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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

"ECONOMIA INDUSTRIAL"

PRODUÇÃO INDUSTRIAL SOBE PELO OITAVO MÊS SEGUIDO EM AGOSTO, DIZ IBGE

- A produção industrial subiu 1,2% no mês de agosto, frente a julho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a oitava alta mensal do indicador, que atingiu o maior nível desde novembro de 2008. Na comparação com igual período do ano passado, no entanto, a atividade recuou 7,8%, pelo décimo mês consecutivo. No acumulado do ano, a queda é de 12,1%, enquanto, em 12 meses, a baixa é de 8,9%.
- “A expansão foi sustentada por quinze das vinte e sete atividades investigadas, sendo particularmente significativa nos ramos de veículos automotores (3,2%) - que também avançou pelo oitavo mês consecutivo - refino de petróleo e produção de álcool (3,5%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (9,1%) e metalurgia básica (2,7%)”, informou o IBGE.
- Na outra ponta da tabela aparecem outros equipamentos de transporte (-4,2%), farmacêutica (-2,4%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-3,6%).
- Por categorias de uso, os bens de consumo duráveis foram os destaques, segundo o IBGE, com alta de 3,1% no mês, seguido por bens intermediários, que cresceram 0,7%. Bens de capital, por sua vez, saltaram 0,4% frente a julho, enquanto bens de consumo semi e não duráveis avançaram 0,6%.
Ano
- No confronto com agosto de 2008, houve crescimento em nove das 27 atividades. Do lado negativo, sobressaiu-se o recuo de 18,4% na produção de veículos automotores, que acompanharam a menor demanda por bens de consumo duráveis após o agravamento da crise financeira global.
- Os efeitos da crise se fizeram sentir também na produção de bens de capital (-22,3%), que sofreram com a queda dos investimentos.
- Dessa forma, no acumulado janeiro-agosto, veículos automotores (-22,6%) e máquinas e equipamentos (-26,8%) foram os destaques negativos.
- "Nesse tipo de comparação, as indústrias mais articuladas com o mercado interno e, portanto, menos atingidas pela crise internacional, como a farmacêutica (9,6%), bebidas (5,6%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,9%) assinalaram taxas positivas, juntamente com o setor de outros equipamentos de transportes (10,8%)", acrescenta o relatório do IBGE.
Fonte: Último Segundo - IG
Ctba, 02/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



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