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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

"INOVA BRASIL"

ECONOMIA PETROLÍFERA"

NOVAS TECNOLOGIAS ADOTADAS PELA PETROBRAS, INTERFEREM NA OBTENÇÃO DE NOVOS CONTRATOS E ATUAÇÃO NO GOLFO DO MÉXICO
- Petrobras informou na noite desta quarta-feira, dia 27, que exerceu o direito de preferência para a aquisição dos 50% de participação da Devon Energy Corporation (Devon) no campo de Cascade, localizado na parte americana do Golfo do México.
  Segundo nota da estatal brasileira, o direito de preferência constava do contrato de parceria em vigor firmado entre a Petrobras e a Devon e os contratos devem ser executados no prazo de até 60 dias. Com a operação, a companhia brasileira passará a deter 100% de participação no Campo de Cascade.
  O Campo de Cascade vem sendo desenvolvido em conjunto com o campo de Chinook, ambos operados pela Petrobras. Em Chinook, a empresa tem participação de 66,7% e atua em parceria com a Total S.A., que detém 33,3% da participação.
  Segundo a Petrobras, para o desenvolvimento conjunto dos campos de Cascade e Chinook a empresa já obteve a primeira licença para usar uma plataforma do tipo Floating Production, Storage and Offloading – FPSO para operar no Golfo do México. O FPSO BW Pioneer é esperado para entrar em operação em meados de 2010.
  Essa será a primeira vez que uma plataforma deste tipo opera no Golfo do México, área sujeita a furacões e vendavais. A utilização deste tipo de unidade permitirá que a estatal brasileira desenvolva um projeto elaborado para a área e que permite que a boca do poço seja fechada e a plataforma retirada da região sujeita a furacões e trazida de volta tão logo a tormenta passe – o que minimizará o tempo em que o campo ficará sem produzir.
Fonte: JB On Line
Ctba, 28/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"ECONOMIA E INVESTIMENTOS EM NOVAS TECNOLOGIAS"

APL’s COM A POLÍTICA NACIONAL
- O Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) está produzindo uma base de dados para evitar que as próximas iniciativas de apoio a Arranjos Produtivos Locais (APL’s) comecem do zero. De acordo com Marcos Otávio Prates, do Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP/APL’s), ligados ao MDIC, o governo está empenhado em vincular os APL’s à política industrial. “Na siderurgia, estamos estudando a condição técnica de funcionamento com mais carvão” exemplificou. Na construção civil, onde produtividade é baixa, Prates quer aplicar a chamada coordenação modular, que consiste na fabricação de materiais sob medida, ou seja, pré-fabricados, que agiliza a obra e evita desperdício.
  “A tendência da construção é transformar-se em um sistema de montagem, o que exige modernização de todo o parque produtivo nesse segmento. Vamos fazer APL’s para atingir esse objetivo”, disse, acrescentando que tal iniciativa depende de uma política pública nacional.
  Outro exemplo é o da Embrapa com relação aos caprinos. O Brasil importa 80% do que consome no segmento de ovinocaprinocultura. A Embrapa tem um estudo de toda a cadeia e os concorrentes para estabelecer uma política pública – demorou! Sobretudo, o Nordeste. “O desafio é conjugar políticas nacionais com intervenções regionais - locais.
Fonte: Revista Rumos – Economia e Desenvolvimento Os Novos Tempos.
Ctba, 27/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"ECONOMIA BRASILEIRA"

“DESAFIOS ECONÔMICOS”

- Pesquisas empíricas, ou seja, colocados em prática, mostram que provavelmente a redução de impostos é mais eficaz do que o investimento do governo para estimulação do crescimento do Produto Interno Bruto.
- A situação fiscal colocou aumento de impostos, cuja sociedade não suporta mais, portanto, exige-se um retraimento do poder de cobrança do Estado.
- Somente é necessária regulação dos mercados com a devida liberdade com relação à inovação que produz o desenvolvimento.
Ctba, 26/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

"PROJEÇÃO ECONÔMICA"

