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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PRAXEOLOGIA (TEORIA DA AÇÃO)

SAY escreveu: 

"Um tratado sobre economia política estará... confinado a enunciação de uns poucos princípios, que sequer precisam ser sustentados por provas ou ilustrações; pois eles não serão nada além da expressão daquilo que todo mundo conhecerá, organizado de uma forma conveniente para compreendê-los, assim como em seu escopo integral e suas relações". "E a economia política... sempre que os princípios que o constituem suas bases forem as reduções rigorosas de fatos comuns inegáveis, estará baseada sobre uma fundação imóvel".

O incontestável axioma da ação! Conclui-se que determinado sujeito quando toma uma decisão é irreversível e pode gerar lucro e/ou prejuízo mas, pela matemática fazemos a análise do resultado para que não ocorra aquele que não queremos, ou seja, se não queremos prejuízo, faremos cálculos para evitá-lo!

Ctba, 16/out/17
Maria Prybicz

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

DISPARIDADES DE RENDA ENTRE RICOS E POBRES!

 DESIGUALDADE BRASILEIRA! 

Todos já sabemos que se não houver uma resolução quanto à desigualdade de renda no Brasil, o País não será desenvolvido e muito menos sustentável nos próximos anos e quiçá nos próximos séculos! 

Muitos já falaram e continuam alertando os nossos dirigentes e/ou administradores sérios do Brasil mas, o que está parecendo é uma utopia, ou estão fazendo de conta que isso não vai afetá-los! 

Economistas renomados constataram essa disparidade com relação a diferença de renda entre os mais ricos e os mais pobres! 

A pirâmide social com um gargalo enorme entre um e outro!

Brasil não cresce se não reduzir sua desigualdade, diz Thomas Piketty! 

 - Me parece obvio o que diz este economista na atualidade quando que, outros já falaram incessantemente! 

 Ctba, 28/set/17

 Maria Prybicz

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A FUNDAÇÃO CERTI - CENTRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIAS INOVADORAS - ORGANIZAÇÃO PRIVADA, INDEPENDENTE E SEM FINS LUCRATIVOS - SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS INTEGRADAS PARA INOVAÇÃO EM PRODUTOS E PROCESSOS! Universidades com integração para Economia Verde; Convergência Digital; Instrumentação e Testes; Manufatura Avançada; Planejamento, Controle e Garantia de Qualidade; Energia Sustentável; Metodologia e Avaliação da Conformidade; Empreendedorismo Inovador; Mecatrônica - Sistema Inteligentes; Sistemas Embarcados; Processos e Produtos. Desde 1984, atua em pesquisa aplicada, desenvolvimento de produtos e processos inovadores, empreendedorismo e serviços tecnológicos, com reconhecimento nacional e internacional. Fonte:Fundação CERTI Curitiba, 25/set/2017 Maria Prybicz

terça-feira, 29 de agosto de 2017

EMPOBRECIMENTO DA POPULAÇÃO EM PROVEITO DOS BANCOS!
Happy days are back...

Está surgindo nos últimos meses de 2017 um conjunto de estudos a respeito de como se perdeu a oportunidade. A crise poderia ter gerado uma volta a uma certa regulação ao ordenamento do sistema financeiro. O que aconteceu é que, de um lado, essa bolha financeira gerada pelos grandes bancos teve seu buraco compensado com dinheiro público – cerca de 4 trilhões de dólares nos Estados Unidos e outros tantos na Europa – que normalmente seria destinado a investimentos em infraestrutura, políticas sociais, saúde, educação e outras do gênero, mas foi desviado para bancos. Esse cenário possibilitou a criação da política de austeridade, que promove um empobrecimento da população em proveito dos bancos.

