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sexta-feira, 29 de novembro de 2013


CONSIDERAÇÕES ECONÔMICAS PARA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ENZIMAS! - O Brasil vem passando por um período de plena expansão no setor biotecnológico, em que empresas de inovação estão sendo criadas buscando competitividade internacional. Além disso, o enorme potencial da nossa biodiversidade, em que novas espécies de microrganismos, animais e plantas estão por serem descobertas, poderá trazer melhoria da qualidade de vida da sociedade com novas moléculas e,consequentemente, novos produtos. Nesse contexto, órgãos gestores, sociedade e comunidade científica devem fortalecer suas relações visando a maior investimento no desenvolvimento de tecnologias a fim de ampliar a produção nacional e a importação e exportação de enzimas. Fonte: Revista Liberato,Novo Hamburgo, v.10,n.14,p.123-137,jul/dez/2009. Ctba, 29/nov/13 Maria Prybicz

quinta-feira, 28 de novembro de 2013


O BRASIL EM DESTAQUE! - Os analistas de mercado consideram que o Brasil tem desafios importantes, já que estava crescendo em 4% a 4,5% ao ano e agora se espera que cresça 2% a 2,5%. Há temores de uma redução na qualificação de crédito, a inflação está subindo, e a taxa de juros pode subir. Mas os investidores veem o Brasil como um mercado muito atraente, com 200 milhões de pessoas, com uma classe média crescente, 60 milhões de domicílios, uma democracia consolidada, com bancos muito sólidos, um mercado aberto do ponto de vista social e cultural e muito rico em recursos naturais. Além do mais, tem a Copa do Mundo, que lhe dá grande visibilidade. É uma economia que faz parte dos Bric e continua crescendo, ainda que menos. Na economia global, o Brasil é um mercado muito atraente para investir e com muito por desenvolver, como por exemplo nas telecomunicações e na tecnologia, para melhorar a produtividade, com mais banda larga, mais smartphones, a nuvem... Fonte: El País/ZEINAL BAVA | PRESIDENTE-EXECUTIVO DA OI E DA PT PORTUGAL. Ctba, 28/nov/13 Maria Prybicz

Blocos de gás do Paraná são arrematados com ágio de 520%

Blocos de gás do Paraná são arrematados com ágio de 520%

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


A poupança tem batido recorde de captação este ano. Vale a pena investir num fundo? - No cenário que a gente trabalha hoje, vale com certeza. O investidor recorre à poupança por várias razões, mas, às vezes, ele não se dá conta de que a poupança tem aniversário. Então, se ele saca o dinheiro fora do aniversário, perde toda a rentabilidade. Ao contrário, na indústria de fundos, se o investidor saca depois de 15 dias, ele vai ter a rentabilidade do período, ainda que esteja sujeito a todos os custos que a indústria tem. Nesse patamar de juros, indiscutivelmente as instituições financeiras têm opções de fundos para conseguir preservar o capital do investimento e obter um retorno. Fonte: Estadão/Carlos Massaru Takahashi Ctba,25/nov/13 Maria Prybicz

sexta-feira, 22 de novembro de 2013


CAPITAL HUMANO - PESSOAS COMO REFERENCIAIS! - Se, ao iniciarmos qualquer empreendimento, começarmos, além de encontrar e desenvolver as melhores práticas de gestão e tecnologia, tanto de recursos físico, quanto de pessoas, baseadas num conceito mais amplo de controle, como o de Dioniso, deus do êxtase, do entusiasmo e da transformação, (que não se adequava aos moldes tradicionais), ir além da estabilidade focada nas pautas estáticas de gestão, mas na iluminação das potencialidades e da renovação das capacidades individuais; iremos certamente proporcionar a expansão de uma consciência mais ampliada de participação e conhecimento, estimulando nos indivíduos a real vontade de crescer e transformar qualquer organização ou empreendimento em algo maior, parte também de suas conquistas e projetos pessoais, voltadas aos crescimento e comprometimento real. "Se você construir, eles virão". Melhor..."Vamos construir e todos(as)virão!" Fonte: Padrão Auditoria/Carolina OLiveira dos Santos. Ctba,22/NOV/13 Maria Prybicz

