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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"ECONOMIA PETROLÍFERA"

O PRÉ-SAL NO PAÍS CAPACITA E DESENVOLVE A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E OUTRAS RAMIFICAÇÕES.
   RIO - Com perspectiva de dobrar as reservas de petróleo no Brasil – com investimentos de mais de US$ 200 bilhões somente da Petrobras até 2020, o pré-sal é a menina dos olhos do governo e atual motivo de disputa política entre os estados produtores, não-produtores e a União, mas o país não pode perder o foco no desenvolvimento da indústria nacional – não só a petrolífera – e gerar emprego e renda. Essa foi a tônica do seminário As novas profissões do petróleo, promovido terça-feira na Escola Superior de Guerra, na Urca, pela Casa Brasil, Jornal do Brasil e Centro de Integração Empresa Escola (CIEE).
- Se antigamente, um país poderia ser classificado como de primeiro ou terceiro mundo, hoje, as nações se dividem entre aquelas que investem em inteligência técnica e as que não investem. Além da engenharia, serão extremamente demandados as áreas de direito e outras ramificações, ligadas à gestão, como economia e administração – disse Kardec.
– No Ceará e Maranhão não há indústria petroquímica, então temos que capacitar. A ANP fornece recursos para isso, formamos 113 mil profissionais nos últimos anos – afirmou o engenheiro.
- Radicado em Nova York, Hallake já vê um movimento de grandes empresas de advocacia estrangeiras procurando ter presença no Brasil. Ele considera que os advogados brasileiros “perderam a timidez” e estão cada vez mais, atuantes no setor: Com esse crescimento do país, as empresas estão seguindo os bancos de investimentos e vindo para o Brasil, principalmente para o Rio.
- Novas profissões, principalmente em áreas de tecnologia, que surgiram nos últimos 15 anos, antes do pré-sal. E com as novas descobertas, as oportunidades irão além das áreas técnicas, chegando até setores ligados a ciências humanas (podendo estender-se à econometria, antropologia e antropometria).
  Os dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostram que, dos 60% previstos de investimentos no país até 2012, cerca de 46% serão para infraestrutura do setor de petróleo e gás. Para Eloi Fernández y Fernández, diretor-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), as verbas destinadas ao pré-sal vão beneficiar também empresas de outros segmentos da economia.
– A Petrobras deve ser a maior consumidora de café no Brasil, talvez também quem mais vai demandar recursos na produção de calçados especiais para suas instalações, bem como, uniformes de proteção e segurança. São exemplos que geram desafios para que pequenos empresários se coloquem à frente dessas oportunidades – Há que considerar positiva a grandeza dos investimentos da estatal de petróleo, mas devemos ter em mente a melhor distribuição dos recursos complementando com “as terceirizações e/ou quarteirizações” assim beneficiando também as micro, pequenas e médias empresas, fazendo as devidas ramificações acontecerem efetivamente. Temos que evitar ao máximo “investimentos concentrados” numa só grande empresa do país, inclusive com esta atitude o conhecimento (know how) também acaba atingindo um contingente maior da população.(Mª M.Prybicz). – Dos oito navios que a Petrobras está encomendando, somente os cascos serão produzidos no Brasil. O miolo todo é de fora. Precisamos ultrapassar o patamar de fornecedor de equipamento "de baixo valor agregado", pois assim deixamos o filé mignon para a indústria estrangeira. A discussão técnica, a partir da educação, também foi tema do acadêmico Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidente do Conselho de Administração do CIEE:
– Há um lamentável desprezo pelo ensino técnico no nosso país. Aqui no Rio temos 25 mil estagiários recebendo bolsa auxílio e 1.800 aprendizes, de 14 a 24 anos, com treinamento específico de carreiras ligadas à carreira de petróleo. São números crescentes.
Fonte: JB On Line
Ctba,18/nov/09
Prof.ª Mª. M. Prybicz





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