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sábado, 24 de janeiro de 2009

"ECONOMIA EM REDES"

“INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL”

Atualmente no contexto em que as fronteiras nacionais estão cada vez mais difusas em função do processo de mundialização/globalização (CHESNAIS, 1996), formas alternativas de organização da produção estão sendo propostas e, como conseqüência, várias tentativas de reformulação teórica foram feitas, cabendo especial destaque a uma delas, baseada na linha neo-schumpeteriana, que enfatiza o papel dos sistemas locais de inovação, sendo incubadoras tecnológicas, parques tecnológicos, distritos industriais clusters os instrumentos necessários para viabilizar o seu funcionamento.

Essas redes de cooperação têm o poder de tornar o ambiente propício à aprendizagem, induzindo à criação de novas oportunidades de auferir lucros, pois se por um lado possibilita aos agentes a concentração de recursos financeiros e humanos (capital humano) naquelas áreas em que detêm específica competência, então, possibilita a minimização dos custos, riscos e irreversibilidade associados aos investimentos em novas tecnologias.

Fatores básicos para os sucessos desses empreendimentos têm como base a organização produtiva e a inovação, são: cooperação, interação e complementaridade, no campo da pesquisa e do aprendizado, integradas à ação institucional (OECD, 1998; 1999). Esses fatores estão condicionados ao respeito e interação com o ambiente cultural local. Ou seja, a dimensão local, nessa perspectiva, assume grande relevância, uma vez que a cooperação pode funcionar como o principal determinante da capacidade de competição.

Articulação densa e inteligente produzirá o desenvolvimento, enquanto que articulação difusa e aleatória terá obstáculos. Em qualquer região torna-se necessária uma avaliação de como se encontra estruturado (in loco), cada elemento e a forma de articulação entre eles. Dependendo da avaliação, a modernização dos componentes pode ser a tarefa fundamental para geração de um projeto coletivo que promova sua articulação e direcionamento. Considerando a forma de materialização do conhecimento em um produto tangível que, pode ser atividade biotecnológica, é um elemento essencial no processo como meio de se alavancar o desenvolvimento. Uma abordagem complementar fará relevantes avanços como “economia em redes”, pois prioriza a pesquisa em bases cooperativas como principal via para fomento da biotecnologia.

Referência: Braun, Mirian Beatriz Schneider; e Silva, Christian Luiz da. (A Economia Brasileira Por Economistas do Paraná - 2005).

Ctba, 24/jan/09.
Maria M. Prybicz

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