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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Sting - Fragil (Fragile sung in portuguese, Live in Brazil, 1987)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Adele - Hello

domingo, 21 de fevereiro de 2016


Do Iglesias:
“De tanto correr pela vida sem freio me esqueci que a vida se vive num momento. De tanto querer ser em tudo o primeiro me esqueci de viver os detalhes pequenos.
De tanto brincar com os sentimentos vivendo de aplausos envoltos em sonhos, de tanto gritar as canções ao vento, já não sou o que fui; hoje eu vivo e não sinto.”
Ctba, 21/fev//16
Maria Prybicz

sábado, 13 de fevereiro de 2016

"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br

"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br

A CRISE BANCÁRIA!
A CRISE BANCÁRIA!

Imaginem o tamanho da convulsão social num país com 200 milhões de habitantes como o Brasil, com seu desemprego, sua falta de hospitais, de escolas e suas condições degradantes nas favelas... Este é o país em que, segundo alguns analistas, uma crise pode trazer melhorias?
Hora de conter gastos na máquina pública e nas particulares tambem!
Não se vive um momento como este desde 2008, gostaríamos de fazer frente a todos os meios para se evitar tal catástrofe monetário! Portanto, os orçamentos públicos tem que ser revistos e alocar melhor os meios de pagamentos, visando ter que segurar em razão do mercado financeiro estar turbulento por demais!
Em outra ocasião, todos vendiam suas ações provocando uma queda geral, principalmente agora que as commodities estão baixando os preços, inclusive o petróleo que parecia estável e sustentável mas, na verdade era uma bolha que estava prestes para estourar!
Os que mais vão sofrer serão os que estão dependentes das políticas públicas! Mas, consequentemente, todas as camadas da nossa sociedade perecerão, isto, não tenham dúvidas!
Ctba, 13/fev/16
Maria Prybicz

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

ESTAMOS FRÁGEIS EM RELAÇÃO À ECONOMIA NACIONAL E GLOBAL!
CAPITALISMO EM CRISE DE EXISTÊNCIA!

Estamos muito frágeis. Fiscalmente e psicologicamente. As nossas economias, culturas e política ainda estão pagando um preço muito alto da última grande recessão; outro colapso, especialmente se for acompanhado por um resgate do sistema bancário, provocaria, uma reação incontrolável de cataclismo.
Abalou-se a fé do povo, das elites e do setor privado depois de 2007-09. Esse sentimento de desânimo tão abrangente, pode ameaçar a própria sobrevivência do comércio livre, da globalização e da economia baseada no mercado. 
Os bancos centrais, em desespero, estão procurando preservar seu patrimônio. Os empréstimos estão cada vez mais difíceis, assim com as leis de incentivo, aprovação de consórcios e recursos cooperados. 
O fato real é que estamos vendo uma grande dose de perigosas ameaças desde a virada do ano. 

Os investidores de ações, incluindo milhões de pessoas com pensões privadas e normas de auditoria, já perderam uma fortuna; eles não ficarão felizes quando começarem a perceber a extensão dos danos.
Fonte: The Telegraph
Ctba, 12/fev/16
Maria Prybicz





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

NOVO CICLO NA MACROECONOMIA!

