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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

“ECONOMIA FINANCEIRA”

“DIREITOS HUMANOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS”
 - Nas instituições financeiras – àquelas com presença global, tem que levar em conta aspectos sociais gerais e regionais que antes passava longe de seus interesses de negócios. As grandes organizações já perceberam que os resultados econômicos dependem não somente de seus clientes, mas também de suas relações com seus públicos internos e prestadores de serviços, fornecedores e as realidades sociais dos países e regiões onde diretamente operam ou que sejam por suas atividades afetadas – desde cidades com grande contingente e/ou comunidades rurais ou indígenas.
   Os entrelaçamentos dos negócios com a sociedade é bastante complexo, passando pelo respeito à diversidade cultural e pelo comprometimento com as necessidades de todos os povos, compreendendo neste último fator o relacionamento das instituições financeiras com setores inteiros de atividades. As políticas de responsabilidade social vêm crescendo exponencialmente em importância e considerações nas organizações sintonizadas com estes novos paradigmas relacionais, exigindo cada vez mais a dedicação inexorável e ganhando um espaço nas estratégias das empresas e/ou instituições, o que, certamente, em décadas passadas, era inimaginável.
- Políticas humanitárias já elaboradas e implantadas por corporações, refletiram rapidamente em mudanças capazes de alterar realidades sociais complexas, portanto uma mentalidade voltada à promoção social dos direitos humanos instala-se ao longo de todos esses anos entre instituições financeiras, com tendência irreversível à qual todas sem exceção deverão se submeter e adequar.
  As grandes instituições financeiras internacionais dão exemplos claros e evidentes, para servir de inspiração e modelo para as outras. As adesões a princípios fundamentais, como Declaração Universal de Direitos Humanos da ONU, e as convenções e tratados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Expressamente as instituições salientam que todos estes princípios estarão presentes em suas relações com empregados, fornecedores, clientes, agregados e nações onde operam.
Fonte: Mattarozzi, Victorio; Trunkl, Cássio – “Sustentabilidade no Setor Financeiro”
Ctba, 11/Nov/10
Maria M. Prybicz

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