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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

PARA ALCANÇARMOS A FELICIDADE!
 
Nosso corpo é sagrado, o invólucro de que se reveste nossa essência. E, a rigor, trata-se do único bem material que possuímos de maneira efetiva. Todos as coisas que acumulamos são acessórias e acidentais: podem até nos proporcionar momentos de intensa alegria, mas não satisfazem nossa indigência espiritual. A felicidade que almejamos ultrapassa as necessidades comezinhas, embora não as despreze, pois apenas um corpo saudável, física e intelectualmente, resiste para subsistir no tempo, quando nos transformamos em memória. E se nosso corpo é sagrado, todos os corpos que nos cercam também o são. 
Por Luiz Ruffato
Ctba, 31/dez/14
Maria Prybicz
 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

PARA SERMOS FELIZES!

- Vamos zerar tudo: mágoas, ressentimentos, ofensas e vamos ser felizes em 2015!

Ctba, 29/dez/14
Maria Prybicz
 

domingo, 28 de dezembro de 2014

Mumuzinho - Já Faz Tempo


sábado, 27 de dezembro de 2014


"Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos,estes decidirão de quem serão as outras propriedades" (Benjamin Franklin).

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O PAPA ENTENDE DE ECONOMIA E BEM-ESTAR DE UM PAÍS!

Os indivíduos acham que são “imortais, indispensáveis e imunes”. O remédio que receitou para estes pecados de arrogância é uma visita aos cemitérios, onde suas eminências poderão ver o que resta de muitos que também acreditavam ser imortais.
 
 A indiferença, a ganância pelos bens materiais, as atitudes mundanas, o exibicionismo, os ciúmes e até as fofocas afetam os cardeais que, com frequência, segundo o Papa, “se transformam em donos e se sentem superiores a todos, em vez de a serviço de todos”.
 
Duas doenças preocupam o pontífice: o Alzheimer do espírito, que afeta aqueles que se esqueceram do evangelho e estão apenas preocupados com seus “desejos, caprichos e manias”; e a “esquizofrenia” dos que têm uma vida pública e burocrática no Vaticano e outra paralela “escondida e frequentemente dissoluta.”
 
O Papa exerce também o papel de bom chefe que dá sábios conselhos à sua equipe. O primeiro, descansar. O trabalho excessivo, o estresse e a agitação impedem a meditação e sossego necessários.
 
Sendo ele como é —jovial e alegre— se entende que esteja preocupado em ver a Cúria com tantas “caras fúnebres”, cinzas, e que o culto à funcionalidade e o planejamento excessivo afoguem a criatividade e o frescor.
 
Não vai ser fácil ao pontífice mudar uma cultura tão arraigada. Mas ele persiste, incansável, porque “uma Cúria que não seja autocrítica e não tente melhorar é um corpo doente”. E sabe que a melhor forma de fazer isso é dando o exemplo.( Papa Francisco).
Ctba, 24/dez/14
Maria Prybicz
 
ESCRITOR JAVIER MARÍAS - QUALQUER SEMELHANÇA, É MERA COINCIDÊNCIA!
 
- Isso é uma desgraça, mas em parte acontece porque às vezes foi assim.
 
Tenho 63 anos e acredito que tenho certa capacidade de detectar coisas em um texto.
 
Às vezes leio uma frase em um romance e digo: isto não vai a lugar nenhum.
 
 Talvez seja injusto(a), mas é o defeito de envelhecer, que torna a pessoa mais ressabiada.
 
Isso se nota nas críticas. Às vezes nota que o crítico gostou mais do que está dizendo.
 
E o contrário. Às vezes os elogios são afetados.
 
Muitos críticos utilizaram seu poderzinho para não serem de todo sinceros. (Javier Rodríguez Marcos) - Javier Marías!
 
Ctba, 24/dez/14
Maria Prybicz
 

domingo, 21 de dezembro de 2014

 
 
 
Com meu filho no almoço do meu aniversário em 16 de novembro! 
 

Enfrentamento de provas cruciais! 
 
É preciso entender o significado do que dizia Furtado:
"Uma nação justa e soberana se constrói enfrentando suas provas cruciais."
(Celso Furtado)
Ctba, 21/dez/14
Maria Prybicz

sábado, 20 de dezembro de 2014


Autonomia não é algo que se possui, mas uma qualidade que se exerce.
Ctba, 20/dez/14
Maria Prybicz

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

PARCERIAS EM ALTA - BRASIL, CHILE, PERU E MÉXICO !
 
