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sábado, 6 de dezembro de 2008

"CICLOS ECONÔMICOS/REAÇÃO EM CADEIA/EFEITO DOMINÓ"

“CICLOS ECONÔMICOS/REAÇÃO EM CADEIA/EFEITO DOMINÓ”

Muito se ouviu falar de “Ciclos Econômicos”. Este que se apresenta contemporaneamente é significante e mais um. Só que com muito mais gravidade do que parece! Com conseqüências ainda não detectáveis, porém se forem tomadas providências rápidas os efeitos serão mais amenos!

Não há dois ciclos iguais, variam tanto na intensidade quanto na duração. A duração não é previsível, embora seja possível prever suas fases. Muitos economistas citam quatro fases: o auge, a recessão, a depressão e a recuperação. A crise econômica mais difícil ocorreu na década de 1930, conhecida como a Grande Depressão.

Esse grande Ciclo que ocorreu entre 1929/30 - que foi a chegada ao Brasil de meus avôs e meu pai então com dezenove anos - emigrados via Polônia, oriundos da Ucrânia! Onde contava meu pai que se não saíssem de lá provavelmente não estariam vivos, a situação das guerras - e o meu avô (participante da Primeira Guerra Mundial) previa uma nova guerra e o mesmo estava certíssimo quando resolveu imigrar – o mesmo queria salvar a vida principalmente de meu pai que estava em plena idade de servir ao exército Ucraniano! São tempos sofridos para todos que imigraram naquela época como muitos que estão no Brasil até hoje (ainda vivos)!

Então - contava meu pai - que a situação aqui era também muito dramática, não havia empregos para todos, tinham que entrar em filas enormes para comprar trigo, a agricultura não recebia investimentos e incentivos como agora! Tudo muito difícil, principalmente o idioma, pois os mesmo não falavam nenhuma palavra em português. Depois de muitos anos meu falava trocando o “a” pelo “o” e meu avô e minha avó não falava nada em nossa língua – se para nós é difícil o idioma ucraniano e/ou russo – a recíproca é verdadeira.
Causas dos Ciclos

Em finais do século XIX, William Jevons sugeriu que a causa dos ciclos econômicos eram as manchas solares, que teriam influência sobre as condições meteorológicas. Na mesma época, Arthur Pigou, estabelecia que o otimismo e o pessimismo dos dirigentes econômicos poderiam ter conseqüência sobre o desenvolvimento econômico.
Ao final do século XX, Joseph Schumpeter, propulsor da teoria da inovação, relacionava o auge dos ciclos econômicos com a aparição de novos inventos, que estimulavam os investimentos nas indústrias produtoras de bens de consumo. Os economistas Friedrich von Hayek e Ludwig von Mises desenvolveram a teoria do superinvestimento, que acreditavam ser a instabilidade uma conseqüência lógica do aumento da produção.

Existem três alternativas principais que podem ser empregadas: a política monetária, a política fiscal e a política de rendas. Alguns economistas, como Milton Friedman, preferem a política monetária, que consiste no controle, através de um banco central, da oferta de dinheiro e dos diversos tipos de rendimentos.

No entanto, outros economistas, como John Kenneth Galbraith, consideram que as medidas mais eficazes são as fiscais, como uma maior tributação sobre as camadas mais ricas da sociedade e uma política de rendas que mantenha em baixos níveis tanto os preços como os salários.

Curitiba, 06/dezembor/08
Maria Madalena Prybicz

Um comentário:

Charlie Boyle disse...

He esctrito sobre esto acá: http://carlosboyle.blogspot.com/2008/12/latinoamrica-sistmica-i.html basado en este artículo
http://florenciofboglione.blogspot.com/2008/11/las-consecuencias-polticas-de-la-crisis.html.
Saludos

Quem sou eu

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.