onde está partindo e estabelecer objetivos de onde quer chegar”.
10- Celebre: valorize suas conquistas e suas riquezas – “Saia da zona de conforto e ouse mais, persiga desafios, celebre suas conquistas, isso fará que você cresça como ser humano , evolua em termos pessoais e profissionais”.

 Fonte: Padrão Auditoria/ Nestor
Ctba, 13/set/13
Maria Prybicz

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

CARÊNCIA EDUCACIONAL -Educação nos bairros é desigual

Educação nos bairros é desigual: Embora Curitiba apresente índices educacionais acima da média nacional, quando seus bairros são analisados separadamente, nota-se uma distribuição bastante desigual na oferta de qualidade e até na quantidade de escolas. Segundo dados do último Censo (2010...

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ALIMENTAÇÃO BÁSICA - Conab revisa safra de trigo

Conab revisa safra de trigo: O 12º levantamento de campo da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado ontem, surpreendeu o mercado ao elevar em quase 1 milhão de toneladas a estimativa para a colheita de grãos do Brasil no ciclo 2012/13 e por mexer pouco nos números de o...

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Histórias de Curitiba, muito legal! - A incrível história do risoto

A incrível história do risoto: Já passa da hora de fazer justiça ao risoto. Sem esse prato da culinária italiana, não haveria o Paraná moderno. Exagero? Aos fatos. Poty Lazzarotto era um piá do Capanema, como tantos que brincavam de se equilibrar nos trilhos do trem, até sua família co...

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

PIB = PRODUTO INTERNO BRUTO - Governo prevê para este ano maior PIB do governo Dilma

Governo prevê para este ano maior PIB do governo Dilma: O crescimento da economia neste ano deve ser o melhor do governo Dilma Rousseff. A avaliação é de uma graduada fonte da equipe econômica, que afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que os dados à disposição do governo mostram “chance real” de alta no Prod...
ECONOMIA INFLUENCIANDO NAS DECISÕES CONTRA A SÍRIA!
"Uma ação militar teria um impacto negativo sobre a economia global, especialmente sobre o preço do petróleo - vai causar um aumento no preço do petróleo", disse o vice-ministro das Finanças da China, Zhu Guangyao, antes do início das negociações dos líderes do G20.
Fonte: GP
Ctba, 05/set/13
Maria Prybicz

terça-feira, 3 de setembro de 2013

É BOM, SE NÃO FALTAR ETANOL PARA O MERCADO INTERNO! - Agro deve exportar US$ 100 bi em 2013

Agro deve exportar US$ 100 bi em 2013

POUPANÇA O MELHOR INVESTIMENTO POPULAR! - A volta por cima da velha caderneta de poupança

A volta por cima da velha caderneta de poupança: Antes responsável pelo baixo retorno do investimento mais popular do Brasil, o rendimento pré-fixado fez a caderneta de poupança virar a mesa na semana passada. O aumento da taxa Selic, que ajuda compor o retorno financeiro da poupança, já a tornou mais r...

domingo, 1 de setembro de 2013

LITERALMENTE BICHOS DO PARANÁ - Paraná faz o melhor fio de seda do mundo

Paraná faz o melhor fio de seda do mundo: O melhor fio de seda do mundo é obra de bichos do Paraná. Os bichos-da-seda propriamente ditos e as 4 mil famílias de criadores do estado, responsável por 92% da produção nacional de casulos de seda. SLIDESHOW: Confira algumas fotos que mostram o proce...

LITERALMENTE BICHOS DO PARANÁ - Paraná faz o melhor fio de seda do mundo

Paraná faz o melhor fio de seda do mundo: O melhor fio de seda do mundo é obra de bichos do Paraná. Os bichos-da-seda propriamente ditos e as 4 mil famílias de criadores do estado, responsável por 92% da produção nacional de casulos de seda. SLIDESHOW: Confira algumas fotos que mostram o proce...

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PREÇOS MAIS BAIXOS - A desoneração fiscal chegou ao bolso

A desoneração fiscal chegou ao bolso: Cerca de cinco meses após o governo ter zerado os tributos federais incidentes sobre produtos da cesta básica, a maioria dos itens desonerados registrou queda de preços em Curitiba. Levantamento do Disque Economia feito a pedido da Gazeta do Povo mostra q...

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O MERCADO NÃO ESTÁ PRA PEIXE! - Aplicações em renda fixa também exigem “sangue frio”

Aplicações em renda fixa também exigem “sangue frio”: Em tempos de doses diárias de dólar para segurar o câmbio, juros que sobem e descem em apostas futuras, um vai-não-fica do programa de afrouxamento monetário do banco central americano – que está bagunçando as mentes e os mercados mundiais –, o investidor...

