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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

"ECONOMIA DAS GRIFES"

ECONOMIA DAS GRIFES - SATISFAZENDO EGOS!
- Como a economia sempre é baseada nas emoções humanas, fica caracterizada que as marcas e padrões influem no comportamento das pessoas e nos produtos que consomem, para satisfazer os seus egos!(Mª M.Prybicz). 
“Gosto de usar sapatos poderosos nas reuniões, principalmente se for com colegas que tenho de confrontar”, confidenciou uma amiga. Executiva bem sucedida, ela faz muitas viagens internacionais. Na volta, a bagagem sempre está maior, graças a visitas a lojas famosas.
- Ela não é a primeira nem única a apreciar grifes. Todos temos fetiches. O que chama a atenção é assumir que se calça nos sapatos “poderosos”, cujo fascínio se traduz em modelo e em marca.
- Perguntei à psicanalista Vera Rita de Melo Ferreira, pesquisadora e professora de psicologia econômica, por que sentimos fascínio por marcas famosas, mesmo nos casos em que verificamos que a qualidade do produto não justifica o preço.
“Somos emocionalmente frágeis, precários e limitados. E vulneráveis à consciência desta condição. Mas, se essa percepção se torna muito aguda, passa a atrapalhar a pessoa em diversas situações, como falar em público”, explicou a professora. Daí, as marcas famosas viram muletas. “O poder da grife está na sensação de que, ao comprar o produto, adquirimos também os atributos que ela busca projetar – sofisticação, sensualidade ou esportividade, por exemplo.”
- Perfumes, bolsas, roupas, maquiagem e produtos de cuidado pessoal fazem brilhar os olhos das consumidoras. Os homens costumam se agitar mais com carros e itens tecnológicos. “O marketing atinge o calcanhar-de-aquiles de cada um, pois todos enfrentamos pressões sociais”, diz Vera Rita. “E quanto mais confortável a pessoa está na própria pele, menos precisa de grifes.”
- Por isso, ela recomenda a grifemaníacos que reflitam sobre o papel que os itens de marca famosa estão desempenhando em sua vida. “Cobrir-se de etiquetas famosas é como fantasiar-se. Fica patético.”
- Mas não é preciso abdicar totalmente de objetos de desejo. “Se você pensa num produto como algo para se tornar especial, que tal deixar isso para ocasiões especiais? A gente pode se manter na realidade no dia-a-dia. E, às vezes, optar por algo que dá esse tipo de prazer.”

Fonte:BM&F BOVESPA/Mulheres em Ação –  Por: Garçon, Juliana.
Ctba, 10/fev/10
Prof.ª Mª M. Prybicz



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