“UM FELIZ 2009”
Desejo a todos que lêem e visitam o meu Blog!
Feliz e próspero “Ano Novo”, com muita paz, amor, felicidades, carinhos, solidariedades, misericórdias, cooperatividades.
São os meus votos singelos!
Maria M. Prybicz
"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br - Meu Blog versa sobre vários assuntos, inclusive Economia e Redes Sociais, tudo que se refere a pessoas (seres humanos,sua essência e seus valores)! Em tempos modernos, a Economia tem um destaque principal! A união da burguesia com o proletariado, no sentido da cooperação mútua e não a exploração através do trabalho! - Economia e Direito são complementares e compatíveis. O Direito incorpora-se em nossos campartilhamentos! Curitiba - Paraná - Brasil.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
"FELIZ 2009"
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
Disciplina: Gestão de Negócios;
- Autonomia em Consultorias em Geral.
sábado, 27 de dezembro de 2008
"ESTILO E COMPORTAMENTO"
ESTILO E COMPORTAMENTO (HOMENS X MULHERES)
ALFA, BETA E GAMA
Estilo alfa
As roupas desta mulher deixam claro tudo o que ela tem e quer
Vaidosa
Elas escolhem poucos e bons acessórios, como um colar de presença, porque sabe que o segredo está nos detalhes
Feminina
Com ar natural, o cabelo não precisa ser preso, nem curtíssimo: símbolo de feminilidade
Ocupada
Bolsa metalizada e grande para que tudo esteja sempre à mão: praticidade sem perder o glamour
Antenada
Celular ligado 24 horas por dia: é preciso estar sempre acessível para a equipe, a secretária, a empregada, o marido, os filhos...
Ousada
Ela se antecipa às tendências: a calça cropped, larga e curta, promete ser hit da primavera americana
Segura
Ela mostra os dedos com a sandália de salto, sem medo de parecer vulnerável
O homem alfa é...
Conservador as relações e bem-sucedido no trabalho
1. Controlador
Tem o comando das situações e geralmente não quer dividir esse poder com ninguém.
2. Provedor
Trabalha muito e ganha bem. Quer encontrar a casa sempre arrumada e o jantar na mesa.
3. Senhor da casa
Aceita que a mulher trabalhe fora, mas nem sempre topa dividir os afazeres domésticos.
Os homens beta e gama são...
Parceiros que deixam espaço para a mulher alfa nos relacionamentos
O beta:
1. Ofuscado
Vive à sombra da mulher e, muitas vezes, à custa dela. Não há discussão: é a mulher quem manda.
2. Acomodado
Está insatisfeito com o emprego ou frustrado por não conseguir um.
3. Dono-de-casa
Faz supermercado, lava, passa, cozinha, cuida dos filhos e do cachorro.
O gama:
1. Alternativo
Não o incomoda o fato de não ser tão bem-sucedido na carreira quanto à mulher. Busca ser feliz no que faz.
2. Negociador
Conversa e discute até que tudo seja resolvido. Quer sempre chegar a um acordo.
3. Companheiro
Divide as tarefas domésticas numa boa. Por opção, pode ser o responsável por elas.
ALFA, BETA E GAMA
Estilo alfa
As roupas desta mulher deixam claro tudo o que ela tem e quer
Vaidosa
Elas escolhem poucos e bons acessórios, como um colar de presença, porque sabe que o segredo está nos detalhes
Feminina
Com ar natural, o cabelo não precisa ser preso, nem curtíssimo: símbolo de feminilidade
Ocupada
Bolsa metalizada e grande para que tudo esteja sempre à mão: praticidade sem perder o glamour
Antenada
Celular ligado 24 horas por dia: é preciso estar sempre acessível para a equipe, a secretária, a empregada, o marido, os filhos...
Ousada
Ela se antecipa às tendências: a calça cropped, larga e curta, promete ser hit da primavera americana
Segura
Ela mostra os dedos com a sandália de salto, sem medo de parecer vulnerável
O homem alfa é...