EM CONTATO COM A FÍSICA! Da pilha usada para o óxido de grafeno

Da pilha usada para o óxido de grafeno: Uma equipe de pesquisado­­res do Departamento de Quí­­­­mi­­ca da Universidade Es­­tadual de Ponta Grossa (UEPG) conseguiu realizar uma verdadeira alquimia cien­­tífica com uso de pilhas comuns usadas. Eles retiraram o cilindro de grafite do interior das ...

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

TRF decide que crédito de celular pré-pago não pode expirar

TRF decide que crédito de celular pré-pago não pode expirar: A Justiça Federal proibiu as operadoras de telefonia móvel a estabelecer prazo de vencimento para os créditos usados em celulares pré-pagos. A decisão é válida em todo território nacional e começa a valer assim que as teles forem notificadas -seja por mei...

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Nós ainda chegaremos lá! A idade chega! Autonomia na medida

Autonomia na medida: Independente, dependente parcial ou total. O grau de necessidade de um idoso está relacionado a alguns sinais – provenientes de alterações de resposta física, cognitiva, sensorial ou psicológica –, que definem se ele precisará de ajuda rotineira da fa...

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Novo sistema do MEC vai oferecer 239 mil vagas em cursos técnicos - Encontrando soluções para o Sistema Educacional!

Novo sistema do MEC vai oferecer 239 mil vagas em cursos técnicos: O Ministério da Educação inicia à meia-noite desta segunda-feira (5) a oferta unificada de 239.792 vagas em cursos técnicos em todo o país. Esses cursos, com carga horária entre 800 e 1.200 horas, fazem parte do Pronatec criado em 2011 pelo governo fed...

EM FRANCA RECUPERAÇÃO - Tio Sam levanta indústria da madeira

Tio Sam levanta indústria da madeira: Depois de ir ao fundo do poço com o estouro da bolha imobiliária americana, que provocou demissões e fechamento de fábricas no estado, a indústria madeireira do Paraná dá sinais de retomada. O aumento do ritmo de construção de casas nos EUA e a redução d...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Curitiba enxuga plano de mobilidade para garantir financiamento bilionário

Curitiba enxuga plano de mobilidade para garantir financiamento bilionário: Para buscar um repasse bilionário do governo federal, Curitiba precisou rever seu plano de mobilidade e enxugar os projetos. As 11 propostas apresentadas ao Planalto no mês passado passaram por uma recauchutagem, com exclusão de alguns planos e a mescla d...

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

terça-feira, 30 de julho de 2013


OBSERVEM BEM PARA ESTES  "DETALHES ECONÔMICOS"!

Delfim Netto afirmou: - ainda que o país mantém reservas bastante razoáveis e tem expertise para permitir que o ajuste do câmbio se faça de forma ordenada. "Se o governo não tiver cuidado pode ter 'overshooting' no câmbio, com mais inflação e um Estado com mais risco, já que tem um estoque de reservas em dólar, e um setor privado mais pobre, porque deve em dólares, com problema de crédito muito sério". Segundo Delfim Netto, o sistema bancário é forte, mas os clientes que emprestaram em dólar vão ter que fazer ajustes nas suas finanças.

Fonte: Valor Econômico/Delfim Neto
Ctba, 30/jul/13
Maria Prybicz



Isenta de imposto, LCI ganha espaço

Isenta de imposto, LCI ganha espaço: As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) vêm atraindo cada vez mais os brasileiros. O volume de dinheiro investido na modalidade é o maior entre os títulos privados – o “estoque” aplicado soma hoje R$ 75 bilhões, 33% mais que no mesmo período do ano passad...
A CIÊNCIA ANALISANDO AS NOSSAS COMPANHIAS
 A ciência está revelando que a influência de nossas companhias pode ser decisiva para o progresso de nossas vidas. Conviver com pessoas de alto astral, positivas e determinadas, aumentam as possibilidades de viver uma vida mais otimista. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que um indivíduo tem aumento de 42% de possibilidade de ser feliz quando convive perto de uma pessoa de bom astral.
Não sabemos se os resultados das pesquisas apresentadas nesse artigo são válidos para todos os contextos das relações humanas, pois felicidade, bom astral, otimismo, são fatores subjetivos, ou seja, cada pessoa poderá dar significados e interpretações diferentes para o tipo de convivência e sentimentos que tem para com outra pessoa.

Devemos, sim, escolher com quem queremos passar a maior parte do nosso tempo, e esta escolha deve ser feita por uma simples razão: as pessoas podem contribuir ou atrapalhar de alguma forma as possibilidades para vencermos na vida.

Reflita: que tipo de pessoas está à sua volta? Quais são as sete pessoas com as quais você se relaciona com mais frequência? Essas pessoas te apoiam? Elas transmitem bons sentimentos? São pessoas que você pode contar a qualquer momento?