INDÚSTRIA REAGE EM 2010
-  Novas solicitações: incentivos a serem ofertados aos setores e aos empreendedores industriais!
- Após queda acumulada de 5,5% até novembro do ano passado, perspectiva é de alta nas contratações
- O ano de 2009 apresentou o pior quadro para o emprego industrial apurado pelo IBGE desde o início da série histórica da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário na Indústria (Pimes), cujos dados anuais são calculados desde 2002. Mas, segundo analistas, a perspectiva é de aceleração no ritmo de contratações em 2010. Com uma queda acumulada de 5,5% até novembro, o emprego no setor fechará o ano com um quadro muito pior do que o mais baixo resultado da série, de 2003 (-0,57%). Os dados finais do ano passado serão apresentados no dia 9 de fevereiro.
- Com a forte recuperação do setor industrial projetada para este ano – segundo o boletim Focus, a produção aumentará 8,3% –, a expectativa é que o emprego mostre resultados mais fortes, que já começaram a surgir em novembro do ano passado. Segundo os últimos dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a ocupação no setor aumentou 0,8% em novembro do ano passado ante outubro, no melhor resultado ante mês anterior desde março de 2004.
Análise
- O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, prevê a geração de dois milhões de empregos formais no Brasil em 2010. Mais comedido, o Ministério da Fazenda projeta 1,6 milhão de novas vagas com carteira assinada. De qualquer forma, o volume de postos de trabalho no mercado formal não vai ser suficiente para absorver o crescimento da ordem de 2,6 milhões de pessoas na População Economicamente Ativa (PEA), que estarão ingressando no mercado de trabalho à busca do seu primeiro emprego este ano.
- A diferença – que pode ser de 600 mil a um milhão em relação as projeções de Lupi e a do Ministério da Fazenda – será absorvida pelo mercado informal ou simplesmente engrossará o grupo dos sem emprego, na avaliação de analistas que não confirmam as previsões otimistas do governo. Para o especialista em mercado de trabalho e professor da Universidade de São Paulo, José Pastore, dois fatores são essenciais para alavancar a geração de empregos formais, especialmente os de melhor qualidade: a ampliação dos investimentos em setores de maior tecnologia e a melhoria na qualificação de mão de obra.
- Devendo-se querer atingir a meta do "PLENO EMPREGO -, O IDEAL BRASILEIRO".
Fonte: GP On Line.
Ctba, 26/jan/10
Prof.ª Mª M. Pryicz

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

“ECONOMIA ECOLOGICAMENTE CORRETA”

