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domingo, 28 de novembro de 2010

Uma das representações simbólicas da República no fim do século XIX, para celebrar o novo regimeA República, óleo sobre tela, Manoel Lopes Rodrigues, 1896.
- Depois de proclamada a República, provocou a frase de um dos seus mais antigos defensores, Saldanha Marinho: “Essa não é a República dos meus sonhos”. 
- Por trás da mudança pela qual se empenharam os mais idealistas, agitavam-se os mesmos velhos interesses do grande capital fundiário e exportador de café. Era a economia que ditava a mudança. E os ideais de civis e militares foram o combustível para que o movimento deslanchasse em 15 de novembro de 1889. 

Outro ideal quase sempre associado ao sonho republicano, a federação, também se realizou com a proclamação da República. No entanto, um de seus maiores defensores, Rui Barbosa, poderia imitar Saldanha Marinho, dizendo:
 “Este não é federalismo dos meus sonhos”. Pois o sistema que, rompendo a tradição centralista da monarquia, deveria ser fator de progresso para as províncias, propiciou o abandono das regiões pobres do país ao poder discrionário de coronéis.
Fonte: Blog "História Viva"
Ctba, 28/nov/10
Maria M.Prybicz

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