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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

"CIÊNCIAS ECONÔMICAS"

“FORMATURA NO CURSO DE ECONOMIA”

- Todo curso que fazemos, no decorrer de nossa vida e durante o tempo do mesmo, sempre teremos expectativas de trabalhando na profissão, iremos fazer tudo aquilo que estivemos aprendendo nos quatro ou cinco anos de curso. Exemplo: Curso de Ciências Econômicas- Economia – o foco é também a distribuição de renda para toda população que tem um baixo rendimento mensal, ou seja, vivem na completa pobreza e miserabilidade. O que decepcionou e decepciona muitos estudantes é a impotência diante da política econômica brasileira com estímulos à concentração da renda na mão de poucos, deixando o mercado agir da maneira cada vez mais, excludente, injusto, hipócrita, indigno e extremamente selvagem.
- Conhecendo todos os direitos sociais de um povo, que são a educação, habitação, segurança, saúde, lazer, previdência social – poderemos incluir o bolsa-família (ou dê um nome qualquer) que seja ou se torne também como mais um direito social, isto é – um mínimo de subsistência familiar – evitando assim um problema social mais grave se for deixado de lado, fazendo vistas grossas e descaso, finalizando em completa desagregação familiar e social de nossa sociedade – ocasionando também a violência sistêmica – principalmente em relação à mulher e/ou seus filhos – e que não falem os hipócritas que o bolsa-família seja uma esmola, e que vai acostumar o sujeito que recebe em mais um pedinte, sem darmos todas as condições para que saia daquela condição humilhante-oportunizando-completamente, como se não fosse também brasileiro, e digno de todos os direitos sociais inerentes ao ser humano e que deve fazer parte da repartição do bolo da “renda nacional brasileira“.
-  Isso tudo se torna investimento no ser humano, claro, acompanhado do devido incentivo à educação, no sentido de profissionalizar o indivíduo, a fim de que saia da situação em que se encontra - tornando-se a mesma renda repassada para o indivíduo, investimento com retorno de capital através dos impostos que este mesmo irá gerar com sua ação, no momento de comprar e/ou consumir, pagar impostos, etc -, fazendo com que o ciclo se complete, retornando à economia, ao comércio, às indústrias para fabricação de mais produtos a serem comercializados e/ou consumidos.
- Conselho efetivo: parar de fazer investimentos em armas para estancar a violência, sem antes atacar a causa principal que é a fome, desnutrição, falta de recursos em geral, que vários contingentes da população sofrem em determinados países emergentes ou não globalmente falando - reestruturação humanista – focar no humano, pois é o melhor ativo de uma nação – é patriótico.
- Não precisamos de mais armamentos, mesmo porque, os mesmos são insignificantes para quem não tem o necessário para sustentar a si e a sua prole.

Referência: Pesquisas e observações pessoais diversas, Marcha Mundial pela Paz.
Ctba, 13/Nov/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.