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domingo, 21 de setembro de 2014



Contra a corrupção, não espere ninguém agir por você.
Aja você mesmo!

Os destaques das manchetes dos meios de comunicação nos últimos anos estampam, invariavelmente, casos de corrupção envolvendo todas as esferas de governo. Muitos desses escândalos se mantêm por meses nas manchetes e, depois que desaparecem, não sabemos como foram resolvidos, ou mesmo, se foram resolvidos. A repetição desses episódios acaba por gerar uma anestesia nos sentidos da opinião pública, que já não se surpreende com mais nada e, ainda, faz com que muitos achem a corrupção algo intrínseco ao governo e por isso nunca será extirpada.  

Em geral, esperamos a ação da polícia, do Ministério  Público, das comissões de inquérito do Congresso nacional ou de outras instituições oficiais incumbidas da fiscalização da coisa pública. Em muitos casos, os interesses políticos ou a inércia burocrática das instituições acaba por favorecer ainda mais a corrupção. Mas, afinal o que fazer se devemos esperar sempre a iniciativa de alguma destas instituições para investigar e punir os casos de corrupção.

Atualmente, o cidadão comum possui instrumentos de controle e fiscalização da coisa pública que podem exercidos, pessoalmente ou por meio de organizações que zelam pela transparência e lisura da administração pública. A Lei nº 11.527/2011, conhecida como lei do acesso à informação ou lei da transparência, permite a qualquer pessoa interessada obter da administração pública informações sobre atos de governo e registros administrativos, como já previa a Constituição Federal desde 1988.

Esta lei é uma ferramenta poderosa de controle e fiscalização da sociedade sobre os atos do governo, que está à disposição do cidadão comum para que ele exerça seu direito de obter informações, inclusive para exigir das autoridades responsáveis que responsabilizem os governantes pelos atos ilícitos e abusos cometidos. Precisamos agir nós mesmos.
RODRIGO DA ROCHA LOURES
Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade – IBQP
Ex-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP (2003/2011)
http://www.rodrigodarochaloures.com.br
 
 
PARA AS NOVAS GERAÇÕES - NOVAS POLÍTICAS ECONÔMICAS E SOCIAIS!
 
Os jovens da geração Z, com idade entre 16 e 20 anos, já estão começando a entrar no mercado de trabalho – e isso vai exigir que empresas façam mais do que repetir comportamentos e práticas adotados na gestão da geração Y para atrair e reter esses novos profissionais.
 
É o que aponta uma pesquisa da empresa de consultoria e pesquisa Millennial Branding e da multinacional de recursos humanos Randstad, que analisou as principais diferenças entre esses dois grupos. Foram consultados mais de dois mil jovens das gerações Y (com idade entre 21 e 32 anos) e Z (entre 16 e 20 anos) de dez países, entre eles o Brasil. 

O porquê estou dando ênfase nestes itens:
O primeiro grupo é inexperientes e o mercado exige qualificação profissional.
O segundo grupo tem experiência mas, existe uma certa insatisfação profissional em relação a remuneração (salários e benefícios), local de trabalho, valorização profissional;

Os resultados mostram, que a geração mais jovem é menos motivada por dinheiro, do que a geração anterior - 27% a geração Z consideram essa a principal razão para escolher um trabalho, contra 38% dos jovens da geração Y, o que faz a remuneração a razão mais escolhida por eles. Entre os Z, 34% se dizem mais motivados por oportunidades de avanço na carreira.

Uma das principais especulações sobre as gerações mais jovens se mostrou incorreta de acordo com a pesquisa: a percepção de que eles preferem se comunicar por meio da tecnologia do que pessoalmente. Tanto 51% dos profissionais da geração Z quanto 52% daqueles pertencentes à geração Y preferem se comunicar com seus gestores pessoalmente, ao invés de por e-mail ou troca de mensagens instantâneas.

Ainda que a grande maioria dos profissionais de ambas as gerações considere que a tecnologia os ajuda a atingir seus objetivos, ela também se mostra uma importante distração no trabalho, ainda que de formas diferentes. Jovens da geração Y consideram o e-mail o principal vilão do foco (31%), seguido do Facebook(28%) e de programas de troca de mensagens instantâneas (25%). Já 37% dos mais novos consideram as mensagens instantâneas a maior distração, seguido do Facebook (33%) e só então do e-mail, escolhido por apenas 13%.
Agora, temos que preocupar-nos com a geração "nem, nem, nem - não estuda, não trabalha, não vota"!
Fonte: Valor Econômico, por Letícia Arcoverde, 05.09.2014
Ctba, 21/set/14
Maria Prybicz
 

 

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