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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O pior cego é aquele que não quer ver!
A atual política brasileira!
O pior cego é aquele que não quer ver!
A atual política brasileira!

sábado, 12 de novembro de 2016

ECONOMIA TUPINIQUIM!

Janot descartou ainda que a Lava Jato possa estar prejudicando a economia do país. “Nós temos empresas que são objeto de investigação e essas empresas têm sofrido consequências dos atos que elas mesmas têm praticado. 
Qual era o quadro da economia por trás dessas empresas, era uma economia de mercado, de competição? Não. Era uma economia que se assentava em cartelização, um capitalismo tupiniquim, de pagamento de suborno”, disse Janot. “Não é essa a economia que queremos resguardar”, completou.(JB).
Era um grupo de empresas que tinham o privilégio de estar sempre com os melhores contratos!
E não importava em qual setor elas atuavam!
Mantinham sempre por, baixo dos panos, a sua contabilidade, inclusive para sonegar! 
Mandavam para o exterior todo capital lavado, no intuito de esconder do fisco!

Fonte:JB
Ctba, 1nov/16
Maria Prybicz 

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PAÍS INJUSTO SOCIALMENTE!

Tributando justamente o consumo e a produção, inviabiliza novos investimentos para retomada do crescimento econômico do País!

Já se falou tranto que a desigualdade é realmente o maior problema social mas, parece que poucos se importam com isso. Depois reclamam que a violência nas cidades está aumentando! Mas, não fazem nada para melhorar a distribuição, pífia que existe, da renda nacional!

“O Brasil persiste como um dos países de maior desigualdade social e o principal mecanismo da concentração da renda e da riqueza é nosso modelo tributário, altamente regressivo, economicamente irracional e socialmente injusto. Nós tributamos o consumo e a produção. Economicamente, isso é irracional. Os países, no mundo inteiro, tributam a renda e a riqueza e, aí, passa a ser socialmente justo. Nós adotamos um caminho inverso”, afirmou Miragaya.
Para o economista, em vez de debater a reforma tributária, o governo traça um falso diagnóstico para a crise, identificando “uma suposta e inexistente gastança do setor público, responsabilizando despesas com saúde, educação, previdência e assistência social pelo aumento do déficit”.
“Dessa forma, omite as efetivas razões, que são os gastos com juros da dívida pública, responsáveis por 80% do déficit nominal – no último ano, porque anteriormente era mais ainda, até porque tínhamos superávit primário –, as excessivas renúncias fiscais, o baixo nível de combate à sonegação fiscal, a frustração da receita”, destacou o presidente do Cofecon.
“Para buscar o reequilíbrio das contas públicas, o governo Temer propõe um conjunto de ações cujos efeitos negativos recairão sobre a população mais vulnerável, sendo a PEC 55 uma das principais”.
Ctba, 04/nov/16
Maria Prybicz

terça-feira, 1 de novembro de 2016

TEMPOS MODERNOS!



Está todo mundo maravilhado com esse maravilhoso mundo de máquininhas brilhantes e pulsantes, mas elas envolvem uma transformação social muito grande e ninguém está pensando nisso...
Ctba, 01/nov/16
Maria Prybicz

Quem sou eu

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.