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quarta-feira, 30 de abril de 2014


A EDUCAÇÃO BRASILEIRA E SEUS DESAFIOS! - Segundo o presidente do INEP, José Francisco Soares, também presente ao evento, o documento tem tido "uma importância fundamental" nas avaliações do governo. Entre os pontos preocupantes, no entanto, persiste o fato de que o Brasil investe um terço da média dos demais países da OCDE por aluno. E o investimento também deixa a desejar entre os professores. Segundo Schleicher, a correlação entre a valorização dos profissionais de ensino e os resultados dos alunos na prática é inevitável. Como exemplo, citou a Coreia do Sul, onde os professores têm a melhor relação entre salários X Produto Interno Bruto no mundo. Uma das esperanças para a sociedade brasileira é o Plano Nacional de Educação, que está na Câmara dos Deputados e deverá ser votado no próximo dia 7, prevê o aumento de 5% para 10% do PIB (Produto Interno Bruto) em Educação. O plano prevê diretrizes para o setor até 2020. Um dos pontos mais importantes do projeto é justamente a equiparação de salários dos professores, que hoje ganham 40% menos que outros profissionais com o mesmo nível de formação. - A origem social não é um destino, e o aluno precisa compreender que pode ser bem-sucedido através do aprendizado "Andreas Schleicher" - Mas um dos desafios quando se fala em alocação de recursos para o setor educacional é justamente saber aplicá-los bem. "O Brasil poderia fazer muito mais com mais dinheiro em Educação. Mas a discussão não é só gastar, senão onde gastar. Investir onde tenham um maior impacto, atraindo, desenvolvendo, e retendo líderes escolares de alta qualidade", afirma o diretor da OCDE. A escolaridade também ocupa um papel de destaque em países como o Brasil por sua possibilidade de ascensão social. "A origem social não é um destino, e o aluno precisa compreender que pode ser bem-sucedido através do aprendizado". "As competências podem ser aprendidas, e, portanto, todos os jovens podem conseguir", acrescenta Schleicher. No último relatório do PISA, de dezembro do ano passado, os resultados brasileiros mostraram que a evolução econômica do país levou a um maior número de crianças à escola. Fonte: El País - Ctba, 30/abr/14 - Maria Prybicz

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