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sexta-feira, 5 de junho de 2009

"ECONOMIA E MERCADOS"

AS BOAS NOVAS DO MERCADO

- Se a crise de fato chegou ao fundo do poço ou não, isto é algo que, até então, não passam de meras especulações. Um detalhe, porém, é a volta das notícias positivas dos mercados e que estavam afastadas dos meios de comunicação por um bom tempo. Aos poucos elas estão nascendo num ritmo mais acelerado.
- Começando pela Wal-Mart e a sua contratação de 22.000 novos funcionários até o final deste ano.
- A General Motors, agora chamada como Nova GM, poderá já sair da concordata em dois meses. Não que um processo de concordata seja algo positivo, mas a estabilização de um negócio tão complexo em poucos meses é algo promissor.
- O volume negociado na Bovespa está reaquecendo e registrou em maio um volume de R$ 108,03 bilhões, uma alta de 11,15% em comparação com abril. A questão é: até que ponto as novas notícias boas do mercado irão sustentar as cotações num patamar elevado? Então, investidor, muita cautela e não deixe o mercado lhe surpreender, mantenha-se em alerta constante.
- Deveremos ser mais cautelosos com investimentos de risco!
-IBOV sobe 2,64% e fecha o dia aos 53.463 pontos, o movimento foi de R$ 4,587 Bi.
Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN subiu 2,83%, para R$ 34,09; Vale PNA avançou 2,27%, a R$ 32,42; Itaú Unibanco PN ganhou 1,26%, para R$ 32,00; BM & FBovespa ON aumentou 6,80%, cotada a R$ 12,45; e Bradesco PN teve valorização de 1,66%, a R$ 29,96.
Bolsas de NY
- Em Wall Street, o dia também foi de recuperação. O Dow Jones subiu de 0,86%, aos 8.750 pontos. O S & P 500 teve acréscimo de 1,15%, para 942 pontos, e o Nasdaq teve alta de 1,32%, a 1.850 pontos.
Bolsas da Europa
- O principal índice de ações da Europa terminou com leve declínio nesta quinta-feira, com o avanço de farmacêuticas e petrolíferas contrabalançado pela fraqueza das ações de mineradoras. O Banco Central Europeu (BCE) deixou a taxa básica de juro da zona do euro inalterada em 1%, enquanto o Banco da Inglaterra manteve o patamar de 0,5%.
Petróleo
- Após dura baixa na véspera, os contratos de petróleo enfrentaram uma quinta-feira (4) de recuperação, puxada por projeção do banco Goldman Sachs, que afirmou que os preços do barril devem atingir US$ 85 dólares até o final do ano, aumentando sua previsão anterior de US$ 65 por barril. Sinais positivos da economia dos EUA, maior consumidor mundial do produto, também ajudaram nas altas.
- A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 68,71 no pregão desta terça-feira, expressiva alta de 4,29% em relação ao último fechamento. O contrato com vencimento em julho, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 68,81 por barril, forte alta de 4,07% frente ao fechamento anterior.
Dólar
- Após o pregão de ajuste registrado na véspera, quando interrompeu uma seqüência de oito baixas, o dólar voltou a recuar frente ao real nesta quinta-feira (4). A moeda americana teve desvalorização de 1,07% e terminou cotada a R$ 1,943.
Fonte: ADVFN Newsletter
Ctba, 05/jun/09
Profª. Maria M. Prybicz



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