BRASKEM VIVE FASE DE OURO NO CONSUMO DE PLÁSTICOS
O PLÁSTICO
- Não se pode negar a importância dos plásticos em nosso cotidiano. O plástico é responsável por grandes avanços, e traz uma serie de benefícios indiscutíveis na sociedade moderna.
- Uma indústria que gera milhões de empregos e divisas para o nosso país, e que estão presentes em quase todos os setores da economia. Mas não se pode negar os problemas ambientais que as embalagens plásticas tem trazido ao mundo moderno, e nem negar a discussão ambiental em torno do tema. A maioria dos plásticos é reciclável e a sua reciclagem representa alem de uma atividade ecologicamente correta um incremento na economia.
 A química do carbono
- Todos os plásticos são feitos de carbono. O plástico artificial contém carbono derivado de petróleo, enquanto os biopolímeros ou bioplásticos contêm carbono derivado de materiais naturais. O carbono é essencial por ter uma capacidade exclusiva de combinar consigo mesmo de diversas maneiras. O carbono pode fazer laços covalentes únicos, duplos ou triplos consigo mesmo (os elétrons são compartilhados entre dois átomos). Os átomos de carbonos em compostos possuem quatro ligações ao seu redor. Os átomos de carbono podem combinar em cadeias lineares, ramificadas ou anéis (estruturas com anéis múltiplos). Geralmente, o carbono combina com hidrogênio e átomos de oxigênio, mas também pode formar ligações com outros átomos, como nitrogênio, fósforo e cloro. Os compostos de carbono podem ser moléculas pequenas e simples como o metano, ou grandes e complexas como as proteínas e os plásticos. Os átomos de carbono nos monômeros contendo carbono fazem ligações com outros átomos de carbono em outros monômeros de muitas maneiras para formar os plásticos. Os tipos de monômeros e as maneiras de organização conferem propriedades químicas diferentes aos diversos plásticos.
- O consumo de plástico, um dos símbolos da sociedade americana, estagnou nos EUA desde meados dos anos 90. Mas o conselho do empresário serve para ilustrar o futuro promissor que a petroquímica Braskem, que adquiriu nesta sexta-feira a rival Quattor, viverá nos próximos anos.
- Apesar de enfrentar um ciclo de excesso de oferta mundial em virtude das novas fábricas que vão entrar em operação no Oriente Médio e na China, a Braskem deverá aproveitar uma fase de ouro de crescimento de inúmeros itens de plásticos em seu gigante mercado doméstico, protegido por uma tarifa de importação de 14%, avaliam especialistas.
- Com a perspectiva de crescimento da economia, com a inclusão de milhões no mercado de trabalho e a ascensão social de outros tantos milhões de brasileiros, a expectativa é que a demanda se expanda em grandes proporções nos próximos anos.
- "O crescimento será muito acelerado, principalmente nos próximos cinco anos quando as taxas do PIB deverão ficar entre 4% e 5%", opina a analista Solange Stumpf, da MaxiQuim, uma consultoria especializada no setor petroquímico e de plásticos. A empresa avalia que o consumo de plástico crescerá na proporção de 1,5 vezes acima do Produto Interno Bruto (PIB).
Potencial de crescimento
- Há espaço para o aumento do consumo. Os americanos consomem cerca de 100 quilos em média por ano. No Brasil, a demanda é ligeiramente acima de 20 quilos por habitante. "Mas não vamos multiplicar o nosso consumo por cinco vezes para alcançar o que acontece nos Estados Unidos", pondera Solange. - Ela avalia que duas forças poderão inibir o crescimento acelerado tal qual ocorreu nos EUA.
- A primeira é cultural: a economia americana se move pelo gigantismo do consumo, com milhões de pessoas ávidas por inúmeros produtos, muitos deles descartáveis como brinquedos, copos, embalagens e outras bugigangas. A outra, mais recente, é a preocupação ambiental quanto ao destino dos plásticos, em especial a vilã-mor: as sacolas de supermercados.
- Todo o cenário de consumo de plásticos, contudo, pode mudar. Petroquímicas como a Braskem possuem projetos para produzir resinas com fontes renováveis, como o etanol, além de defender avanços na reciclagem mecânica e o quase inédito projeto de reciclagem energética dos plásticos no País, pelo qual o produto é queimado para virar energia.
- "Não arrisco fazer projeções sobre o que virá depois de dez anos", diz ela.
- Deveremos responsabilizar mais, mas, muito mais, as grandes indústrias poluidoras!
Fonte: IG On Line; UOL; Portal Exame.
Ctba, 25/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

“ECONOMIA DINÂMICA”

CONGLOMERADOS ECONÔMICOS” – A UNIÃO FAZ A FORÇA E OS RESULTADOS
CONCENTRAÇÃO DE CAPITAL
- Em comunicado enviado ao mercado, a Unipar informou que serão descontados R$ 170 milhões da transação estimada em R$ 870 milhões. Isso porque a Unipar possui uma dívida com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quando foi formada a Quattor, em 2008.
- A Braskem vai adquirir 60% da Quattor. Os demais 40% que pertencem à Petrobras. Essas participações serão concentradas na nova Braskem, como vem sendo chamada a superpetroquímica brasileira, que será controlada pelo Odebrecht e Petrobras.
A economia brasileira na globalização
- Tríplice aliança – O ciclo do “milagre brasileiro” cristalizou um modelo industrial baseado em uma tríplice aliança, da qual faziam parte o capital estatal, os conglomerados transnacionais e o grande capital nacional. - O tripé conjugava os interesses dos oligopólios que lotearam o mercado brasileiro; as empresas transnacionais dominavam o setor de bens de consumo duráveis, o Estado atuava no setor de bens de produção, e o capital privado nacional estava presente, principalmente no setor de bens de consumo nãoduráveis. O Estado desempenhou funções estruturais na tríplice aliança. Ao longo do esforço industrial, do pós-guerra e, principalmente, nas duas décadas do regime militar, entre 1964 e 1984, as empresas estatais assumiram a hegemonia na siderurgia, na indústria química e petroquímica e na mineração. Algumas gigantes companhias de holding – como a Siderbrás, na siderurgia, a Embratel e a Telebrás, nas comunicações, e a Eletrobrás, na geração de energia – controlavam setores fundamentais para a modernização econômica do País. Produzindo bens intermediários, as estatais forneciam, a preços inferiores aos de mercado, os insumos e as matérias-primas consumidos pelas transnacionais e pelas grandes empresas nacionais.
Fonte: IG On Line; Desafio Geográfico; Suporte Educacional – Professor Paulo Brito.
Ctba, 22/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





terça-feira, 19 de janeiro de 2010

"OUTRAS CATÁSTROFES"

FOME NA UCRÂNIA – A PARTE QUE ME TOCA.

