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terça-feira, 30 de setembro de 2014

EXEMPLO PARA DILMA SEGUIR COM RELAÇÃO AO MERCADO!

Foi assim que Lula ganhou o coração do mercado. Quando ele assumiu, os empresários demoraram a tirar seus projetos da gaveta, temendo mexidas drásticas no modelo econômico.
 
Era o trauma do Governo de Fernando Collor (1990-1993), que confiscou a poupança dos brasileiros no início do seu Governo.
 
Para acalmar os ânimos, Lula nomeou Henrique Meirelles para ser seu homem no BC, um executivo respeitado no mundo inteiro.
 
E Antonio Palocci, para a Fazenda.
 
Meirelles e Palocci trouxeram a serenidade que o mercado procurava diante de um desconhecido candidato que assumiu a presidência com um discurso focado no social.
 
Agora, Rousseff se vê diante de um desafio curioso. Todos conhecem a sua maneira de pensar, e por isso, a cautela com sua eventual ascensão é redobrada.
 
O PIB vem crescendo pouco, a taxa de juros ainda é muito alta, a questão do câmbio e da poupança interna são temas sim de debate e a velocidade da queda da desigualdade não é mais tão espetacular. Mas o Brasil de 2014 está, em uma trajetória de melhorias, a anos-luz do Brasil de 2002.
 
O projeto atual de desenvolvimento envolve temas como a constituição de um mercado sólido de consumo de massas, bancos públicos em ação anticíclica e como agentes de provimento de crédito, o BNDES sendo parte de uma estratégia de financiamento de empresas e de empreendimentos aqui e no exterior alavancando negócios e investimentos, a Petrobrás gerenciando a maior parte das maiores reservas de petróleo descobertas nos últimos anos.
 
As mudanças na vida social ao ponto de produzir um relevante movimento para cima, trazendo à cidadania e ao próprio mercado um contingente muito apreciável de homens e mulheres. Este grupo agora mudou de patamar e espera mais, ele olha para o espelho e não mais se vê como o pobre ou envergonhado que não via futuro, ou preferia migrar em busca de emprego. Filhos tem trajetória superior às dos pais, e querem mais. Chegaram ao fim da adolescência em outro país. E querem mais. È justo e é da democracia. Agora podem reivindicar: em 2001 ele podia apenas esperar uma migalha ou o desemprego em um país estagnado e com inflação mais alta que os últimos anos.
 
Fonte: El País e Eduardo Condé.
Ctba, 30/set/14
Maria Prybicz

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