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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

"EM FOCO ATIVOS TANGÍVEIS E INTANGÍVEIS"

Fundamentos do Valor Econômico

Quando se trata do valor econômico de uma empresa, dois conceitos precisam ser destacados: o valor intrínseco e o valor de mercado.
Segundo Sharpe, Alexander e Bailey (1995), o valor intrínseco de uma empresa é baseado no fluxo de caixa que um investidor espera receber no futuro. Portanto, por essa perspectiva, o método mais apropriado para se valorar uma empresa é o fluxo de caixa descontado, pelo qual o valor de um ativo (ou capital) é obtido pela soma dos fluxos de caixa futuros, descontados a uma taxa apropriada ao seu nível de risco (Copeland, Koller, & Murrin, 1995).
Sendo Vi = somatória de FCt dividido por (1+K)t.
onde:
Vi = valor intrínseco do ativo ou da empresa
FC = fluxo de caixa esperado para o período t
k = taxa de desconto adequada ao risco do ativo ou da empresa
t = período correspondente ao fluxo de caixa
O valor de mercado da empresa, por sua vez, depende do preço das ações negociado em Bolsa de Valores. Portanto o valor de mercado só pode ser definido para as empresas de capital aberto, com ações negociadas em Bolsa. O valor de mercado das ações somado ao valor de mercado das dívidas financeiras resulta no valor de mercado total da empresa. Assim, o valor total das empresas de capital aberto pode ser aferido pela aplicação da:
Vm = Dm + Sm
onde:
Vm = valor de mercado da empresa
Dm = dívidas financeiras a valores de mercado
Sm = valor de mercado das ações (quantidade de ações x valor da ação)
Do ponto de vista teórico, o valor de mercado deveria ser equivalente ao valor intrínseco, já que o preço das ações deveria incorporar as informações que fundamentam o valor intrínseco. Entretanto isso raramente acontece em função das ineficiências do mercado de capitais. Discussões mais profundas sobre essas diferenças fogem ao escopo deste artigo. Para simplificar o desenvolvimento deste ensaio, assume-se que os conceitos de valor intrínseco e valor de mercado sejam similares, utilizando-se para tanto o termo valor econômico.
O valor de mercado de uma empresa resulta da combinação de seus ativos tangíveis e intangíveis, como sugere Stewart (2001).

Ctba, 23/fev/09
Maria M. Prybicz.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

"IMPORTÂNCIA DO CAPITAL"

“O FATOR CAPITAL: CONCEITOS RELEVANTES”

CAPITAL – Estoque de riquezas acumuladas, destinadas à produção de novas riquezas (materiais e imateriais) e ao aprimoramento dos demais fatores de produção.

FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO – Processo pelo qual se acumulam os estoques de capital. Os fluxos econômicos que conduzem a formação bruta de capital fixo denominam-se investimentos brutos. Os conceitos econômicos de investimento e de formação de capital encontram-se interassociados. Portanto, Investimentos brutos e formação bruta de capital fixo são, praticamente, expressões sinônimas.

DEPRECIAÇÃO DO CAPITAL FIXO – Processo pelo qual os estoques de
Capital fixo desgasta-se pelo uso, pela ação do tempo ou pela absolescência técnica e/ou pela falta de uso (entesouramento da espécie expressado em moeda corrente do país). A velocidade com que ocorre o processo de depreciação ou de sucateamento depende da categoria de capital fixo. As construções e as edificações, normalmente, depreciam-se em ritmos mais lentos que as máquinas e equipamentos.

FORMAÇÃO LÍQUIDA DE CAPITAL FIXO – Expressão resultante da formação bruta de capital fixo menos as depreciações. É expressão sinônima de investimentos líquidos: investimentos brutos menos depreciações. Na mensuração das variações do estoque de capital, consideram-se os investimentos líquidos. E estes podem ter sinal negativo. Quando as depreciações superam os investimentos brutos o estoque remanescente de capital se reduz. Quando as depreciações são inferiores, ele aumenta, significando neste caso que a economia passa a contar com disponibilidades ampliadas desse fator de produção.

Referências:
Rossetti, José Paschoal, Introdução à Economia, 20ª Edição – Editora Atlas (2003).

