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quinta-feira, 11 de março de 2010

“ECONOMIA NAS CIDADES”

AS CIDADES SOBRESAEM-SE
- As prefeituras das grandes cidades tomaram grandes proporções, poderia criar-se “mini-prefeituras”, a fim de atender melhor o cidadão no mais longínquo rincão onde o mesmo vive e trabalha – evitando-se grandes locomoções para que sua reivindicação seja atendida!(Mª M. Prybicz).
- São as cidades que têm o poder de mudar o mundo – mudar as políticas econômicas em seu benefício. E por isso elas precisam ganhar mais poder (++ recursos financeiros) do que têm hoje. Essa é a conclusão dos especialistas que participaram da primeira mesa de debates promovida pela Conferência Internacional das Cidades Inovadoras, iniciada ontem em Curitiba. O debate, que reuniu especialistas de três países, abordou o reflorescimento das cidades e o papel delas como protagonistas das transformações globais.
- Segundo o escritor e especialista em redes sociais Augusto de Franco, a tendência é que as cidades “roubem” poder dos governos nacionais. Isso acontecerá depois que elas criarem uma sociedade em rede de múltiplas comunidades. E a responsabilidade por essa revolução quase invisível, segundo ele, é a internet.
- Qualidade de vida - Para a norte-americana expert em urbanismo Carol Coletta, presidente da entidade CEOs For Cities – rede de líderes urbanos dedicada à criação de uma nova geração de cidades –, “a população em geral não está interessada em inovação. Está interessada em viver melhor. A inovação, por sua vez, está a serviço da qualidade de vida”. – “Qualidade de vida no sentido mais humano da palavra – cujos valores estão invertidos”
- Uma das análises lançadas pelo CEO for Cities e que já tem sido colocada em prática por algumas cidades norte-americanas, entre elas Chicago, é o Dividendos das Cidades, que estima um ganho total de US$166 bilhões por ano se todas as regiões metropolitanas dos Estados Unidos se engajarem a realizar três metas: aumentar em 1% por ano a presença de seus habitantes nas universidades; diminuir em 1% ao ano o número de pessoas na faixa de pobreza; e diminuir em uma milha (1,6 quilômetro) por dia o deslocamento de cada carro.
- A exemplo de Londres, na Inglaterra, é um dos principais exemplos do movimento de reflorescimento das cidades, segundo seu vice-prefeito, Richard Barnes. “Pensou-se que Londres estaria morrendo, pois enfrentava uma grave crise econômica e, consequentemente, altos índices de desemprego e criminalidade. Hoje, contamos com uma economia maior que a de países como Irlanda e Portugal”, diz.
- Um dos segredos do sucesso da capital inglesa está na sua diversidade. Londres é composta por cerca de 50 comunidades étnicas diferentes e a sua população fala mais de 320 línguas diferentes. De cada 5 profissionais empregados na cidade, 2 nasceram em outros países.
- O diálogo e a troca de experiências foi fundamental para incorporar realidades tão diferentes em um único lugar. Para que todos possam ser ouvidos e atendidos, a cidade é dividida em 32 distritos onde vivem cerca de 250 mil pessoas. Esses distritos contam com administrações locais responsáveis por prestar serviços à população. “O prefeito é uma espécie de embaixador”, explica Barnes.
Fonte: GP On Line
Ctba,11/mar/10
Prof.ª Mª M. Prybicz





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