É UMA BOA VIAGEM! - Voo inaugural para Miami parte hoje de Curitiba

Voo inaugural para Miami parte hoje de Curitiba

sábado, 16 de novembro de 2013

Ruslana - Kolomijka

sexta-feira, 15 de novembro de 2013


RENDA MÍNIMA PARA TODOS! - Evelyn Forget, economista da Universidade de Manitoba, fez uma das melhores pesquisas sobre o resultado. Uma das conclusões foi óbvia: a pobreza sumiu. Mas outras foram mais surpreendentes. Os índices de conclusão do ensino secundário cresceram; o número de pessoas hospitalizadas caiu. "Se você implementa um programa social como este, os valores das comunidades começam a mudar." Existem fortes argumentos contra a renda básica ou mínima também. O custo é um deles. Criar um desincentivo para trabalhar é outro. Mas para alguns especialistas o efeito pode ser menor do que se imagina. Uma renda básica pode ser suficiente para sobreviver, mas não para viver muito bem. Um programa como este teria por fim acabar com a pobreza sem criar uma nação de pessoas ociosas. O experimento Mincome fornece algum respaldo a esse argumento, também. "Para muitos economistas, o problema é que você pode tirar o incentivo das pessoas para trabalhar", disse Wayne Simpson, economista canadense que testou o programa. "A evidência mostrou que não foi tão mau nesse aspecto como a literatura sugeria." Fonte: Estadão. Ctba, 15/nov/13 Maria Prybicz

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


EMPRESA NÃO É MÃE E NEM PAI! Quanto maior a transparência e o esclarecimento das expectativas entre empregador e empregado, menor a frustração no trabalho. Jerônimo Mendes Conheço essa máxima há mais de dez anos, quando tive a felicidade de ser aluno da Professora Maria Aparecida Rheins Schirato, autora do livro O Feitiço das Organizações e professora da USP. Ela repetia isso com frequência. Como lembrava a própria mestra na época, mãe não demite filhos nem promove a competição dentro de casa. Mãe ama, cuida, ensina, sofre junto e, se necessário, deixa de comer para não ver os filhos passarem fome. Por outro lado, a maioria das pessoas continua trabalhando como se as empresas tivessem a obrigação de realizar todos os seus desejos e atender todas as suas necessidades, de ordem pessoal e profissional. Ainda é comum se ouvir nos bastidores: - essa empresa é uma mãe para mim! De onde vem toda essa carência dos empregados? De certa forma, da própria carência do ser humano acostumado a uma zona de conforto. Na prática, trabalhar dá muito trabalho, principalmente, quando os objetivos pessoais estão desalinhados com os objetivos da empresa. Ao fim do século XIX, o fenômeno da Revolução Industrial mudou a nossa forma de executar o trabalho, de maneira radical, e tornou-se um marco decisivo no processo de desenvolvimento humano. O historiador Edward Palmer Thompson chegou a afirmar que o trabalhador inglês médio tornou-se mais disciplinado, mais sujeito ao tempo produtivo do relógio, mais reservado e metódico, menos espontâneo e menos violento. Dessa forma, a Revolução Industrial criou uma nova maneira de arranjo social, de sobrevivência e de conduta humana. O trabalho já não era mais o mesmo e um novo conceito começava a ganhar forma: o emprego. Com o emprego, a maioria foi deixando de lado a sua competência predominante desde os tempos mais remotos: a de sobreviver por conta própria e risco. Se tivesse vivido após a Revolução, Richard Cantillon, economista irlandês, diria que o ser humano perdeu a sua incrível capacidade de empreender. Antes disso, as pessoas não tinham empregos no sentido fixo e unitário. Havia, contudo, uma forma corrente e mutante de tarefas de modo que os empregos, no mundo pré-industrial, eram essencialmente atividades. A transição para os empregos, como conhecemos hoje, foi lenta e gradual e ocorreu em diferentes tempos e lugares. De acordo com a mestra Maria Schirato, as empresas se constituem um mundo de intenções e de promessas, onde a magia do crachá proporciona uma pseudo-segurança com uma moeda de troca conhecida: dinheiro X trabalho duro, fidelidade e alguns benefícios. O que não é conhecido são os limites e as tolerâncias da relação. Quando isso não está claro, as pessoas tendem a confundir o ambiente de trabalho com o com o ambiente da empresa e se sentem parte de uma família. Quanto mais desalinhadas estiverem as pessoas com os objetivos, as metas e os valores da organização, maior a dependência e o sofrimento. Em vários casos de demissão, a perda dos benefícios, do sobrenome da empresa e do crachá significa para muitos a perda da própria dignidade. O que falta para muitas empresas, principalmente, nas públicas e nas de origem familiar, é o esclarecimento das expectativas. Empregados que não entendem essa relação de profissionalismo, quando perdem o emprego, se tornam órfãos magoados que nunca vão aceitar o fato de terem sido demitidos pela sua própria mãe. Pense nisso e empreenda mais e melhor! Fonte: Administradores/Padrão Auditoria/Nestor Chosuke Koeke Ctba, 11/nov/13 Maria Prybicz

