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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014


- Pratique a "economia do amor" ou melhor a deseconomia! Não economize amor e solidariedade - Seja gentil, solidário, generoso com todos, para enfim a observação psicológica tão esperada seja agradável! Ctba, 30/jan/14 Maria Prybicz

terça-feira, 28 de janeiro de 2014


Miscigenação social A unidade social não virá por leis, mas por uma escola de qualidade, e qualidade igual para todos Cristovam Buarque 24 JAN 2014 - 11:53 BRST O Brasil é um relativamente bem sucedido caso de miscigenação racial e um exemplo claro de segregação social. Ao longo de toda nossa história avançamos sem nos integrar socialmente. O resultado é um país com apartheid social – a apartação – que tem características raciais como resquício da escravidão dos negros. Durante décadas, a segregação foi mantida sem necessidade de distanciamento físico. Nossos avós diziam que os pobres e os negros sabiam o lugar deles. As moradias podiam ser ao lado, em bairros onde conviviam com relativa proximidade os patrões e seus serviçais. Ricos e pobres faziam compras nos mesmos centros das cidades. A explosão urbana, depois dos anos 60, forçou medidas de segregação para barrar a população pobre que “invadia” o território dos ricos. Criaram os shoppings e os condomínios fechados para as classes médias e altas e os centros das cidades, os bairros populares e as favelas foram deixados para as parcelas de classes sociais mais baixas. O que no Sul dos EUA e na África do Sul se impuseram, por meio de leis, que não permitiam aos negros andarem nas calçadas onde andavam os brancos, aqui optamos por entregar as ruas apenas para os pobres, enquanto os ricos iam para os shoppings. Naqueles países os assentos melhores nos ônibus e metrôs eram reservados para os brancos, mas aqui deixamos os ônibus livres para os pobres, enquanto os ricos passaram a usar seus carros fechados com ar condicionado. A segregação não se deu explicitamente pelo apartheid, mas implicitamente pela apartação. Há 20 anos, um pequeno livro chamado O que é apartação - o apartheid social brasileiro, publicado pela Editora Brasiliense, diz que o fim do apartheid “brasilianizaria” a África do Sul, com segregação implícita pela renda, não mais explícita pela cor da pele e por leis; e que o crescimento separado “sulafricanizaria” o Brasil, exigindo leis que mantivessem a segregação social. Parece que aquela previsão está ocorrendo. Os pobres continuam “invadindo”, a violência se amplia, os shoppings começam a ser ocupados e a estrutura da segregação começa a exigir medidas policiais e legais. Ao invés de entender a necessidade de quebrar a segregação e oferecer acesso livre e ordenado para todos, passa-se a debater como impedir a entrada de indesejáveis perturbadores. A reação aos rolezinhos tem sido controlar quem entrará nos shoppings, da mesma forma que já existem regras para os que entram nos bons hospitais, nas escolas com qualidade, nos clubes e nos espaços culturais. Ao invés de um bom sistema de saúde para todos, prefere-se subsídios com recursos públicos para financiar saúde privada; ao invés de escola de qualidade para todos, a gloriosa OAB – Ordem dos Advogados do Brasil - está lutando para que o desconto no Imposto de Renda com gastos para a educação privada seja integral, relegando-se ainda mais a escola pública. Ao invés de promover a miscigenação social, querem usar a polícia paga pelo governo para impedir a entrada de pessoas nos shoppings, ou transformá-los em clubes de consumidores com sócios exclusivos. Podemos adotar inclusive programas de transferências de renda para os pobres, mas sem integrá-los socialmente, sem miscigenação social: os de lá passam a receber a generosidade de alguns reais, mas não lhes damos os meios para que se misturem. A unidade social não virá por leis, mas por uma escola de qualidade, e qualidade igual para todos. A miscigenação racial foi construída nas alcovas e a miscigenação social será nas escolas. Mas nossos antepassados preferiram o gosto imediato da alcova aos sacrifícios no longo prazo exigidos pela escola. Felizmente há razões para otimismo. Primeiro, porque está ficando muito caro manter a segregação. E segundo, porque é impossível impedir as mobilizações populares com métodos policiais e de espionagem. Quando a manutenção da segurança ficar muito cara, vamos descobrir a necessidade de paz; quando os custos de seguros privados de saúde e as escolas particulares ficarem proibitivos, perceberemos a importância da escola pública de qualidade; quando o povo deixar claro que não se satisfaz com “bolsas”, sairemos da assistência para a inclusão social. Isso será apressado pela “guerrilha cibernética” sob a forma das incômodas, ameaçadoras, mas inevitáveis mobilizações promovidas pela internet que tomarão conta do tecido social brasileiro. Um dos exemplos são os rolezinhos, lamentáveis incômodos, ameaçadores, mas inevitáveis, e bem-vindos para despertar o Brasil para a necessidade de fazer a miscigenação social, por meio de uma revolução na qualidade da educação pública de base. Cristovam Buarque é professor da UnB e senador pelo PDT-DF Ctba, 28/jan/14 Maria Prybicz

