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sábado, 13 de dezembro de 2008

"INVESTIMENTOS EM ÉPOCA DE CRISE"

INVESTIMENTOS EM ÉPOCA DE CRISE”

Quase tudo já se falou em investimentos:em poupança, fundos de investimentos, ouro, fundos diversos, fundos cambiais, CDB, RDB, etc., etc.

Mas, como estamos querendo que a produção (grande geradora de valor agregado e conseqüentemente, captadora de mão-de-obra) e consumo sejam alavancados, teremos que pensar melhor em investir nos setores desta natureza, ou seja, fazer grandes investimentos em compra de ações das melhores empresas de capital aberto do nosso país!

Sempre se soube que investimentos em ações seria um ótimo negócio, desde que tais investimentos fossem direcionados diretamente para produção com retorno efetivo para o investidor e que não se perdesse seu “foco” desvirtuando o lucro que é objetivo claro para que todos saiam ganhando, resultado que cada acionista comprometido em determinadas empresas almejam! As opções são muitas, diga-se de passagem, as tradicionais brasileiras tais como: Petrobrás, Vale, Usiminas, Gerdau. Randon, etc. E as mais recentes e modernas empresas de capital aberto como: Positivo Informática (empresa com capacitação em computadores), Nutrimental (empresa produtora de alimentos, principalmente barrinhas de cereais ótimas, e então convoco as senhoras e senhoritas a experimentarem, pois são benéficas na questão “manter a linha”). Tendo também opções de compra de ações de bancos (particulares ou públicos) e inúmeras empresas de outros setores produtivos, comerciais, de serviços e/ou turismo!

Legislação específica para este segmento poderia ajudar a dar mais ânimo ao pequeno e médio investidor, que em vez de aplicar em poupança (com sua legislação específica destinada para habitação, cujo rendimento é bastante insignificante beneficiando indiretamente os bancos) aplicaria em ações desde que, com mais garantias de retorno do seu parcial (capital) patrimônio aplicado!

No Brasil apenas 0,28% é aplicado em ações, enquanto que na Austrália são aplicados 0,50% em ações de todo rendimento bruto “per capita” (fonte: Expo Money).

Novamente convoco as senhoras e senhoritas que possuem pequeno e/ou médio capital, que podem ser aplicados em ações, por que não, aderirem para este segmento opcional de investimentos!
Curitiba, 13/dezembro/2008
Maria M. prybicz.
Economista.

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