Ctba, 18/02/09.
Maria M. Prybicz.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

"ECONOMIA EM FOCO"

“CONTEMPORÂNEOS DA ECONOMIA”

Economistas contemporâneos que trataram das ligações entre a economia e outros ramos, Kenneth Boulding é geralmente citado como um dos que as resumiram com maior clareza e objetividade:

“Os problemas econômicos não têm contornos bem delineados. Eles se estendem perceptivelmente pela política pela sociologia e pela ética, assim como há questões políticas, sociológicas ou éticas que são envolvidas ou mesmo decorrentes de posturas econômicas. Não há exagero dizer que a resposta final às questões cruciais da economia encontra-se em algum outro campo. Ou que a resposta a outras questões humanas, formalmente tratadas em outras esferas das ciências sociais, passará necessariamente por alguma revisão do ordenamento real da vida econômica ou do conhecimento econômico”

- O caráter biunívoco das relações da economia com outros ramos do conhecimento social: Economia - Ética, Filosofia, Direito, Antropologia cultural, Psicologia, Sociologia, Política.
Esta concepção mais abrangente, os conflitos relacionados aos processos de produção, de acumulação de riqueza, de repartição, de difusão do bem-estar e da plena realização do bem-comum não se limita às soluções encontradas na área econômica. Também não se encontram, isoladamente, em quaisquer outros ramos das ciências sociais ou outros compartimentos pré-estabelecidos do conhecimento humano. Cada um dos módulos do conhecimento humano, social ou experimental, não passa de uma fração de um todo bem maior, constituídos por subconjuntos interdependentes, de soma unitária.
Sinteticamente, pode-se dizer que as interfaces da economia com outros ramos do conhecimento social decorrem de que as relações humanas e os problemas nelas implícitos ou delas decorrentes não são facilmente distinguidos e separáveis segundo níveis de referências rigorosamente pré-classificados. O referencial econômico deve ser visto apenas como uma abstração útil, para que se analisem aspectos específicos da luta humana pela sobrevivência, prosperidade, bem-estar individual e bem-comum. Ocorre, porém, que essa mesma luta não se esgota nos limites do que se convencionou chamar de relações econômicas. Vai muito adiante, abrangendo aspectos que dizem respeito à postura ético-religiosa, às formas de organização política, aos modos de relacionamento social, à estruturação da ordem jurídica, aos padrões das conquistas tecnológicas e científicas, às limitações impostas pelas condições do meio ambiente e, mais, à formação cultural e/ou étnica da sociedade.

- Polinômio: - produção-distribuição-dispêndio-acumulação (J.B.Say);
- Trinômio: - riqueza-pobreza-bem-estar (A.Marshall);
- Binômio: - crescimento-desenvolvimento (Kuznets);
- Trinômio: - recursos-necessidades-prioridades (L. Robbins).

“- Poderíamos acrescentar: - recursos naturais - meio ambiente -sustentabilidade social”.

Referências: Rossetti, José Paschoal, Introdução à Economia – Atlas 2003.

Ctba, 07/fev/09
Maria M. Prybicz.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

ATUALIDADES EM ECONOMIA"

“ECONOMIA”

A economia, que, como as demais áreas, abrangem apenas uma fração das ciências sociais, compete o estudo da ação econômica do homem, envolvendo essencialmente processo de produção, a geração e a apropriação da renda, o dispêndio e a acumulação.
A semelhança do que ocorre com os demais ramos das ciências sociais, não se pode considerar a economia como fechada em torno de si mesma. Pelas implicações da ação econômica sobre outros aspectos da vida humana, o estudo da economia implica a abertura de suas fronteiras às demais áreas das ciências humanas. Essa abertura acontece em dupla direção, assumindo assim, caráter biunívoco. De um lado, porque a economia busca alicerçar seus princípios, conceitos e modelos teóricos não apenas na sua própria coerência, consistência e aderência à realidade, mas ainda nos desenvolvimentos dos demais campos do conhecimento social.
Por outro lado, porque pode influenciar no questionamento dos princípios e das aquisições conceituais desses mesmos campos. E vai, além disso, abrindo suas fronteiras à filosofia e à ética; à história e às diferentes manifestações da religião; à tecnologia e aos variados ramos que atualmente se ocupam do estudo do meio ambiente.
- E complementando, aos diferentes desafios das negociações, com relação ao comércio internacional com outros países, recentemente com a modernização global.

Referência: Rossetti, José Paschoal; Introdução à Economia – Atlas 20ª Edição 2003.

Ctba, 07/fev/2009
Maria M. Prybicz.

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.