PPPs, ou parcerias público-privadas, estão na moAs da na América Latina, onde são cada vez mais usadas pelos Governos para tocar grandes obras de infraestrutura sem colocar suas finanças em risco.
Embora o conceito — a concessão de um projeto no qual o Estado não tem necessariamente compromisso de investimento — não seja novidade, ele ganhou relevância nos últimos anos na América Latina: em 2012 foi atingido o maior valor de participação do setor privado em projetos de infraestrutura da última década, com investimentos de 87 bilhões de dólares (225,5 bilhões de reais), cerca de 50% a mais do que no ano anterior.
Naquele ano, segundo dados compilados em um estudo do Banco Mundial, foram executados 78 novos projetos de infraestrutura em 12 países latino-americanos, encabeçados por Brasil, Chile e Peru, e principalmente em quatro setores: energia, transporte, telecomunicações e água e saneamento.
Segundo especialistas, as duas grandes vantagens das PPPs são, primeiro, mobilizar o financiamento privado para que os Governos não precisem usar seus recursos, às vezes escassos, em especial em épocas de turbulências econômicas; e, segundo, contar com o conhecimento e com a gestão administrativa e técnica do setor privado em projetos que antes eram geridos pelo setor público.
É por isso que os países da região aprovaram uma série de leis, adaptadas a suas realidades econômicas, para estimular esse tipo de parceria, em que se designa um projeto para ser executado desde a criação até a entrada em funcionamento.
 “É claramente um fenômeno regional, e há um claro interesse dos países em explorar essa via”, diz Richard Cabello, gerente para a América Latina da unidade de PPPs da Corporação Financeira Internacional, órgão do Banco Mundial com foco no setor privado. “Em termos de atividade, estão no grupo avançado Chile, Peru, Colômbia, México e Brasil, que já têm leis aprovadas e criaram instituições para desenvolver PPPs, sendo os que atraem o maior número de investidores internacionais.”
Mas há outros países que já percebem as vantagens competitivas dessas parcerias. Honduras, El Salvador e Guatemala aprovaram recentemente leis para desenvolver PPPs, enquanto Uruguai e Paraguai se empenham de identificar oportunidades, assim como alguns países do Caribe.
Onde investir?
A América Latina enfrenta a uma desaceleração econômica após uma década de bonança, a qual contribuiu para um crescimento histórico da sua classe média. O desafio agora é como se preparar para atender à maior demanda dos latino-americanos por serviços públicos, o que significa construir grandes obras de infraestrutura, como rodovias, aquedutos e centrais elétricas.
Segundo Cabello, a existência de PPPs em funcionamento pode ajudar a contrabalançar a desaceleração, ao atrair investimentos privados por intermédio de consórcios entre empresas estrangeiras e nacionais, onde quem chega de fora oferece sua experiência técnica, enquanto o nativo entra com o conhecimento local. “Se for possível estruturar um programa do PPPs, em vez de se avançar projeto a projeto, haverá condições de atrair um investimento maciço, tanto nacional como estrangeiro, o que serve para mobilizar a construção e gerar empregos, além de atrair recursos”, afirma.
Pois não se trata apenas de construir estradas e pontes. Brasil e Colômbia, por exemplo, estão desenvolvendo portos e redes ferroviárias em grande escala, com a intenção de oferecê-los em concessão a empresas privadas — algo que ocorre também no caso de alguns aeroportos.
No setor energético, os grandes oleodutos e gasodutos, assim como as usinas termoelétricas, continuam atraindo o interesse dos investidores. O México é um claro exemplo, já que precisa de vultosos recursos para colocar em prática os ambiciosos planos previstos na sua atual reforma energética.
Mas, além das grandes infraestruturas, há outros setores que estão acenando para a participação privada: educação e saúde. Este último é o que está gerando mais movimentação, com a construção de hospitais e de outras instalações sanitárias no México e no Brasil. No Peru está bastante ativo um esquema no qual a construção e a manutenção da infraestrutura e alguns serviços básicos ficam por conta do setor privado, mas o atendimento médico continua sendo controlado pelo Estado.
Mas também há situações em que o próprio atendimento médico é privado, como acontece no Estado brasileiro da Bahia. Lá, a construção dos edifícios foi pública, mas o equipamento e os serviços médicos estão em mãos particulares, mantendo-se no entanto o atendimento gratuito para a população.
Atrair mais financiamento
Os principais financiadores dos projetos desenvolvidos através das PPPs foram os bancos. Entretanto, depois da crise os empréstimos bancários de longo prazo se tornaram mais caros e difíceis de obter, ampliando a relevância de outras fontes de financiamento: os fundos de pensões. Eles investem um grande volume de recursos em longo prazo no mercado de capitais, para assim cumprirem suas obrigações de longa duração.
Daniel Pulido, especialista em transporte do Banco Mundial, comenta que os fundos de pensões cresceram significativamente e, num contexto de juros baixos, intensificaram a busca por oportunidades de investimento que lhes permitam diversificar seu patrimônio e aumentar a rentabilidade com um risco aceitável.
Em resposta a essa conjuntura, “o que se está tentando fazer é desenhar produtos para que os fundos de pensões se sintam cômodos investindo diretamente nesses projetos, aumentando assim a oferta de financiamento de longo prazo e reduzindo seu custo”, afirma.
No passado, o Chile conseguiu que os fundos de pensões investissem um volume importante de recursos em PPPs, reduzindo seu risco com garantias financeiras oferecidas por seguradoras de títulos financeiros. Esta já não é mais uma opção, pois tais seguradoras praticamente desapareceram depois da crise financeira global. Entretanto, hoje estão sendo desenvolvidos outros instrumentos para tornar os financiamentos de infraestrutura mais atraentes para o mercado de capitais. A Colômbia está trabalhando em um modelo de bônus de infraestrutura que incorporaria garantias parciais de risco, ao passo que o Governo brasileiro instituiu uma isenção de impostos para os investidores internacionais que financiem projetos prioritários, por intermédio de títulos emitidos nos mercados de capitais.
María José González é editora on-line do Banco Mundial.
Fonte: El País
Ctba, 19/dez/14
Maria Prybicz
 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Today - New day, new life!
Feeling good,
Good morning!
 