sábado, 9 de novembro de 2013


EDUCAR O MERCADO! Seria esta a solução para aumentar as exportações com maior valor agregado? - O mercado se auto educa e se auto regula! Depende da oferta e demanda entre os ícones da economia! Ctba, 09/nov/13 Maria Prybicz

segunda-feira, 4 de novembro de 2013


Poupança, inovação e crescimento sustentável - As causas do desempenho pífio da economia brasileira têm sido objeto de muito debate, tanto no meio político quanto no acadêmico. Neste artigo, abordarei o papel da taxa de poupança no processo de crescimento econômico, à luz das mais recentes contribuições da teoria econômica. A relação entre a taxa de poupança de um país e o crescimento econômico tem sido tema central nos modelos teóricos tradicionais - que enfatizam o papel da formação de capital fixo (máquinas, equipamentos e construções) decorrente do processo de investimento. Por essa linha de raciocínio, quanto mais alta a taxa de poupança, maior será o investimento e, consequentemente, maior o crescimento econômico. O problema é que tais modelos foram desenvolvidos para economias fechadas e não funcionam bem no mundo globalizado e com ampla abertura ao fluxo internacional de capitais, onde o papel da poupança doméstica perde importância como financiador do investimento. Paralelamente, começou-se a compreender melhor que é a inovação, ou seja, o avanço tecnológico, o principal motor do crescimento econômico. Em 2006, os economistas Philippe Aghion, Diego Comin e Peter Howitt publicaram interessante trabalho no National Bureau of Economic Research (NBER), denominado When does domestic saving matter for economic growth? (Quando a poupança doméstica é importante para o crescimento econômico?, em tradução livre). Para esses autores, a poupança doméstica, especialmente a privada, ao fornecer contrapartida local para o financiamento de projetos de longo prazo, tem o papel de atrair, na forma de cofinanciamento, o Investimento Estrangeiro Direto (IED), ou seja, recursos destinados ao setor produtivo. E o IED é um eficaz meio para transferir ao empreendedor local as inovações que o aproximam da fronteira tecnológica de produção, dado que o investidor externo tem interesse no sucesso do negócio. Com poupança doméstica baixa, faltará funding local para essa associação, e isso desencorajará o investidor externo a aplicar seus recursos, dado que, sem essa parceria, terá maior dificuldade para monitorar a gestão do empreendimento. Além disso - e este ponto eu acrescento à análise dos autores citados -, poupança baixa está geralmente associada a déficit na conta corrente com o exterior, e isso também pode aumentar o risco percebido pelo investidor externo em receber, em sua moeda, os lucros do projeto. Para testar sua teoria, os autores utilizaram dados de 118 países, de diferentes níveis de desenvolvimento. A análise mostrou que aumentos na taxa de poupança induzem, alguns anos à frente, à elevação do IED e da produtividade e, consequentemente, do crescimento. O interessante é que isso ocorre apenas nos países menos desenvolvidos, que estão distantes da fronteira tecnológica, como é o caso brasileiro. A conclusão é que a poupança é importante para o crescimento menos pelo seu impacto na acumulação de capital fixo, e mais porque, ao atrair o IED, favorece a inovação. Os testes estatísticos também demonstraram que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por horas trabalhadas é explicado muito mais pelo aumento da produtividade total dos fatores de produção (PTF, no jargão econômico) do que pelo incremento do volume de bens de capital por trabalhador. Isso também corrobora a ideia de que é a inovação, não a acumulação de capital, o principal motor do crescimento. Mas não é somente o IED que promove a transferência de tecnologia. Esse processo também se dá por meio do licenciamento tecnológico, da produção terceirizada em escala global, da importação de máquinas e equipamentos de alta tecnologia, da contratação de serviços de assistência técnica e consultoria externa, etc. Também há ampla evidência empírica de que, quanto maior o coeficiente de importação (importação/PIB), maior é o crescimento da produtividade. Ou seja, a inovação está fortemente associada ao grau de abertura da economia. Os dados mostram que, pelos dois critérios estudados por Aghion e seus colegas (IED e grau de abertura), a economia brasileira não oferece condições favoráveis à inovação. Em números absolutos, temos recebido volume expressivo de IED, mas como proporção do PIB o Brasil ainda não alcançou posição de destaque no ranking internacional. Se tomarmos a média da relação IED/PIB, no período 2003-2012, verificamos que estamos atrás de Chile, Vietnã, Romênia, Peru, Eslováquia, Polônia, Nigéria, Tailândia, Malásia e Rússia. Da mesma forma, ainda somos uma economia fechada. Segundo o Banco Mundial, em amostra de 30 países emergentes, o Brasil registrou na média dos últimos dez anos a menor relação importação de bens e serviços/PIB, qual seja, 11,9%. Além disso, para absorver tecnologia, é necessário que a mão de obra local tenha nível de qualificação adequado, o que depende mais de ensino básico e técnico de alta qualidade do que da pesquisa científica avançada. No entanto, o Brasil tem priorizado o ensino superior gratuito, acessível aos jovens de alta renda e cujas grades curriculares estão longe de preparar profissionais aptos para o mercado de trabalho. Elevar a taxa de crescimento potencial do Brasil, portanto, não depende apenas da modernização da infraestrutura, embora isso seja essencial. A análise aqui apresentada nos ensina que é preciso também aumentar a poupança privada doméstica, principalmente por sua relação com a inovação. Para tanto, entre outras condições, precisamos de estabilidade macroeconômica; do fim dos subsídios ao consumo e dos estímulos ao excessivo endividamento das famílias; e de ampla revisão do nosso benevolente sistema de aposentadoria e pensões. Além disso, precisamos redefinir o modelo e as prioridades de nosso sistema educacional. E, não menos importante, devemos abandonar políticas protecionistas ultrapassadas e aumentar o grau de abertura da economia. *Claudio Adilson Gonçalez é economista, diretor da MCM Consultores, foi consultor do Banco Mundial, subsecretário do Tesouro Nacional e chefe da assessoria econômica do Ministério da Fazenda. Fonte: Estadão Ctba, 04/nov/13 Maria Prybicz

