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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

“ECONOMIA NO IBOVESPA”

- Após três altas seguidas, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com instabilidade no pregão desta segunda-feira, dia de agenda vazia dos investidores e com o aumento do desemprego nos EUA anunciado na sexta ainda pesando. Depois de abrir a jornada em leve queda e ensaiar uma recuperação, o Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,31%, para 69.551 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,64 bilhões. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF), o contrato futuro do Ibovespa, com vencimento em dezembro, recuava 0,38% e marcava 69.700 pontos.
O dólar comercial chegou a ensaiar alta no pregão desta segunda-feira, mas as ordens de venda acabaram prevalecendo pelo sexto dia consecutivo.
Dados preliminares apontam que o dólar comercial perdeu 0,29%, e fechou a R$ 1,680 na compra e na R$ 1,682 na venda. Na sexta-feira, a moeda caiu 0,93%, a R$ 1,687.
O assessor de investimentos da Souza Barros, Luís Roberto Monteiro, ressalta que a tendência segue de baixa do dólar, por conta do fluxo de entrada da moeda americana no Brasil, que continua forte. A combinação de taxa de juros alta e estabilidade econômica brasileira atrai este fluxo.
- Esta desvalorização do dólar já era prevista. O fluxo para países emergentes vai continuar, em função das taxas de juros altíssimas. Com exceção de questões pontuais, como o rebaixamento o rating de algum país europeu, a tendência é de certa desvalorização do dólar até o fim do ano frente ao real - afirma Monteiro.
No Ibovespa, destaque para os ativos de empresas do empresário Eike Batista. As ações PortX ON, que estrearam na sexta - depois da cisão dos ativos da LLX - subiram 6,41%, a R$ 4,15. A segunda maior alta foi dos papéis ordinários da LLX (4,58%, a R$ 4,80); seguido por Usiminas ON (alta de 4,25%, a R$ 23,03).
Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA subiu 0,56%, para R$ 50,23; Petrobras PN aumentou 0,62%, a R$ 25,86; Itaú Unibanco PN teve baixa de 0,91%, a R$ 39,17; BMFBovespa ON apurou decréscimo de 0,96%, a R$ 13,40 e OGX Petróleo ON fechou o pregão em baixa de 0,85%, cotado a R$ 19,75.
-  A semana é fraca e o Copom não deve mexer no juro agora. O dado que poderia pesar mais seria Índice de Confiança do Consumidor dos EUA, na sexta. Mas não deverá ser o suficiente para mudar o rumo dos mercados.
Há pouco as bolsas norte-americanas invertiam o rumo e subiam. Em Wall Street, o índice Dow Jones tinha alta de 0,04%, o Nasdaq ganhava 0,18% e o SP 500 se apreciava em 0,02%.
- As principais bolsas da Europa encerraram a sessão desta segunda-feira sem direção comum, quase na estabilidade. O foco dos investidores continua sendo a crise da dívida no continente.
Em Londres, o FTSE-100 fechou com valorização de 0,43%, aos 5.770,28 pontos. O CAC-40, em Paris, recuou 0,04%, aos 3.749,23 pontos. Já na Alemanha, o DAX ganhou 0,10%, aos 6.954,38 pontos.
Hoje, os ministros das finanças da zona do euro estão reunidos em Bruxelas para encontrar meios de combater a crise que afetou as contas públicas do bloco.
Em entrevista ao programa "60 Minutes", da CBS, que foi ao ar no domingo à noite, Bernanke também argumentou que o Congresso não deve cortar gastos ou elevar impostos, tendo em vista a fragilidade da economia AMERICANA.
O dirigente do Fed não acredita na possibilidade de outra recessão, mas alertou que a economia pode sofrer uma desaceleração se o alto desemprego afetar o gasto do consumidor. Bernanke ainda reiterou que a instituição está preparada para comprar mais de US$ 600 bilhões em títulos do Tesouro nos próximos oito meses, se decidir que a economia precisa de mais combustível para reduzir as taxas de juro.
Ainda no cenário externo , a agência de classificação de crédito Moody's reduziu a nota da dívida da Hungria de "Baa1" para "Baa3", apenas um degrau acima do status de junk (alto risco), citando preocupações com o quadro fiscal e vulnerabilidades externas. A agência alertou ainda que pode rebaixar mais a nota do país, uma vez que deixou negativa a perspectiva do rating.
No âmbito corporativo, a Positivo Informática anunciou hoje uma joint venture com a argentina BGH. O acordo é o pontapé para o processo de internacionalização da fabricante brasileira, com a entrada nos mercados da Argentina e do Uruguai.
A joint venture visa à fabricação de desktops, notebooks, all-in-ones, e-books e tablets nos dois países. Para o acordo, a Positivo comprou 50% da Informática Fueguina, controlada da BGH. A administração da empresa será compartilhada entre BGH e Positivo.
O investimento inicial estimado pela Positivo será de US$ 8 milhões e o início de operação está previsto para meados de fevereiro de 2011, a depender de aprovações do governo.
Fonte: O Globo
Ctba, 06/dez/10
Maria M.Prybicz

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