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terça-feira, 21 de junho de 2011

"ECONOMIA NACIONAL E AS AÇÕES"


O FUTURO E O PRESENTE DAS AÇÕES E DEBÊNTURES
Apesar da queda de 11,90% do Índice Bovespa no ano, um número razoável de fundos de ações está conseguindo não só se manter no azul como também superar o juro do CDI, de 4,53% até maio.
Segundo levantamento feito para o Valor pela consultoria Economática, de um total de 366 fundos de ações, 67 tinham ganhos até o mês passado. Desses, 16 acumulavam retornos acima do CDI. Alguns chegam a acumular rentabilidade de 22% apenas nos primeiros cinco meses de 2011.
Uma análise mais detalhada dos fundos com melhor rendimento mostra que são carteiras com algum foco especial. Os dois melhores são carteiras que aplicam apenas em papéis da operadora de cartões Cielo, e que foram criados na época da oferta de ações da empresa.
O terceiro melhor é de dividendos, que seleciona empresas que distribuem mais lucros aos acionistas. Em seguida aparecem vários fundos voltados para companhias elétricas e um de empresas de menor porte, as chamadas "small caps".
Mas há também fundos mais diversificados, onde o gestor é mais livre para escolher quais ações comprar. São, em geral, gestores mais agressivos, de bancos estrangeiros ou de casas independentes. É o caso do fundo BNY Mellon ARX Long Term, que acumula rentabilidade de 10,31% no ano até maio. Outros gestores que estão indo bem são Credit Suisse, Tarpon, Investidor Profissional e Guepardo.

Esse levantamento mostra que a bolsa brasileira não pode ser vista apenas pelo Índice Bovespa. É o que diz Rafael Alves Rodrigues, gestor de renda variável da Rio Bravo. Há vários papéis subindo, apesar de muitos estarem caindo bastante. Alguns dos que estão na bacia das almas são de empresas muito boas, como os bancos, que sofreram com a saída dos investidores estrangeiros do mercado. E há as estrelas Petrobras e Vale, que também sofrem com o receio de maior intervenção do governo. O que o gestor precisa fazer é saber avaliar, entre as boas empresas, o que já caiu bastante e não deve cair muito mais. Depois disso, é esperar pela recuperação do mercado, diz Rodrigues.E são justamente os fundos das duas estrelas da bolsa que se destacam entre os piores desempenhos no ano. Os fundos de ações Petrobras acumulam perda em torno de 11% no ano até maio e de 19% em 12 meses, mostrando os efeitos negativos da oferta pública realizada no fim do ano passado e da intervenção do governo na estatal. Este ano, a empresa foi impedida pelo governo de repassar o aumento do preço do petróleo no exterior para o mercado local e ainda teve de antecipar a queda do álcool para ajudar a derrubar os índices de inflação. Já nos fundos da Vale, a perda ficava em torno de 8% no ano até maio e em 1% em 12 meses. A queda da empresa se acentuou após a troca da presidência por um executivo ligado ao governo federal.Os fundos Petrobras e Vale são os líderes de popularidade entre as pessoas físicas, acumulando o maior número de cotistas entre as carteiras de ações. Isso por conta das ofertas que permitiram o uso do FGTS e que deram muito lucro para quem investiu na época. O ganho do passado estimulou as aplicações, que agora sofrem com as novas condições das empresas. O maior fundo da mostra, o Lógica II, do Opportunity, com R$ 1,9 bilhão de patrimônio, acumula perda de 7,89% no ano até maio e de 5,26% em 12 meses. A carteira é também o maior e um dos mais antigos fundos ativos de ações do mercado, sob comando do veterano Dório Ferman. O terceiro da lista de maiores é uma carteira com gestão ativa, a Dynamo Cougar, com R$ 1,509 bilhão, e que apresenta ganho de 3,88% no ano e de 27,01% em 12 meses.
-  A imensa maioria dos grandes portfólios, porém, é composta de fundos Petrobras e Vale. Dos 20 maiores, 13 são das duas empresas.Entre os maiores fundos de varejo dos grandes bancos e que não são ligados à Vale e Petrobras, mas têm um grande número de investidores, o destaque vai para o Itaú Ações, com R$ 855 milhões de patrimônio e 632 mil cotistas. A carteira, também com gestão ativa, perde 7,85% no ano e 0,78% em 12 meses. Outro fundo da casa, o Unibanco Blue Ações, com 709 mil cotistas e patrimônio de R$ 137 milhões, cai 9,05% no ano e 1,68% em 12 meses.O maior fundo de ações do Bradesco em patrimônio, o Bradesco FICFIA, com 805 mil cotistas e R$ 475 milhões, acumula perda de 7,58% no ano até maio e 0,11% em 12 meses. Já o maior do Banco do Brasil é um fundo de dividendos, com R$ 810 milhões e 32 mil cotistas. O fundo tem ganho de 4,11% no ano e 18,68% em 12 meses. 
Entre os fundos de varejo fora dos grandes bancos, destaque para o Banco Geração Futuro, com o Programado - patrimônio de R$ 740 milhões e 37 mil cotistas. Criado inicialmente para receber investidores dos inúmeros clubes da então corretora, o fundo perde 5,75% no ano e ganha 2,06% em 12 meses.

Fonte: Padrão Auditoria
Ctba, 21/jun/11
Maria Prybicz

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