- Existe semelhança com Haiti? Sim mas, de outra forma, ou seja, provocada pela natureza, ou força dela!
- E tem relação com o Brasil? Com certeza que tem!
    Holodomor ou Golodomor (em ucraniano: Голодомор) é o nome atribuído à fome de carácter genocidário, que devastou principalmente o território da República Socialista Soviética da Ucrânia (integrada na URSS), durante os anos de 1932 - 1933. Este acontecimento — também conhecido por Grande Fome da Ucrânia — representou um dos mais trágicos capítulos da História da Ucrânia, devido ao enorme custo em vidas humanas. Apesar de esta fome ter igualmente afectado outras regiões da URSS, o termo Holodomor é aplicado especificamente aos factos ocorridos nos territórios com população de etnia ucraniana: a Ucrânia e a região de Kuban, no Cáucaso do Norte.
- Como tal, é por vezes designado de "Genocídio Ucraniano" ou "Holocausto Ucraniano", significando que essa tragédia seria resultante de uma ação deliberada de extermínio, desencadeada pelo regime soviético, visando especificamente o povo ucraniano, enquanto entidade socio-étnica.
- Existe um memorial em homenagem às vítimas do holomodor, em Kiev!
- Por outro lado, há um número cada vez maior de países que o reconhecem oficialmente como um ato de genocídio. O termo Holodomor deriva da expressão ucraniana 'Морити голодом' (moryty gholodom), tendo como raíz etimológica as palavras holod (fome) e moryty (matar através de privações, esfaimar), significando por isso "matar pela fome".
- O termo terá sido utilizado pela primeira vez pelo escritor Oleksa Musienko, num relatório apresentado à União dos Escritores Ucranianos de Kiev, em 1988.
- No quarto Sábado do mês de Novembro, a Ucrânia e as comunidades ucranianas implantadas em diversos países de acolhimento prestam homenagem às vítimas do Holodomor.
- Leia mais... no google...
Fonte: Google - Vikipédia
Ctba,19/jan/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

"INVESTIMENTOS NA ECONOMIA BRASILEIRA"

PREVISÃO OTIMISTA DA BOLSA DE VALORES PARA O ANO, CONSENSO ENTRE OS ANALISTAS

- Um consenso começa a se formar entre os analistas do mercado de renda variável no Brasil: se tudo permanecer com está, o Ibovespa poderá encerrar o ano nos 85.000 pontos, uma alta em torno de 24%. Como pontos positivos estão à previsão de ótimos resultados corporativos das empresas brasileiras e o crescimento da economia mundial.
- Entretanto os investidores devem ficar atentos às políticas monetárias dos países desenvolvidos. Uma retirada abrupta dos estímulos financeiros pode ocasionar uma nova recessão na economia mundial, alertou o FMI. Mesmo um aperto financeiro moderado, através de alta nas taxas de juros, pode balançar investidores mais conservadores a buscar a segurança de ativos financeiros nas economias desenvolvidas.
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 19/jan/09
Prof.ª Mª M. Prybicz





domingo, 17 de janeiro de 2010

"ECONOMIA NACIONAL"

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO NO BRASIL, PODE SER O SEGUNDO MAIS FORTE EM 63 ANOS

- Se a expectativa dos analistas de mercado se concretizar, o ano de 2010 deverá concentrar o segundo maior volume em investimentos estrangeiros diretos desde 1947, ano que marca o início da série histórica sobre os aportes. A projeção atual é de desembolsos de US$ 37,5 bilhões.
- Recorde foi estabelecido em 2008, quando os investimentos somaram US$ 43,9 bilhões, segundo dados do Banco Central. A previsão de US$ 37,5 bilhões para 2010 foi apresentada na mais recente edição do Boletim Focus, com o qual o BC apura semanalmente a mediana das projeções de analistas de mercado para indicadores como inflação e desempenho do Produto Interno Bruto (PIB).
Fonte: Agência do Estado, GP On Line.
Ctba, 17/jan/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

“ECONOMIA BRASILEIRA”

“ECONOMIA BRASILEIRA VAI BEM!”