O recente pronunciamento do CEO do Deutsche Bank, John Cryan, tentando acalmar os ânimos do mercado é uma prova clara da preocupação com a situação do banco. Afinal, uma possível crise na importante instituição financeira teria um efeito dominó desastroso na poderosa Alemanha e, consequentemente, na Europa e no mundo.
Diante do desaquecimento global e do temor de uma grave e iminente crise, o gerente-geral do Banco de Compensações Internacionais (BIS), Jaime Caruana, deu uma palestra na última sexta-feira (5), na London School of Economics and Political Science, na qual analisa o momento econômico do mundo.
Caruana destacou que, em dezembro, o BIS deu destaque à “calma incomum” dos mercados financeiros no “Quartely Review”. "Assim que entramos em 2016, a calma incomum deu lugar a um início de ano turbulento no mercado financeiro. A economia global agora se encontra no centro de três maiores aspectos (desenvolvimentos) econômicos. O primeiro é o crescente desapontamento e as revisões pessimistas das projeções, especialmente nas economias emergentes; a segunda é a grande mudança nas taxas de câmbio, principalmente nos mercados emergentes perante o dólar; e a terceira é a forte queda nos preços das commodities, atingindo um forte número de países exportadores de commodities, mas ao mesmo tempo possibilitando dividendos positivos para outras economias."
"Esses três tópicos podem parecer desconectados. De fato, existe uma tendência nos comentários sobre a economia global para vê-los como choques externos que surgem do nada e como turbulências externas que atingem economias locais. 
No entanto, quando damos um passo atrás e olhamos o cenário geral, começa a ficar mais claro que esses tópicos estão interligados. Eles compartilham fatores em comum. Mais que choques externos, eles são manifestações de uma realinhamento de forças econômicas e financeiras associadas a uma mudança antecipada das forças monetárias. 
Como tal, os desenvolvimentos recentes são parte de um filme longo, que requer visão global para detectar as vulnerabilidades que enfrentam o mercado financeiro e a economia global. (...) gostaria de explorar alguns aspectos dessa visão de longo prazo que foca na convergência, em uma forma simplificada.
Escolher uma visão de longo prazo nos permite entender a importância do fenômeno da lentidão e da evolução cumulativa de estoques. Nós não podemos esquecer o ditado: “as reservas importam, não apenas a sua circulação”. De fato, um título alternativo para a minha palestra poderia ser: “São os estoques (as reservas, o capital), e não os impactos”.
Provavelmente, os mercados financeiros estão tão conturbados nesse início de ano porque começamos 2016 com uma larga provisão no estoque de vulnerabilidades da economia global. As políticas de intervenção que visam os sintomas sem visar o que está por trás das vulnerabilidades podem apenas servir como paliativos, que empurram a turbulência para o dia seguinte, enquanto o estoque de vulnerabilidades vai crescendo ainda mais.
Um exemplo claro é o estoque de débito. O débito total da economia global, incluindo débitos públicos, está crescendo significativamente desde a crise de 2007. A dívida privada tem sido reduzida em alguns países, como Irlanda, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e outros. Todavia, a dívida pública tem crescido muito nas economias do primeiro mundo e a dívida privada tem crescido nas economias emergentes e em algumas economias avançadas que não se afetaram muito com a crise financeira de 2008."
Caruana prosseguiu: "Apesar do ambiente desafiador, pretendo mandar uma mensagem positiva. Essas transições e realinhamentos inevitavelmente trazem um desconforto a curto prazo nos mercados financeiros. Eles também provocam riscos crescentes. Mas dependendo das políticas em resposta, eles podem permitir um crescimento renovado e sólido em economias do primeiro mundo e em países emergentes chaves. Isso poderá ocorrer se eles tiverem uma oportunidade para escolher o caminho necessário para reequilibrar e normalizar a economia global. Existem boas razões para permanecer positivamente sobre o longo caminho para a economia global mesmo se não subestimarmos os riscos a frente: uma política econômica mais equilibrada vai ser decisiva  e o caminho vai ser turbulento."
Sobre mercados emergentes, Caruana analisou: "O crescimento da dívida nas economias emergentes tem sido dramática. (...) O crescimento da trajetória nas economias emergentes tem sido muito íngreme. Desde 2009, o nível médio do crédito privado em proporção do PIB, tem crescido por volta de 75% para 125%.
O leve declínio da dívida do setor privado não-financeiro das economias de primeiro mundo esconde diferença significante entre os países. Entre as economias do G20, duas tiveram diminuído seus dívidas privadas por volta de 20% do PIB ou mais, enquanto sete países cresceram duas dívidas por 20% do PIB ou mais.
(...) A dívida de empresas não-financeiras no mercado de economias emergentes tem crescido rapidamente, ultrapassou as economias avançadas, em relação ao PIB. Desde então, a dívida dos países emergentes na proporção ao PIB passou a frente das economias avançadas ainda mais. 
Mas e em relação aos ativos financiados com essa acelerada emissão da dívida corporativa de países emergentes? No nível individual, nós examinamos que a afirmação financeira de 280 empresas de países emergentes que tem emitido títulos no mercado de débitos internacional e analisadas em mais detalhes de sua influência. 
(...) A influência empresarial nas economias emergentes tem crescido no geral. Isso não reflete o crescimento da dívida dos produtores de commodities, como vemos no fato que a influência das empresas produtoras de bem não-transacionáveis tem crescido mais que aqueles transacionáveis (painel central). Além disso, o crescimento do poder de alavancar é mais marcado no segmento mais endividado. Isso é provavelmente um segmento de avaliações mais baixas.
A influência crescente seria menos que uma preocupação se a dívida fosse acostumada a financiar investimentos produtivos e com lucro. No entanto, a capacidade de lucro de empresas não-financeiras de países emergentes tem caído. Tradicionalmente, companhias emergentes tem sido mais lucráveis que seus pares em economias desenvolvidas, mas isso não é regra. A capacidade de lucro de empresas emergentes vem caindo nos últimos anos e tem caído abaixo que a de empresas de países desenvolvidos. 
Nós sabemos que algumas dívidas podem fornecer alguns benefícios: permitem suavização do consumo e equilibram o choque de procura pela realocação de despesas ao longo do tempo, e permite que empresas invistam mais rápido que o seu dinheiro permitiria. Entretanto, a realidade é mais complexa. Nós não temos visto que o investimento real e as atividades de risco tem focado mais nos mercados financeiros. Aliás, nós temos aprendido que o crescimento de crédito rápido cria vulnerabilidades  e pode culminar em crises."
E Caruana conclui: 
"A necessidade de se ter uma combinação mais balanceada das políticas. A política monetária vem sendo sobrecarregada já há muito tempo. Uma perspectiva de longo termo significa prestar mais atenção aos empecilhos ao crescimento que se encontram mais “entrincheirados”, fatores que podem atuar de forma lenta, mas cujos efeitos se acumulam com o tempo.  Em particular, nós podemos mencionar balanços econômicos debilitados, o desenvolvimento de instabilidades financeiras e assignação deficiente de recursos, que ameaçam o aumento da produtividade. Esses obstáculos deveriam ser realmente esperados, mas não deveriam ser um motivo para atrasar a normalização. 
A necessidade de se conseguir reconhecer e internalizar a importância de excedentes internacionais. O princípio de manter a casa em ordem é necessário, mas não é suficiente. Os agentes políticos e econômicos terão que confiar em sua própria perspicácia e em intervenções capacitadas para mitigar as possibilidades de efeitos de contágio que devem acompanhar a perda de influência. Uma cooperação dos bancos centrais será mais importante do que nunca." 
Fonte:JB
Ctba, 11/fev/16
Maria Prybicz



