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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

PARA ALCANÇARMOS A FELICIDADE!
 
Nosso corpo é sagrado, o invólucro de que se reveste nossa essência. E, a rigor, trata-se do único bem material que possuímos de maneira efetiva. Todos as coisas que acumulamos são acessórias e acidentais: podem até nos proporcionar momentos de intensa alegria, mas não satisfazem nossa indigência espiritual. A felicidade que almejamos ultrapassa as necessidades comezinhas, embora não as despreze, pois apenas um corpo saudável, física e intelectualmente, resiste para subsistir no tempo, quando nos transformamos em memória. E se nosso corpo é sagrado, todos os corpos que nos cercam também o são. 
Por Luiz Ruffato
Ctba, 31/dez/14
Maria Prybicz
 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

PARA SERMOS FELIZES!

- Vamos zerar tudo: mágoas, ressentimentos, ofensas e vamos ser felizes em 2015!

Ctba, 29/dez/14
Maria Prybicz
 

domingo, 28 de dezembro de 2014

Mumuzinho - Já Faz Tempo


sábado, 27 de dezembro de 2014


"Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos,estes decidirão de quem serão as outras propriedades" (Benjamin Franklin).

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O PAPA ENTENDE DE ECONOMIA E BEM-ESTAR DE UM PAÍS!

Os indivíduos acham que são “imortais, indispensáveis e imunes”. O remédio que receitou para estes pecados de arrogância é uma visita aos cemitérios, onde suas eminências poderão ver o que resta de muitos que também acreditavam ser imortais.
 
 A indiferença, a ganância pelos bens materiais, as atitudes mundanas, o exibicionismo, os ciúmes e até as fofocas afetam os cardeais que, com frequência, segundo o Papa, “se transformam em donos e se sentem superiores a todos, em vez de a serviço de todos”.
 
Duas doenças preocupam o pontífice: o Alzheimer do espírito, que afeta aqueles que se esqueceram do evangelho e estão apenas preocupados com seus “desejos, caprichos e manias”; e a “esquizofrenia” dos que têm uma vida pública e burocrática no Vaticano e outra paralela “escondida e frequentemente dissoluta.”
 
O Papa exerce também o papel de bom chefe que dá sábios conselhos à sua equipe. O primeiro, descansar. O trabalho excessivo, o estresse e a agitação impedem a meditação e sossego necessários.
 
Sendo ele como é —jovial e alegre— se entende que esteja preocupado em ver a Cúria com tantas “caras fúnebres”, cinzas, e que o culto à funcionalidade e o planejamento excessivo afoguem a criatividade e o frescor.
 
Não vai ser fácil ao pontífice mudar uma cultura tão arraigada. Mas ele persiste, incansável, porque “uma Cúria que não seja autocrítica e não tente melhorar é um corpo doente”. E sabe que a melhor forma de fazer isso é dando o exemplo.( Papa Francisco).
Ctba, 24/dez/14
Maria Prybicz
 
ESCRITOR JAVIER MARÍAS - QUALQUER SEMELHANÇA, É MERA COINCIDÊNCIA!
 
- Isso é uma desgraça, mas em parte acontece porque às vezes foi assim.
 
Tenho 63 anos e acredito que tenho certa capacidade de detectar coisas em um texto.
 
Às vezes leio uma frase em um romance e digo: isto não vai a lugar nenhum.
 
 Talvez seja injusto(a), mas é o defeito de envelhecer, que torna a pessoa mais ressabiada.
 
Isso se nota nas críticas. Às vezes nota que o crítico gostou mais do que está dizendo.
 
E o contrário. Às vezes os elogios são afetados.
 
Muitos críticos utilizaram seu poderzinho para não serem de todo sinceros. (Javier Rodríguez Marcos) - Javier Marías!
 
Ctba, 24/dez/14
Maria Prybicz
 

domingo, 21 de dezembro de 2014

 
 
 
Com meu filho no almoço do meu aniversário em 16 de novembro! 
 

