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sábado, 17 de janeiro de 2009

"NEGOCIAÇÕES MODERNAS"

“REGIDEZ DOS SALÁRIOS “

“It does not follow that involuntary employment..can be avoided by increasing the quantity of money indefinitely, keeping money wages unchanged. If classical economics have always mean that a sufficient increase in money in term of wage units would be a compensatory element, well and good.. I always understood that they favoured a reduction in money wages because they believe that this would have a direct effect on profit, and not one which operated indirectly through the rate of interest”

- No Sumário particular de Keynes, e nunca a teoria de Keynes, e mesmo assim baseado em pressupostos, como a rigidez dos salários, que nunca foram colocados por Keynes como condicionantes da sua conclusão sobre a persistência do desemprego. No diagrama Hicks-Hansen a causa profunda do subemprego está na existência de uma taxa de salário demasiado elevada relativamente à taxa do salário real de pleno emprego. - É a rigidez do salário à baixa que provoca a existência de um desemprego persistente. O próprio Hicks distanciou-se da sua formulação de 1937, embora insistindo na ideia de que o modelo de Keynes explica o desemprego pela rigidez à baixa dos salários. O curioso é que Hicks interpreta o modelo de Keynes pela rigidez da taxa de juro associando essa rigidez à taxa de salário, i.e.. a rigidez da taxa de salário explica a rigidez da taxa de juro, contrariando Keynes, para quem a rigidez do salário se explica pela rigidez da taxa de juro específica da moeda.

Curitba, 17/jan/2009.
Maria M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.