Conservador as relações e bem-sucedido no trabalho
1. Controlador
Tem o comando das situações e geralmente não quer dividir esse poder com ninguém.
2. Provedor
Trabalha muito e ganha bem. Quer encontrar a casa sempre arrumada e o jantar na mesa.
3. Senhor da casa
Aceita que a mulher trabalhe fora, mas nem sempre topa dividir os afazeres domésticos.
Os homens beta e gama são...
Parceiros que deixam espaço para a mulher alfa nos relacionamentos
O beta:
1. Ofuscado
Vive à sombra da mulher e, muitas vezes, à custa dela. Não há discussão: é a mulher quem manda.
2. Acomodado
Está insatisfeito com o emprego ou frustrado por não conseguir um.
3. Dono-de-casa
Faz supermercado, lava, passa, cozinha, cuida dos filhos e do cachorro.
O gama:
1. Alternativo
Não o incomoda o fato de não ser tão bem-sucedido na carreira quanto à mulher. Busca ser feliz no que faz.
2. Negociador
Conversa e discute até que tudo seja resolvido. Quer sempre chegar a um acordo.
3. Companheiro
Divide as tarefas domésticas numa boa. Por opção, pode ser o responsável por elas.
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
Disciplina: Gestão de Negócios;
- Autonomia em Consultorias em Geral.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
"O ÓCIO CRIATIVO"
"O ÓCIO CRIATIVO”
- Falamos muito sobre “ócio criativo”, onde o trabalhador terá que receber o tempo necessário para o seu ócio/lazer (tempo onde o cérebro descansa e de onde vem naturalmente à inspiração para criar/inovar) para que ambos possam crescer empresa e empregado! Aliás, a empresa é o trabalhador/colaborador, que está atuando na continuidade! - É providencial uma alteração na legislação trabalhista (CLT), o que já se faz tarde. - Pois a modernidade exige com que seja urgente esta modificação! Contratos mais flexibilizados e talvez melhor aplicados em casos particulares, específicos para cada cidadão, poderia ser a solução. Uma solução para criação de mais empregos. - Seria a diminuição da carga horária diária, objetivando intercalar a mão-de-obra em determinados setores empresariais (sem alteração na massa salarial). Inovando no modo de comando gerencial, incluindo a administração horizontal descentralizada, deixando a cargo de cada empregado a tomada de decisão quanto a cada tarefa individual a cumprir. É Claro que erros irão surgir, mas conseqüentemente vamos ver novos modos/modelos de trabalho em cooperação mútua entre todos os empregados trabalhadores em geral. – Tanto na área mais especializada como na mais simples das funções do dia-a-dia empresarial. - É preciso incentivar as tentativas de mudança, por meio de erros e acertos. "Aqueles que não punem os erros de seus empregados são aqueles que verão inovações em seus setores." - Incorporar a inovação à identidade e cultura da empresa. "A formação e o desenvolvimento das empresas dependem de um líder criativo e empreendedor. Por esta razão é importante investir no DNA da companhia." Belil citou o exemplo da 3M: "A cultura da empresa está ligada à inovação, de modo que buscam transmitir a seus funcionários a idéia de que se aprende com os erros e que se não houver erros, nada de novo acontecerá. Também são premiados os êxitos por meio de fortes programas de reconhecimento. Em suas conclusões, Belil, longe de fugir de suas responsabilidades em meio ao atual cenário de crise econômica, afirmou: "Somos parte do problema e de sua solução. Se não podemos mudar esta situação, quem poderá? Teremos que ser os primeiros a agir". No entanto, lembrou que da crise também podem nascer boas idéias. "Historicamente, as crises têm sido a ante-sala das grandes idéias que contribuíram para mudar toda a sociedade. Podemos tirar algo de positivo desta experiência e deixar os empregos da vida inteira para trás, já que não são mais coerentes com as mudanças que estamos vivendo hoje", afirmou. "As empresas precisam que formar profissionais que possuam uma empregabilidade constante e isso não se consegue trabalhando das 8 às 17 horas dos 20 aos 65 anos de idade. Na Siemens, para fomentar nossos talentos optamos por mudar os empregados de cargos de tempos em tempos, de modo que ambos, empresa e empregado, possam crescer", concluiu. (Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 7) (Expansión) Complemento de Maria Madalena Prybicz, (Economista, Professora).