sábado, 2 de novembro de 2013

ECONOMIA PRECÁRIA - Coerção do mercado impede queda de juros

Coerção do mercado impede queda de juros: A fragilidade das contas fiscais combinada com a “coerção” imposta pelo mercado financeiro vão manter por um longo período as taxas de juros brasileiras em patamares mais elevados, afirmou o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos conselheiros da presiden...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013


GLOBALIZAÇÃO - COLONIALISMO - Na esfera política há a contribuição direta e indireta para eleição no Executivo e no Legislativo, em especial de sicários comprometidos com suas estratégias de dominação. Na expressão psicossocial existe o domínio da Educação e Cultura (cinema, teatro, meios de comunicação, escolas, universidades etc.). No âmbito econômico diagnosticamos o uso inteligente dos termos das relações de troca e dos fluxos econômico-financeiros para manutenção das relações de dependência existentes, com a instituição de três tipos de países. Por exemplo, a China realizando a produção, a Índia operando como escritório e o Brasil fornecendo matérias-primas. É imperiosa a necessidade de refletir e agir sobre a sociedade brasileira, com determinação e força suficiente para evitar a perda concreta, já sentida de várias formas, de parte vital do território nacional, sem resistência. Fonte: JB Ctba, 01/nov/13 Maria Prybicz

INVESTIMENTOS -Brasil recebeu US$ 30 bi em investimento estrangeiro no 1º semestre

Brasil recebeu US$ 30 bi em investimento estrangeiro no 1º semestre: O Brasil recebeu, entre janeiro e junho deste ano, US$ 30 bilhões em investimento estrangeiro direto (IED), informou a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) nesta quinta-feira (31). Segundo a entidade, o montante de IED m...

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.