Ctba, 18/dez/14
Maria Prybicz

sábado, 13 de dezembro de 2014

FEELING GOOD - Nina Simone | Tradução | Legendado em PT-BR


SUSTENTABILIDADE - PALESTRAS NO ISAE /FGV -  FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS!
 
Com objetivo de aprofundar maiores conhecimentos e práticas na implantação de projetos voltados à sustentabilidade corporativa, educacional, profissional e empresarial, foram efetivadas várias palestras relativas ao tema, patrocinadas pela COPEL e ITAIPU BINACIONAL e outros!
 
Importante esclarecer que a busca pela sustentabilidade em todos os processos na atualidade e principalmente no contexto mundial que ora se apresenta, reiteramos a necessidade cada vez mais de adequação com uma estratégia voltada para governança e sustentabilidade, os quais são uma exigência social, com imprescindíveis políticas econômicas e públicas efetivamente que deverão realizar-se pelas empresas e sociedade brasileira e estrangeira em geral!
 
Com relação a parte educacional, reiterar as necessidades de alterar os currículos das faculdades e/ou universidades em prol de beneficiar e colocar uma substância cultural nos nossos jovens educandos e/ou estudantes com objetivo de dar continuidade de futuro dos nossos ecossistemas, biomas, faunas e floras!
"É para a ciência e com a ciência que nos desenvolvemos!"
 
Fonte: ISAE
Ctba, 13/dez/14
Maria Prybicz

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

MEIO AMBIENTE - SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA!

 Utilizar as cidades como plataforma de um mundo sustentável
 
As cidades são os motores do crescimento econômico — representam 80% do PIB mundial — mas também consomem dois terços da energia do planeta e respondem por 70% das emissões de gases de efeito estufa.
 
Devido a esses números, parece evidente que as cidades são essenciais para abordar o problema da mudança climática. O ideal de cidade que se planeja — ainda muito distante da realidade — é o seguinte: núcleos urbanos com baixas emissões de carbono e pouca contaminação, com amplo uso de energias limpas, e que sejam inclusivos, economicamente competitivos e que coloquem os cidadãos e seu bem-estar no centro da ação. De volta à realidade, atualmente apenas 2% das cidades de todo o mundo têm planos de ação climática.
 
Paralelamente, só na América Latina 29 milhões de pessoas moram em cidades costeiras vulneráveis ao aumento do nível do mar e ciclones tropicais (ambos fenômenos estão propensos a aumentar em um mundo mais aquecido). Isso torna imprescindível uma maior quantidade de fundos para criar infraestruturas mais seguras e adaptadas, sistemas mais eficazes de monitoramento do clima e melhores serviços para as populações mais afetadas.
 
De todas as formas, o impulso mundial está crescendo: na Cúpula do Clima da ONU, vários organismos internacionais concretizaram uma aliança de financiamento climático para estimular os investimentos em infraestrutura urbana que respeite o meio ambiente.
 
Criar mecanismos para desenvolver energias mais limpas e eficientes
 
Os temas do setor de energia que estão sobre a mesa em Lima são os seguintes: quais são as medidas políticas mais eficientes para conter as emissões e expandir a eficiência energética, e como propiciar uma mudança generalizada em direção às energias renováveis.
 
A iniciativa global Energia Sustentável para Todos propõe três objetivos para 2030: acesso universal à eletricidade e combustíveis limpos para cozinhar; duplicar a porcentagem de energia proveniente de fontes renováveis (de 18% a 36%); e duplicar a taxa de melhora de eficiência energética. Oitenta e cinco países optaram por essa iniciativa, e muitos atores públicos, privados e não governamentais estão apoiando sua implementação.
Robert Valls é produtor on-line do Banco Mundial
Fonte: El País
Ctba, 11/dez/14
Maria Prybicz































sábado, 6 de dezembro de 2014


POR Thomas Piketty: 'Temos de taxar mais a renda e menos o consumo e os salários'      
 
As soluções que o professor vê para o Brasil não são diferentes do que para o resto do mundo. A taxação de renda na França, por exemplo, pode chegar a 75% para quem recebe mais de 1 milhão de euros por ano. No Brasil, a maior faixa do IR cobra 27,5%.

Isso significaria que o país poderia aumentar a arrecadação mesmo reduzindo impostos dos mais pobres, se criasse faixas superiores de cobrança. O problema da progressividade nos impostos também está na taxa cobrada sobre as heranças, segundo Piketty.