- Falamos muito sobre “ócio criativo”, onde o trabalhador terá que receber o tempo necessário para o seu ócio/lazer (tempo onde o cérebro descansa e de onde vem naturalmente à inspiração para criar/inovar) para que ambos possam crescer empresa e empregado! Aliás, a empresa é o trabalhador/colaborador, que está atuando na continuidade! - É providencial uma alteração na legislação trabalhista (CLT), o que já se faz tarde. - Pois a modernidade exige com que seja urgente esta modificação! Contratos mais flexibilizados e talvez melhor aplicados em casos particulares, específicos para cada cidadão, poderia ser a solução. Uma solução para criação de mais empregos. - Seria a diminuição da carga horária diária, objetivando intercalar a mão-de-obra em determinados setores empresariais (sem alteração na massa salarial). Inovando no modo de comando gerencial, incluindo a administração horizontal descentralizada, deixando a cargo de cada empregado a tomada de decisão quanto a cada tarefa individual a cumprir. É Claro que erros irão surgir, mas conseqüentemente vamos ver novos modos/modelos de trabalho em cooperação mútua entre todos os empregados trabalhadores em geral. – Tanto na área mais especializada como na mais simples das funções do dia-a-dia empresarial. - É preciso incentivar as tentativas de mudança, por meio de erros e acertos. "Aqueles que não punem os erros de seus empregados são aqueles que verão inovações em seus setores." - Incorporar a inovação à identidade e cultura da empresa. "A formação e o desenvolvimento das empresas dependem de um líder criativo e empreendedor. Por esta razão é importante investir no DNA da companhia." Belil citou o exemplo da 3M: "A cultura da empresa está ligada à inovação, de modo que buscam transmitir a seus funcionários a idéia de que se aprende com os erros e que se não houver erros, nada de novo acontecerá. Também são premiados os êxitos por meio de fortes programas de reconhecimento. Em suas conclusões, Belil, longe de fugir de suas responsabilidades em meio ao atual cenário de crise econômica, afirmou: "Somos parte do problema e de sua solução. Se não podemos mudar esta situação, quem poderá? Teremos que ser os primeiros a agir". No entanto, lembrou que da crise também podem nascer boas idéias. "Historicamente, as crises têm sido a ante-sala das grandes idéias que contribuíram para mudar toda a sociedade. Podemos tirar algo de positivo desta experiência e deixar os empregos da vida inteira para trás, já que não são mais coerentes com as mudanças que estamos vivendo hoje", afirmou. "As empresas precisam que formar profissionais que possuam uma empregabilidade constante e isso não se consegue trabalhando das 8 às 17 horas dos 20 aos 65 anos de idade. Na Siemens, para fomentar nossos talentos optamos por mudar os empregados de cargos de tempos em tempos, de modo que ambos, empresa e empregado, possam crescer", concluiu. (Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 7) (Expansión) Complemento de Maria Madalena Prybicz, (Economista, Professora).
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008
REDE? É NECESSÁRIO REFERÊNCIA!
“REFERÊNCIA DE ALGUÉM”
Quando trabalhamos em rede mainframe e/ou qualquer site virtual, ou outro programa de relacionamento qualquer, através da “internet” (onde existe relacionamento com “seres humanos” ou pessoas estão envolvidas) os mesmos não podem ficar sem referências!
Mesmo não existindo líder, chefe, ou hierarquia generalizada dentro das redes de relacionamento, alguém precisa assumir responsabilidades e dar referências para que as pessoas saibam em que se basear para poder ajudar nos projetos e/ou planejamentos no intuito de trabalhar para o desenvolvimento social.
