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domingo, 19 de setembro de 2010

"ECONOMIA PARANAENSE"

“DESENVOLVIMENTO DO PARANÁ”

- Os desníveis sociais são extremamente injustos no Paraná – o interior foi deixado ao descaso por muitos anos e a renda ficou concentrada nas imediações e entorno da capital, incentivada pela propaganda do Governo Lerner, a população veio para a Curitiba, o que causou uma migração muito grande e fez a mais concentrada por metro quadrado, em termos populacionais e renda per capita!(Mª Prybicz)
A SEMENTE DA EDUCAÇÃO
-  A qualidade do ensino é fundamental para o crescimento econômico. Isso foi comprovado pela professora Augusta Pelinski, do Departamento de Economia da UEPG, em sua tese de doutorado, apresentada no ano passado. Ela analisou a qualidade do capital humano nas microrregiões paranaenses entre 1999 e 2006, relacionando-o a com o PIB per capita de cada localidade. “O governador precisa se ater à qualidade na formação das pessoas. Não se trata de quantidade de anos passados na escola, mas de indicadores qualitativos, como a remuneração dos professores e o número de alunos em sala de aula”, observa.
-  A professora e pesquisadora Rosângela Pontili, da Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam), também analisou a relação entre educação e renda nas mesorregiões do Paraná. “Aquelas com pior renda também são as que têm o menor nível de escolaridade média. O comprometimento com a redução das disparidades regionais deve ocorrer em conjunto com políticas públicas que visem à melhoria das condições educacionais da população.” Para ela, é preciso garantir educação pública e de qualidade em todos os níveis.
O próximo passo da transferência de renda
Na oposição ou na situação, virou mantra dos candidatos a afirmação de que os benefícios sociais serão mantidos e ampliados. Segundo os professores ouvidos pela Gazeta do Povo, isso é mesmo necessário, mas o mais importante é ir além: dar condições para que a população não necessite mais da ajuda pública. Além disso, os programas sociais ajudam a reduzir a desigualdade de renda, e não a regional.
Fonte: GP On Line
Ctba, 19/set/10
Maria Prybicz

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