Portanto, se você quiser viver uma vida feliz, repleta de boas perspectivas, escolha cercar-se de pessoas que ofereçam atitudes positivas. Esteja rodeado de pessoas competentes, proativas, confiantes e alegres. Um dos fatores do êxito é se relacionar com quem vai construir junto a você experiências harmoniosas e construtivas. Se quiser alçar voos de águia, não fique preso em terreiro de peru, e nunca se esqueça que ninguém vence sozinho, mas estar cercado de companhias desagregadoras não vai te acrescentar nada. Pense nisso e um forte abraço!
Fonte: Padrão Auditoria/Cersi Machado
Ctba, 30/jul/13
Maria Prybicz

terça-feira, 23 de julho de 2013

Porto de Paranaguá contrata projeto executivo para píer em T

MAIS PROGRESSOS ECONÔMICOS!

Porto de Paranaguá contrata projeto executivo para píer em T: A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) contratará nos próximos dias o projeto executivo para a a construção do píer em T no Corredor de Exportação, obra que deve aumentar a capacidade de escoamento de grãos pelo porto paranaense. A info...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O papa latino-americano

O papa latino-americano: Nascido em Buenos Aires, em 1936, filho de um ferroviário que emigrou de Turim, na Itália, para a Argentina, o papa Francisco recebeu na pia bastismal o nome de Jorge Mario Bergoglio. Sua primeira vocação foi a química, mas em 1958, concluída a escola téc...
O PAPA NO BRASIL - QUE SEJA ABENÇOADO E BEM VINDO!

domingo, 21 de julho de 2013

APARTIDARISMO...
O que representa o apartidarismo visto nas manifestações?
No geral, representa a insatisfação com os partidos atuais. É provável que alguns grupos acreditem ingenuamente que seja possível mudar o país sem os partidos. O tipo de frase das manifestações de que “o povo unido marcha sem partido” é do Mussolini, do general Franco. Ditaduras adoram não ter partidos políticos.
Fonte: Fernando Abrucio
Ctba, 21/jul/13
Maria Prybicz

sábado, 20 de julho de 2013

Do pau-brasil ao real

Do pau-brasil ao real
A INFLAÇÃO FEZ A CORROSÃO SEMPRE DA ESTABILIDADE MONETÁRIA

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Detroit declara maior falência municipal da história dos EUA

Detroit declara maior falência municipal da história dos EUA: A cidade norte-americana de Detroit declarou nesta quinta-feira (18) a maior falência municipal da história americana, depois de não ter conseguido arcar com a dívida crescente e com a queda da população, consequências da profunda crise industrial que atr...
- QUE ESTE EXEMPLO NÃO SEJA PRA NÓS...-

quinta-feira, 18 de julho de 2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

PAÍS DESIGUAL...
         Em razão desta perversa distribuição de renda, comparecemos como um dos países mais desiguais do mundo. Vale dizer, como um dos mais injustos, o que torna nossa democracia extremamente frágil e quase farsesca. O que sustenta a democracia é a igualdade, a equidade e a desmontagem dos privilégios.
         No Brasil se fez até agora apenas distribuição desigual de renda, mesmo nos governos do PT. Quer dizer, não se mexeu na estrutura da concentração da renda. O que precisamos, urgentemente, se quisermos mudar a face social do Brasil, é introduzir uma redistribuição que implica mexer nos mecanismos de  apropriação de renda. Concretamente significa: tirar de quem  tem demais e repassar para quem tem de menos. Ora, isso nunca foi feito. Os detentores do ter, do poder, do saber e da comunicação social conseguiram sempre impedir esta revolução básica, sem a qual manteremos indefinidamente  vastas porções da população à margem das conquistas modernas. O sistema politico acaba servindo a  seus interesses. Por isso, em seu tempo, repetia com frequência Darcy Ribeiro que nós temos uma das elites mais opulentas, anti-sociais e conservadoras do mundo.
Fonte: Leonardo Boff
Ctba, 17/jul/13
Maria Prybicz 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Lucro com ônibus será revisto, diz
Estudo da Secretaria de Transportes sugere que a taxa de retorno, que hoje pode chegar a 14%, seja reduzida para 9%
Segundo prefeito, fim do contrato com as concessionárias, neste mês, permite rediscutir 'remuneração justa'
MARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse ontem que irá rever o lucro das empresas de ônibus. Segundo ele, o fim do contrato com as concessionárias, neste mês, permite rediscutir uma "remuneração justa".
As empresas têm um lucro líquido de 7% sobre os R$ 6 bilhões que devem receber da prefeitura --o equivalente a R$ 406,8 milhões. Quando se contabiliza os investimentos dos empresários, a taxa de retorno pode chegar a 14%.
Esse índice, considerado alto por especialistas, é acima dos obtidos em concessões de estradas e aeroportos federais.
Estudo feito pela Secretaria Municipal dos Transportes sugere que a taxa de retorno seja reduzida para 9%, segundo a Folha apurou.
Num exemplo hipotético, se um empresário investisse R$ 1, o retorno seria de R$ 0,14 pela taxa vigente. Se ela cair para 9%, o retorno seria de R$ 0,09 --redução de 36%.
No último dia 30, a Folha revelou que o lucro líquido das empresas de ônibus em São Paulo é 33% acima da média nacional.
Com o ganho menor sugerido no estudo, porém, há risco de as empresas não apresentarem propostas. Mas a Folha apurou que a prefeitura tem três planos para reduzir custos do transporte.
Um deles são os corredores, que aumentariam a velocidade e reduziriam os custos dos empresários.
Outro projeto é centralizar a operação dos ônibus, com todas as empresas obedecendo a um comando unificado.
O terceiro plano é acabar com sobreposições de linhas. A prefeitura calcula  seria possível economizar R$ 500 milhões dos R$ 6 bilhões pagos para as empresas.
Haddad, no entanto, não disse para quanto pretende reduzir a taxa de retorno.
"Na época que o contrato foi assinado, a taxa de juros estava na casa de 25%. Essa realidade mudou."
Em São Paulo, o número de passageiros cresceu 16% entre 2005 e 2012 --de 2,5 milhões para 2,9 milhões por ano, segundo a SPTrans.
Pressionado pelas manifestações de rua em junho e pelos empresários, Haddad decidiu cancelar a licitação, negócio estimado em R$ 46 bilhões por 15 anos. Ele disse que a nova concorrência só será retomada após discussões com a "sociedade".
Fonte: Folha de São Paulo
Ctba, 16/jul/13