- Principalmente local (aldeamento onde existe uma gama muito grande de complexidades humanas e sociais). Quando se lida com as pessoas, o homem natural mesmo sendo líder, Pastor ou Apóstolo, se ele se distanciar do trono de Deus, ele passa a ser pessimista.
Não se poder separar o “Homo sapiens” em sua essência natural contida: espiritual, (Deus age, quando rejeitamos as coisas do mundo, somos homens espirituais), quase transcendentalmente de acordo com a religião, cuja semelhança com o divino é inerente! O homem espiritual quando vê a situação contrária, ele levanta, ora, rejeita a tentação, unge e diz: nem olhos viram e nem ouvidos ouviram o que Deus preparou para nós.
Homem - Símbolo de retidão, de verdade. A figura da retidão, você começa a ser reconhecido no mundo espiritual como homem / mulher de Deus. Significa comprometimento, é alguém que sua palavra é verdade, ele honra o que saida sua boca. Você tem a visão! Deus não te deixa confundido, você sabe onde está pisando, você é espiritualmente esperto. Temos que ser espirituais não importa a forma, importa o conteúdo. Teoricamente a distinção e as relações entre a dimensão noética (ou espiritual) e a dimensão religiosa da experiência humana. Descrevemos a dimensão noética procurando explicitar suas características essencialmente humanas e suas expressões inconscientes. Analisamos que no fenômeno da consciência moral, o homem considera o caráter transcendente desta - através da intuição - podendo dizer Tu a esta transcendência e constituir um relacionamento humano que se configura como experiência real.
1. Dimensão Espiritual ou Noética
Homem e animais são constituídos por uma dimensão biológica, uma dimensão psicológica e uma dimensão social, contudo, o homem se difere deles porque faz parte de seu ser a dimensão noética. Em nenhum momento o homem deixa as demais dimensões, mas a essência de sua existência está na dimensão espiritual. Assim, a existência propriamente humana é existência espiritual. Neste sentido, a dimensão noética é considerada superior às demais, sendo também mais compreensiva porque inclui as dimensões inferiores, sem negá-las - o que garante a totalidade do homem (Frankl, 1989a).
A dimensão espiritual mostra-se, essencialmente, como a dimensão da vivência da liberdade e da responsabilidade. Responsabilidade nada se identifica com um caráter moralista pelo qual o indivíduo se obrigaria a agir de acordo com normas introjetadas, mas caracteriza-se justamente pela capacidade de responder, isto é, pela liberdade atuante no momento em que o homem responde ou se posiciona diante das circunstâncias presentes. Pressupõe "liberdade para" efetivar seu posicionamento no mundo, manifestando, então, a "irrepetibilidade e caráter de algo único" constituinte de cada homem (Frankl, 1989a). Falar de existência, na sua dimensão espiritual, é falar sobretudo do "ser-responsável" e do "ser humano consciente de sua responsabilidade" (Frankl, 1993). Trata-se não da liberdade de condições biológicas, psicológicas e sociais - a que todo homem está submetido - mas da liberdade para uma tomada de posição diante de todas as circunstâncias, cotidianas ou excepcionais. O homem sempre estará exposto a estímulos e determinações ambientais de diversas ordens, mas essa liberdade refere-se à maneira criativa e própria de cada indivíduo, expressa no momento em que responde a eles. Nos campos de concentração nazistas, nos quais foi prisioneiro, Frankl pôde observar bem de perto as diversas maneiras de enfrentar e lidar com aquela circunstância inevitável e com o sofrimento dela decorrente, a que todos estavam submetidos (Frankl, 1997). Naquela situação, cada pessoa posicionava-se de uma maneira diferente: havia quem se jogasse nas cercas eletrificadas, outro se deixava levar pela impotência e, deprimido, adoecia mais facilmente, outro ainda decidia resistir até o fim porque tinha a esperança de que algo o esperava ao sair dali - uma pessoa a amar, uma obra a realizar, um Deus a quem servir. Nesta liberdade de resposta, aqueles prisioneiros colocavam-se diante das situações conferindo sempre a elas um sentido, um motivo ou razão pela qual valesse à pena continuar vivendo. A dimensão espiritual mostra-se, portanto, como uma dimensão não-determinada, mas determinante da existência.
