prybiczmaria@gmail.comFollow by Email tyle>.ig-b- { display: inline-block; } .ig-b- img { visibilit

sábado, 7 de novembro de 2009

"ECONOMIA ESPECULATIVA"

- A matemática é bem simples: compra da mercadoria que o dinheiro é como outra qualquer (empresta dinheiro) num preço baixo e vende num preço alto (juros) no Brasil! ( Mª M. Prybicz)

HÁ BOLHA ESPECULATIVA NO BRASIL, SEGUNDOS OS "ECONOMISTAS"
- O IIF (Institute for International Finance), espécie de FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) mundial, afirma que "há uma conjunção de fatores preocupantes no Brasil" que podem indicar a formação de uma bolha. A expansão de crédito ficou em 30% no ano passado, neste ano caiu para 12% - apesar da queda, ainda está em dois dígitos.
  O País está recebendo grandes volumes de fluxos de capital - em outubro, o segundo maior da história. O mercado acionário está em alta e o real bate recorde - foi a moeda que mais se valorizou, cerca de 34% neste ano. "Todos esses fatores combinados representam um risco de bolha de ativos", disse Hung Tran, diretor da área de mercado de capitais e mercados emergentes do IIF. "Essa excessiva valorização de ativos e moeda terá de ser corrigido mais cedo ou mais tarde, o que não vai ser fácil."
  A economia brasileira é vítima do próprio sucesso, dizem os economistas. Com um crescimento expressivo e sistema financeiro saudável, o Brasil vem recebendo muitos investimentos. Mas o Brasil também é refém do ambiente externo: as economias avançadas ainda estão se recuperando, e devem manter as taxas de juros baixas por muito tempo, como sinalizou o Fed (o banco central americano) nesta semana.
   Com juros baixos e dólar em queda, emergente como o Brasil se torna principal alvo para o chamado carry-trade. Os investidores tomam emprestados nos EUA, com juros baixos e dólar em queda, e aplicam em tudo quanto é ativo considerado mais arriscado, inclusive no Brasil. O economista Nouriel Roubini alertou para a volta do carry-trade, que anteriormente era feito com o iene, em uma coluna recente no jornal Financial Times. "Os preços dos ativos arriscados subiram demais, muito cedo e muito rapidamente em comparação com os fundamentos macroeconômicos", escreveu Roubini.
Fonte: GP Online
Ctba, 07/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



Nenhum comentário:

Quem sou eu

Minha foto
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.