- Sim a “Economia Brasileira” vai bem, em termos, por quê? Ora, porque é muito vulnerável! É frágil!
- Existem diversos fatores que influenciam tanto a economia como a democracia e as instituições em geral. – Precisa acontecer sempre uma desgraça maior para que todos percebam que algo não vai tão bem assim. - O Haiti é exemplo do descaso de todos os países com relação à pobreza e democracia no mundo.
– Quando falta à parte econômica para a sustentabilidade da população não há democracia ou qualquer outro regime que segure e/ou estanque a violência gerada pela falta de comida, água, víveres em geral! O social perece sempre! A Educação vai mal das pernas, fica evidente quando o aluno não sabe resolver uma simples questão de fração e/ou regra de três simples! A Saúde é precária! A prevenção a saúde que seria a nutrição e outros cuidados de higiene e saneamento básico é nula, ah! Nutrição péssima, não somente das crianças, mas dos adultos também, deixa muito a desejar -, o que leva ao mal rendimento escolar e as conseqüências seguem o mesmo ritmo -, o número de prisões aumentando mais e mais...
- Será que é difícil de perceber o que está por trás disto tudo. – O social, a falta de distribuição de renda mínima de sobrevivência, todas as nações e/ou povos já sofreram por isto, e os dirigentes e/ou líderes já perceberam sim... e o que esperam! E porque não tomam atitudes concretas? O que será que impede de admitir o que se constata diariamente em todos os países atualmente e em épocas passadas! Será que estão esperando uma desgraça maior?...
Ctba, 15/jan/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

ECONOMIA NACIONAL SUSTENTÁVEL"

A CAMINHO DOS INVESTIMENTOS

- Hoje a agenda se concentra nos índices que sairão no mercado dos EUA. O Departamento do Trabalho divulga os novos Pedidos de Seguro-Desemprego.
- Nos Estados Unidos o Departamento do Comércio divulga as Vendas no Varejo, de bens duráveis e não-duráveis de dezembro e os Estoques das Empresas (industrial e varejo), do mês de novembro. Serão divulgados também os Preços de Importação e Exportação, que tentam antecipar tendências inflacionárias.
- No Brasil o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Mensal do Comércio referente a novembro, com indicadores que permitem acompanhar o comportamento do comércio varejista no país.
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 14/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

BRASIL PODE PRATICAMENTE SUPERAR POBREZA EXTREMA ATÉ 2016, APONTA IPEA

- Com a Filosofia da Miséria não se chega ao “desenvolvimento sustentável”, fundamental para que o nosso país adquira o “status” de primeiro mundo. (Mª M. Prybicz).

SÃO PAULO - Se o Brasil mantiver o mesmo ritmo de diminuição da pobreza e da desigualdade de renda observado nos último cinco anos, o País poderá alcançar o ano de 2016 com indicadores sociais próximos aos dos países desenvolvidos, segundo estudo divulgado nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
• Expansão da China impulsionou redução da pobreza mundial
• Brasil está entre países que reduziram desigualdade de 1995 a 2005
- De acordo com a pesquisa, o Brasil pode praticamente superar o problema de pobreza extrema (até 25% de salário mínimo per capita), assim como alcançar uma taxa nacional de pobreza absoluta (até meio salário mínimo per capita) de 4%, o que significa quase sua erradicação.
- Entre 1995 e 2008, a queda média anual na taxa nacional de pobreza absoluta foi de -0,9%, enquanto na taxa nacional de pobreza extrema foi de -0,8% ao ano.
- Para o período mais recente, entre 2003 e 2008, a queda média anual na taxa nacional de pobreza absoluta foi de –3,1%, enquanto na taxa nacional de pobreza extrema foi de -2,1% ao ano.
Fatores
- Segundo o IPEA, a combinação entre a continuidade da estabilidade monetária, a maior expansão econômica e o reforço das políticas públicas - como a elevação real do salário mínimo, a ampliação do crédito popular, a reformulação e o alargamento dos programas de transferências de renda para os estratos de menor rendimento, entre outras ações - se mostrou decisiva para a generalizada melhoria do quadro social no Brasil.
- Apesar do avanço, três condicionantes das políticas públicas podem, contudo, limitar as perspectivas socioeconômicas brasileiras, segundo o IPEA: a sustentabilidade de uma taxa elevada de crescimento econômico e de baixa inflação, a redistribuição tributária e a eficácia na utilização dos recursos públicos.
- Nos países desenvolvidos, o problema da pobreza absoluta encontra-se praticamente resolvido, embora persistam indicadores importantes de medida de pobreza relativa (o quanto se é pobre relativamente à riqueza existente
Fonte/referência: Último Segundo On Line, IPEA.
Ctba, 12/jan/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

