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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

"ECONOMIA"

“PLANO FINANCEIRO”
- Existe um “plano financeiro” do qual as igrejas fazem uso no intuito de arrecadar fundos (dinheiro) para sustentação e investimentos em novos templos e/ou igrejas, etc...
- Portanto - então será que as empresas (empresários) poderiam e deveriam usar deste particular “trunfo” angariativo e abrir o capital para captar recursos e investir criando mais empregos, fazendo ampliação na capacidade da produção de manufaturados (agregando valores aos produtos) e assim fazer a demanda de mão-de-obra aumentar consideravelmente. O que é que proíbe isso? Será a legislação da constituição jurídica para as pequenas e médias empresas (small caps)?
- As grandes companhias de sociedade anônimas (S/As.) fazem o que deveria ser estendido para todas as empresas (generalizadamente, independente do tamanho, produto, serviço e constituição jurídica do capital). Nas antigas ferrovias do meio oeste americano (Estados Unidos) já se fazia isso para construir as ferrovias antigas. É como descobrir a “galinha dos ovos de ouro” neste vasto campo de arrecadação e/ou ampliação e aplicação de numerários e naturalmente o retorno do capital coletado e reinvestido.
- É uma “festa financeira”! Em razão dos grandes montantes acumulados pelas igrejas - (independente da religião a que se segue).
- Observação: nada contra as religiões e igrejas, muito pelo contrário! Sou totalmente a favor deste “plano”.

Ctba, 02/set/09
Economista e Prof.ª Mª M.Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.