“A maior alíquota do Imposto de Renda no Brasil está em um patamar considerado baixo para os padrões mundiais, muito próxima da menor nos Estados Unidos. Precisa se criar uma faixa para quem ganha R$ 500 mil, R$ 600 mil, R$ 1 milhão por ano. Também tem o imposto sobre herança no Brasil, que é ridiculamente baixo. Na Alemanha, cobra-se 40%; nos Estados Unidos, cobra-se 40% e aqui, não passa de 4%. É preciso se discutir isso urgentemente”, finalizou.
Fonte: Carta Maior
Ctba, 06/dez/14
Maria Prybicz

domingo, 30 de novembro de 2014

“Em primeiro lugar, o Brasil”.
(“Sapientis est mutare consilium”, diziam os filósofos latinos, ou seja, são sábios aqueles que têm a coragem de mudar de ideia) - Dilma Rousseff.
 
Dilma, com a decisão que acaba de tomar, a de colocar o presente e o futuro imediato econômico do país em mãos mais ortodoxas e neoliberais do que exigia a esquerda de seu partido, provou que desta vez ouviu aquele grito da rua: “Em primeiro lugar, o Brasil”.
 
Traição ou sabedoria? “Sapientis est mutare consilium”, diziam os filósofos latinos, ou seja, são sábios aqueles que têm a coragem de mudar de ideia. É o caso de Dilma, que teria tido o bom senso de entender que, pelo bem do Brasil, precisava de mudar de rumo para salvar o navio que começava a afundar?
 
E se, ao contrário, têm razão os que ainda alimentam a esperança de que também esta manobra arriscada de Dilma possa ser parte de uma operação maquiavélica que pretende fingir que se tratou de uma mudança na economia quando, na verdade, ela continuará sendo a capitã do navio e sua nova equipe apenas serão comparsas que ela será capaz de domar com o tempo?
 
E por que não podemos lhe dar, neste momento, uma margem de confiança de que se tratou de uma decisão, talvez até dolorosa para ela de que, como pedia a maioria não só dos 51 milhões de cidadãos que votaram contra ela, mas também muitos daqueles que a preferiram nas urnas, o mais importante, o primeiro, o indiscutível, é que na hora de decidir deve-se levar em conta, que “antes” e “acima de tudo”, está o futuro Brasil?
 
De um Brasil, além do mais, rico, criativo e com vontade de triunfar, que pode e merece mais do que uma economia agonizante, deprimida e sufocada pelos golpes da corrupção. Uma economia que, no final, devolveria os pobres de volta a seu antigo inferno de pobreza e marginalização, como pode ser observado nos países corroídos por um populismo anticientífico e antieconomicista incapaz de criar bem-estar, nem mesmo para os mais pobres.
 
Até levantaram a cabeça aqueles que preferem ver na manobra da nova Presidente de colocar um banqueiro para liderar a economia como uma forma de “mudar e deixar tudo como está”. Assim, Dilma teria colocado Levy como ministro da Fazenda para catequizá-lo, ou seja, para convertê-lo ao petismo, e não para regenerar o barco econômico que ameaçava afundar o país em uma recessão severa e que os investidores locais e estrangeiros perdessem a confiança.
Fonte: El País - Por Juan Arias.
Ctba, 30/nov/14
Maria Prybicz
 
 
 “QUANDO DOU COMIDA AOS POBRES ME CHAMAM DE SANTO,MAS QUANDO PERGUNTO POR QUE SÃO POBRES, ME CHAMAM DE COMUNISTA ”
(Dom Elder Câmara)
 
Ctba, 30/nov/14
Maria Prybicz
 

sábado, 29 de novembro de 2014

EM PROL DO RIO IGUAÇU!
- SALVANDO UM RIO DA MORTE.
“Essa é a contribuição que o Senai dá para a competitividade da indústria paranaense. O estado já era reconhecido antes, mas todo esse esforço é para que continuemos fazendo isso com responsabilidade e para que o Paraná seja uma grande rede de tecnologia e inovação”, disse Edson Campagnolo, presidente do Sistema Fiep.
 
Para o diretor do Senai no Paraná, Marco Secco, o instituto vem se fortalecendo no coração das indústrias. “O foco principal do IST é uma ação em sinergia de trabalho tecnológico, inovação e educação”.
 
Estiveram presentes ao lançamento também o diretor de Operações do Departamento Nacional do Senai, Gustavo Leal, o secretário de estado do Meio Ambiente, Antonio Caetano de Paula Júnior, o diretor da Unidade Senai na Cidade Industrial de Curitiba, Alaer Cardoso Jr., e o presidente do Instituto das Águas do Paraná, Everton Luiz da Costa Souza.
 
O lançamento do IST em Meio Ambiente e Química ocorreu durante a realização do Seminário Internacional de Tecnologias Ambientais e Gestão da Água na Indústria. O evento reuniu especialistas de vários países para compartilhar conhecimento relacionado aos recursos hídricos e para oportunizar a troca de experiências e a integração entre pesquisadores e profissionais da indústria.
 
Durante a programação do primeiro dia do seminário, data em que se comemora o Dia do Rio Iguaçu, instituído por uma lei de autoria da então deputada estadual e atual vice-governadora eleita Cida Borguetti, ela recebeu a Carta de Compromissos com o Rio Iguaçu.
“Quero parabenizar o Sistema Fiep por trazer essa discussão. Ações como a de hoje vão fazer a diferença amanhã. Essa atitude tem que ser disseminada e o resultado deverá ser uma força-tarefa em prol da despoluição do Rio Iguaçu”, prometeu Cida Borguetti.
Fonte: ANPEI
Ctba, 29/nov/14
Maria Prybicz
 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O MERCADO SATISFEITO E AGRADECIDO PELO NOVO COMANDO ECONÔMICO DO PAÍS!
 