É importante ressaltar que não são apenas nos momentos mais difíceis, ou seja, aqueles de sofrimento, que esta afirmação do ser humano - através da liberdade e responsabilidade - encontra um sentido para sua vida. No âmbito da clínica, Frankl (1997, 1989a) observou que outros dois caminhos se apresentam como possibilidade de experiências constitutivas de sentido: o trabalho, onde se cria algo para alguém; e o amor, onde duas pessoas se encontram existencialmente em sua originalidade e insubstituibilidade. Trabalho pode ser experiência de transcendência de si na qual se vivencia um valor da própria pessoa ligado à utilidade, podendo chegar a constituir sentido. De maneira semelhante, também o amor possibilita a experiência de transcendência, porém vivida na intersubjetividade: o encontro evidencia o valor do "caráter de algo - único" da(s) pessoa(s).
Portanto, site de relacionamento humano (REDE), sem a humanização devida inclusiva, ficará muito fria, calculista e técnica. Sem a emoção/sentimento (feeling) tornar-se-á enfadonha, com muito tédio, chata. E resumindo, sem atrativos! – A não ser que se queira somente comandar/ditar o que deve ser feito em prol das comunidades em questão e ponto.
15/dezembro/2008
Maria Madalena Prybicz
Quando trabalhamos em rede mainframe e/ou qualquer site virtual, ou outro programa de relacionamento qualquer, através da “internet” (onde existe relacionamento com “seres humanos” ou pessoas estão envolvidas) os mesmos não podem ficar sem referências!
Mesmo não existindo líder, chefe, ou hierarquia generalizada dentro das redes de relacionamento, alguém precisa assumir responsabilidades e dar referências para que as pessoas saibam em que se basear para poder ajudar nos projetos e/ou planejamentos no intuito de trabalhar para o desenvolvimento social.
- Principalmente local (aldeamento onde existe uma gama muito grande de complexidades humanas e sociais). Quando se lida com as pessoas, o homem natural mesmo sendo líder, Pastor ou Apóstolo, se ele se distanciar do trono de Deus, ele passa a ser pessimista.
Não se poder separar o “Homo sapiens” em sua essência natural contida: espiritual, (Deus age, quando rejeitamos as coisas do mundo, somos homens espirituais), quase transcendentalmente de acordo com a religião, cuja semelhança com o divino é inerente! O homem espiritual quando vê a situação contrária, ele levanta, ora, rejeita a tentação, unge e diz: nem olhos viram e nem ouvidos ouviram o que Deus preparou para nós.
Homem - Símbolo de retidão, de verdade. A figura da retidão, você começa a ser reconhecido no mundo espiritual como homem / mulher de Deus. Significa comprometimento, é alguém que sua palavra é verdade, ele honra o que saida sua boca. Você tem a visão! Deus não te deixa confundido, você sabe onde está pisando, você é espiritualmente esperto. Temos que ser espirituais não importa a forma, importa o conteúdo. Teoricamente a distinção e as relações entre a dimensão noética (ou espiritual) e a dimensão religiosa da experiência humana. Descrevemos a dimensão noética procurando explicitar suas características essencialmente humanas e suas expressões inconscientes. Analisamos que no fenômeno da consciência moral, o homem considera o caráter transcendente desta - através da intuição - podendo dizer Tu a esta transcendência e constituir um relacionamento humano que se configura como experiência real.
1. Dimensão Espiritual ou Noética
Homem e animais são constituídos por uma dimensão biológica, uma dimensão psicológica e uma dimensão social, contudo, o homem se difere deles porque faz parte de seu ser a dimensão noética. Em nenhum momento o homem deixa as demais dimensões, mas a essência de sua existência está na dimensão espiritual. Assim, a existência propriamente humana é existência espiritual. Neste sentido, a dimensão noética é considerada superior às demais, sendo também mais compreensiva porque inclui as dimensões inferiores, sem negá-las - o que garante a totalidade do homem (Frankl, 1989a).