“ECONOMIA BRASILEIRA”

Bovespa
- No mercado acionário, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda, perdendo o patamar dos 70 mil pontos. Às 16h23, o IBovespa - principal índice da bolsa paulista - recuava 1,44%, aos 69.420 pontos.
- Na segunda, a Bovespa fechou em ligeira alta, após um pregão no qual abriu no azul e passou a operar “de lado”, oscilando em torno do zero a zero. O fechamento do Ibovespa foi aos 70.433 pontos, com valorização de 0,24%. O volume financeiro somou R$ 6,2 bilhões.
- Na agenda do dia, foi apresentado o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que mostrou aceleração na inflação (0,27% na primeira prévia de janeiro), já esperada. Saiu também a taxa de emprego na indústria em novembro, com crescimento de 1,1%, o maior desde janeiro de 2001. Além disso, estão na expectativa do fechamento de uma emissão do Votorantim comentada na semana passada e aguardada para estes dias.
Fonte: Último Segundo – Economia.
Ctba, 12/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

ECONOMIA NA IBOVESPA"

“ECONOMIA NA BOLSA DE VALORES, HOJE”

- IBOV tem pregão de alta, o índice da bolsa paulista subiu 0,24% aos 70.433 pontos. O volume financeiro somou R$ 6,2 bilhões.
- Entre os destaques do Ibovespa, Braskem disparou mais de 9,7% diante da expectativa dos investidores de que o anúncio de compra da Quattor seja anunciado em breve, concluindo a longa novela pela disputa da petroquímica. Já AmBev caía 0,44%, refletindo a compra das operações no mercado de cerveja da Femsa pela Heineken
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 12/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

"ECONOMIA CAFEEIRA"

OURO VERDE - CAFÉ EM 2010 PODE SER UMA PARTE DA SOLUÇÃO

- A exportação do café solúvel, renderá + pelo valor agregado incluído!
- Colheita deve ficar entre 45,89 milhões e 48,66 milhões de sacas; recorde atual ocorreu no ciclo 2002/2003 com 48,48 milhões de sacas
- O Brasil pode registrar este ano produção recorde de café. De acordo com a primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2010 do grão, a colheita deve ficar entre 45,89 milhões e 48,66 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado. O cultivo foi favorecido pelo regime de chuvas regulares na primavera, coincidindo com a fase de floração nas regiões produtoras, e pode ultrapassar o recorde atual, do ciclo 2002/2003, de 48,48 milhões de sacas.
- No ano passado foram colhidos 39,47 milhões de sacas. A diferença de até 23,3% em relação à estimativa atual se deve, principalmente, ao ciclo bienal da cultura, com um ano de grande florada nos cafezais seguido por outro com pequena florada. Isso porque a planta precisa de 12 meses para se recuperar e voltar a produzir.
- Mesmo com a grande quantidade de café produzida, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, acredita que o preço pago ao produtor não deve cair. “Temos uma meta de comprar até 10 milhões de sacas e temos recursos para isso, que devem ser utilizados como instrumento para a boa comercialização e manutenção do preço, de acordo com as necessidades e no momento certo”, afirmou.
- Para o ministro, os bancos que financiam a atividade “terão que ser mais competentes para fazer com que o crédito de colheita e comercialização chegue na hora certa na mão dos produtores”. Stephanes disse esperar que os problemas vivenciados nos anos anteriores, de atraso na liberação de recursos, sirvam de lição para este.
Fonte: GP OnLine.
Ctba, 11/jan/10
Prof.ª Mª M. Prybicz

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

"ATUALIDADES EM ECONOMIA"