Nesse movimento se geraram tensões políticas, mas apenas embriões de uma possível volta a uma política de regulação. Nos Estados Unidos, se negociou a lei Dodd-Frank, que substitui a lei que assegurou a estabilidade financeira durante 30 anos no pós-guerra, a Glass Steagall. Logo no início da crise em 2008, se avançou com essa regulamentação, e assim que os bancos voltaram a ter os bolsos cheios e a situação se tranquilizou, com as populações aceitando a tal da austeridade, começaram a liquidar a lei Dodd-Frank e se voltou ao sistema de caos financeiro de hoje. Saiu essa semana um estudo sobre fraudes financeiras dos grandes bancos, como as praticadas pelo Bank of America. As multas que eles têm que pagar por fraudes e atos do gênero chegam a 340 bilhões de dólares. Esse é o nível da fraude. Estão se sentindo à vontade de novo, eles mesmo dizem: “happy days are back”.

Brasil, o país já tinha liquidado a regulação financeira que estava no artigo 192 da Constituição Federal de 1988 e limitava os juros e os processos especulativos. Esse artigo foi liquidado por meio de uma PEC em 1999 e uma emenda constitucional em 2003. Não se aproveitou a oportunidade de por ordem no sistema.

Esse crime só compensa, como gera um poder suficientemente grande para que esses processos se tornem legais. Por exemplo, de toda essa gente que criou esse caos a partir de 2008, ninguém foi preso. Eles são fortes o bastante para criar um sistema jurídico paralelo, com acordos pelos quais as empresas pagam uma multa para a qual já fizeram provisão. Sabem que estão fazendo errado, pagam, mas não obrigados a reconhecer culpa. Ninguém é preso. Pagam a multa e continuam no mesmo processo. No nível mundial, temos o Bank of America, o Deutsche Bank, o Barclays, Morgan, todos os grandes bancos estão nesse processo. Eles têm força para dobrar a legalidade.
Por Ladislau Dawbor

Ctba, 29/ago/17
Maria Prybicz

sábado, 26 de agosto de 2017

DESIGUALDADES ECONOMICAS, CULTURAIS E IDEOLÓGICAS!

Somos analfabetos políticos e a primeira lição é ter vergonha na cara diante das desigualdades. Existe vida digna muito além dos Jardins, meu caro comandante da Rota, se é que o sr. me entende.
(Xico Sá)

Ctba, 26/ago/17
Maria Prybicz

segunda-feira, 14 de agosto de 2017


A NATUREZA E A ECONOMIA!

Na verdade, a “Sobrecarga da Terra” resulta do tipo de economia delapidadora  das “bondades da natureza” como falam os andinos, desflorestando, poluindo águas e solos, empobrecendo ecossistemas e erodindo a biodiversidade. Esses efeitos são considerados “externalidades” que não afetam o lucro e não entram na contabilidade empresarial. Mas afetam a vida presente e futura.

O eco-economista Ladislau Dowbor da PUC-SP em seu livro “Democracia econômica”(Vozes 2008) em claras palavras resume o problema em tela:”Parece bastante absurdo mas o essencial da teoria econômica com a qual trabalhamos não considera a descapitalização do planeta. Na prática, em economia doméstica, seria como se sobrevivêssemos vendendo os móveis, a prata da casa, e achássemos que com este dinheiro a vida está boa, e que portanto estaríamos administrando bem a nossa casa. Estamos destruindo o solo, a água, a vida nos mares, a cobertura vegetal, as reservas de petróleo, a cobertura de ozônio, o próprio clima, mas o que contabilizamos é apenas a taxa de crescimento”(p.123).

Tememos que, nossos descendentes, olhando para trás, acabem nos amaldiçoando: “vocês não pensaram nos seus filhos, netos e bisnetos; não souberam poupar e desenvolver um consumo sóbrio e frugal para que da Terra restasse algo de bom para nós, mas não só para nós, mas também para todos os seres vivos que precisam daquilo que nós precisamos”? Isso nos faz lembrar as palavras do indígena Seatle:”Se todos os animais se acabassem, o ser humano morreria de solidão de espírito, porque tudo o que acontece  aos animais, logo acontecerá também com o ser humano pois, tudo está inter-relacionado.” por Leonardo Boff

Ctba, 14/ago/17
Maria Prybicz 

sábado, 5 de agosto de 2017

E

OS MODERNOS E ANTI-ECONÔMICOS EQUITATIVOS, ALI BABÁS E OS 40 LADRÕES!