A dimensão espiritual mostra-se, essencialmente, como a dimensão da vivência da liberdade e da responsabilidade. Responsabilidade nada se identifica com um caráter moralista pelo qual o indivíduo se obrigaria a agir de acordo com normas introjetadas, mas caracteriza-se justamente pela capacidade de responder, isto é, pela liberdade atuante no momento em que o homem responde ou se posiciona diante das circunstâncias presentes. Pressupõe "liberdade para" efetivar seu posicionamento no mundo, manifestando, então, a "irrepetibilidade e caráter de algo único" constituinte de cada homem (Frankl, 1989a). Falar de existência, na sua dimensão espiritual, é falar sobretudo do "ser-responsável" e do "ser humano consciente de sua responsabilidade" (Frankl, 1993). Trata-se não da liberdade de condições biológicas, psicológicas e sociais - a que todo homem está submetido - mas da liberdade para uma tomada de posição diante de todas as circunstâncias, cotidianas ou excepcionais. O homem sempre estará exposto a estímulos e determinações ambientais de diversas ordens, mas essa liberdade refere-se à maneira criativa e própria de cada indivíduo, expressa no momento em que responde a eles. Nos campos de concentração nazistas, nos quais foi prisioneiro, Frankl pôde observar bem de perto as diversas maneiras de enfrentar e lidar com aquela circunstância inevitável e com o sofrimento dela decorrente, a que todos estavam submetidos (Frankl, 1997). Naquela situação, cada pessoa posicionava-se de uma maneira diferente: havia quem se jogasse nas cercas eletrificadas, outro se deixava levar pela impotência e, deprimido, adoecia mais facilmente, outro ainda decidia resistir até o fim porque tinha a esperança de que algo o esperava ao sair dali - uma pessoa a amar, uma obra a realizar, um Deus a quem servir. Nesta liberdade de resposta, aqueles prisioneiros colocavam-se diante das situações conferindo sempre a elas um sentido, um motivo ou razão pela qual valesse à pena continuar vivendo. A dimensão espiritual mostra-se, portanto, como uma dimensão não-determinada, mas determinante da existência.
É importante ressaltar que não são apenas nos momentos mais difíceis, ou seja, aqueles de sofrimento, que esta afirmação do ser humano - através da liberdade e responsabilidade - encontra um sentido para sua vida. No âmbito da clínica, Frankl (1997, 1989a) observou que outros dois caminhos se apresentam como possibilidade de experiências constitutivas de sentido: o trabalho, onde se cria algo para alguém; e o amor, onde duas pessoas se encontram existencialmente em sua originalidade e insubstituibilidade. Trabalho pode ser experiência de transcendência de si na qual se vivencia um valor da própria pessoa ligado à utilidade, podendo chegar a constituir sentido. De maneira semelhante, também o amor possibilita a experiência de transcendência, porém vivida na intersubjetividade: o encontro evidencia o valor do "caráter de algo - único" da(s) pessoa(s).
Portanto, site de relacionamento humano (REDE), sem a humanização devida inclusiva, ficará muito fria, calculista e técnica. Sem a emoção/sentimento (feeling) tornar-se-á enfadonha, com muito tédio, chata. E resumindo, sem atrativos! – A não ser que se queira somente comandar/ditar o que deve ser feito em prol das comunidades em questão e ponto.
15/dezembro/2008
Maria Madalena Prybicz
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
Disciplina: Gestão de Negócios;
- Autonomia em Consultorias em Geral.
sábado, 13 de dezembro de 2008
"INVESTIMENTOS EM ÉPOCA DE CRISE"
“INVESTIMENTOS EM ÉPOCA DE CRISE”
Quase tudo já se falou em investimentos:em poupança, fundos de investimentos, ouro, fundos diversos, fundos cambiais, CDB, RDB, etc., etc.
