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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

REDE? É NECESSÁRIO REFERÊNCIA!

“REFERÊNCIA DE ALGUÉM”

Quando trabalhamos em rede mainframe e/ou qualquer site virtual, ou outro programa de relacionamento qualquer, através da “internet” (onde existe relacionamento com “seres humanos” ou pessoas estão envolvidas) os mesmos não podem ficar sem referências!

Mesmo não existindo líder, chefe, ou hierarquia generalizada dentro das redes de relacionamento, alguém precisa assumir responsabilidades e dar referências para que as pessoas saibam em que se basear para poder ajudar nos projetos e/ou planejamentos no intuito de trabalhar para o desenvolvimento social.

- Principalmente local (aldeamento onde existe uma gama muito grande de complexidades humanas e sociais). Quando se lida com as pessoas, o homem natural mesmo sendo líder, Pastor ou Apóstolo, se ele se distanciar do trono de Deus, ele passa a ser pessimista.
Não se poder separar o “Homo sapiens” em sua essência natural contida: espiritual, (Deus age, quando rejeitamos as coisas do mundo, somos homens espirituais), quase transcendentalmente de acordo com a religião, cuja semelhança com o divino é inerente! O homem espiritual quando vê a situação contrária, ele levanta, ora, rejeita a tentação, unge e diz: nem olhos viram e nem ouvidos ouviram o que Deus preparou para nós.

Homem - Símbolo de retidão, de verdade. A figura da retidão, você começa a ser reconhecido no mundo espiritual como homem / mulher de Deus. Significa comprometimento, é alguém que sua palavra é verdade, ele honra o que saida sua boca. Você tem a visão! Deus não te deixa confundido, você sabe onde está pisando, você é espiritualmente esperto. Temos que ser espirituais não importa a forma, importa o conteúdo. Teoricamente a distinção e as relações entre a dimensão noética (ou espiritual) e a dimensão religiosa da experiência humana. Descrevemos a dimensão noética procurando explicitar suas características essencialmente humanas e suas expressões inconscientes. Analisamos que no fenômeno da consciência moral, o homem considera o caráter transcendente desta - através da intuição - podendo dizer Tu a esta transcendência e constituir um relacionamento humano que se configura como experiência real.

1. Dimensão Espiritual ou Noética
Homem e animais são constituídos por uma dimensão biológica, uma dimensão psicológica e uma dimensão social, contudo, o homem se difere deles porque faz parte de seu ser a dimensão noética. Em nenhum momento o homem deixa as demais dimensões, mas a essência de sua existência está na dimensão espiritual. Assim, a existência propriamente humana é existência espiritual. Neste sentido, a dimensão noética é considerada superior às demais, sendo também mais compreensiva porque inclui as dimensões inferiores, sem negá-las - o que garante a totalidade do homem (Frankl, 1989a).
A dimensão espiritual mostra-se, essencialmente, como a dimensão da vivência da liberdade e da responsabilidade. Responsabilidade nada se identifica com um caráter moralista pelo qual o indivíduo se obrigaria a agir de acordo com normas introjetadas, mas caracteriza-se justamente pela capacidade de responder, isto é, pela liberdade atuante no momento em que o homem responde ou se posiciona diante das circunstâncias presentes. Pressupõe "liberdade para" efetivar seu posicionamento no mundo, manifestando, então, a "irrepetibilidade e caráter de algo único" constituinte de cada homem (Frankl, 1989a). Falar de existência, na sua dimensão espiritual, é falar sobretudo do "ser-responsável" e do "ser humano consciente de sua responsabilidade" (Frankl, 1993). Trata-se não da liberdade de condições biológicas, psicológicas e sociais - a que todo homem está submetido - mas da liberdade para uma tomada de posição diante de todas as circunstâncias, cotidianas ou excepcionais. O homem sempre estará exposto a estímulos e determinações ambientais de diversas ordens, mas essa liberdade refere-se à maneira criativa e própria de cada indivíduo, expressa no momento em que responde a eles. Nos campos de concentração nazistas, nos quais foi prisioneiro, Frankl pôde observar bem de perto as diversas maneiras de enfrentar e lidar com aquela circunstância inevitável e com o sofrimento dela decorrente, a que todos estavam submetidos (Frankl, 1997). Naquela situação, cada pessoa posicionava-se de uma maneira diferente: havia quem se jogasse nas cercas eletrificadas, outro se deixava levar pela impotência e, deprimido, adoecia mais facilmente, outro ainda decidia resistir até o fim porque tinha a esperança de que algo o esperava ao sair dali - uma pessoa a amar, uma obra a realizar, um Deus a quem servir. Nesta liberdade de resposta, aqueles prisioneiros colocavam-se diante das situações conferindo sempre a elas um sentido, um motivo ou razão pela qual valesse à pena continuar vivendo. A dimensão espiritual mostra-se, portanto, como uma dimensão não-determinada, mas determinante da existência.
É importante ressaltar que não são apenas nos momentos mais difíceis, ou seja, aqueles de sofrimento, que esta afirmação do ser humano - através da liberdade e responsabilidade - encontra um sentido para sua vida. No âmbito da clínica, Frankl (1997, 1989a) observou que outros dois caminhos se apresentam como possibilidade de experiências constitutivas de sentido: o trabalho, onde se cria algo para alguém; e o amor, onde duas pessoas se encontram existencialmente em sua originalidade e insubstituibilidade. Trabalho pode ser experiência de transcendência de si na qual se vivencia um valor da própria pessoa ligado à utilidade, podendo chegar a constituir sentido. De maneira semelhante, também o amor possibilita a experiência de transcendência, porém vivida na intersubjetividade: o encontro evidencia o valor do "caráter de algo - único" da(s) pessoa(s).

Portanto, site de relacionamento humano (REDE), sem a humanização devida inclusiva, ficará muito fria, calculista e técnica. Sem a emoção/sentimento (feeling) tornar-se-á enfadonha, com muito tédio, chata. E resumindo, sem atrativos! – A não ser que se queira somente comandar/ditar o que deve ser feito em prol das comunidades em questão e ponto.

15/dezembro/2008
Maria Madalena Prybicz

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