As classes oligárquicas (Jessé Souza, ex-presidente exonerado do IPEA pelo atual Presidente) nos dá o número exato:71.440 de super milionários, cuja renda mensal, geralmente pela financeirização da economia, alcança 600 mil reais por mês, nunca aceitarem que alguém vindo do andar de baixo e representante dos sobreviventes da histórica tribulação dos filhos e filhas da pobreza, chegasse a ocupar o centro do poder. Ficaram assustadas com a presença deles nos aeroportos e nos shoppings centers, lugares de sua exclusividade. Deviam ser devolvidos ao lugar de onde nunca deveriam ter saído: a periferia e a favela. Não apenas os querem distantes de seus espaços. Vão mais longe: odeiam-nos, humilham-nos e difundem este desumano sentimento por todos os meios. Não é povo que odeia,  confirma-o Jessé Souza, mas esses endinheirados que  os exploram e com tristeza e por obrigação legal lhes pagam os miseráveis salários. Por que pagar, sem sempre trabalharam de graça como antigamente?

Desta vez, o palácio do Planalto se transformou no covil-mor do grande Ali-Babá que a céu aberto distribuía benesses, prometia subsídios aos milhões ou mesmo oferecia outros benefícios para comprar votos a seu favor.  Só esse fato mereceria uma investigação de corrupção aberta e escandalosa aos olhos dos que guardam um mínimo de ética e de decência, especialmente de gente do povo que ficou profundamente estarrecida e envergonhada.

Historiadores do nível de José Honório Rodrigues, entre outros, têm mostrado que sempre que os descendentes e atualizadores da Casa Grande percebem que políticas sociais transformadoras das condições de vida dos pobres e marginalizados, dão um golpe de estado por medo de perderem o nível escandaloso de sua acumulação, considerada uma das mais altas do mundo. Não defendem direitos para todos, mas privilégios de alguns, quer dizer, deles. O atual golpe obedece à mesma lógica.

Há muito desalento e tristeza no país. Mas este padecimento não será em vão. É uma noite que nos vai trazer uma aurora de esperança de que vamos ultrapassar essa crise rumo a uma sociedade, no dizer de Paulo Freire, “menos malvada” e onde “não seja tão difícil o amor”. Por Leonardo Boff

Ctba, 05/ago/17
Maria Prybicz

sábado, 29 de julho de 2017

IRREVERSIBILIDADE NATURAL E AMBIENTAL

“Esta convicção não pode ser desvalorizada como romantismo irracional, pois influi nas opções que determinam o nosso comportamento. Se nos aproximarmos da natureza e do meio ambiente sem esta abertura para a admiração e o encanto, se deixarmos de falar a língua da fraternidade e da beleza na nossa relação com o mundo, então as nossas atitudes serão as do dominador, do consumidor ou de um mero explorador dos recursos naturais, incapaz de pôr um limite aos seus interesses imediatos. Pelo contrário, se nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe, então brotarão de modo espontâneo a sobriedade e a solicitude.” (Papa Francisco, 2015, §11).

O capitalismo selvagem está ameaçando o sistema ecológico mundial! No Brasil indo contramão do sucesso imediato com relação a floresta amazônica, juntamente com todos os recursos naturais que impressionantemente ricos se desperdiça constantemente!

O meio ambiente está sendo saturado com os dejetos industriais, com efeitos irreversíveis para recuperação que a natureza ainda preserva mas, sofre e gera desastres atingindo toda flora e fauna existentes!