Quase tudo já se falou em investimentos:em poupança, fundos de investimentos, ouro, fundos diversos, fundos cambiais, CDB, RDB, etc., etc.
Mas, como estamos querendo que a produção (grande geradora de valor agregado e conseqüentemente, captadora de mão-de-obra) e consumo sejam alavancados, teremos que pensar melhor em investir nos setores desta natureza, ou seja, fazer grandes investimentos em compra de ações das melhores empresas de capital aberto do nosso país!
Sempre se soube que investimentos em ações seria um ótimo negócio, desde que tais investimentos fossem direcionados diretamente para produção com retorno efetivo para o investidor e que não se perdesse seu “foco” desvirtuando o lucro que é objetivo claro para que todos saiam ganhando, resultado que cada acionista comprometido em determinadas empresas almejam! As opções são muitas, diga-se de passagem, as tradicionais brasileiras tais como: Petrobrás, Vale, Usiminas, Gerdau. Randon, etc. E as mais recentes e modernas empresas de capital aberto como: Positivo Informática (empresa com capacitação em computadores), Nutrimental (empresa produtora de alimentos, principalmente barrinhas de cereais ótimas, e então convoco as senhoras e senhoritas a experimentarem, pois são benéficas na questão “manter a linha”). Tendo também opções de compra de ações de bancos (particulares ou públicos) e inúmeras empresas de outros setores produtivos, comerciais, de serviços e/ou turismo!
Legislação específica para este segmento poderia ajudar a dar mais ânimo ao pequeno e médio investidor, que em vez de aplicar em poupança (com sua legislação específica destinada para habitação, cujo rendimento é bastante insignificante beneficiando indiretamente os bancos) aplicaria em ações desde que, com mais garantias de retorno do seu parcial (capital) patrimônio aplicado!
No Brasil apenas 0,28% é aplicado em ações, enquanto que na Austrália são aplicados 0,50% em ações de todo rendimento bruto “per capita” (fonte: Expo Money).
Novamente convoco as senhoras e senhoritas que possuem pequeno e/ou médio capital, que podem ser aplicados em ações, por que não, aderirem para este segmento opcional de investimentos!
Curitiba, 13/dezembro/2008
Maria M. prybicz.
Economista.
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
Disciplina: Gestão de Negócios;
- Autonomia em Consultorias em Geral.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
"TERCEIRO SETOR DA ECONOMIA"
IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE ÉTICA DOS GESTORES DO
"TERCEIRO SETOR DA ECONOMIA".
Autor: Pedro Henrique Ribeiro Barboza
Orientador: Prof. José Edmilson de Souza Lima
FAE Business School - Faculdades Bom Jesus
A preocupação com o bem estar social, a vontade de transformar a atual realidade social em uma situação melhor, ou até mesmo a necessidade de empresas “socialmente responsáveis” fizeram com que existisse o atual número de organizações do terceiro setor da economia, porém, é necessário que a ética esteja presente neste processo, para que o resultado seja o que fora proposto.
O objetivo geral desta pesquisa é avaliar a qualidade ética dos gestores no terceiro setor da economia, visto que este setor depende essencialmente de capital humano para o seu desenvolvimento. Para que os objetivos da pesquisa fossem atingidos, realizaram-se pesquisas bibliográficas com autores relacionados à ética, e ao terceiro setor, assim como entrevistas semi-estruturadas com gestores do terceiro setor, os quais ajudaram a verificar a situação da aplicabilidade da ética no setor em questão.
Como resultado pode-se dizer que a qualidade ética dos gestores no terceiro setor da economia é de extrema importância para que suas organizações se desenvolvam, visto que o produto proveniente destas organizações é fruto direto de voluntariado, é necessário que este seja feito de maneira responsável e consciente.
Conclui-se, então, que se deve despender a devida atenção para as atitudes tomadas e verificar se estas se incluem nas definições éticas recomendáveis para o setor em questão, assim como rever conceitos éticos possivelmente distorcidos.
Palavras-chave: terceiro setor, ética, voluntariado.
