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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

"CICLOS ECONÔMICOS"


“CICLOS ECONÔMICOS REGIONAIS”

- Exaustiva flutuação das economias regionais exige do modelo macroeconômico, que descreva os processos de desenvolvimento e geração de rendas, e transmissão inter-regional de impulsos de desequilíbrio, mas também uma visão microeconômica, acentuando as composições industriais de uma região (ou de várias) com suas sensibilidades cíclicas. – O papel dos movimentos sociais e de fatores e a influência de fatores externos específicos: inovações e as melhorias na infra-estrutura de transportes e a própria urbanização das cidades.
Hipótese de que sensibilidade cíclica de diferentes tipos de região tende a ser explicada pela própria variável na composição industrial. – O ciclo econômico, desse ponto de vista, considera-se como um fenômeno nacional-industrial, e os ciclos regionais são exatamente a manifestação local de variações cíclicas que se produzem na indústria nacional. Assim, atribui-se a cada setor industrial regional a variação cíclica nacional média para atividade do setor industrial em questão. Portanto, qualquer experiência cíclica regional que não seja explicada pela sua mistura de indústrias, pode ser considerada como residual. – E o valor da técnica da mistura de indústrias, depende das dimensões desses resíduos, e é um problema a ser resolvido empiricamente (ou seja, exclusivamente através de experiência comprovada).
As regiões caracterizadas por grandes empresas e/ou firmas industriais, mostram inclinações ascensionais mais fortes porque o investimento nas pequenas empresas é limitado por restrições financeiras. O tipo de mercado (local), que certas indústrias abastecem é muito importante com relação ao comportamento cíclico, pois será afetado pelas características próprias de cada região (gostos, nível de renda, composição demográfica, população concentrada ou não, renda “per capita”, etc. - Outras empresas produzirão para o mercado mundial e/ou global, por isso, sua experiência cíclica será diferente, desde que a demanda global flutue na diversidade da nacional. – Nas economias avançadas é natural que as relações interindustriais atravessem as fronteiras regionais nacionais e/ou internacionais, com flutuações nem sempre idênticas às da indústria nacional. – Variação de metodologia da mistura industrial supõe que a estabilidade cíclica é diretamente em função do grau de diversificação regional.
E o que seria diversificação, por assim dizer, pode significar um equilíbrio entre indústrias de bens-duráveis (estáveis) e duráveis (instáveis); ou estrutura industrial que corresponda estritamente à da economia nacional. Mesmo que as regiões diversificadas sejam ciclicamente estáveis, elas apresentam desvantagens, pois, sacrificam os benefícios da especialização e da economia de escalas. E como a sua propensão marginal a importar tende a ser pequena, encontrarão dificuldades em transmitir para outras regiões através de redução de importações, os efeitos de contrações internas. E medidas de estabilizações regionalmente orientadas devem ser mais efetivas, em razão de não repercutirem no exterior.

Referência: Richardson, Harry W. (Economia Regional)
Ctba, 28/jan/09
Maria M. Prybicz

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