Não podemos mais nos permitir tamanha irresponsabilidade, o mundo pede reflexões sobre o humanismo! O consumo exagerado não deve continuar! O que está sobrando é somente lixo reciclável! E aí eu pergunto é justo isto? Existe um meio termo? A nossa pequenez nos impele para muitas atitudes desconexas, diferentes daquelas pregadas pelo cristianismo que deveriam estar tão presentes em nossas vidas!

Ctba, 29/jul/17
Maria Prybicz 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O caminhar

Caminhando, caminhando...
Minha melhor opção;
Caminhando, caminhando...
Para aliviar a tensão;
Caminhando, caminhando...
Faço minha meditação;
Caminhando, caminhando...
Vou fazendo oração;
Caminhando, caminhando...
Conservo o meu coração;
Caminhando, caminhando...
Obtenho muito mais inspiração;

Maria Prybicz

terça-feira, 20 de junho de 2017

  1. Tive o conhecimento que alguém deve fazer alguma coisa para salvar os oceanos sobretudo, o nosso planeta que está doente e precisa de cuidados não somente materiais mas, também espirituais e éticos, a filosofia do momento é querer ter e não ser!
Estou certa em que não vamos consertar o mundo mas, podemos melhorar e muito! 
              
Ctba,20/jun/17
Maria Prybicz


quinta-feira, 8 de junho de 2017

SETE PECADOS SOCIAIS:

"Política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade e culto sem sacrifício."
Mahatma Gandhi
"Na sua busca por acelerar a riqueza, as pessoas dispõem-se a fazer o que não é ético, o que é imoral ou ilegal para adquirir mais" (Steven K. Scott)

sábado, 27 de maio de 2017

Eddie Vedder & Beyoncé - Redemption Song (Legendado)

É, redenção é o que precisamos efetivamente!



quarta-feira, 10 de maio de 2017

REDISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL, CONTROLANDO A DESIGUALDADE!

O sonho de todos os pais é que os filhos tenham uma vida melhor do que a deles. Essa ideia de superação é também a base fundamental: se alguém o busca e trabalha duro, acabará triunfando. No entanto, os dados revelam agora que desde os anos sessenta do século passado é cada vez menor o número de trabalhadores do Brasil e do mundo que acaba ganhando mais que seus pais. Os autores do estudo afirmam que somente uma redistribuição da riqueza poderia fazer reviver o american dream, sonho este que influencia outras nações, como o Brasil.

Os economistas chamam isso de absolute income mobility (algo como mobilidade absoluta por meio da renda) e se referem assim à proporção de filhos que acabam ganhando mais que os pais na mesma idade deles. É uma das formas mais confiáveis de medir a mobilidade social para cima e o quanto é real a igualdade de oportunidades. Embora faça parte da identidade e da crença da sociedade norte-americana, poucas vezes houve ocasião de medir quanto há de verdade e de mito nisso. É o que fez agora um grupo de sociólogos e economistas de três das universidades mais prestigiadas dos EUA: Harvard, Berkeley e Stanford.

"O que vemos é que por volta de 90% das crianças nascidas nos EUA em meados do século passado acabaram ganhando mais do que os pais, o que acreditamos seja um elemento importante do sonho americano”, diz o sociólogo da Universidade Harvard e coautor do estudo Robert Manduca. No entanto, este porcentual diminuiu a cerca de apenas 50% entre os nascidos mais recentemente”, acrescenta este pesquisador especializado em renda.

"Houve duas grandes mudanças na economia nos últimos 40 anos que provavelmente influenciaram nesse declínio”, comenta Manduca. “Primeiro, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mais lento do que vinha sendo, o que significa que o bolo da economia não cresce tão rápido como antes. Segundo, há muito mais desigualdade na renda do que havia em meados do século XX, o que significa que os ricos levam para casa uma parte muito maior da renda total do que antes”, explica.