“CONTRADIÇÕES ECONÔMICAS

- Observação sobre o comunismo, do qual não sou adepta, absolutamente!
- Proudhon foi também tipógrafo aprendendo por conta própria o idioma Latin para imprimir melhor livros nesta língua. Sua afirmação mais conhecida é que a "Propriedade é Roubo". Está presente em seu primeiro e maior trabalho. O que é a Propriedade? Pesquisa sobre o Princípio do Direito e do Governo (Qu'est-ce que la propriété? Recherche sur le principe du droit et du gouvernement), publicado em 1840.
- A publicação do livro atraiu a atenção das autoridades francesas. Atraindo também o interesse de Karl Marx, que começou a se corresponder com seu autor. Os dois influenciaram-se mutuamente: eles se encontraram em Paris por ocasião do exílio de Marx. A amizade de ambos finalmente chegou ao fim quando Marx respondeu ao seu texto Sistema das Contradições Econômicas, ou A Filosofia da Miséria com outro provocativamente intitulado A Miséria da Filosofia.
- Proudhon favoreceu as associações dos trabalhadores ou cooperativas, bem como o propriedade coletiva dos trabalhadores da cidade e do campo em relação aos meios de produção, em contraposição à nacionalização da terra e dos espaços de trabalho. Ele considerava que a revolução social poderia ser alcançada através de formas pacíficas.
- Em Confissões de um Revolucionário, Proudhon afirmou que Anarquia é Ordem, uma frase que muito mais tarde inspirou, o símbolo anarquista conhecido como A no círculo, hoje, muito comum em pichações e grafites presentes na paisagem urbana. Neste símbolo o círculo simboliza a letra "O" da palavra "Ordem", levando em seu interior a letra "A" da palavra "Anarquia".
- Proudhon, também tentaria criar um banco operário, semelhante em alguns aspectos, às atuais cooperativas de crédito que beneficiaria os trabalhadores com empréstimos sem juros. Mal-lograda a tentativa, a ideia seria apropriada por capitalistas e acionistas que incorporariam imposição de juros em seus empréstimos.
- Fundamentada na época atual, teremos comprovação dos acontecimentos acima.
Fonte/Referência: Proudhon, Pierre Joseph "Propriedade é Roubo" ; e outros ;Google.
Ctba, 07/JAN/2010
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

"INVESTIMENTOS COMPARTILHADOS"

BRASKEM DEVE ANUNCIAR A COMPRA DA QUATTOR

- Investimentos compartilhados na produção – importante decisão da petrobras!
- A Odebrecht e a Petrobras devem anunciar nesta terça-feira a compra da Quattor pela Braskem, criando um gigante com faturamento de R$ 30,4 bilhões, capacidade anual de produção de 15,6 milhões de toneladas de produtos petroquímicos e químicos intermediários e 6,6 mil funcionários.
No último fim de semana, a família Geyer, que detém o controle da Quattor por meio da Unipar, apresentou uma proposta confirmando interesse na venda da totalidade das suas ações.
Até então, existia a possibilidade de uma fusão, o que deixava a família com uma participação diluída na “nova Braskem”.
A operação virá acompanhada de um aporte de capital na Braskem de aproximadamente R$ 3,5 bilhões. A Petrobras entrará com mais da metade do dinheiro, o resto virá da Odebrecht. O objetivo é reduzir o alto endividamento da Braskem, depois da incorporação da Quattor. A dívida da Quattor está em torno de R$ 6,7 bilhões e será assumida pela Braskem.
A Quattor foi avaliada em mais de R$ 7,3 bilhões. Descontada a dívida, sobram mais de R$ 600 milhões para os acionistas. A Unipar, controladora da empresa com 56% das ações, receberá a sua parte proporcional e um prêmio pela venda do comando da companhia.
Segundo fontes ligadas ao negócio, esse valor pode chegar perto de R$ 800 milhões. Após a compra, será criada uma nova holding para controlar a Braskem. Com a injeção de capital que será feita pela Petrobras e pela Odebrecht, haverá uma mudança nas participações acionárias entre os dois grupos e na influência de cada um nas decisões estratégicas. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Fonte/referência: Agência Estado; Último Segundo On Line
Ctba, 05/jan/2010
Prof.ª Mª M. Prybicz





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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.