Estamos vendo com bastante otimismo a mudança da equipe econômica no Brasil! Esperamos um 2015 próspero e construtivo em todos setores econômicos, e claro com melhor distribuição da renda nacional!
 
Foi com “satisfação” que duas entidades industriais de São Paulo receberam a notícia. Também por meio de nota, a Fiesp e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo esperam que Levy, Barbosa e Tombini “conduzam a economia com responsabilidade, visão de futuro e estímulo aos que querem produzir”, e prometem continuar “parceiras na luta pela geração do emprego e pela redução da burocracia, dos impostos e dos entraves à produtividade da indústria”.
 
O anúncio também foi recebido com otimismo pela Anbima. Por meio de nota, a presidenta Denise Pavarina coloca a entidade à disposição de Dilma para “contribuir na construção de uma agenda ambiciosa para o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro”. Os membros da associação prometeram manter o diálogo “frequente e franco” na interlocução com os representantes do setor público, diz a nota. “Sempre com o objetivo de desenhar medidas que fomentem o desenvolvimento de canais privados de financiamento de longo prazo”.
Fonte: JB
Ctba, 28/nov/14
Maria Prybicz

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

JANTAR NA ABAD (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATACADISTAS)!
 
Então, na noite do dia 24 (segunda-feira) foi efetivado o jantar oferecido pela ABAD aos convidados!
Estaria precisamente quase todos os CEO's de São Paulo, senhores e senhoras que atuam diretamente nos grandes conglomerados atacadistas do Brasil, principalmente os paulistas!
 
O que se tratou? Prêmios oferecidos aos atacadistas top, tais como: Nestlé, Danone e demais representantes de suas categorias!
 
Também apresentaram-se projetos de Startup Foods de Curitiba. Exemplo: Língua de Camaleão que consiste em uma fita de 2 metros comestível de frutas desidratadas (fita esta que pode ser feita com qualquer fruta e tem prazo de validade de até 30 dias)!
 
Importante saber que a ABAD dá apoio a estas iniciativas empresariais (PME) que surgirão daqui há alguns meses!
 
Ctba, 27/nov/14
Maria Prybicz   

domingo, 23 de novembro de 2014

A SÍNDROME QUE AFASTA DO TRABALHO PROFESSORES E OUTROS!

A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso
A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.
profissional. O que tem início com satisfação e prazer termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão; o paciente nesta busca sofre, além de problemas de ordem psicológica, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão. É uma patologia que atinge membros da Segurança Pública, da Saúde Pública, setor bancário e da Educação.
 
São doze os estágios de Burnout:
  • Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz
  • Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);
  • Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  • Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  • Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
  • Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  • Recolhimento e aversão a reuniões (anti-socialização);
  • Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
  • Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
  • Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
  • Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  • E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.
Fonte: Dr. Drauzio Varella
Ctba, 23/nov/14
Maria Prybicz

sábado, 22 de novembro de 2014

A ECONOMIA COM ESPERANÇA DE DIAS MELHORES!
 
Para Luis Eduardo Assis, ex-diretor do Banco Central, os novos nomes devem trazer euforia num primeiro momento, mas isso não muda as dificuldades dos problemas, que incluem a negociação com uma base parlamentar hostil. “É um pequeno passo, mas uma equipe com credibilidade não resolve tudo”, avalia. Heron do Carmo, professor da Fundação Getúlio Vargas, concorda que ainda é um gesto mínimo, “mas é um passo na direção correta”, acredita. “As variáveis fundamentais da economia brasileira estão boas. Mas é preciso sair do déficit [das contas públicas] para superávit”, explica. Para ele, a equipe que está sendo cogitada tem condições de adotar uma política articulada com as necessidades atuais. Mas o mais importante, seria uma intervenção menor por parte da presidenta.
 
Essa efetivamente será a prova dos nove para Dilma que, por necessidade, terá de ser mais maleável neste segundo mandato, quando o barulho em torno da economia cresce a cada dia, ainda mais com as denúncias de corrupção na Petrobras, que ameaçam afetar inclusive o ritmo da atividade econômica.
Fonte: El País
Ctba, 22/nov/14
Maria Prybicz
 
 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014


PAÍS MODERNO - AVANÇADO - HUMANO E COM BOA GESTÃO!

"Precisamos ter a coragem de enfrentar as dores do nascimento de um novo Brasil.

É isso o que estamos fazendo, doa a quem doer.
 
É assim que vou continuar trabalhando porque tenho as mãos limpas e exijo de todos o mesmo respeito com o dinheiro público".(Dilma Rousseff).
 
Com este discurso da Presidenta nos somamos com todos(as) que querem o melhor para este nosso País abençoado com tantas belezas naturais, bem como, suas riquezas, suas virtudes, seu povo trabalhador e honesto em sua maioria!
 