Para confirmar seus argumentos, os pesquisadores simularam o que teria acontecido com os nascidos em 1980 em dois cenários: por um lado, em um entorno econômico dinâmico, com um crescimento do PIB anual de 2,5% desde então. De outro, uma simulação com o crescimento real do PIB (1,5% anualizado nas três últimas décadas), mas com o bolo distribuído como estava em 1940. Sua conclusão é que seria preciso haver um aumento do PIB de 6,4% ao ano para chegar a 80% de filhos que ganhassem mais que seus pais. Mas se a riqueza nacional fosse repartida na mesma proporção em que estava nos anos quarenta, mesmo com o ritmo de crescimento do PIB atual o número de filhos que ganhariam mais que os pais se aproximaria de 90%.

Fonte:El País
Ctba, 10/mai/17
Maria Prybicz

terça-feira, 2 de maio de 2017

PASSANDO FERIADOS NA PRAIA PARA EVITAR O FRIO DE CURITIBA!

É, analisando todo o acontecido e o nervosismo que passei com R... custou um pouco mais de stress...

Ele fala que é como amigo que me considera!

Aceito, porque espero que passe esse amor que às vezes acho que não combina comigo!

Pois bem, veremos com o tempo o que pode acontecer!

Tenho vontade de romper tudo, inclusive a amizade!

Ctba, 02/mai/17

Maria Prybicz

quarta-feira, 26 de abril de 2017

ECONOMIA EM DISCUSSÃO E INTEGRAÇÃO COM EMPRESAS DE CONTEÚDO LOCAL!

Isto nos leva a uma digressão teórica, recolhendo ensinamentos de um dos mais lúcidos e criativos  estudiosos do Brasil, o economista maranhense Ignácio Rangel, que no artigo "A conceituação de empresa nacional" (FSP 23/04/1988) nos explica que o caráter nacional de uma empresa não é definido pela "cidadania dos seus proprietários", mas sim, verificando-se se em que "medida a empresa integra a economia nacional, por trás e para diante, isto é, através dos seus insumos e dos seus produtos". 

Com sua admirável acuidade, das mais fecundas do Brasil, Ignácio Rangel observa que "é essencialmente a moeda que marca os limites da economia nacional", por isso que, "em primeiro lugar, trata-se de saber em que moeda a empresa incorre em seus custos e aufere sua receita", terminando por asseverar que "pode haver, assim, empresas pertencentes a brasileiros que não sejam empresas nacionais; e empresas pertencentes a estrangeiros que de tal modo se integrem em nosso universo econômico nacional que não se justifique trata-Ias senão como empresas nacionais". E Ignácio Rangel era marxista.

Observa-se que nem todos pensam em aderir com os conteúdos locais! Em benefícios das nossas indústrias se faz muito necessário!

Na audiência referida, viu-se isto: algumas empresas, de capital originalmente  estrangeiro, batalhando pelo conteúdo local, para favorecer a indústria nacional; e a nossa Petrobras, no contexto da nova política em vigor, liderando a corrente contrária.  

Mas, as dificuldades na aplicação da política de conteúdo local (PCL) não são de agora. Em 2014, a Petrobras foi responsável por 42% das multas por não cumpri-la. Dificilmente pode-se  desenvolver um setor chave da economia, constrangendo permanentemente as grandes empresas da área, as petroleiras, a Petrobras em primeiro lugar. Há que se encontrar um meio de integrá-las no empreendimento.

Observadas as condições de conteúdo local, muitas empresas serão beneficiadas e muito empregos aqui no Brasil serão gerados!

Fonte:JB

Ctba,26/abr/17
Maria Prybicz

quarta-feira, 12 de abril de 2017

ENGANANDO O CÉREBRO!

É, quis enganar o meu cérebro e não deu certo!

Coisa boa não se substitui com coisa similar, por mais, que meu cérebro tente, e eu faça uma força maior que posso, o cérebro não aceita a substituição!

