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terça-feira, 15 de março de 2011

“ECONOMIA JAPONESA VERSUS ECONOMIA BRASILEIRA”


“DEMANDA JAPONESA”
- A demanda por commodities para o Japão deve aumentar à medida que a reconstrução do País for acelerando, como minério de ferro, petróleo, e outros com valor agregado: como cimento, aglomerados e madeiras, etc., deverão ser demandados imediatamente seguidos de soja, milho e outras culturas para alimentação.
- Melhoria nas bolsas internacionais no fim da tarde aconteceu devido ao comunicado que acompanhou a decisão do federal reserve de manter o juro em níveis excepcionalmente baixos. O banco central americano considerou que a economia está mais firme.
- A maior baixa do Ibovespa coube à ação da All Logística, com queda de 3,23%, a R$13,50. Em seguida, a ação ordinária da Usiminas, destaque de alta dos últimos dois pregões em meio a rumores sobre uma consolidação no setor e a possíveis oportunidades criadas pelo terremoto no Japão, caíram 2,73%, a R$ 30,69.
- Lado positivo - Fibria saltou 5,46%%, a R$ 24,15. Disse uma fonte à Reuters, a produtora portuguesa de celulose Altri aumentou o preço da matéria-prima, seguindo um aumento realizado na véspera pela Fibria.
  A Gol, que anunciou na noite de segunda-feira aumento de 4,5% da demanda em fevereiro, teve alta de 4,67%, para R$ 22,19.
Em Nova York, o índice Standard & Poor's 500 teve queda de 1,12%. A queda generalizada nas bolsas globais aconteceu em função do medo de uma crise nuclear de grandes proporções no Japão após a explosão de reatores afetados pelo terremoto de sexta-feira. O principal índice da Bolsa de Tóquio caiu 10,55%.
A ação PN da Vale, com o maior volume do pregão, chegou a cair 3,6%, mas fechou em baixa de 1,67%, a R$45,86. Petrobras PN teve baixa de 0,85%, a R$28,04.
Fonte: Terra Investimentos
Ctba, 15/mar/11
Maria M.Prybicz


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