Enfrentamento de provas cruciais! 
 
É preciso entender o significado do que dizia Furtado:
"Uma nação justa e soberana se constrói enfrentando suas provas cruciais."
(Celso Furtado)
Ctba, 21/dez/14
Maria Prybicz

sábado, 20 de dezembro de 2014


Autonomia não é algo que se possui, mas uma qualidade que se exerce.
Ctba, 20/dez/14
Maria Prybicz

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

PARCERIAS EM ALTA - BRASIL, CHILE, PERU E MÉXICO !
 
PPPs, ou parcerias público-privadas, estão na moAs da na América Latina, onde são cada vez mais usadas pelos Governos para tocar grandes obras de infraestrutura sem colocar suas finanças em risco.
Embora o conceito — a concessão de um projeto no qual o Estado não tem necessariamente compromisso de investimento — não seja novidade, ele ganhou relevância nos últimos anos na América Latina: em 2012 foi atingido o maior valor de participação do setor privado em projetos de infraestrutura da última década, com investimentos de 87 bilhões de dólares (225,5 bilhões de reais), cerca de 50% a mais do que no ano anterior.
Naquele ano, segundo dados compilados em um estudo do Banco Mundial, foram executados 78 novos projetos de infraestrutura em 12 países latino-americanos, encabeçados por Brasil, Chile e Peru, e principalmente em quatro setores: energia, transporte, telecomunicações e água e saneamento.
Segundo especialistas, as duas grandes vantagens das PPPs são, primeiro, mobilizar o financiamento privado para que os Governos não precisem usar seus recursos, às vezes escassos, em especial em épocas de turbulências econômicas; e, segundo, contar com o conhecimento e com a gestão administrativa e técnica do setor privado em projetos que antes eram geridos pelo setor público.
É por isso que os países da região aprovaram uma série de leis, adaptadas a suas realidades econômicas, para estimular esse tipo de parceria, em que se designa um projeto para ser executado desde a criação até a entrada em funcionamento.
 “É claramente um fenômeno regional, e há um claro interesse dos países em explorar essa via”, diz Richard Cabello, gerente para a América Latina da unidade de PPPs da Corporação Financeira Internacional, órgão do Banco Mundial com foco no setor privado. “Em termos de atividade, estão no grupo avançado Chile, Peru, Colômbia, México e Brasil, que já têm leis aprovadas e criaram instituições para desenvolver PPPs, sendo os que atraem o maior número de investidores internacionais.”
Mas há outros países que já percebem as vantagens competitivas dessas parcerias. Honduras, El Salvador e Guatemala aprovaram recentemente leis para desenvolver PPPs, enquanto Uruguai e Paraguai se empenham de identificar oportunidades, assim como alguns países do Caribe.
Onde investir?
A América Latina enfrenta a uma desaceleração econômica após uma década de bonança, a qual contribuiu para um crescimento histórico da sua classe média. O desafio agora é como se preparar para atender à maior demanda dos latino-americanos por serviços públicos, o que significa construir grandes obras de infraestrutura, como rodovias, aquedutos e centrais elétricas.
Segundo Cabello, a existência de PPPs em funcionamento pode ajudar a contrabalançar a desaceleração, ao atrair investimentos privados por intermédio de consórcios entre empresas estrangeiras e nacionais, onde quem chega de fora oferece sua experiência técnica, enquanto o nativo entra com o conhecimento local. “Se for possível estruturar um programa do PPPs, em vez de se avançar projeto a projeto, haverá condições de atrair um investimento maciço, tanto nacional como estrangeiro, o que serve para mobilizar a construção e gerar empregos, além de atrair recursos”, afirma.