Portanto, partimos novamente da estaca zero, um novo recomeço, coisa que talvez aceitemos novo relacionamento!

Bye, bye, R...

Ctba, 12/abr/17 

terça-feira, 28 de março de 2017

Ah! Viagem a Matinhos e Guaratuba!

Foi boa, encontramos pessoas legais, solidárias e hospitaleiras!

O baile que fomos tinha de um tudo! Se bem que, o poder aquisitivo era do médio para alto! A música muito boa, vanerão e outras!

A volta foi tranquila apesar de alguma discussões com Roberto! Ele tem um gênio muito forte, foi treinado como sargento e isto não dele de jeito nenhum! Agora, eu como uma profissão interfere nos relacionamentos, "puxa vida"!

É, ele é amável quando quer, ou seja, quando está bem de saúde como ele mesmo diz! Paciência, paciência que teremos que ter (infinita).

Ctba, 28/mar/16

Maria Prybicz






quinta-feira, 23 de março de 2017

ECONOMIA E BRASIL EM XEQUE! LAMENTAVELMENTE!


Lamentável o que ocorre com a nossa economia! Alguns irresponsáveis, bem como, o congresso, os políticos, os senhores congressistas em geral para num "piscar de olhos" fazer estragos deste tamanho, já que não mediram o extensão das palavras! 

As palavras tem força, que ingênuos esses da Polícia Federal em pensar que não haveria consequência, ou se foi de caso pensado que para estragar ainda mais os problemas que já são muitos na economia e na política como um todo! Pasmem senhores, os estragos que fizeram, irremediavelmente sem recuperação em curto espaço de tempo!    

Todas essas ações têm nome. E o nome disso é política. É o que fazem os procuradores quando dão coletivas em off; é o que faz Moro quando apela diretamente à população; é o que faz a Polícia Federal quando, com impressionante irresponsabilidade, desfaçatez, ligeireza, falta de elementos e estupidez técnica, demoniza a carne brasileira, cuja excelência é reconhecida mundo afora.
Todos querem fazer história
Há uma evidente sede de protagonismo dessas forças. Não se contentam com o seu papel institucional, que, obviamente, pode, sim, dar conta do recado, combater a corrupção, prender os corruptos. A propósito: a única força no Brasil que hoje promove a impunidade é a Lava Jato, dadas as penas ridículas que aplicam aos delatores. Notórios bandidos estão sendo, de fato, literalmente premiados. Os abusos sem contenção nem punição da Lava Jato conduzem a outros tantos.
Não senhores! O espetáculo grotesco da Polícia Federal na sexta não surgiu do nada. Sob o pretexto de combater bandidos, só pode fazer aquela patuscada quem aposta na impunidade. A mesma impunidade que protege os procuradores-vazadores. Todos esses entes, incluindo setores do Judiciário, estão convencidos de que o país não precisa de políticos e da política.
Querem saber? Entreguemos o Brasil aos porras-loucas do MPF, da PF e do Judiciário, e, em dez anos, seremos um Haiti de dimensões continentais. (Reinaldo de Azevedo).
Ctba, 23/mar/17
Maria Prybicz

terça-feira, 21 de março de 2017

Morara na praia!

Considerando que o clima é melhor, ou seja, menos frio, poderia morar em Guaratuba por um tempo!

Desde que tenha internet para poder se comunicar com os todos amigos e amigas, inclusive os parentes: irmã e irmão; filho e nora!

Gostaria de pegar outros ares, fazer novas amizades!

Espero que dê certo com o Roberto, my friend!

Ctba, 21/mar/17

Maria Prybicz

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

OS NOSSOS VELHINHOS!
Então, temos que dar oportunidade para as pessoas mais velhas que chegam facilmente aos 60, 65, 75 anos e estão em plena capacidade física e intelectual!