Maria Prybicz

quinta-feira, 11 de julho de 2013

AS TAXAS MAIS ALTAS DE JUROS REAIS!

Com alta da Selic, Brasil é o segundo do mundo em juros reais: A elevação da taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto porcentual na noite desta quarta-feira (10), para 8,50%, colocou o Brasil na segunda colocação do ranking de juros reais do mundo, segundo levantamento feito pelo site MoneYou, que considera as taxa...

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Aumento do interesse pelo Brasil por parte dos investidores!

Um guia para atrair o investidor estrangeiro: A Câmara Americana de Comércio (Amcham) divulga nos próximos dias a segunda edição de um guia completo sobre como investir no Paraná. O “How to Invest in Paraná”, impresso em inglês e agora também em espanhol, é um pequeno retrato do estado e uma arma par...

segunda-feira, 24 de junho de 2013

"QUEREMOS UM PAÍS MAIS JUSTO"
META PRINCIPAL: DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL
Quando uma organização tem uma missão, um propósito para existir claro, fica muito mais fácil definir a visão de futuro e a estratégia para atingir este resultado. Uma missão clara permite a definição de objetivos, indicadores e metas. E não é que os objetivos já estão previstos na Constituição?
Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I) Construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II) Garantir o desenvolvimento nacional;
III) Erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV) Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Fonte: O Estadão/Marcelo Nakagawa.
Ctba, 24/jun/13
Maria Prybicz

segunda-feira, 17 de junho de 2013


POUPANÇA COMO PRIORIDADE

Mais poupança. Uma drástica correção de rotas passa por mais austeridade fiscal e por uma política abrangente de crescimento da poupança. Será apenas com um folgado superávit fiscal que haverá condições para regras estáveis de jogo que darão suporte ao crescimento sustentável; que a carga tributária, insuportável hoje, pode cair; que os juros podem ser derrubados a níveis civilizados; e que haverá confiança suficiente para o investimento.
Fonte: Coluna do Ming/Estadão.
Ctba, 17/jun/13
Maria Prybicz

domingo, 16 de junho de 2013

A gratuidade dos transporte urbanos coletivos, será o ápice do socialismo!

Ctba, 16/jun/13
Maria Prybicz

segunda-feira, 10 de junho de 2013

ECONOMIA EM ESTAGNAÇÃO - REQUER INVESTIMENTOS DO ESTADO EM POTENCIAL!
“Quando uma família aperta o cinto, ela não acaba com os empregos que a sustentam. Quando um governo aperta o cinto diante de uma economia deprimida, muitas pessoas são privadas de seus postos de trabalho; e isto traz efeitos negativos até sob o ponto de vista estritamente fiscal e míope do governo, pois uma economia em retração significa uma arrecadação menor.
Ora, alguém poderia dizer que cortar gastos governamentais não significa realmente eliminar postos de trabalho – alguém que tenha passado os últimos anos numa caverna ou num centro de estudos estratégicos de viés conservador, alheio às informações a respeito de como a austeridade tem funcionado na prática”.
Fonte: Paul Krugman
Ctba, 10/jun/13
Maria Prybicz

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Quem sou eu

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.