Pois não se trata apenas de construir estradas e pontes. Brasil e Colômbia, por exemplo, estão desenvolvendo portos e redes ferroviárias em grande escala, com a intenção de oferecê-los em concessão a empresas privadas — algo que ocorre também no caso de alguns aeroportos.
No setor energético, os grandes oleodutos e gasodutos, assim como as usinas termoelétricas, continuam atraindo o interesse dos investidores. O México é um claro exemplo, já que precisa de vultosos recursos para colocar em prática os ambiciosos planos previstos na sua atual reforma energética.
Mas, além das grandes infraestruturas, há outros setores que estão acenando para a participação privada: educação e saúde. Este último é o que está gerando mais movimentação, com a construção de hospitais e de outras instalações sanitárias no México e no Brasil. No Peru está bastante ativo um esquema no qual a construção e a manutenção da infraestrutura e alguns serviços básicos ficam por conta do setor privado, mas o atendimento médico continua sendo controlado pelo Estado.
Mas também há situações em que o próprio atendimento médico é privado, como acontece no Estado brasileiro da Bahia. Lá, a construção dos edifícios foi pública, mas o equipamento e os serviços médicos estão em mãos particulares, mantendo-se no entanto o atendimento gratuito para a população.
Atrair mais financiamento
Os principais financiadores dos projetos desenvolvidos através das PPPs foram os bancos. Entretanto, depois da crise os empréstimos bancários de longo prazo se tornaram mais caros e difíceis de obter, ampliando a relevância de outras fontes de financiamento: os fundos de pensões. Eles investem um grande volume de recursos em longo prazo no mercado de capitais, para assim cumprirem suas obrigações de longa duração.
Daniel Pulido, especialista em transporte do Banco Mundial, comenta que os fundos de pensões cresceram significativamente e, num contexto de juros baixos, intensificaram a busca por oportunidades de investimento que lhes permitam diversificar seu patrimônio e aumentar a rentabilidade com um risco aceitável.
Em resposta a essa conjuntura, “o que se está tentando fazer é desenhar produtos para que os fundos de pensões se sintam cômodos investindo diretamente nesses projetos, aumentando assim a oferta de financiamento de longo prazo e reduzindo seu custo”, afirma.
No passado, o Chile conseguiu que os fundos de pensões investissem um volume importante de recursos em PPPs, reduzindo seu risco com garantias financeiras oferecidas por seguradoras de títulos financeiros. Esta já não é mais uma opção, pois tais seguradoras praticamente desapareceram depois da crise financeira global. Entretanto, hoje estão sendo desenvolvidos outros instrumentos para tornar os financiamentos de infraestrutura mais atraentes para o mercado de capitais. A Colômbia está trabalhando em um modelo de bônus de infraestrutura que incorporaria garantias parciais de risco, ao passo que o Governo brasileiro instituiu uma isenção de impostos para os investidores internacionais que financiem projetos prioritários, por intermédio de títulos emitidos nos mercados de capitais.
María José González é editora on-line do Banco Mundial.
Fonte: El País
Ctba, 19/dez/14
Maria Prybicz
 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Today - New day, new life!
Feeling good,
Good morning!
 