Conheço diversas pessoas que estão na melhor idade e reconhecem a sua aptidão ainda, apesar da idade entre 60 e 80 anos.

Gostaria de ver as empresas optarem continuamente com os nossos da melhor idade! São pessoa que detem conhecimento ao longo das décadas e não deixam a desejar com os mais jovens!
Ctba, 24/fev/17
Maria Madalena Prybicz

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O AMIGO R...

Ah o amigo R..., parecido com o outro e amigo e amor RL.
Ah, estranho como surgiu quase que do nada estre amigo que é tambem vizinho, o qual mora apenas um ano mais ou menos no condomínio que mora há quase 35 anos!

Fui duas vezes no apartamento dele e ele veio duas vezes no meu! Acho bacana demais mas, não me iludo com nada, somos apenas bons amigo, ainda bem, embora, estivesse pensando em coisa mais séria como por exemplo morarmos juntos e/ou casarmos.

Será que é prematura pensar nisso! Não sei, agora, hoje está viajando para Espírito Santo, onde mora uma irmã dele! Dez dias ficará lá e quando voltar, ora, não sei, gostaria de ser algo que desse mais esperança em meu coração! Estou certamente a perigo, digo, perigo porque certamente irei amar!

Então, novamente estarei escrevendo sobre isto daqui a dez dias!

Ctba, 19/fev/17

Maria Prybicz


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

OPUS DEI E/OU OBRA DE DEUS!

Amor à liberdade



Os fiéis do Opus Dei são cidadãos que gozam dos mesmos direitos e estão sujeitos às mesmas obrigações que os outros cidadãos, seus iguais. Nas suas atuações profissionais, familiares, políticas, econômicas, culturais etc., agem com liberdade e com responsabilidade pessoal, sem pretender envolver a Igreja ou o Opus Dei nas suas decisões, nem apresentá-las como as únicas congruentes com a fé. É a isto que leva o respeito à liberdade e às opiniões alheias.

Unidade de vida

A "unidade de vida" é outro alicerce nos ensinamentos do fundador do Opus Dei. De acordo com sua mensagem, um cristão não deve procurar Deus apenas na igreja, mas também nas menores atividades ou ocupações de sua vida. Deixar de ser cristão quando se sai do templo, como quem tira um chapéu ao entrar num restaurante, é ter "vida dupla".

Sobre a "unidade de vida" ensinou São Josemaria: Não meus filhos! Não podemos levar uma vida dupla, não podemos ser esquizofrênicos, se queremos ser cristãos: existe apenas uma vida, feita de carne e de espírito, e é esta vida que deve ser, na alma e no corpo, santa e cheia de Deus: este Deus invisível encontramo-lO nas coisas mais visíveis e materiais. Não há outro caminho, meus filhos: ou somos capazes de encontrar o Senhor na nossa vida ordinária, ou nunca O encontraremos.
Ctba, 24/jan/17
Maria Prybicz