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O BRASIL PODE REINVENTAR-SE, AINDA HÁ TEMPO!

A “Carta aos Brasileiros” que na verdade era uma Carta aos Banqueiros, obrigou Lula a alinhar-se aos ditames da macroeconomia mundial. Ela deixava pouco espaço para as políticas sociais. Nessa economia, o mercado dita as normas e tudo tem seu preço. Assim parte da cúpula do PT, metida nessa Coalizão,  perdeu o contato orgânico com as bases, sempre terapêutico contra a corrupção. Grande parte do PT traiu sua bandeira principal que era a ética e a transparência. E o pior, traiu as esperanças de 500 anos do povo. E nós que tanta confiança depositávamos no novo, com as milhares comunidades de base, as pastorais sociais e os grupos emergentes. Elas aprenderam articular fé e política. A mensagem originária de Jesus de um Reino de justiça a partir dos últimos e da fraternidade viável, apontava de que lado deveríamos estar: dos oprimidos. A política seria uma mediação para alcançar tais bens para todos. Por isso, as centenas de CEBs não entraram no PT; fundaram células e grupos, como instrumento para a realização  deste sonho.
Lula, em seus oito anos, não conseguiu fazer passar nenhuma reforma, nem a política, nem a econômica, nem a tributária e muito menos a reforma agrária. Não havia base.
Para Lula, mesmo mantendo ligação com os movimentos de onde veio, não via neles o sustentáculo de seu poder, mas a coalizão pluriforme de partidos. Se tivesse observado um pouco a história, teria sabido do risco desta política de Coalização que atualiza a política de Conciliação do passado. A Coalizão se faz à base de interesses, com negociações, troca de favores e concessão de cargos e de  verbas. A maioria dos parlamentares  não  representa o povo mas os interesses dos grupos que lhes financiam as campanhas. Todos, com raras exceções, falam do bem comum, mas é pura hipocrisia. Na prática tratam  da defesa dos bens particulares e corporativos. Crer no atalho foi o  sonho de Lula que não pode se realizar.
Com certeza a nossa "Democracia", tem que fortalecer às bases dando assim a oportunidade de se reerguer e junto com o povo reaprender a lição de uma nova democracia participativa, popular e justa que poderá resgatar a dívida histórica que os milhões de oprimidos ainda esperam desde a Colônia. Quem cai sempre pode se levantar. Quem erra sempre pode aprender dos erros.Caso queira sobreviver, o PT não tem outro caminho a percorrer senão  este.

Fonte: Leonardo Boff
Ctba, 10/fev/16
Maria Prybicz

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Don`t Cry Baby


































sábado, 6 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Quem sou eu

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.