Não podemos nos abater por causa de uma meia dúzia de pessoas gananciosas, que tentam burlar tudo o que encontra pela frente para se dar bem nos negócios! 
 
Façamos um compromisso com todos que acreditam e são otimistas o suficiente e não deixar-se influenciar por estes com caráter duvidoso que ora se publica em todos jornais nacionais e do exterior! Principalmente os jovens que nunca viveram na "ditadura militar"; não presenciaram um Impeachment (impugnação do mandato) de um presidente da república e também não sofreram na pele à época da inflação galopante que se instalara na década 1980! 
Ctba, 21/nov/14
Maria Prybicz
 
 
 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

FOTOS DO DIA DE MEU ANIVERSÁRIO (16/11)  - EM FAMÍLIA E NA ARENA DA BAIXADA DO CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE!
FOTO ABAIXO COM MEU FILHO!


 
UM SÍMBOLO NACIONAL - A PETROBRAS!
 
No desenrolar dos escândalos de lavagem de dinheiro e outros mais, a vida segue, enquanto isso, a Petrobras cai na Bolsa (com um raro respiro nesta quarta-feira, de alta de 2,65%) e adia a publicação de seus resultados trimestrais em meio a uma assustadora crise de imagem, as construtoras interrogadas buscam fechar acordos com as autoridades para que as obras em andamento não sejam paralisadas pela investigação, e a oposição acumula munição para atacar o segundo mandato de Dilma Rousseff. As 23 prisões decretadas na ação de sexta-feira talvez sejam consideradas no futuro um ponto de virada na evolução institucional do país. Nesse sentido se manifestou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima na tarde da própria sexta: “Hoje é um dia republicano. Todos somos iguais, e aqueles que cometem um crime devem ser punidos da mesma forma”.
 
Nos meus tempos de juventude quando se falava em trabalho, todos (as), com quem conversava sentiam-se orgulhosos de participar de concurso na Petrobras, inclusive uma amiga trabalha na Petrobras (orgulho de ser uma empresa tão bem organizada na época) mas, por razões óbvias perde sua credibilidade, são outros tempos, infelizmente!
 
Fonte: El País
Ctba, 20/nov/14
Maria Prybicz

domingo, 16 de novembro de 2014

Fly me to the moon - Diana Krall (TRADUÇÃO)





Homenagem ao meu aniversário! 16/11/2014

O que é Sustentabilidade? Veja e entenda!


sábado, 15 de novembro de 2014

BRASIL E ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA) COM CERTA SEMELHANÇA NA DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL!?

A crescente desigualdade na distribuição de renda nos EUA e as barreiras à mobilidade social afetam o conjunto da população, mas, em geral, atingem de forma mais dura as minorias. Antes da eclosão da crise em 2007, a renda média de uma família branca era de 135.000 dólares (cerca de 300.000 reais), em um número muito inflado pelos mais ricos; enquanto isso, a de uma família afro-americana era de 12.000 (aproximadamente 27.000 reais), segundo um estudo de Darrick Hamilton, professor de economia da The New School em Nova York. Isso significava que, para cada dólar de riqueza de uma família branca, uma negra acumulava nove centavos. Mas depois da crise essa diferença se multiplicou: cinco centavos para cada dólar. E saiu à luz um distanciamento ainda maior: 85% das famílias negras e latinas desfrutam de uma renda total inferior à média de todos os brancos.
 
A população é muito consciente da brutalidade dessas divergências. Segundo uma pesquisa de 2013, 57% dos brancos consideram que existe algum tipo de discriminação para os negros, enquanto entre os negros essa proporção sobe para 88%. Mas o que, definitivamente, explica essas tristes diferenças econômicas? "Enquanto quase não houve redução na desigualdade de renda nos últimos 50 anos, houve uma melhora trabalhista até meados dos anos 70 graças a várias leis, programas de afirmação e melhorias no acesso à educação", aponta Hamilton, por telefone. "Mas desde então a desigualdade se manteve por uma falta de ênfase contra a discriminação". Em paralelo, influíram os outros fatores que, de modo geral, ajudaram a aumentar a desigualdade no país, como o colapso dos sindicatos, o auge da concorrência global, a divergência salarial ou os elevados ganhos de capital, que beneficiaram os mais ricos.
Fonte: El País
Ctba, 15/nov/14
Maria Prybicz

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A INDEPENDÊNCIA DA EQUIPE ECONÔMICA!

Todos nós, brasileiros, desejamos, neste momento, que a senhora (Dilma Rousseff), seja iluminada ao escolher sua nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, que resgate a confiança e credibilidade ao seu governo e que, acima de tudo, esteja comprometida com uma nova agenda de estabilidade e crescimento para o nosso país.
 
Isto é o que hoje o Brasil, ansiosamente, aguarda e espera.
 
Fonte: Marta Suplicy
Ctba, 12/nov/14
Maria Prybicz

sábado, 8 de novembro de 2014

A AUTONOMIA COM MAIOR INFLUÊNCIA PARA O PT!

A autonomia, para nós, é um valor importante. O PT geriu o poder com uma linha de “new-desenvolvimentismo”, mais progressista do que o neoliberalismo, mas baseada em um pacto de conciliação entre grandes bancos, capital financeiro e setores sociais mais pobres.

