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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Pós-GFAL

Deverei comparecer no dia 20/06/08 na conferência pós-GFAL.
Maria M. Prybicz

Um comentário:

BLUE & RED disse...

SINRONIZAÇÃO DAS GRANDES CIDADES ”EXISTEM ALTERNATIVAS”?...
As fábricas sincronizadas requerem as cidades sincronizadas: onde todos estarão presentes na mesma, no mesmo lugar,pensando a mesma coisa até na hora do lazer.Exemplo: ir a praia. Na própria linha de montagem de uma fábrica ou os empregados burocráticos,nos escritórios.
As cidades congestionam-se, nos grandes centros ou nos bairros, devido aos deslocamentos humanos, quase todos no mesmo horário. Em nome da eficiência, parte das cidades fica deserta durante o dia, nos dias úteis, e parte fica vazia à noite e nos feriados.
De acordo com, Domenico de Mais, “Além da sincronização do dia, há uma sincronização que vem desde período histórico: o das fases de existência. E, neste caso, o motivo é menos claro. Por que neste tipo de sociedade convém que as pessoas sigam uma vida estereotipada de estudo na juventude, trabalho forçado e procriação na idade madura e coação ao descanso na terceira idade?
Pessoas que optam por fazer cursos de atualização, que duram mais ou menos nove meses. Mas, no final do curso, parte do que aprenderam , tornou-se ultrapassado, porque no meio tempo, surge uma nova tecnologia .
A sincronização das cidades brasileiras, fazem com que o horário de abertura dos escritórios públicos, bancos, comércios, indústrias sejam iguais, acarretando o engarrafamento no trânsito, dificultando ainda mais a vida da classe trabalhadora que é obrigada a cumprir seus horários rigidamente! Somente as donas-de-casa ou aposentados que não trabalham mais conseguem pagar suas contas ou providenciar documentos fora dos horários pré-estabelecidos.
Quanto à ocupação feminina, muitas donas-de-casa refugiam-se dentro de casa. Esta situação tem a seguinte mentalidade, a mulher invisível faz todas as tarefas domésticas, enquanto o companheiro afirma: “Minha esposa? Não faz nada. É uma madame”. Ou a mulher trabalha fora e cuida do afazeres domésticos, cuida dos filhos e do companheiro, faz dupla ou tripla jornada. Aí o companheiro fala: “Minha mulher? Não têm tempo para nada. Não têm tempo para nós!”
Fator importante em nossa sociedade industrial é a “concentração”, a economia de escala: compactada dez empresas de mil pessoas numa única megaempresa de dez mil pessoas, pode ser dirigida por um menor números de diretores, de empregados, de fiscais, sendo assim o lucro será maior. Por outro lado a motivação que existe na micro ou pequena empresa impulsiona a criatividade das pessoas, enquanto a burocracia das megaempresas atrofia. É uma pirâmide: o vértice sabe tudo e pode tudo. Referindo-se a números de operários e funcionários de “colarinho branco” a proporção é totalmente desequilibrada.
A indústria (fábrica) expulsa aquilo que não é “racional”: A emoção, estética, e até mesmo a ética. Coisas de mulher que devem ficar nos lares. As esferas públicas gerenciadas somente pr homens. A sociedade é masculina (Clube do Bolinha) por definição. Mulher por sua vez, só pode estar no comando, se adotar valores masculinos. Têm que demonstrar que não é movida pela estética, ética, moderação, compaixão e emotividade. Somente obtém sucesso nas profissões ligada à moda e jornalismo.

Curitiba, 19/06/08
Maria M. Prybicz

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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.