"TERCEIRO SETOR DA ECONOMIA".
Autor: Pedro Henrique Ribeiro Barboza
Orientador: Prof. José Edmilson de Souza Lima
FAE Business School - Faculdades Bom Jesus
A preocupação com o bem estar social, a vontade de transformar a atual realidade social em uma situação melhor, ou até mesmo a necessidade de empresas “socialmente responsáveis” fizeram com que existisse o atual número de organizações do terceiro setor da economia, porém, é necessário que a ética esteja presente neste processo, para que o resultado seja o que fora proposto.
O objetivo geral desta pesquisa é avaliar a qualidade ética dos gestores no terceiro setor da economia, visto que este setor depende essencialmente de capital humano para o seu desenvolvimento. Para que os objetivos da pesquisa fossem atingidos, realizaram-se pesquisas bibliográficas com autores relacionados à ética, e ao terceiro setor, assim como entrevistas semi-estruturadas com gestores do terceiro setor, os quais ajudaram a verificar a situação da aplicabilidade da ética no setor em questão.
Como resultado pode-se dizer que a qualidade ética dos gestores no terceiro setor da economia é de extrema importância para que suas organizações se desenvolvam, visto que o produto proveniente destas organizações é fruto direto de voluntariado, é necessário que este seja feito de maneira responsável e consciente.
Conclui-se, então, que se deve despender a devida atenção para as atitudes tomadas e verificar se estas se incluem nas definições éticas recomendáveis para o setor em questão, assim como rever conceitos éticos possivelmente distorcidos.
Palavras-chave: terceiro setor, ética, voluntariado.
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
- INTERNET E O "MAGNATA DA MÍDIA"
Rupert Murdoch é um magnata da mídia / Getty Images
marca de um jornal e, ao mesmo tempo, permitir que os leitores personalizem o noticiário das maneiras que eles quiserem", explicou. Murdoch afirma que. - "Os leitores querem notícias quanto sempre quiseram. (...) O desafio consiste em usar a independente do meio, o veículo tem que se firmar como uma marca "conhecida por sua qualidade". "Em tudo o que fazemos, vamos transmiti-lo das maneiras que mais correspondem às preferências dos leitores".
Na visão do empresário, o negócio jornalístico não deve mais ficar preso ao jornal de papel. "É verdade que nas próximas décadas as versões impressas de alguns jornais vão perder circulação. Mas, se os jornais derem aos leitores informações confiáveis, veremos ganhos na circulação -em nossos sites, em nossos feeds de RSS, em e-mails transmitindo notícias e anúncios customizados, nas notícias enviadas a celulares".
Em uma crítica aos jornais e jornalistas que enxergam a internet como uma ameaça, Murdoch diz que "não são os jornais que vão ficar obsoletos. São alguns dos editores, repórteres e proprietários de jornais que estão esquecendo do bem mais precioso de um jornal: o vínculo com seus leitores".
O papel dos blogs
Murdoch também reforça o papel dos blogs independentes neste novo cenário da imprensa. "Antigamente um punhado de editores podia decidir o que era notícia e o que não era. Eles agiam como uma espécie de semideuses. Se eles publicassem uma história, ela virava notícia. Se ignorassem o fato, era como se nunca tivesse acontecido".
O empresário afirma que, com a democratização da internet, os editores estão perdendo o poder. "A internet dá acesso a milhares de novas fontes que cobrem coisas que um editor poderia deixar passar. Se você não se satisfaz com isso, pode começar seu próprio blog, cobrindo e comentando as notícias você mesmo".
"Mas acho que não serei desmentido sobre um ponto. O jornal, ou um primo eletrônico muito próximo dele, sempre estará entre nós. Ele não será jogado diante de sua porta pela manhã como é hoje. Mas o som que fará ao chegar vai continuar a ecoar na sociedade e no mundo", concluiu.
Leia mais sobre Rupert Murdoch
11/dezembro/2008 - Maria M. Prybicz
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Quem sou eu
- Maria Madalena Prybicz
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