Ctba, 18/dez/14
Maria Prybicz

sábado, 13 de dezembro de 2014

FEELING GOOD - Nina Simone | Tradução | Legendado em PT-BR


SUSTENTABILIDADE - PALESTRAS NO ISAE /FGV -  FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS!
 
Com objetivo de aprofundar maiores conhecimentos e práticas na implantação de projetos voltados à sustentabilidade corporativa, educacional, profissional e empresarial, foram efetivadas várias palestras relativas ao tema, patrocinadas pela COPEL e ITAIPU BINACIONAL e outros!
 
Importante esclarecer que a busca pela sustentabilidade em todos os processos na atualidade e principalmente no contexto mundial que ora se apresenta, reiteramos a necessidade cada vez mais de adequação com uma estratégia voltada para governança e sustentabilidade, os quais são uma exigência social, com imprescindíveis políticas econômicas e públicas efetivamente que deverão realizar-se pelas empresas e sociedade brasileira e estrangeira em geral!
 
Com relação a parte educacional, reiterar as necessidades de alterar os currículos das faculdades e/ou universidades em prol de beneficiar e colocar uma substância cultural nos nossos jovens educandos e/ou estudantes com objetivo de dar continuidade de futuro dos nossos ecossistemas, biomas, faunas e floras!
"É para a ciência e com a ciência que nos desenvolvemos!"
 
Fonte: ISAE
Ctba, 13/dez/14
Maria Prybicz

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

MEIO AMBIENTE - SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA!

 Utilizar as cidades como plataforma de um mundo sustentável
 
As cidades são os motores do crescimento econômico — representam 80% do PIB mundial — mas também consomem dois terços da energia do planeta e respondem por 70% das emissões de gases de efeito estufa.
 
Devido a esses números, parece evidente que as cidades são essenciais para abordar o problema da mudança climática. O ideal de cidade que se planeja — ainda muito distante da realidade — é o seguinte: núcleos urbanos com baixas emissões de carbono e pouca contaminação, com amplo uso de energias limpas, e que sejam inclusivos, economicamente competitivos e que coloquem os cidadãos e seu bem-estar no centro da ação. De volta à realidade, atualmente apenas 2% das cidades de todo o mundo têm planos de ação climática.
 
Paralelamente, só na América Latina 29 milhões de pessoas moram em cidades costeiras vulneráveis ao aumento do nível do mar e ciclones tropicais (ambos fenômenos estão propensos a aumentar em um mundo mais aquecido). Isso torna imprescindível uma maior quantidade de fundos para criar infraestruturas mais seguras e adaptadas, sistemas mais eficazes de monitoramento do clima e melhores serviços para as populações mais afetadas.
 
De todas as formas, o impulso mundial está crescendo: na Cúpula do Clima da ONU, vários organismos internacionais concretizaram uma aliança de financiamento climático para estimular os investimentos em infraestrutura urbana que respeite o meio ambiente.
 
Criar mecanismos para desenvolver energias mais limpas e eficientes
 
Os temas do setor de energia que estão sobre a mesa em Lima são os seguintes: quais são as medidas políticas mais eficientes para conter as emissões e expandir a eficiência energética, e como propiciar uma mudança generalizada em direção às energias renováveis.
 
A iniciativa global Energia Sustentável para Todos propõe três objetivos para 2030: acesso universal à eletricidade e combustíveis limpos para cozinhar; duplicar a porcentagem de energia proveniente de fontes renováveis (de 18% a 36%); e duplicar a taxa de melhora de eficiência energética. Oitenta e cinco países optaram por essa iniciativa, e muitos atores públicos, privados e não governamentais estão apoiando sua implementação.
Robert Valls é produtor on-line do Banco Mundial
Fonte: El País
Ctba, 11/dez/14
Maria Prybicz































sábado, 6 de dezembro de 2014


POR Thomas Piketty: 'Temos de taxar mais a renda e menos o consumo e os salários'      
 
As soluções que o professor vê para o Brasil não são diferentes do que para o resto do mundo. A taxação de renda na França, por exemplo, pode chegar a 75% para quem recebe mais de 1 milhão de euros por ano. No Brasil, a maior faixa do IR cobra 27,5%.

Isso significaria que o país poderia aumentar a arrecadação mesmo reduzindo impostos dos mais pobres, se criasse faixas superiores de cobrança. O problema da progressividade nos impostos também está na taxa cobrada sobre as heranças, segundo Piketty.

“A maior alíquota do Imposto de Renda no Brasil está em um patamar considerado baixo para os padrões mundiais, muito próxima da menor nos Estados Unidos. Precisa se criar uma faixa para quem ganha R$ 500 mil, R$ 600 mil, R$ 1 milhão por ano. Também tem o imposto sobre herança no Brasil, que é ridiculamente baixo. Na Alemanha, cobra-se 40%; nos Estados Unidos, cobra-se 40% e aqui, não passa de 4%. É preciso se discutir isso urgentemente”, finalizou.
Fonte: Carta Maior
Ctba, 06/dez/14
Maria Prybicz

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