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Rendimento da poupança perdeu para a inflação oficial Rendimento da poupança cresce 49% em 12 meses Dólar lidera entre investimentos e poupança é vice Rendimento da nova poupança foi menor que a inflação em 2013 Poupança capta recorde de R$ 71 bilhões em 2013 SÃO PAULO - A elevação em 0,50 ponto porcentual da taxa básica de juros (Selic) - para 10,50% ao ano - retomou a atratividade da poupança frente à maioria dos fundos de renda fixa. Segundo estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), os fundos só ganham da caderneta a taxas de administração anuais mais baixas - 0,50%, 1% com resgate após seis meses ou 1,5% no longo prazo. A partir de 2%, a poupança tem maior rentabilidade do que os fundos, independentemente do prazo de resgate. "Pelo fato de não ter incidência do Imposto de Renda nem taxa de administração, a poupança só deixa de ser interessante em fundos com taxas muito baixas, a que têm acesso apenas investidores de grande porte, que aplicam a partir de R$ 50 mil", explica Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor de Estudos Econômicos da Anefac. O investidor comum, segundo ele, costuma obter taxas a partir de 2,5% ao ano. A caderneta havia perdido parte de sua atratividade na última elevação da Selic, em novembro do ano passado, que aumentara a taxa básica de juros para 10% ao ano - o que conferiu novo fôlego à renda fixa. "A retomada da poupança ocorreu por causa do aumento da Taxa Referencial, que está atrelada à quantidade de dias úteis de cada mês", explica Oliveira. "Janeiro tem mais dias úteis do que o mês de dezembro. Quanto mais dias úteis, maior a TR, o que influencia no rendimento da poupança." Na simulação da Anefac, com o novo patamar da Selic, a poupança rende 0,59% ao mês e 7,31% ao ano (6,17% mais a Taxa Referencial). Assim, um investimento de R$ 10 mil vai valer, ao fim de um ano, R$ 10.731. A mesma aplicação em um fundo com taxa de 1,5% pagaria menos ao investidor, totalizando R$ 10.706. Para Oliveira, novas altas da Selic, no entanto, devem conferir mais atratividade aos fundos frente à caderneta. "De qualquer forma, a tendência este ano é que a poupança ganhe da inflação, pois vai render acima de 7%", diz. No fim de agosto do ano passado, a Selic chegou a 9% ao ano, igualando os rendimentos das poupanças antiga e nova. Com a Selic maior do que 8,5%, ambas as cadernetas rendem 0,50% ao mês (6,17% ao ano) mais a variação da Taxa Referencial (TR). Em 2013, apesar de ter tido captação líquida recorde, de R$ 71 bilhões, o rendimento da nova caderneta ficou em 5,67% - abaixo da inflação oficial, o IPCA, que foi de 5,91%. Ano tumultuado. O coordenador do Laboratório de Finanças do Insper, Michael Viriato, acredita que o ano não será fácil para o brasileiro ter ganho com investimentos por causa da conjuntura nacional e internacional. "A economia brasileira parece não estar desempenhando o desejado e existem também incertezas com relação ao cenário internacional tanto dos Estados Unidos como da China", diz Viriato. No caso dos investimentos em ações, por exemplo, ele acredita as incertezas podem trazer um resultado ruim para o investimento. Este ano, o Ibovespa já acumula queda de 2,72% - em 12 meses, o recuo é de 18,83%. "O ano eleitoral costuma ser marcado por volatilidade na Bolsa. E também existe uma dúvida em relação a qual será a política econômica do Brasil em 2015", afirmou. Para o longo prazo, o professor do Insper destaca as Notas do Tesouro Nacional - série B (NTN-Bs), atrelados à inflação. "Como o juro subiu ao longo dos últimos meses e o mercado acredita que o ciclo de alta deve se encerrar nos próximos meses, o juro real apresentado pelo papéis NTN-Bs é bastante atrativos numa perspectiva internacional." Fonte: Anna Carolina Papp e Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S. Paulo Ctba, 17/jan/14 Maria Prybicz

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014


REALIDADE NA AMÉRICA LATINA - Hoje vivemos em outro mundo. Mesmo no aspecto econômico, onde a globalização nos presenteou com um avalanche de crédito com baixas taxas de juros e uma onda de preços espetaculares para as matéria primas e alimentos. O México e a América Central, por sua associação comercial com os EUA, foram os que menos se beneficiaram desse clima favorável aos negócios, mas o conjunto cresceu a taxas inéditas. Nunca as condições do intercâmbio comercial entre exportações e importações foram mais favoráveis. Infelizmente há países que, inexplicavelmente, por seu voluntarismo econômico e sua agressividade política, não acabam de se estabilizar, como é o caso da Argentina, que comemorou 30 anos de democracia com uma sangrenta onda de saques. Tudo indica que esse eufórico momento irá se moderando, mas não se avizinham crises como as de 2008. O perigo está em que nossos países continuem dependendo de matérias primas. Inclusive o Brasil, que desde os anos 30 sonhou ser potência industrial, encontrou hoje na agricultura (especialmente a soja, impulsionada pela China) o maior fator de expansão. A necessidade de diversificar as exportações e as defasagens generalizadas na área da educação aparecem hoje como os desafios prioritários em toda a região. A pobreza se reduziu, mas a desigualdade permanece e se não se produzir uma melhora substantiva no nível de formação da nova geração, um novo gargalo frustrará a possibilidade de se alcançar o status de país desenvolvido que alguns -- como o Chile -- creem vislumbrar. Fonte: Julio María Sanguinetti, advogado e jornalista, foi presidente de Uruguai (1985-1990 e 1994-2000). Ctba, 08/jan/14. Maria Prybicz

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