A operação de redistribuição da renda favoreceu a todos, mas principalmente os bancos. Agora, porém, esse pacto não funciona mais, as expectativas populares cresceram.

O ensino universitário, por exemplo, integrou 15% da população estudantil, mas os 85% que ficaram de fora pressionam para entrar. Só que, para responder a essa demanda, seria preciso ao menos 10% do PIB, e, para levantar recursos desse tamanho, se romperia o pacto com as grandes empresas e os bancos.

Hoje visamos a uma reforma agrária integral, e a nossa luta diz respeito a todos. Por isso, é preciso uma ampla aliança com os operários, os consumidores e também com a Igreja. Somos aliados de qualquer pessoa que deseje a mudança.

Fonte:João Pedro Stedile olha a primeira página do jornal Il Fatto Quotidiano em que se vê Maurizio Landini enfrentando a polícia. “Um líder sindical sem gravata? Sério?”
Ctba, 08/nov/14
Maria Prybicz

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A ESSÊNCIA DO EMPREENDORISMO - A IMPORTÂNCIA DAS PESSOAS EM SI, CRIATIVAS E NÃO O SEU CREDO, PARTIDO POLÍTICO E/OU SITUAÇÃO FINANCEIRA!

Falar de mudança no Vale do Silício é como falar de pão em uma padaria: é o que se faz por lá. Disso vivem, só nisso pensam, e a isso dedicam o imenso talento que ali se concentra e a inimaginável quantidade de dinheiro pronto para apostar nas ideias mais audazes.

É a cultura inerente ao Vale do Silício: a ambição, a busca por grandes números de usuários, a propensão ao solucionismo, ou seja, a hipótese de que todo problema tem solução, e que muito provavelmente essa solução implica o uso da Internet.

É uma cultura de jovens, de gente que vem de todas as partes do mundo, onde o que importa é o que alguém sabe ou o que alguém pode inventar, não onde nasceu, a cor da sua pele, seu sotaque, como se veste ou quem são seus pais.

É a meritocracia mais intensa que já vi. Também é uma cultura que desdenha do Governo, das organizações hierárquicas e centralizadas.

Por outro lado, venera a informalidade, a agilidade, a mobilidade, a inteligência e sobretudo a propensão ao risco e, mais concretamente, o fato de não ter medo do fracasso.

Enquanto em outras culturas um fracasso deixa uma marca negativa e indelével na reputação de uma pessoa, no Vale do Silício o fracasso é visto como uma valiosa aprendizagem que ajuda a evitar futuros erros.

Cabe também destacar que o Vale do Silício poderia ser chamado de vale dos homens: o número de mulheres é surpreendentemente baixo (o que é uma pena que as mulheres ainda não aderiram).
Fonte: Moisés Naim
Ctba, 03/nov/14
Maria Prybicz

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Paula Fernandes, Victor & Leo - Não Precisa





Não diga, não precisa!

sábado, 25 de outubro de 2014

A PRESIDENTE DILMA, BASTANTE HUMANA!

Se quisermos ainda narrar a história que nos atravessou no passado, para que que não seja esquecida ou distorcida, de certo modo, teríamos que suportar esse tempo de espera que se abre entre as hesitações de Dilma, marcas de seu dizer, reconhecendo-as como lugares de onde provém a verdade de seu discurso e, ainda, nos encontrando com ela ali, por aqueles buracos, nos humanizando.

Assim como no filme "O Discurso do Rei", as hesitações de Dilma é que nos contam: ali está um coração valente! Isso que nos faz ir para as ruas e defender o voto, palmo a palmo, cantando, pintando as ruas de vermelho com as bandeiras tremulantes!
 
Por  *Sônia Maria Rodrigues é Professora da Faculdade de Educação da UFG.
Ctba, 25/out/14
Maria Prybicz
 
 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

INOVAR É A CONSOLIDAÇÃO DAS IDEIAS!

 Vivemos hoje em um ambiente propício para a inovação. Neste cenário globalizado, as empresas se aproximaram das universidades através de processos de parceria que incluem o próprio governo.
 
Na economia, o conceito de inovação foi introduzido por Schumpeter (1961) que considerou a inovação como força motriz do capitalismo.
 
 Colocando em uma equação matemática, podemos entender que a inovação é igual à motivação + criatividade + estímulos. Ao alcançar este patamar de envolvimento de toda a organização podemos dizer que a empresa estará gerenciando o processo interno de Inovação.
 
 A competitividade alcançada por meio da inovação logo volta ao seu ponto de partida decorrente aos concorrentes na medida em que os concorrentes copiam as boas práticas. Dois caminhos poderão conduzir a empresa à continuidade de sua existência. O primeiro é fazer melhor aquilo já faz e o segundo é fazer algo de modo diferente.
 
 O desafio reside em a empresa percorrer ambos os caminhos de forma complementar. Para que haja uma gestão focada na inovação é necessário:
a)- Estratégia bem definida
b)- Processos Internos condizentes
c)- Ambiente Externo (Stakeholders)
d)- Organização alinhada
e)- Cultura.
 
