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terça-feira, 17 de junho de 2008

GESTÃO/SUSTENTABILIDADE “VERSUS CUSTOS AMBIENTAIS“

As atividades antrópicas apresentam ampla variedade de impactos sobre a natureza, e as modificações ambientais decorrentes implicam custos ou benefícios a serem considerados.
Exemplos: implantação de indústria, projetos de urbanização, construção de usinas hidrelétricas, construção de rodovias e ferrovias, uso de agrotóxicos e de veículos automotores, e naturalmente o simples desmatamento extrativista, para uso da madeira ou do solo para fins agropecuários.
Resolução nº 001-86 do Conselho Nacional do Meio Ambiente-Conama: “(...) Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do Meio Ambiente, causadas por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que afetam direta ou indiretamente”:
a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
as atividades sociais e econômicas;
a biota;
as condições estéticas e sanitárias do Meio Ambiente;
a qualidade dos recursos ambientais.”

Os impactos ambientais negativos são: deterioração, degradação, poluição, erosão,infiltração, contaminação e danos em geral, os quais não se percebe no momento, e não é contabilizado porque não aparece de imediato e sim no futuro! Principalmente a perda da qualidade do Meio Ambiente.
A dinâmica de inter-relações entre o Ecossistema e o Sistema Socioeconômico, e dificuldade da Teoria Econômica no que se refere ao valor do Meio Ambiente de acordo com o tratamento científico, imensurável e indeterminavelmente precisa quanto aos custos ambientais. Entretanto, a fragilidade da Teoria Econômica no que diz respeito à aplicabilidade dos conceitos de valor do Meio Ambiente, torna-se desejável que as avaliações econômicas do Meio Ambiente tomem por base as coletividades envolvidas o melhor possível. Numa análise de benfício-custo, tem longa tradição na avaliação de projetos. Na avaliação social de projetos, problema reside em identificar e quantificar adequadamente os benefícios sociais, em virtude ser os custos, de modo geral, mais facilmente tangíveis mas, quando se trata do Meio Ambiente é extremamente complexa e polêmica a avaliação, e a simplicidade de fórmulas aplicadas é enganosa, justamente pelas diversas dinâmicas físicas e químicas da natureza, requerendo multiplicidades de profissionais para avaliação de projetos ambientais.
SUNKEL e LEAL (1985;8) observam:
“Una contradicción entre el interés particular inmediato y el interés social de mediano y de largo plazo. Esto entraña un triple dilema ético y moral: i) la sobre explotación de un recurso de la sociedad beneficia a unos pocos y perjudica a la mayoría; ii) la misma desigual distribución de costos y beneficios se manifiesta a lo largo del tiempo, favoreciéndose a las generaciones presentes a costa de las futuras, y iii) la especie humana es una entre un sinnúmero de otras especies, todas ellas interrelacionadas y interactuando en ecosistemas que constituyen la base común de la vida”.

Curitiba, 17/06/2008
Maria M. Prybicz.

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