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terça-feira, 12 de outubro de 2010

"ECONOMIA DAS AÇÕES"

AÇÕES E COMPLICAÇÕES
Aplicar diretamente em ações é como fazer pizza em casa. Sai mais barato, porque você não precisa pagar taxa de administração (apenas a corretagem e outros valores, menores, cobrados pela corretora e pela própria bolsa). Também tende a ser uma experiência mais intensa para o investidor, que se envolve na pesquisa de dados das empresas e no acompanhamento de relatórios. Por isso mesmo, toma tempo e exige conhecimentos avançados. - As razões para escolher um fundo, por sua vez, são mais ou menos as mesmas que fazem alguém optar pelo disque-pizza em vez de administrar uma carteira própria de massas e ingredientes. Os gestores de fundos são profissionais treinados e experientes. Como dispõem de um bom volume de recursos, podem variar os ativos dentro da mesma carteira. Com isso são capazes de distribuir bem os riscos entre diversos papéis. Para a pessoa física, combinar várias ações é mais complicado porque exige mais dinheiro – por isso é mais comum encontrar investidores com dinheiro concentrado em algumas ações mais “famosas”, como Petrobras ou Vale. 
Uma opção interessante é a dos ETFs (sigla em inglês para “Exchange Tradeable Funds”, ou fundos negociáveis em bolsa). Esses são fundos de investimento que podem ser comprados e vendidos pelo home broker (a plataforma de negociação de ações via internet), como se fosse uma ação qualquer. Os ETFs simulam os principais índices da BM&FBOVESPA, como o Ibovespa, o Índice Brasil e o índice de small caps (empresas de baixo valor de mercado), entre outros. Bastante populares em outros países, os ETFs ainda não conquistaram o investidor brasileiro, mas representam uma oportunidade de fazer investimentos balanceados sem gastar os tubos.
Corretora
- Onel pergunta também como escolher uma corretora, e se aplicar na corretora do banco onde tem conta seria uma boa opção. Essa é uma escolha sempre delicada porque, no fim, o que vai contar de verdade é a experiência do investidor. Envolve muitas variáveis pessoais: atendimento, eficiência, qualidade das análises e outras.
- Sobre as corretoras ligadas a bancos, elas normalmente cobram taxas muito altas. Outra queixa comum é que mesmo as agências Premium – aquelas que miram clientes acima de certa faixa de renda – não têm um atendimento adequado para quem aplica em ações. Mesmo assim, muitas pessoas sentem-se mais confortáveis investindo assim, e ainda contam com a possibilidade de ter tarifas reduzidas por conta do relacionamento com a instituição.
Sobre preços e impostos
- Meu colega Márcio Antonio Campos, editor de Economia aqui da Gazeta, fez uma viagem aos Estados Unidos recentemente e se deu ao trabalho de fazer um comparativo entre alguns preços que ele encontrou lá e os praticados aqui. O objetivo era explicar a amigos americanos porque os brasileiros são tão ávidos por compras quando viajam. Ele descobriu, por exemplo, que o console de videogame Playstation 3, que custa US$ 299 nos EUA, sairia aqui pelo equivalente a US$ 1.175. Já um vidrinho de 50 ml do perfume Chanel Mademoiselle custa US$ 80 lá, e US$ 181 aqui. 
- Há uma união de fatores que leva a essa distorção. Um deles, o imposto, é o que as empresas costumam apontar como culpado. Mas não é só isso: como o imposto é alto, importa-se pouco e a oferta reduzida permite ao vendedor cobrar o que quiser – ou seja, as margens de lucro são muito altas. Até quando os brasileiros terão de pagar três vezes mais do que consumidores de outros países por produtos idênticos?
Fonte: GP On Line
Ctba, 12/out/10
Maria M.Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.