 O conceito moderno de inovação ultrapassa os pilares acima mencionados e interagem sinergicamente.  Para promover a inovação, as empresas devem estar organizadas de modo a serem altamente colaborativas e conectadas em rede.  A estrutura deve favorecer a comunicação em todas as direções. Ao conectar os colaboradores (internos e externos), a equipe é motivada a criar interações e cooperar como um todo. 
Fonte: Nestor Chosuke - Por Leandro Garcia, Professor  IBE-FGV.
Ctba, 20/out/14
Maria Prybicz
 
 
 
 

sábado, 18 de outubro de 2014

PSICÓTICOS SOCIAIS (FREUD) SEGUNDO THOMAS PIKETTY!
 
Os fundos abutres compraram dívida argentina por 325 milhões de dólares e estão reclamando 3,25 bilhões
 
E aqui entra Freud. Longe de serem entidades abstratas, os fundos abutres têm donos e empregados, advogados e lobistas, mas não são como as pessoas comuns que a cada dia dedicam boa parte de seu tempo ao estudo, à pesquisa científica, à criação artística ou a trabalhar no campo ou na cidade. Vivem longe de tudo isso, alienados, desconectados da realidade, imaginando com muita criatividade a melhor maneira de multiplicar seu dinheiro por meio de produtos financeiros que prejudicam o conjunto da sociedade. São psicóticos sociais.
 
Thomas Piketty revolucionou o mundo com o livro O Capital no Século XXI, com estatísticas dos últimos 210 anos e uma conclusão resumida em uma fórmula (r>c=+d) muito concreta: se o rendimento do capital é maior que o crescimento do PIB, a desigualdade aumenta. Imaginemos, por exemplo, o que aconteceria com um país que cresce 3% ao ano e tem de pagar um rendimento de capital de 145% anual, que é exatamente o que a Argentina tem de pagar aos fundos abutres. Seria um mundo impossível. Mas o pior é que isso pode nos acontecer, como diz Felipe González, se os países não estabelecem leis de governança internacional sobre o setor financeiro, que permitam controlar o crescente processo de financeirização da economia que acentua as desigualdades.
 
Os fundos multimercados, alguns dos quais dispõem de capital superior ao PIB de um país desenvolvido, capturaram uma parte importante do dinheiro que os bancos destinavam à produção e à criação de empregos, orientando-o em boa medida a operações de compra e venda de dinheiro. Em 2008 alguns milionários norte-americanos encabeçados por George Soros apresentaram uma proposta ao Congresso dos EUA alertando para o risco que os fundos multimercados representam para a economia mundial.
Fonte: El País
Ctba, 18/out/14
Maria Prybicz
Por Thomas Piketty

"O investimento em educação é a grande alavanca contra as desigualdades”

Se meu livro é perturbador é porque meu perfil não é o de um militante de extrema esquerda, mas de um cientista. Não sou movido pela atração do poder. Quando o Muro de Berlim caiu eu tinha 18 anos. Nunca me senti tentado pelo comunismo. Acredito profundamente na propriedade privada e nas forças do mercado, mas também acredito que é preciso reduzir as desigualdades do capitalismo, pelo bem do interesse geral. Minha geração é a primeira que não conheceu a Guerra Fria. Se alguns vivem instalados nela, é problema deles, não meu.
 
Eu me atenho ao princípio da desigualdade formulado em meu livro com a equação comprovada, segundo a qual as rendas do capital sempre superam o crescimento econômico. Ninguém até agora conseguiu argumentar em contrário. Os patrimônios imobiliários, industriais, de ações e financeiros aumentam muito mais rapidamente (e os maiores, em ritmo muito mais acelerado ainda) que as outras receitas. Basta que uma porcentagem deles seja dedicada à poupança para que eles se reproduzem.
 
E também a difusão da educação e do investimento em conhecimento, que são provavelmente os mecanismos mais decisivos para a redução de desigualdades.
 
Minha proposta não inventa nada no vazio. Parto da premissa de que a maioria dos países tenha instaurado impostos altos sobre a propriedade imobiliária, os impostos sobre os bens. Depois é preciso modernizar o esquema e transformar esses impostos num imposto progressivo e global que abranja todos os diferentes ativos patrimoniais líquidos, considerando que tenham se diversificado. Isso permitirá suavizar a carga tributária imposta à imensa maioria da população. Veja como no Reino Unido os trabalhistas aumentaram a progressividade do imposto sobre as transações imobiliárias, mas depois os conservadores não apenas não a suprimiram como a incrementaram. É algo concreto, nada utópico.
 
Não deixemos escapar o novo tratado entre a UE e os EUA, o TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento), para introduzir maior justiça fiscal e maior transparência financeira. Não devemos nos limitar a completar a liberalização comercial: as opiniões públicas tenderiam a rejeitá-lo. Se não aproveitarmos a oportunidade de incorporar o capítulo sobre o imposto, será muito mais difícil fazê-lo pela via bilateral de cada país. E não devemos esquecer que os dois blocos representam, somados, 50% da economia global.
Fonte: El País
Ctba, 18/out/14
Maria Prybicz
 

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.