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O DESEMPREGO É CAUSADO PELA MUDANÇA NOS EMPREGOS E/OU NOVAS TECNOLOGIAS!
O presidente da China, Xi Jinping, defendeu vigorosamente a globalização e a abertura de mercados na primeira sessão plenária da reunião do Fórum Econômico Mundial. Reafirmou o compromisso chinês com a integração internacional por meio das trocas e do investimento. Qualificou como um acerto o ingresso de seu país na Organização Mundial do Comércio (OMC). A China, afirmou, cumprirá o Acordo de Paris sobre o clima e cumprirá todos os compromissos internacionais.
Pouco antes, num discurso de boas vindas aos participantes, a presidente da Federação Suíça, Doris Leuthard, havia alertado sobre os perigos do nacionalismo, do protecionismo e dos novos extremismos políticos.
Foram dois pronunciamentos consecutivos contra bandeiras sustentadas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, mas sem menção a seu nome.
Não se pode, sustentou o presidente chinês, atribuir todos os males contemporâneos - como a crise dos milhões de refugiados - à globalização. As novas formas de produção e de comércio também geram, admitiu, novos desafios, mas é preciso enfrentá-los. Não se deve retornar à praia diante de qualquer tormenta e quem o fizer acabará destruído. É preciso, propôs Xi Jinping, mudar os motores do crescimento, valorizando a inovação, abrir oportunidades para todos e buscar novas formas de governança do mundo globalizado.
O crescimento econômico chinês é um produto, insistiu, da abertura econômica iniciada há 38 anos e da busca da integração no mercado internacional. Xi Jinping falou como um liberal, ao defender um regime de incentivo ao empreendimento e de recompensa dos esforços, mas em nenhum momento se referiu ao regime político ainda vigente em seu país.
 Anthony Scaramucci. Os Estados Unidos, argumentou, ajudaram a Europa a se recobrar da Segunda Guerra Mundial, com o Plano Marshall, e participaram de acordos comerciais assimétricos, projetados para ajudar seus parceiros. O comércio internacional, segundo ele, custou o fechamento de fábricas americanas, desemprego e empobrecimento de trabalhadores. O presidente Trump, insistiu, apenas pretende um comércio mais equilibrado, com menos assimetrias.
Em nenhum momento Scaramucci mencionou a criação de empregos durante 75 meses consecutivos - mais de seis anos - nem a atual taxa de desocupação dos Estados Unidos, inferior a 5% e uma das mais baixas do mundo.
O secretário de Estado John Kerry entrou no debate horas depois, em outra apresentação, e contestou o vínculo entre comércio externo e demissões. Segundo ele, a mudança tecnológica é a causa principal de 85% do desemprego nos Estados Unidos. Boa parte de sua fala foi um balanço da ação diplomática do governo Obama, com críticas ocasionais ao presidente eleito. Mencionou o entendimento entre Estados Unidos e China como um fator fundamental para o Acordo de Paris sobre o clima, um compromisso contestado por Trump. Citou também a posição uniforme de governos democratas e republicanos contra assentamentos israelenses em território palestino. A mudança de posição anunciada pelo futuro presidente, comentou, põe em xeque a credibilidade americana.
Três dias antes de chegar à Casa Branca, o presidente eleito Donald Trump foi um dos temas principais, em menções diretas e indiretas, do Fórum de Davos. As incertezas políticas e novo nacionalismo continuariam, no entanto, na pauta do encontro. A agenda ainda previa, para outro dia, a presença da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, para falar sobre a negociação do Brexit, o abandono da União Europeia decidido no ano passado em plebiscito. Scaramucci reiterou ontem a simpatia pelo Brexit manifestada mais de uma vez por Donald Trump. 
Fonte: Estadão
Ctba, 17/jan/17
Maria Prybicz

MAIS CONTEÚDO SOBRE:

Mandai-me os sem abrigo, os arremessados pelas tempestades,
Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado."
O Novo Colosso[4]
Não como o gigante bronzeado de grega fama,
Com pernas abertas e conquistadoras a abarcar a terra
Aqui nos nossos portões banhados pelo mar e dourados pelo sol, se erguerá
Uma mulher poderosa, com uma tocha cuja chama
É o relâmpago aprisionado e seu nome
Mãe dos Exílios. Do farol de sua mão
Brilha um acolhedor abraço universal; Os seus suaves olhos
Comandam o porto unido por pontes que enquadram cidades gémeas.
"Mantenham antigas terras sua pompa histórica!" grita ela
Com lábios silenciosos "Dai-me os seus fatigados, os seus pobres,
As suas massas encurraladas ansiosas por respirar liberdade
O miserável refugo das suas costas apinhadas.
Mandai-me os sem abrigo, os arremessados pelas tempestades,
Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado."
Emma Lazarus, 1883
Fonte: Wikpédia
Ctba, 17/jan/17
Maria Prybicz


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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.